Resumo de XRP (XRP)
O criptoativo XRP (XRP) está sendo negociado a US$ 1,00 nesta data, acumulando uma variação de +0.20% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 0,99 e a máxima de US$ 1,01.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Autocustódia de criptomoedas é colocada em xeque após três incidentes
Publicidade No mercado cripto, existe uma expressão que vira e mexe é repetida, especialmente por investidores mais antigos e críticos às instituições financeiras: “not your keys, not your coins” (“se não são suas chaves, não são suas moedas”, na tradução para o português). O que isso significa? É a ideia de que a pessoa deve fazer a autocustódia de suas criptomoedas em carteiras quentes (espécie de programas ligados à internet) ou frias (dispositivos parecidos com pen drives e offline) e guardar a própria frase seed, uma sequência de palavras que dá acesso às criptos e funciona como uma senha. Ou seja, a pessoa é o próprio banco. É diferente de deixar os criptoativos em exchanges ou instituições financeiras, que cuidam dessas chaves de acesso e são responsáveis por guardar os ativos digitais, e não os usuários. O problema é que esse modelo foi colocado em xeque nas últimas semanas por causa de três casos principais. Newsletter: quer saber mais sobre cripto? Assine o Morning Cripto do InvestNews! Os 3 casos O primeiro ocorreu no fim de julho, na carteira offline Coldcard. A falha estava na geração das seeds. Um bug permitiu que hackers gerassem combinações de frases e identificassem quais correspondiam a carteiras com saldo em bitcoin – tudo sem precisar acessar fisicamente os dispositivos. O resultado? Perdas estimadas em cerca de US$ 130 milhões, segundo a Galaxy Research. Na semana passada, a Trezor, uma carteira offline “famosinha”, comunicou que um de seus provedores de logística sofreu uma violação de dados que expôs informações sensíveis de quase 14 mil clientes, como nomes completos, endereços de entrega, números de telefone e e-mails. O incidente afetou clientes nos EUA, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Itália, Portugal e Brasil. Segundo a empresa, seus sistemas e dispositivos permaneceram seguros, e não houve comprometimento de chaves privadas, carteiras ou fundos. O principal risco é o aumento de tentativas de phishing. Para completar, no domingo (16), outra carteira offline, a SafePal, divulgou que informações de pedidos de clientes foram acessadas externamente sem autorização. Os dados incluem nome, e-mail, endereço de entrega, número de telefone e detalhes da compra. Cerca de 40 mil usuários foram afetados. De acordo com a empresa, o vazamento pode transformar esses clientes em alvos de tentativas de phishing mais sofisticadas, com criminosos se passando por suporte ou enviando pedidos falsos de atualização de firmware. A frase seed e as chaves privadas não foram comprometidas. Autocustódia morreu? Publicidade Os episódios, segundo analistas, mostram que a autocustódia em carteiras frias, sempre vista como mais segura, também envolve outros riscos. “Remover um custodiante terceiro não elimina o risco de custódia; apenas transfere esse risco para o hardware, o software e os processos de geração de chaves dos quais o titular depende”, disse Jianing Wu, pesquisadora associada da equipe de research da Galaxy, em relatório recente. Isso não significa, no entanto, que a autocustódia deixou de fazer sentido, de acordo com especialistas. Mostra apenas que, na hora de escolher uma carteira, é preciso considerar os riscos envolvidos e o próprio perfil do investidor. Além disso, segundo o economista Charles Mendlowicz, os casos reforçam outra estratégia que pode fazer sentido com cripto: diversificar a custódia. “Fracionar o capital entre hardware wallets (outro nome para as carteiras frias), corretoras consolidadas, bancos e ETFs regulados é a única blindagem eficaz no mercado”, fala. Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h15. Bitcoin (BTC): +1,03%, US$ 63.580,35 Ethereum (ETH): +1,38%, US$ 1.904,11 BNB (BNB): -0,24%, US$ 604,61 XRP (XRP): +0,64%, US$ 1,00 Solana (SOL): -0,08%, US$ 75,67 Outros destaques do mercado cripto Publicidade Tesouraria cripto brazuca no prejuízo. A OranjeBTC, maior tesouraria cripto do Brasil, divulgou o balanço do segundo trimestre de 2026 com um prejuízo líquido de R$ 183,9 milhões. Segundo a empresa, a volatilidade do bitcoin no período ajudou a puxar o resultado para baixo. Hoje, a companhia tem cerca de 3.950 BTC em sua tesouraria, de acordo com seu próprio site, e está entre as 25 maiores firmas com bitcoin em caixa do mundo Harvard mantém “quedinha” por bitcoin. A Universidade Harvard manteve sua posição no ETF de bitcoin da gestora BlackRock, o IBIT, no segundo trimestre. Segundo documento enviado à SEC (a CVM norte-americana), a Harvard Management Company tinha 3,04 milhões de cotas do fundo em 30 de junho, avaliadas em US$ 101,4 milhões. É a primeira vez, após dois trimestres seguidos de redução, que a instituição não mexe na posição. Trump e os chefões da cripto. O presidente dos EUA, Donald Trump, deve receber na quarta-feira (19), na Casa Branca, alguns dos principais nomes do mercado cripto e de plataformas de apostas preditivas. Entre os convidados estão executivos de empresas como Coinbase, Ripple, Gemini, Polymarket e Kalshi. O encontro deve abrir um diálogo sobre políticas públicas e inovação, em um momento em que o Congresso discute novas regras para o setor. Estamos de olho por aqui.
Autocustódia de criptomoedas é colocada em xeque após três incidentes
Modelo dispensa corretoras e bancos, mas falhas recentes mostram que a gestão individual também tem pontos cegos No mercado cripto, existe uma expressão que vira e mexe é repetida, especialmente por investidores mais antigos e críticos às instituições financeiras: “not your keys, not your coins” (“se não são suas chaves, não são suas moedas”, na tradução para o português). O que isso significa? É a ideia de que a pessoa deve fazer a autocustódia de suas criptomoedas em carteiras quentes (espécie de programas ligados à internet) e, principalmente, frias (dispositivos parecidos com pen drives que mantêm as chaves privadas fora da internet), guardando a própria frase seed, uma sequência de palavras que dá acesso às criptos. Ou seja, a pessoa é o próprio banco. É diferente de deixar os criptoativos em exchanges ou instituições financeiras, que cuidam dessas chaves de acesso e são responsáveis por guardar os ativos digitais, e não os usuários. O problema é que esse modelo foi colocado em xeque nas últimas semanas por causa de três casos principais. Newsletter: quer saber mais sobre cripto? Assine o Morning Cripto do InvestNews! Os 3 casos O primeiro ocorreu no fim de julho, na carteira offline Coldcard. O problema estava na geração das seeds. Um bug permitiu que hackers gerassem combinações de chaves privadas e identificassem quais correspondiam a carteiras com saldo em bitcoin – tudo sem precisar acessar fisicamente os dispositivos. O resultado? Perdas estimadas em cerca de US$ 130 milhões, segundo a Galaxy Research. Na semana passada, a Trezor, uma carteira offline “famosinha”, comunicou que um de seus provedores de logística sofreu uma violação de dados que expôs informações sensíveis de quase 14 mil clientes, como nomes completos, endereços de entrega, números de telefone e e-mails. O incidente afetou clientes nos EUA, Reino Unido, Suécia, Colômbia, Itália, Portugal e Brasil. Segundo a empresa, seus sistemas e dispositivos permaneceram seguros, e não houve comprometimento de chaves privadas, carteiras ou fundos. O principal risco é o aumento de tentativas de phishing. Para completar, no domingo (16), outra carteira offline, a SafePal, divulgou que informações de pedidos de clientes foram acessadas externamente sem autorização. Os dados incluem nome, endereço de e-mail, endereço de entrega, número de telefone e detalhes da compra. Cerca de 40 mil usuários foram afetados. De acordo com a empresa, o vazamento pode transformar esses clientes em alvos de tentativas de phishing mais sofisticadas, com criminosos se passando por suporte ou enviando pedidos falsos de atualização de firmware. A frase seed e as chaves privadas não foram comprometidas. Autocustódia morreu? Os episódios, segundo analistas, mostram que a autocustódia em carteiras frias, sempre vista como mais segura, também envolve outros riscos. “Remover um custodiante terceiro não elimina o risco de custódia; apenas transfere esse risco para o hardware, o software e os processos de geração de chaves dos quais o titular depende”, disse Jianing Wu, pesquisadora associada da equipe de research da Galaxy, em relatório recente. Isso não significa, no entanto, que a autocustódia deixou de fazer sentido, de acordo com especialistas. Mostra apenas que, na hora de escolher uma carteira, é preciso considerar os riscos envolvidos e o próprio perfil do investidor. Além disso, segundo o economista Charles Mendlowicz, os casos revelam outra estratégia que faz sentido no mundo cripto: diversificar. “Fracionar o capital entre hardware wallets (outro nomes da carteiras offline), corretoras consolidadas, bancos e ETFs regulados é a única blindagem eficaz no mercado”, fala. eja as cotações das principais criptomoedas às 8h15. Bitcoin (BTC): +1,03%, US$ 63.580,35 Ethereum (ETH): +1,38%, US$ 1.904,11 BNB (BNB): -0,24%, US$ 604,61 XRP (XRP): +0,64%, US$ 1,00 Solana (SOL): -0,08%, US$ 75,67 Outros destaques do mercado cripto Tesouraria cripto brazuca no prejuízo. A OranjeBTC, maior tesouraria cripto do Brasil, divulgou o balanço do segundo trimestre de 2026 com um prejuízo líquido de R$ 183,9 milhões. Segundo a empresa, a volatilidade do bitcoin no período ajudou a puxar o resultado para baixo. Hoje, a companhia tem cerca de 3.950 BTC em sua tesouraria, de acordo com seu próprio site, e está entre as 25 maiores firmas com bitcoin em caixa do mundo Harvard mantém “quedinha” por bitcoin. A Universidade Harvard manteve sua posição no ETF de bitcoin da gestora BlackRock, o IBIT, no segundo trimestre. Segundo documento enviado à SEC (a CVM norte-americana), a Harvard Management Company tinha 3,04 milhões de cotas do fundo em 30 de junho, avaliadas em US$ 101,4 milhões. É a primeira vez, após dois trimestres seguidos de redução, que a instituição não mexe na posição. Trump e os chefões da cripto. O presidente dos EUA, Donald Trump, deve receber na quarta-feira (19), na Casa Branca, alguns dos principais nomes do mercado cripto e de plataformas de apostas preditivas. Entre os convidados estão executivos de empresas como Coinbase, Ripple, Gemini, Polymarket e Kalshi. 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Bitcoin tem leve alta, a US$ 63 mil; confira os preços das criptomoedas neste domingo (16) – Money Times
Bitcoin avança e mira US$ 80 mil; veja os preços das criptomoedas neste domingo (3) (Imagem: REUTERS/Dado Ruvic) O bitcoin (BTC) é negociado aos US$ 63 mil na manhã deste domingo (16), com ganho de 0,1% nas últimas 24 horas, segundo dados da plataforma Coingecko. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No acumulado da semana, no entanto, a principal criptomoeda do mundo acumula queda de 3%, enquanto, em 30 dias, registra baixa de 0,1%. De forma geral, o mercado de criptoativos apresenta estabilidade, com os investidores de olho em variáveis macroeconômicas, fluxos de ativos e condições de liquidez. Na próxima quarta-feira (19), a ata do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) será divulgada, às 15h (horário de Brasília). O mercado busca pistas sobre a trajetória de juros e as dissidências da última decisão, que manteve o Fed Funds no intervalo entre 3,50% e 3,75%. Sentimento do mercado com o BTC CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O chamado “índice do medo e ganância”, que mede o sentimento dos investidores no mercado cripto, marca 37 pontos (medo), indicando predominância do sentimento de aversão a risco. Na semana passada, estava em 39. O indicador varia de 0 (medo extremo) a 100 (ganância extrema) e funciona como um termômetro do apetite por risco no setor. Leia também Na prática, níveis muito baixos podem indicar venda excessiva, enquanto patamares elevados costumam anteceder movimentos de correção. Desempenho de outras criptomoedas Entre os principais ativos digitais, o ethereum (ETH) subiu 0,1% nas últimas 24 horas, mas acumula queda de 1,9% em sete dias. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já o XRP, token de pagamentos internacionais da Ripple, apresenta estabilidade (0,0%) e perdas de 3,6% nos mesmos intervalos, respectivamente. Veja a cotação dos maiores tokens do mundo nesta manhã: # Moeda Preço 1h 24h 7d 1 Bitcoin (BTC) US$ 63.005,01 +0,1% +0,1% -3,0% 2 Ethereum (ETH) US$ 1.879,94 +0,1% 0,0% -1,9% 3 Tether (USDT) US$ 0,9992 0,0% 0,0% 0,0% 4 BNB (BNB) US$ 606,93 0,0% -0,5% +0,5% 5 USDC (USDC) US$ 0,9996 0,0% 0,0% 0,0% 6 XRP (XRP) US$ 0,9994 0,0% -0,2% -3,6% 7 Solana (SOL) US$ 75,25 +0,1% -0,1% –1,5% 8 TRON (TRX) US$ 0,3314 -0,1% +0,2% +0,5% 9 Hyperliquid (HYPE) US$ 57,19 0,0% +1,7% +5,5% 10 Dogecoin (DOGE) US$ 0,06987 0,0% -0,2% -0,4% Fonte: coingecko.com *Com Renan Sousa CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
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