Resumo de Dogecoin (DOGE)
O criptoativo Dogecoin (DOGE) está sendo negociado a US$ 0,07 nesta data, acumulando uma variação de +0.24% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 0,07 e a máxima de US$ 0,07.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Bitcoin (BTC) sobe para US$ 64 mil mesmo com Treasuries nas alturas; veja preços das criptomoedas nesta terça-feira (18) – Money Times
(Imagem: Arturmarciniecphotos) O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 64 mil na manhã desta terça-feira (18), com uma alta de pouco mais de 1% nas últimas 24h. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O mercado global de criptomoedas opera sem um único sinal hoje, com os investidores acompanhando a alta nos preços do petróleo e aumento dos juros nas principais economias do globo. No mercado tradicional, as bolsas asiáticas fecharam em baixa. Na Europa, os principais índices também operam em queda e o mercado futuro de Nova York começou no negativo nesta manhã. Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje: # Criptomoeda (Ticker) Preço 24h 7d YTD 1 Bitcoin (BTC) US$ 64.180,52 0,99% -0,14% -26,66% 2 Ethereum (ETH) US$ 1.898,01 0,04% 0,55% -36,03% 3 Tether (USDT) US$ 0,9989 0,00% -0,02% 0,05% 4 BNB (BNB) US$ 600,72 -0,50% -1,88% -30,41% 5 USDC (USDC) US$ 0,9997 0,02% 0,01% 0,01% 6 XRP (XRP) US$ 0,9970 -0,08% -0,85% -45,81% 7 Solana (SOL) US$ 76,20 1,15% 0,50% -38,78% 8 TRON (TRX) US$ 0,3322 0,17% -1,11% 16,88% 9 Hyperliquid (HYPE) US$ 59,35 0,44% 7,95% 133,41% 10 Dogecoin (DOGE) US$ 0,06980 -0,28% -1,15% -40,49% Bitcoin (BTC) e o avanço dos Treasuries Enquanto ainda era madrugada no Brasil, os juros (yields) de títulos soberanos das principais economias do mundo saltaram, na esteira do aumento das tensões geopolíticas globais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O rendimento do bund alemão de 10 anos — referência para a Europa — saltou para 3,22%, rompendo resistências recentes e atingindo o nível mais alto desde maio de 2011. Do mesmo modo, o rendimento do Schatz de dois anos — mais sensível às taxas de juros — acompanhou o movimento, avançando para o patamar mais elevado desde o final de julho, em 2,822%. Já os gilts britânicos de dois anos subiram para 4,558%, tocando o nível mais alto desde maio de 2026. A liquidação nos principais mercados de dívida europeus reflete um movimento global mais amplo de abandono de títulos soberanos, com os custos de financiamento de médio e longo prazo rompendo máximas de várias décadas. Leia também Da mesma forma, o rendimento do Treasury americano de 30 anos subiu para 5,31%, atingindo o maior nível desde 2007. O T-bond de 10 anos, referência internacional, também saltou para 4,734%. O que isso significa para as criptomoedas Para o bitcoin e outros ativos de alta volatilidade, o principal fator de influência do mercado já não é apenas a direção dos juros do Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), mas também se os custos de financiamento de longo prazo e os prêmios de risco continuarão aumentando mundo afora. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os mercados de criptomoedas também apresentam sinais mistos de fluxo de capital. Os ETFs (fundos de índice) de criptomoedas registraram: Aproximadamente US$ 90,55 milhões em saídas líquidas semanais Cerca de US$ 977 milhões em entradas líquidas mensais Aproximadamente US$ 5,406 bilhões em saídas líquidas trimestrais O movimento indica que o impulso de capital no curto prazo continua fragmentado, o que tende a manter os preços dos ativos digitais estáveis até uma nova “onda” de recursos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Brasil tem 29 milhões de investidores em cripto, mais que na bolsa, diz Datafolha
Pesquisa mostra que 17,2% dos brasileiros já investiram em criptomoedas, superando a bolsa e consolidando cripto como tema de massa no país O Brasil já tem cerca de 29 milhões de pessoas que investiram ou investem em criptomoedas, segundo a 2ª Pesquisa Nacional das Criptomoedas, realizada pela Paradigma e pelo Datafolha. O número equivale a 17,2% dos brasileiros e mostra que os ativos digitais deixaram de ser um nicho restrito a investidores especializados. O dado mais chamativo é a comparação com a bolsa. De acordo com o levantamento, 2,3 vezes mais brasileiros já colocaram dinheiro em cripto do que em ações, que aparecem com 7,4% de penetração entre os entrevistados. A chamada “cripto-população” também já seria maior que a torcida do Corinthians, a segunda maior do país, estimada em 25 milhões de pessoas no relatório. A pesquisa foi feita presencialmente em 137 municípios, entre 11 e 14 de maio de 2026, com 2.004 entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O universo considerado é de 168,9 milhões de brasileiros com mais de 16 anos. O avanço confirma uma mudança importante no mercado financeiro brasileiro. A poupança ainda lidera com folga entre os locais onde o brasileiro já colocou dinheiro, com 57,1%, seguida por imóveis, dinheiro em casa e fundos de investimento. Mas as criptomoedas já aparecem à frente de títulos públicos ou CDB, dólar, ouro e ações na bolsa. Cripto não é fenômeno da elite O levantamento também mostra que a adoção de criptomoedas no Brasil não está concentrada apenas nas faixas de renda mais altas. Entre os brasileiros que já colocaram dinheiro em cripto, 77,6% ganham até 3 salários mínimos. A maior fatia está nas faixas de até 1 salário mínimo e de 1 a 2 salários mínimos. Esse dado ajuda a explicar por que o relatório chama as criptomoedas de “moeda do povo”. Embora o tema ainda seja associado a tecnologia, investimento alternativo e maior risco, a base de usuários já alcança uma parcela relevante da população de renda mais baixa. O conhecimento sobre o tema também cresceu. Segundo a pesquisa, 66,4% dos brasileiros conhecem criptomoedas, alta de 10,1 pontos percentuais em relação à edição anterior. O Bitcoin continua sendo, de longe, a criptomoeda mais conhecida no país: 60,7% dos brasileiros dizem conhecer o BTC, mesmo que apenas de ouvir falar. Na sequência aparecem Ethereum, com 11,1%, Drex, com 10,3%, USDC, com 5,5%, XRP, com 5,4%, Dogecoin, com 5,3%, Solana, com 5,2%, e Tether, com 2,7%. Um dado curioso do levantamento é que o Drex é 3,8 vezes mais conhecido que a Tether, apesar de a stablecoin representar o maior volume reportado no mercado nacional. O crescimento foi especialmente forte no Centro-Oeste. A região teve avanço de 25,8 pontos percentuais no conhecimento sobre cripto, 2,6 vezes acima da média nacional, e passou o Sudeste nesse recorte. Investidor cripto já olha para o Congresso A pesquisa também indica que criptomoedas começam a ganhar peso político. Entre os brasileiros que têm ou já tiveram cripto, 65,8% consideram importante votar em deputado ou senador comprometido em proteger os direitos de quem tem ativos digitais. Esse percentual sobe para 85% entre usuários de corretoras de cripto e chega a 89,6% entre quem faz autocustódia, ou seja, guarda suas próprias chaves em carteiras digitais. O dado aparece em um momento em que o setor discute temas como regulação, tributação, autocustódia, uso de stablecoins, proteção do investidor e regras para exchanges. Para quem já tem cripto, esses temas parecem deixar de ser apenas técnicos e passam a influenciar também a forma como parte desse público olha para o Congresso. O relatório afirma ainda que a cripto-população é mais centrista e mais engajada politicamente que a média nacional. Entre quem já colocou dinheiro em cripto, 21,6% se declaram de centro, contra 15,5% da população geral. Além disso, apenas 9,9% não sabem ou não se posicionam politicamente, contra 16,4% no país como um todo. Conhecimento cresce, mas complexidade ainda trava adoção Apesar do avanço, a pesquisa mostra que ainda existem barreiras importantes para a expansão do mercado. Entre os brasileiros que conhecem cripto, 59% acreditam que os ativos digitais são uma boa forma de diversificar investimentos. Entre jovens de 16 a 24 anos, esse percentual sobe para 78%. Ao mesmo tempo, 77% de quem conhece criptomoedas vê a tecnologia como complexa. Entre aqueles que nunca compraram cripto, 42% dizem não entender o tema o suficiente, o que indica que educação financeira e clareza na comunicação ainda são desafios centrais para o setor. A autocustódia também avançou, mas segue restrita a uma parcela menor da população. Segundo o levantamento, 4% dos brasileiros já usaram uma carteira própria de cripto, quase o dobro dos 2,2% registrados em 2025. Isso representa cerca de 6,75 milhões de pessoas, número comparado pelo relatório à população de um estado como o Maranhão. A principal porta de entrada segue sendo mais simples e conhecida pelo público. Entre quem já colocou dinheiro em cripto, 83% usaram o app do banco, enquanto 26% usaram carteira própria, 20% corretora de cripto e 18% fundos ou ETFs. O retrato final é de um mercado que já alcançou escala de massa no Brasil, mas ainda enfrenta desafios de entendimento, confiança e educação. As criptomoedas já superaram a bolsa em penetração entre brasileiros, chegaram a diferentes faixas de renda e começam a aparecer até no debate político. A próxima etapa será transformar esse alcance em uso mais informado e menos dependente de ciclos de alta do mercado. 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Cripto supera ações e CDB em alcance entre brasileiros, diz pesquisa
Cerca de 17,2% dos brasileiros com mais de 16 anos dizem ter ou já ter tido dinheiro em criptomoedas, o equivalente a quase 29 milhões de pessoas, segundo a 2ª edição da Pesquisa Nacional das Criptomoedas. O levantamento foi realizado pela Paradigma, casa de pesquisa especializada em cripto, em parceria com o Datafolha. A pesquisa foi feita presencialmente entre 11 e 14 de maio de 2026, com 2.004 entrevistados em 137 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Entre as modalidades avaliadas, as criptomoedas aparecem à frente de títulos públicos ou CDBs, dólar e ações na bolsa em proporção de brasileiros que dizem já ter colocado dinheiro nesses ativos. Segundo o estudo, 57,1% já tiveram dinheiro na poupança, 34% em imóveis, 30,5% em dinheiro em casa, 26,1% em fundos de investimento, 17,2% em criptomoedas, 15,1% em títulos públicos ou CDBs, 14% em dólar ou outras moedas, 9,8% em ouro e 7,4% em ações. A adoção de cripto, no entanto, aparece concentrada no sistema financeiro tradicional. Entre os brasileiros que já colocaram dinheiro em criptomoedas, 83% disseram ter usado o aplicativo de um banco. A pergunta permitia múltiplas respostas. Carteira própria foi citada por 26%, corretoras de cripto por 20% e fundos ou ETFs por 18%. O conhecimento sobre criptomoedas também avançou. Segundo o levantamento, 66,4% dos brasileiros dizem conhecer criptoativos, ante 56,3% na pesquisa anterior, feita no fim de 2024. O bitcoin é o ativo mais conhecido, citado por 60,7% dos entrevistados. Ethereum aparece com 11,1%, seguido por Drex, com 10,3%, USDC, com 5,5%, XRP, com 5,4%, Dogecoin, com 5,3%, Solana, com 5,2%, e Tether, com 2,7%. O avanço foi mais forte no Centro-Oeste, onde a fatia de brasileiros que dizem conhecer cripto passou de 47% para 72,8%. O crescimento na região foi 2,6 vezes superior à média nacional, segundo a pesquisa. No Norte, houve queda de 2,9 pontos percentuais. Nordeste, Sul e Sudeste tiveram altas de 12,5, 12 e 7,5 pontos percentuais, respectivamente. A pesquisa também indica que o acesso a cripto não está restrito às faixas mais altas de renda. Entre os brasileiros que já colocaram dinheiro em criptomoedas, 77,6% ganham até três salários mínimos e 89,4% ganham até cinco salários mínimos. Entre os brasileiros que conhecem cripto, 77% veem a tecnologia como complexa. Entre os que nunca compraram, 42% dizem não entender o tema o suficiente. Apesar disso, 59% dos brasileiros que conhecem criptomoedas afirmam que esses ativos são uma boa forma de diversificar investimentos. Entre jovens de 16 a 24 anos, a fatia sobe para 78%. O levantamento também incluiu perguntas sobre política. Entre os brasileiros que têm ou já tiveram cripto, 65,8% dizem considerar importante votar em deputado ou senador comprometido em proteger os direitos de quem possui criptomoedas. A fatia sobe para 85% entre usuários de corretoras de cripto e para 89,6% entre quem faz autocustódia. Na parte política, a pesquisa mostra maior concentração ao centro entre quem já teve cripto. Nesse recorte, 21,6% se dizem de centro, ante 15,5% no total da amostra. A fatia dos que não sabem ou não se posicionam é de 9,9%, abaixo dos 16,4% registrados entre os entrevistados em geral.
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