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Resumo de WWW.OSLODTVM.COM (WWW.OSLODTVM.COM)
O criptoativo WWW.OSLODTVM.COM (WWW.OSLODTVM.COM) está sendo negociado a US$ 0,00 nesta data, acumulando uma variação de +0.00% nas últimas 24 horas.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo WWW.OSLODTVM.COM atingiu 0 de 7 critérios (0.0%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
Não atendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Oscilação dos Últimos 12 Meses
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Trezor confirma segundo vazamento de dados em poucas semanas e 347 mil clientes recebem phishing
Falhas em fornecedores da Trezor expuseram dados de centenas de milhares de clientes. Entenda os riscos reais e como se proteger. A fabricante de carteiras de hardware Trezor confirmou, pela segunda vez em poucas semanas, que um de seus fornecedores terceirizados foi comprometido por hackers. Desta vez, o alvo foi a Brevo, empresa de marketing digital que a Trezor usa para disparar newsletters. O resultado: cerca de 347 mil e-mails de phishing foram enviados a clientes da marca, contendo links maliciosos que simulavam alertas de segurança legítimos. O episódio expõe uma fragilidade estrutural que vai muito além de uma empresa específica. Ele revela como o elo mais fraco da segurança cripto frequentemente não está na blockchain ou no hardware, mas nos fornecedores de serviço que orbitam ao redor deles. Como o ataque funcionou na prática Segundo a própria Trezor, os hackers conseguiram acessar 138 contas dentro da plataforma da Brevo. A partir delas, dispararam centenas de milhares de mensagens com aparência oficial da fabricante. Um dos assuntos dos e-mails dizia: “Critical Security Alert: STM32 Entropy Vulnerability”, linguagem técnica o suficiente para parecer crível a um público familiarizado com criptografia. Cursos BlockTrends Aprenda cripto do zero, sem pagar nada. Dezenas de cursos em vídeo, do primeiro satoshi à análise avançada. Comece agora, no seu ritmo. Ver cursos grátis → ● 100% grátis Fundamentos Cripto 7 cursos · 31 aulas Trader Cripto 18 cursos · 80 aulas Soberania Bitcoin 10 cursos · 44 aulas 3 trilhas grátis O link contido no e-mail direcionava a vítima para o download de um aplicativo falso. Esse app solicitava a senha de backup da carteira. Com essa informação em mãos, um invasor pode drenar todos os fundos da wallet de forma irreversível na blockchain. A Brevo reconheceu o incidente e atribuiu o problema a uma falha de escopo no controle de acesso. Em termos simples: os hackers obtiveram permissões que deveriam estar restritas e conseguiram alcançar organizações além das suas contas originais. É o tipo de erro de configuração que, em segurança da informação, costuma ser classificado como falha de menor complexidade, mas de altíssimo impacto. Segundo vazamento em semanas levanta questões sobre cadeia de fornecedores O incidente com a Brevo não foi isolado. Semanas antes, a Trezor já havia alertado clientes sobre um vazamento em outro parceiro, a ShipMonk, empresa de logística responsável pelos envios físicos das carteiras. Naquele caso, nomes, telefones, endereços de e-mail e endereços postais de pelo menos 81 mil compradores foram expostos. A combinação dos dois vazamentos é particularmente perigosa. Com dados de contato físico e digital em mãos, criminosos podem executar ataques coordenados. Já existem relatos de cartas físicas enviadas pelo correio a clientes da Trezor, contendo QR codes que direcionam para páginas falsas projetadas para roubar senhas de carteiras. Esse tipo de ataque, que combina engenharia social digital e física, é conhecido no ecossistema cripto como “wrench attack”, uma referência ao uso de coerção física para extrair senhas. Quanto mais dados pessoais um criminoso acumula sobre a vítima, mais sofisticada e convincente se torna a abordagem, como já discutimos em nossa cobertura de cibersegurança. Trezor não foi hackeada, mas isso importa pouco para o usuário A Trezor fez questão de comunicar que nenhum de seus produtos, carteiras ou sistemas internos foi comprometido diretamente. Do ponto de vista técnico, isso é relevante. A integridade do firmware e do hardware permanece intacta. Na prática, porém, a distinção entre “a Trezor foi hackeada” e “os fornecedores da Trezor foram hackeados” é irrelevante para o cliente que perdeu fundos ao clicar num link de phishing enviado por um canal oficial da marca. O risco se materializa da mesma forma. Esse padrão de ataques à cadeia de suprimentos tem se tornado cada vez mais comum no setor de tecnologia como um todo. Na indústria cripto, as consequências são amplificadas pela irreversibilidade das transações em blockchain. Não existe estorno. Não existe suporte ao cliente que desfaça a transferência. Como analisamos em matérias anteriores sobre segurança cripto, a responsabilidade de custódia recai integralmente sobre o usuário. O que o episódio significa para quem usa hardware wallets O caso da Trezor reforça uma lição que o mercado cripto continua aprendendo da pior forma: a segurança de uma carteira de hardware não termina no dispositivo físico. Ela depende de toda a cadeia de empresas envolvidas na venda, no envio e na comunicação com o cliente. A Trezor informou que está reavaliando seus relacionamentos com fornecedores e alertou clientes de que seus endereços de e-mail podem ser utilizados em novos ataques de phishing no futuro. Ou seja, o risco permanece ativo mesmo após a contenção do incidente. Para o investidor, algumas medidas práticas se impõem. Nunca inserir a seed phrase (senha de recuperação) em nenhum aplicativo, site ou formulário que não seja o próprio dispositivo físico. Desconfiar de qualquer comunicação que solicite ação urgente. E considerar o uso de e-mails exclusivos para contas cripto, reduzindo a superfície de ataque caso um fornecedor seja comprometido. O episódio também levanta uma reflexão mais ampla sobre a tese de autocustódia. Hardware wallets são, por definição, a forma mais segura de armazenar criptomoedas. Mas a segurança do dispositivo em si é apenas uma camada. O ecossistema ao redor, formado por empresas tradicionais de marketing, logística e atendimento, segue vulnerável aos mesmos tipos de ataques que afetam qualquer outra indústria. É um lembrete de que a cibersegurança no universo cripto exige vigilância contínua em todas as frentes. A Trezor não informou se algum cliente teve fundos efetivamente roubados como resultado dos ataques de phishing. Mas com 347 mil e-mails disparados e dados pessoais de mais de 81 mil compradores circulando, a probabilidade de que alguém tenha sido vítima é estatisticamente alta.
ETF de dogecoin (DOGE) da Bitwise é suspenso menos de um ano após lançamento – Money Times
ETF de Dogecoin (DOGE) será liquidado pela Bitwise (Imagem: ChatGPT) O ETF de Dogecoin (DOGE) da Bitwise não resistiu nem um ano no mercado. A gestora decidiu encerrar o BWOW, fundo de índice negociado na NYSE que oferecia exposição direta à principal memecoin do mercado, após o produto fracassar em atrair investidores e acumular patrimônio. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Lançado em 26 de novembro de 2025, o ETF surgiu em meio ao rali de outros lançamentos de produtos ligados a criptomoedas e ativos alternativos do mundo digital. Entretanto, os produtos em memecoins nunca ganharam tração, e o BWOW é exemplo disso. Em 31 de dezembro de 2025, o BWOW possuía US$ 1,15 milhão em ativos líquidos. Mas em 30 de junho deste ano, o valor encolheu 59%, para apenas US$ 473,5 mil. Com isso, menos de 11 meses depois, a Bitwise anunciou a liquidação do fundo e a suspensão definitiva das negociações a partir de outubro. O cronograma prevê que o dia 14 de outubro seja a última sessão de negociação do BWOW. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Após o fechamento do mercado, o fundo iniciará a venda dos DOGE mantidos em carteira para posterior distribuição dos recursos aos cotistas, segundo documento enviado ao mercado. ETF estreou com expectativa, mas perdeu tração Quando chegou ao mercado, o BWOW tinha uma proposta simples: permitir que investidores acessassem o Dogecoin por meio de uma conta de corretora tradicional, sem a necessidade de comprar e custodiar a criptomoeda diretamente. Leia também O produto cobrava taxa de administração de 0,34% ao ano e, para estimular a demanda, a Bitwise chegou a isentar a cobrança sobre os primeiros US$ 500 milhões em ativos durante o primeiro mês. A gestora promovia o DOGE como um símbolo da cultura cripto, apesar das discussões sobre a falta de utilidade prática do ativo. O início foi promissor. No primeiro pregão, o ETF movimentou aproximadamente US$ 3 milhões. O interesse, porém, desapareceu rapidamente. Segundo dados citados pelo The Block, o fundo jamais voltou a registrar um volume diário semelhante ao observado na estreia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os sinais de enfraquecimento já eram evidentes poucos meses após o lançamento. Em dezembro, a Cointribune informou que o volume combinado dos ETFs de Dogecoin havia despencado para apenas US$ 142 mil em uma sessão, um recuo expressivo frente aos níveis observados nos primeiros dias de negociação. Patrimônio encolheu e criptomoeda perdeu valor O valor de referência da criptomoeda utilizado pelo fundo recuou de US$ 0,1165 no final de dezembro para US$ 0,0722 ao fim de junho. Além da queda do preço do Dogecoin, o ETF também sofreu com a saída de investidores. Nenhuma nova cota foi criada durante o primeiro semestre de 2026, enquanto 20 mil cotas foram resgatadas, representando saídas de aproximadamente US$ 407 mil. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Bitwise encerra ETF de Dogecoin menos de um ano após lançamento
Bitwise vai encerrar ETF de Dogecoin menos de um ano após a estreia, em sinal de baixa demanda por produtos regulados ligados à memecoin A gestora cripto Bitwise anunciou que vai liquidar e encerrar seu ETF à vista de Dogecoin menos de um ano depois do lançamento do produto. O último dia de negociação do Bitwise Dogecoin ETF na Bolsa de Nova York está previsto para 14 de outubro. Até essa data, investidores poderão vender suas cotas normalmente no mercado secundário. Depois, em 22 de outubro, os cotistas que ainda permanecerem no fundo receberão em dinheiro o valor patrimonial líquido de suas cotas, calculado com base em 21 de outubro. Segundo a gestora, os investidores não precisam tomar nenhuma medida durante o processo. A Bitwise afirmou, em comunicado, que decidiu liquidar o fundo como parte de um processo de otimização de sua linha de produtos para atender às mudanças na demanda dos investidores. O fechamento mostra a dificuldade dos ETFs ligados à Dogecoin em atrair capital de forma consistente. O primeiro ETF da memecoin chegou ao mercado em setembro de 2025, em meio a uma expectativa de que produtos à vista de altcoins poderiam repetir parte do sucesso dos fundos de Bitcoin e Ethereum. Mas, na prática, a demanda ficou abaixo do esperado. Segundo dados da SoSoValue citados no texto, os ETFs de Dogecoin registraram apenas US$ 318 mil em entradas líquidas no mês passado, revertendo pequenas saídas observadas em julho. Dogecoin perde espaço para outras altcoins Os fundos de Dogecoin acumularam cerca de US$ 300 milhões em volume negociado, desempenho bem inferior ao de outros ETFs de altcoins. Produtos ligados à Hyperliquid movimentaram aproximadamente US$ 2,1 bilhões, enquanto ETFs de Zcash chegaram a US$ 1,5 bilhão e os de Chainlink somaram US$ 680 milhões. No caso do fundo da Bitwise, negociado sob o ticker BWOW, o volume diário chegou ao pico de cerca de US$ 3 milhões na semana de estreia, mas não conseguiu manter tração suficiente nos meses seguintes. A Dogecoin surgiu originalmente como uma piada, mas se tornou uma das criptomoedas mais conhecidas do mercado, impulsionada por comunidade, memes e apoio de figuras públicas. No lançamento do fundo, o CEO da Bitwise, Hunter Horsley, afirmou que a DOGE havia se tornado um ícone do movimento cripto justamente por manter relevância e valor por mais tempo do que quase qualquer outro ativo do setor, mesmo sem prometer transformar mercados financeiros ou apresentar fundamentos tradicionais. O cenário mudou ao longo do último ano. A Dogecoin era negociada perto de US$ 0,084, com valor de mercado de cerca de US$ 13 bilhões, mas perdeu espaço entre as maiores criptomoedas com a ascensão de ativos como HYPE e ZEC. Com isso, a memecoin deixou o top 10 do mercado cripto. O encerramento do ETF da Bitwise reforça que o interesse institucional por altcoins ainda é seletivo. Embora memecoins sigam atraindo atenção de traders em momentos de euforia, a baixa demanda pelo fundo mostra que esse apelo nem sempre se traduz em fluxo consistente para produtos regulados negociados em bolsa. Não perca a chance de investir em uma cripto que já entregou mais de 5.900% de retorno em seu histórico! Compre Solana (SOL) no MB de forma fácil, segura e transparente. Invista agora!
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