Resumo de USDEB (USDEB)
O criptoativo USDEB (USDEB) está sendo negociado a US$ 12,68 nesta data, acumulando uma variação de +1.28% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 12,17 e a máxima de US$ 13,61.
Selo de Investimento: Cripto Sólida
⚠️ AtençãoO criptoativo USDEB atingiu 1 de 7 critérios (14.3%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.
Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)
Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)
Não atendeCapacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage
Maturidade da Rede (> 4 anos)
Não atendeHistórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings
Segurança de Consenso Comprovada
Não atendeArquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado
Utilidade & Infraestrutura Real
Não atendeAtuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)
Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)
Não atendeCapitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado
Política Monetária Rígida / Deflacionária
Não atendeProteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas
Resiliência de Preço & Estabilidade 24h
AtendeComportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas
Histórico de Cotação: USDEB (USDEB)
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
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O bitcoin opera em alta nesta sexta-feira, 9, ensaiando uma recuperação depois de quatro quedas consecutivas. A maior das criptomoedas acumula uma desvalorização de 4,7% nos últimos sete dias. Fora o esgotamento da pressão vendedora, as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que o país não voltaria a atacar o Irã até as eleições de meio de mandato, no dia 3 de novembro, ajudaram a melhorar o humor dos investidores. Com isso, o petróleo cai 0,4%, a US$ 103,85 o barril do Brent, enquanto o rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA com vencimento em 10 anos se acomoda nos 5,27% depois de chegar a bater 5,36% durante a semana. Os índices das bolsas de valores norte-americanas registram ganhos, em um sinal de volta do apetite por risco. Às 10h50 (horário de Brasília) o bitcoin subia 0,7% em um período de 24 horas, cotado a US$ 82.602. ETFs e indicadores Ontem, foi registrado um saldo líquido negativo de US$ 244,1 milhões nos fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista dos EUA. O maior alvo do fluxo vendedor foi o FBTC, da gestora Fidelity, com US$ 197,1 milhões de excesso de vendas de cotas em relação às compras. Nos ETFs da criptomoeda ether, por sua vez, o saldo foi negativo em US$ 72,5 milhões. Foi o sétimo pregão consecutivo de saída de capital para os ETFs de ETH. Entre os indicadores, o índice Fear & Greed (medo e ganância, na tradução literal) das criptomoedas caiu dos 61 para os 56 pontos. Com isso, o sentimento do mercado saiu da zona de predominância da "ganância" e entrou na região "neutra". O Fear & Greed usa informações como momentum de preços, volatilidade e posições predominantes no mercado de derivativos para criar um score que vai de 0 a 100 pontos. Quanto mais próximo de zero maior é o medo dos investidores, ao passo que valores perto de 100 indicam predominância do otimismo e apetite por risco. Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok
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Como fintechs podem ampliar oferta de criptomoedas 1:21 Cofundador da consultoria Spiralem, Bruno Diniz diz que, com a entrada das fintechs no mercado financeiro, a prestação de serviços se tornou mais fluida. O calendário regulatório do cripto brasileiro está em franca evolução. Em 30 de outubro encerra o prazo para que as empresas do setor peçam autorização ao Banco Central (BC). PUBLICIDADE Explico: todo mundo que está funcionando hoje vive um período de grandfathering (cláusula de direitos adquiridos), ou seja, uma molezinha que o regulador dá para quem já operava antes de a regulação entrar em vigor. Sim, tecnicamente o mercado cripto brasileiro já é 100% regulado. Um mercado que roda mais de R$ 500 bilhões por ano mudando de regime. Do dia 30 em diante, a regra que mais importa é muito simples. Bancos e instituições de pagamento ficam proibidas de viabilizar operações com prestadores de ativos virtuais que não estejam autorizados ou em processo de autorização no País. Em bom português: não pode mais ter Pix nem conta bancária para plataforma que não tenha, no mínimo, pedido licença. Essa virada incomodou parte da indústria. Ouve-se que, agora que regulou, “ficou ruim”, “proibitivo”, “inibiu a inovação”. Os termos soam ousados, mas entregam nostalgia. Um mercado que movimenta bilhões, custodia bilhões, move milhões em segundos e que se apresenta como o futuro das finanças me parece grande demais para viver de exceção. Custódia segregada e segura, prevenção à lavagem de dinheiro, segurança cibernética e governança são o preço de operar quando o sonho libertário vira, afinal, infraestrutura. Publicidade O mercado cripto começa a separar vencedores e perdedores E há uma contradição curiosa nessa reclamação. Cada avanço de clareza regulatória nos Estados Unidos (os ETFs - fundos de índice - de bitcoin em 2024, o GENIUS Act em 2025, a disputa em torno do CLARITY Act) anima o mercado, atrai capital institucional e, ora ora, se reflete com clareza no preço do bitcoin e de outros ativos. Celebrar a alta quando a regra melhora lá fora e lamentar a regra quando ela chega em casa é uma contradição difícil de sustentar. A regulação muda a fauna do mercado. Em três movimentos distintos. O primeiro é de quem sai. Há empreendedores que brilham especialmente em ambientes caóticos: gente que enxergou oportunidade antes dos outros, arriscou, construiu produto com pouco recurso e operou onde não havia manual de instruções. Empreender em cripto no Brasil exigiu coragem real. Quando o jogo fica regulado, alguns olham para o capital mínimo, para o custo de compliance e para as exigências de governança e concluem que o retorno deixou de compensar. Decisão racional, sem demérito. Publicidade O problema aparece quando a saída vira um grande manifesto contra o regramento, depois de anos em que a ambiguidade foi vendida ao cliente como benefício. PUBLICIDADE O segundo é de quem se transforma. Empresas que nasceram com alma de startup e viraram outro tipo de animal mantiveram a capacidade de inovar e aprenderam a operar com capital, processo e segurança, preparando-se para este momento em conversa franca com o regulador. É assim que enxergo a trajetória do Mercado Bitcoin. Nasceu antes de cripto virar tema institucional, atravessou ciclos de euforia e descrédito, começou como exchange e virou infraestrutura e plataforma: negociação de criptoativos, tokenização, pagamentos e banking, crédito barato com cripto como colateral. A passagem, dolorosa, de uma empresa de nicho e de ciclo para uma empresa de mercado permanente. Cripto movimenta mais de R$ 500 bilhões no Brasil e entra em fase que vai separar vencedores e perdedores. Foto: Envato Elements O terceiro é de quem chega. Bancos, corretoras de valores e corretoras de câmbio que estavam aquecendo fora do campo. Para eles, regulação é sinal verde: com regra, conseguem entrar e competir. Ótimo. Concorrência de peso é sinal de mercado saudável. Publicidade Em conversas fora do Brasil, a leitura é oposta à da reclamação local. Um país com mais de 210 milhões de habitantes, um sistema de pagamento instantâneo massificado, mercado de capitais relevante e consumidor altamente digitalizado fica mais atraente com regra. Enquanto alguns aqui dizem “ficou ruim, ficou regulado”, muita gente lá fora pensa: “agora ficou investível”, “agora vale a pena entrar”. O verdadeiro teste começa depois da autorização Mas novembro abre a pergunta mais difícil, e ela é dirigida, respeitosamente, ao Banco Central. O BC fez bem o trabalho de regulador. As três resoluções são tecnicamente boas, foram construídas com diálogo e entregam o que o setor pediu durante anos: perímetro regulatório, responsabilidade das companhias e isonomia, o campo de jogo nivelado que vários players cobravam há tempos. Agora começa o teste do BC como supervisor, e esse é um outro negócio. O próprio Fundo Monetário Internacional (FMI) apontou, acertadamente, o ponto sensível. O relatório de avaliação do sistema financeiro brasileiro publicado em julho (FSAP, Country Report 26/192) elogia o arcabouço regulatório e, no mesmo documento, registra que a intensidade da supervisão bancária caiu por restrição de pessoal, que ainda há lacunas na supervisão de ativos virtuais e que o BC precisa, com urgência, de orçamento e quadro próprios para sustentar o que já construiu. Publicidade Regra sem supervisão de nada serve. E o mercado vai testar as bordas, porque sempre testa. É da natureza dos participantes. Haverá arranjos indiretos, intermediários comerciais, publicidade terceirizada, domínios alternativos e estruturas montadas para parecer em conformidade sem entregar conformidade. Quem acompanha o caso das bets no Brasil já viu esse filme: plataformas bloqueadas, influenciadores remunerados, links mascarados e aparência de regularidade onde não há autorização. Afinal, a demanda não desaparece por meio de um decreto. A pergunta de novembro é concreta. Quando um banco ou uma instituição de pagamento mantiver Pix, conta ou liquidação para uma plataforma não autorizada por meio de um intermediário, o que acontece? Quando o serviço for prestado de fora, mas direcionado ao brasileiro por dentro, com publicidade circulando por afiliados em vez da conta oficial, quem age e em quanto tempo? A primeira resposta a essas perguntas vai dizer mais sobre o novo mercado do que qualquer resolução. Regulação só funciona quando chega à prática A indústria deveria torcer por uma supervisão forte. Parece contraintuitivo, mas é o único jeito de proteger quem fez o dever de casa. Regra aplicada de forma desigual pune quem se estruturou e premia quem só fingiu que fez. Publicidade E cria o pior cenário para o investidor: aparência de mercado regulado por fora, zona cheia de atalhos por dentro. A próxima fase de cripto no Brasil será maior, mais institucional e mais exigente. Vai trazer novos clientes, novos produtos e novos competidores. Também vai separar quem construiu musculatura de quem confundiu arbitragem regulatória com estratégia. Para o investidor, a pergunta ficou simples: a plataforma em que você opera quer ser regulada ou prefere continuar especial demais para ser olhada de perto? Para a indústria, a provocação é direta: quem construiu de verdade segue no jogo. Quem teve uma estratégia extrativista vai continuar chamando o regulador de vilão. E para o regulador, o recado é o mais importante dos três: a régua está pronta. Falta mostrar que alguém vai usá-la. 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