VS

VSTE3 – Cotação Veste S.A. Estilo

Consumo Cíclico

Veste S.A. Estilo

CNPJ: 49669856000143

Preço Atual
R$ 2,50
-2.34%

Resumo Fundamentalista de VSTE3

O ativo VSTE3 (Veste S.A. Estilo) está sendo negociado hoje a R$ 2,50, acumulando uma variação de -2.34% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,41 e a máxima de R$ 5,87. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Tecidos. Vestuário e Calçados. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.17x e P/VP de 0.27x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 2,59
Fec. Ant: R$ 2,50
Variação Dia
Min: R$ 2,50
Max: R$ 2,59
52 Semanas
Mín: R$ 2,41
Máx: R$ 5,87
Volume
1.800
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

6.17
0.27
R$ 0,42
R$ 9,53
P/Receita (PSR)
0.22
P/FCO
1.04
P/FCL
3.27
EV/Receita Líq.
0.53
EV/FCO
2.45
EV/FCL
7.70
Earning Yield
17.23%
Enterprise Value
R$ 688,61 Mi
R$ 292,69 Mi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
1.34
Dív. Líquida/PL
0.37
Dívida Líquida
R$ 395,92 Mi
Liq. Corrente
1.48
PL/Ativos
0.64
Passivos/Ativos
0.36
Liq. Seca
0.80
Liq. Imediata
0.10

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
9.12%

Indicadores de Rentabilidade

4.36%
7.95%
2.78%
Giro do Ativo
0.79

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
12.25%
CAGR Lucro
8908.16%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 64.93%
Margem EBITDA 22.77%
Margem Operacional 9.12%
Margem Líquida 3.65%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 281,35 Mi
FCL R$ 89,45 Mi
Caixa Total R$ 31,35 Mi
Caixa/Ação R$ 0,27
Receita e Dívida
Receita Total R$ 1,30 Bi
Lucro Bruto R$ 844,67 Mi
EBITDA R$ 296,27 Mi
Dívida Total R$ 344,47 Mi
Crescimento
Receita 12.25%
Lucro 8908.16%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 1.230,95 Mi R$ 1.111,56 Mi R$ 1.109,82 Mi R$ 1.065,90 Mi
Lucro Bruto R$ 783,70 Mi R$ 703,27 Mi R$ 728,84 Mi R$ 660,48 Mi
EBITDA R$ 85,44 Mi R$ 43,44 Mi R$ 32,48 Mi R$ 213,81 Mi
Lucro Líquido R$ 24,41 Mi R$ 0,67 Mi R$ 22,78 Mi R$ 55,27 Mi

Sobre a VSTE3

Setor
Consumo Cíclico
Indústria
Tecidos. Vestuário e Calçados
Funcionários
1.200
Market Cap
R$ 292,69 Mi
Descrição do Negócio

Veste S.A. (Le Lis Blanc) é uma empresa brasileira varejista de moda, especializada na venda de roupas, acessórios e produtos de moda feminina. Fundada em 1990, a Veste é uma das principais redes varejistas de moda do Brasil, operando centenas de lojas em múltiplos estados. A companhia oferece produtos de marcas próprias, atendendo consumidoras interessadas em moda de qualidade e estilo. A Veste é um importante player no varejo de moda do Brasil, operando com foco em qualidade de produtos e experiência do cliente. Com receita anual superior a R$ 800 milhões, a companhia é uma das maiores redes varejistas de moda do Brasil, servindo milhões de clientes. A empresa está comprometida com inovação em sua oferta de produtos, expansão de sua presença no mercado e sustentabilidade em suas operações.

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0507
Pagamento: 29/05/2026
DIVIDENDO R$ 0,0014
Pagamento: 30/05/2025
DIVIDENDO R$ 0,0475
Pagamento: 30/05/2024
DIVIDENDO R$ 0,1157
Pagamento: 26/12/2023
DIVIDENDO R$ 0,4762
Pagamento: 10/05/2019
DIVIDENDO R$ 0,9353
Pagamento: 09/05/2018
DIVIDENDO R$ 0,2286
Pagamento: 23/12/2014
DIVIDENDO R$ 0,0583
Pagamento: 03/04/2013
DIVIDENDO R$ 0,1752
Pagamento: 09/01/2012
REST CAP DIN R$ 0,3535
Pagamento: 21/12/2010

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Preciso de tempo para pensar, para ler, para decorar, para tudo." Rádio e TV feitos ao vivo não aceitavam erros Filha de imigrantes portugueses, Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni nasceu em 13 de setembro de 1927, em São Paulo, e começou a brincar de representar ainda criança. Aos seis anos, ela e uma amiga vestiam as roupas das mães e encenavam teatrinhos na rua. Aos 15, contrariando a resistência dos pais, decidiu tentar a sorte no rádio. Laura Cardoso e Juliana Paes em cena da novela 'A Dona do Pedaço' Em 1942, fez um teste na Rádio São Paulo, mas não chegou a trabalhar na emissora. No mesmo ano, porém, foi à Rádio Cosmos, onde acabou aprovada para atuar em radionovelas. "Quase morri de alegria. Comecei assim: fugindo para fazer um teste para trabalhar na rádio", contou a atriz ao documentário "Tributo - Laura Cardoso", produzido pelo Globoplay. Isso aconteceu em uma época em que tudo era feito ao vivo, sem a possibilidade de acumular cortes e regravações até que o trabalho ficasse bom. Além disso, sem a imagem, os atores precisavam construir os personagens pela voz, o que exigia domínio absoluto do texto. Foi no rádio, portanto, que a atriz começou a desenvolver a disciplina que marcaria sua carreira. Deu certo: depois de passar por diferentes emissoras ao longo de uma década, ela chegou à televisão em 1952, na TV Tupi, que havia sido inaugurada dois anos antes. Estreou em "Tribunal do Coração" —um programa de júri dramatizado e interativo, baseado em histórias enviadas pelos espectadores—, mas para conquistar espaço precisou insistir. "Eu passava pela Vida Alves e dizia: 'Me escala'. Passava pelo Cassiano Gabus Mendes e dizia: 'Me deixa fazer uma vez; se não gostar, não faço mais'", contou Cardoso ao programa Persona em Foco, da TV Cultura, em 2015, lembrando diretores fundamentais da televisão brasileira. Aquela ainda era, vale lembrar, uma televisão em que o erro tinha outro peso. O videotape, como era chamada a fita magnética usada para gravar os programas, só chegou ao Brasil no fim dos anos 1950. Cardoso, portanto, passou quase uma década fazendo televisão ao vivo. Quando chegou ao teatro, já trazia toda essa experiência. Sua estreia nos palcos foi em 1959, em Plantão 21, de Sidney Kingsley, sob direção de Antunes Filho. Ambientada em uma delegacia de polícia de Nova York, a peça reunia cerca de 40 atores e exigia um trabalho de conjunto intenso. "Passávamos 10, 12 horas dentro do teatro, onde ensaiávamos, ouvíamos palestras e exercitávamos nossa expressão corporal", lembrou a atriz em entrevista aos organizadores da mostra no Itaú Cultural. Hoje, contadas à nova geração de atores, a quem Cardoso não poupava críticas, essas histórias podem parecer causos de outro mundo. Mas ajudam a entender a formação da atriz que seria reconhecida como uma das maiores intérpretes do país. Cardoso deixa duas filhas, três netos e um bisneto. Seu velório acontece nesta terça-feira (18) até as 14h em São Paulo. Esta reportagem foi publicada originalmente aqui

Laura Cardoso morreu aos 98 anos sem nunca se aposentar, com método 'doído' e 'trabalhoso' de atuação
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Laura Cardoso morreu aos 98 anos sem nunca se aposentar, com método 'doído' e 'trabalhoso' de atuação

Laura Cardoso morreu aos 98 anos sem nunca se aposentar, com método 'doído' e 'trabalhoso' de atuação Crédito, Raquel Cunha/TV Globo Legenda da foto, A atriz Laura Cardoso em cena da novela O Outro Lado do Paraíso, uma de suas últimas novelas, em 2017 Author, Role, Da BBC News Brasil em Londres Published Há 12 minutos Tempo de leitura: 5 min Laura Cardoso, morta aos 98 anos nesta terça-feira (18/8), nunca se aposentou. "Aposentadoria é quando você morre", costumava dizer em entrevistas ao longo das últimas décadas, quando surgia, inevitavelmente, a pergunta sobre quando pretendia deixar os palcos e se afastar das câmeras. Nos últimos anos, a atriz já havia adotado um ritmo mais lento — sua última novela foi A Dona do Pedaço, de 2019, na qual entrou já na metade da trama. Mas, até o ano passado, ela continuava trabalhando — seu último papel foi o de uma idosa abandonada pela filha em um ponto de ônibus, no curta-metragem Dona Rosinha. Uma de suas últimas aparições públicas, aliás, revelou o que a artista, nascida em 1927, representou para uma geração de atores: uma professora. "É a minha mestra, a minha professora. Só não pegou aula com ela quem é burro", afirmou Susana Vieira, de 83 anos, ao ser homenageada ao lado da atriz em uma calçada da fama montada pela TV Globo em seus estúdios no Rio de Janeiro. Vieira não detalhou quais foram as lições que tomou com Cardoso, mas a atriz era lembrada pelos colegas de trabalho, tanto à frente quanto atrás das câmeras, como alguém que encarava a televisão sem vaidades e tratava o ofício artístico como qualquer outro, com dedicação acima de tudo. "É uma coisa trabalhosa, que chega a dar canseira física, sabe? Quando você está estudando, fica quase que 24 horas ao redor do texto", contou a atriz em entrevista ao Itaú Cultural para a gravação de vídeos exibidos em uma mostra em sua homenagem, realizada em 2017, em São Paulo. "Você não pode largar, se é que você quer fazer um bom trabalho. Se é para decorar e falar o que está escrito, aí tudo bem. Mas, se você quiser realmente formar um personagem, construir um personagem que tenha cara, corpo, alma, aí dá trabalho." Crédito, João Miguel Júnior/TV Globo Legenda da foto, Laura Cardoso nos bastidores da novela Araguaia, em 2010 Na mesma mostra, em vídeos exibidos no espaço da avenida Paulista, colegas lembravam Cardoso como uma atriz que poderia até exagerar no preparo, por ser pouco afeita à improvisação — a ponto de ficar brava quando, não só os colegas, mas ela própria esquecia uma única palavra do roteiro. Laura reconhecia as críticas, mas justificava sua postura dizendo que, mesmo naquela altura, depois de mais de seis décadas de carreira, não se sentia confortável em afrouxar seu método de preparo. "É meio doloroso, viu? Eu fico muito mal quando vou construir um personagem. Fico no escuro, como se estivesse num breu, aí eu vou lendo, pensando, pesquisando e, aos poucos, vou vendo meu personagem, vendo como é a cara, o corpo", ela explicou. "As pessoas dizem: 'Não precisa tanto'. Mas, para mim, precisa, senão vou me sentir insegura. Preciso de tempo para pensar, para ler, para decorar, para tudo." Rádio e TV feitos ao vivo não aceitavam erros Filha de imigrantes portugueses, Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni nasceu em 13 de setembro de 1927, em São Paulo, e começou a brincar de representar ainda criança. Aos seis anos, ela e uma amiga vestiam as roupas das mães e encenavam teatrinhos na rua. Aos 15, contrariando a resistência dos pais, decidiu tentar a sorte no rádio. Em 1942, fez um teste na Rádio São Paulo, mas não chegou a trabalhar na emissora. No mesmo ano, porém, foi à Rádio Cosmos, onde acabou aprovada para atuar em radionovelas. "Quase morri de alegria. Comecei assim: fugindo para fazer um teste para trabalhar na rádio", contou a atriz ao documentário Tributo – Laura Cardoso, produzido pelo Globoplay. Isso aconteceu em uma época em que tudo era feito ao vivo, sem a possibilidade de acumular cortes e regravações até que o trabalho ficasse bom. Além disso, sem a imagem, os atores precisavam construir os personagens pela voz, o que exigia domínio absoluto do texto. Foi no rádio, portanto, que a atriz começou a desenvolver a disciplina que marcaria sua carreira. Deu certo: depois de passar por diferentes emissoras ao longo de uma década, ela chegou à televisão em 1952, na TV Tupi, que havia sido inaugurada dois anos antes. Estreou em Tribunal do Coração — um programa de júri dramatizado e interativo, baseado em histórias enviadas pelos espectadores —, mas para conquistar espaço precisou insistir. "Eu passava pela Vida Alves e dizia: 'Me escala'. Passava pelo Cassiano Gabus Mendes e dizia: 'Me deixa fazer uma vez; se não gostar, não faço mais'", contou Cardoso ao programa Persona em Foco, da TV Cultura, em 2015, lembrando diretores fundamentais da televisão brasileira. Crédito, João Miguel Júnior/TV Globo Legenda da foto, Laura Cardoso em cena da novela Caminho das Índias, em 2009 Aquela ainda era, vale lembrar, uma televisão em que o erro tinha outro peso. O videotape, como era chamada a fita magnética usada para gravar os programas, só chegou ao Brasil no fim dos anos 1950. Cardoso, portanto, passou quase uma década fazendo televisão ao vivo. Quando chegou ao teatro, já trazia toda essa experiência. Sua estreia nos palcos foi em 1959, em Plantão 21, de Sidney Kingsley, sob direção de Antunes Filho. Ambientada em uma delegacia de polícia de Nova York, a peça reunia cerca de 40 atores e exigia um trabalho de conjunto intenso. "Passávamos 10, 12 horas dentro do teatro, onde ensaiávamos, ouvíamos palestras e exercitávamos nossa expressão corporal", lembrou a atriz em entrevista aos organizadores da mostra no Itaú Cultural. Hoje, contadas à nova geração de atores, a quem Cardoso não poupava críticas, essas histórias podem parecer causos de outro mundo. Mas ajudam a entender a formação da atriz que seria reconhecida como uma das maiores intérpretes do país.

Perguntas Frequentes sobre VSTE3

Qual é a cotação de VSTE3 hoje na B3?
A cotação de VSTE3 hoje está em R$ 2,50. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 2,50 e máxima de R$ 2,59.
Quanto a VSTE3 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de VSTE3?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de VSTE3 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de VSTE3?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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