VSTE3 – Cotação Veste S.A. Estilo
Consumo CíclicoVeste S.A. Estilo
CNPJ: 49669856000143
Resumo Fundamentalista de VSTE3
O ativo VSTE3 (Veste S.A. Estilo) está sendo negociado hoje a R$ 2,50, acumulando uma variação de -2.34% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 2,41 e a máxima de R$ 5,87. A companhia está inserida no setor de Consumo Cíclico, atuando no segmento de Tecidos. Vestuário e Calçados. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 6.17x e P/VP de 0.27x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 1.230,95 Mi | R$ 1.111,56 Mi | R$ 1.109,82 Mi | R$ 1.065,90 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 783,70 Mi | R$ 703,27 Mi | R$ 728,84 Mi | R$ 660,48 Mi |
| EBITDA | R$ 85,44 Mi | R$ 43,44 Mi | R$ 32,48 Mi | R$ 213,81 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 24,41 Mi | R$ 0,67 Mi | R$ 22,78 Mi | R$ 55,27 Mi |
Sobre a VSTE3
Veste S.A. (Le Lis Blanc) é uma empresa brasileira varejista de moda, especializada na venda de roupas, acessórios e produtos de moda feminina. Fundada em 1990, a Veste é uma das principais redes varejistas de moda do Brasil, operando centenas de lojas em múltiplos estados. A companhia oferece produtos de marcas próprias, atendendo consumidoras interessadas em moda de qualidade e estilo. A Veste é um importante player no varejo de moda do Brasil, operando com foco em qualidade de produtos e experiência do cliente. Com receita anual superior a R$ 800 milhões, a companhia é uma das maiores redes varejistas de moda do Brasil, servindo milhões de clientes. A empresa está comprometida com inovação em sua oferta de produtos, expansão de sua presença no mercado e sustentabilidade em suas operações.
Dividendos
Outras Ações do Setor de Consumo Cíclico
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Memphis fica: Não é só dinheiro. É identidade
Ele entendeu que Corinthians não é simplesmente um clube onde se joga futebol. É identidade. É vestir uma camisa que carrega milhões de histórias. É jogar com a pressão de uma torcida que transforma cada partida em um acontecimento. É saber que, quando tudo parece perdido, existe sempre alguém na arquibancada disposto a acreditar mais cinco minutos. Memphis ficou porque também existe algo de Corinthians nele.: na personalidade, na coragem, na maneira de se colocar em campo e até na capacidade de transformar uma situação adversa em combustível. Talvez seja por isso que sua permanência tenha um significado maior do que uma simples renovação contratual. O dinheiro precisou entrar na conta, é claro, mas não foi o único elemento da equação. Há escolhas que são feitas com a razão. Outras passam pelo coração. E, ao voltar ao CT Joaquim Grava, Memphis não está apenas retornando ao trabalho. Está reafirmando uma escolha: a de permanecer onde, aos poucos, deixou de ser apenas um jogador estrangeiro e passou a fazer parte da identidade de um clube que nunca foi feito para ser explicado em números. Memphis fica. E, no Corinthians, talvez essa seja a maior prova de que futebol nunca foi, e nunca será, apenas sobre dinheiro.
O método 'doloroso' de atuação de Laura Cardoso, que morreu aos 98 anos sem nunca se aposentar
BBC News Brasil em Londres | BBC Brasil Laura Cardoso, morta aos 98 anos nesta segunda-feira (17), nunca se aposentou. "Aposentadoria é quando você morre", costumava dizer em entrevistas ao longo das últimas décadas, quando surgia, inevitavelmente, a pergunta sobre quando pretendia deixar os palcos e se afastar das câmeras. Retrato da atriz Laura Cardoso, aos 96 anos, em seu apartamento em São Paulo, há três anos - Eduardo Knapp/Folhapress Nos últimos anos, a atriz já havia adotado um ritmo mais lento —sua última novela foi "A Dona do Pedaço", de 2019, na qual entrou já na metade da trama. Mas, até o ano passado, ela continuava trabalhando —seu último papel foi o de uma idosa abandonada pela filha em um ponto de ônibus, no curta-metragem "Dona Rosinha". Uma de suas últimas aparições públicas, aliás, revelou o que a artista, nascida em 1927, representou para uma geração de atores: uma professora. "É a minha mestra, a minha professora. Só não pegou aula com ela quem é burro", afirmou Susana Vieira, de 83 anos, ao ser homenageada ao lado da atriz em uma calçada da fama montada pela TV Globo em seus estúdios no Rio de Janeiro. Vieira não detalhou quais foram as lições que tomou com Cardoso, mas a atriz era lembrada pelos colegas de trabalho, tanto à frente quanto atrás das câmeras, como alguém que encarava a televisão sem vaidades e tratava o ofício artístico como qualquer outro, com dedicação acima de tudo. "É uma coisa trabalhosa, que chega a dar canseira física, sabe? Quando você está estudando, fica quase que 24 horas ao redor do texto", contou a atriz em entrevista ao Itaú Cultural para a gravação de vídeos exibidos em uma mostra em sua homenagem, realizada em 2017, em São Paulo. "Você não pode largar, se é que você quer fazer um bom trabalho. Se é para decorar e falar o que está escrito, aí tudo bem. Mas, se você quiser realmente formar um personagem, construir um personagem que tenha cara, corpo, alma, aí dá trabalho." Na mesma mostra, em vídeos exibidos no espaço da avenida Paulista, colegas lembravam Cardoso como uma atriz que poderia até exagerar no preparo, por ser pouco afeita à improvisação —a ponto de ficar brava quando, não só os colegas, mas ela própria esquecia uma única palavra do roteiro. Laura reconhecia as críticas, mas justificava sua postura dizendo que, mesmo naquela altura, depois de mais de seis décadas de carreira, não se sentia confortável em afrouxar seu método de preparo. "É meio doloroso, viu? Eu fico muito mal quando vou construir um personagem. Fico no escuro, como se estivesse num breu, aí eu vou lendo, pensando, pesquisando e, aos poucos, vou vendo meu personagem, vendo como é a cara, o corpo", ela explicou. "As pessoas dizem: 'Não precisa tanto'. Mas, para mim, precisa, senão vou me sentir insegura. Preciso de tempo para pensar, para ler, para decorar, para tudo." Rádio e TV feitos ao vivo não aceitavam erros Filha de imigrantes portugueses, Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni nasceu em 13 de setembro de 1927, em São Paulo, e começou a brincar de representar ainda criança. Aos seis anos, ela e uma amiga vestiam as roupas das mães e encenavam teatrinhos na rua. Aos 15, contrariando a resistência dos pais, decidiu tentar a sorte no rádio. Laura Cardoso e Juliana Paes em cena da novela 'A Dona do Pedaço' Em 1942, fez um teste na Rádio São Paulo, mas não chegou a trabalhar na emissora. No mesmo ano, porém, foi à Rádio Cosmos, onde acabou aprovada para atuar em radionovelas. "Quase morri de alegria. Comecei assim: fugindo para fazer um teste para trabalhar na rádio", contou a atriz ao documentário "Tributo - Laura Cardoso", produzido pelo Globoplay. Isso aconteceu em uma época em que tudo era feito ao vivo, sem a possibilidade de acumular cortes e regravações até que o trabalho ficasse bom. Além disso, sem a imagem, os atores precisavam construir os personagens pela voz, o que exigia domínio absoluto do texto. Foi no rádio, portanto, que a atriz começou a desenvolver a disciplina que marcaria sua carreira. Deu certo: depois de passar por diferentes emissoras ao longo de uma década, ela chegou à televisão em 1952, na TV Tupi, que havia sido inaugurada dois anos antes. Estreou em "Tribunal do Coração" —um programa de júri dramatizado e interativo, baseado em histórias enviadas pelos espectadores—, mas para conquistar espaço precisou insistir. "Eu passava pela Vida Alves e dizia: 'Me escala'. Passava pelo Cassiano Gabus Mendes e dizia: 'Me deixa fazer uma vez; se não gostar, não faço mais'", contou Cardoso ao programa Persona em Foco, da TV Cultura, em 2015, lembrando diretores fundamentais da televisão brasileira. Aquela ainda era, vale lembrar, uma televisão em que o erro tinha outro peso. O videotape, como era chamada a fita magnética usada para gravar os programas, só chegou ao Brasil no fim dos anos 1950. Cardoso, portanto, passou quase uma década fazendo televisão ao vivo. Quando chegou ao teatro, já trazia toda essa experiência. Sua estreia nos palcos foi em 1959, em Plantão 21, de Sidney Kingsley, sob direção de Antunes Filho. Ambientada em uma delegacia de polícia de Nova York, a peça reunia cerca de 40 atores e exigia um trabalho de conjunto intenso. "Passávamos 10, 12 horas dentro do teatro, onde ensaiávamos, ouvíamos palestras e exercitávamos nossa expressão corporal", lembrou a atriz em entrevista aos organizadores da mostra no Itaú Cultural. Hoje, contadas à nova geração de atores, a quem Cardoso não poupava críticas, essas histórias podem parecer causos de outro mundo. Mas ajudam a entender a formação da atriz que seria reconhecida como uma das maiores intérpretes do país. Cardoso deixa duas filhas, três netos e um bisneto. Seu velório acontece nesta terça-feira (18) até as 14h em São Paulo. Esta reportagem foi publicada originalmente aqui
Laura Cardoso morreu aos 98 anos sem nunca se aposentar, com método 'doído' e 'trabalhoso' de atuação
Laura Cardoso morreu aos 98 anos sem nunca se aposentar, com método 'doído' e 'trabalhoso' de atuação Crédito, Raquel Cunha/TV Globo Legenda da foto, A atriz Laura Cardoso em cena da novela O Outro Lado do Paraíso, uma de suas últimas novelas, em 2017 Author, Role, Da BBC News Brasil em Londres Published Há 12 minutos Tempo de leitura: 5 min Laura Cardoso, morta aos 98 anos nesta terça-feira (18/8), nunca se aposentou. "Aposentadoria é quando você morre", costumava dizer em entrevistas ao longo das últimas décadas, quando surgia, inevitavelmente, a pergunta sobre quando pretendia deixar os palcos e se afastar das câmeras. Nos últimos anos, a atriz já havia adotado um ritmo mais lento — sua última novela foi A Dona do Pedaço, de 2019, na qual entrou já na metade da trama. Mas, até o ano passado, ela continuava trabalhando — seu último papel foi o de uma idosa abandonada pela filha em um ponto de ônibus, no curta-metragem Dona Rosinha. Uma de suas últimas aparições públicas, aliás, revelou o que a artista, nascida em 1927, representou para uma geração de atores: uma professora. "É a minha mestra, a minha professora. Só não pegou aula com ela quem é burro", afirmou Susana Vieira, de 83 anos, ao ser homenageada ao lado da atriz em uma calçada da fama montada pela TV Globo em seus estúdios no Rio de Janeiro. Vieira não detalhou quais foram as lições que tomou com Cardoso, mas a atriz era lembrada pelos colegas de trabalho, tanto à frente quanto atrás das câmeras, como alguém que encarava a televisão sem vaidades e tratava o ofício artístico como qualquer outro, com dedicação acima de tudo. "É uma coisa trabalhosa, que chega a dar canseira física, sabe? Quando você está estudando, fica quase que 24 horas ao redor do texto", contou a atriz em entrevista ao Itaú Cultural para a gravação de vídeos exibidos em uma mostra em sua homenagem, realizada em 2017, em São Paulo. "Você não pode largar, se é que você quer fazer um bom trabalho. Se é para decorar e falar o que está escrito, aí tudo bem. Mas, se você quiser realmente formar um personagem, construir um personagem que tenha cara, corpo, alma, aí dá trabalho." Crédito, João Miguel Júnior/TV Globo Legenda da foto, Laura Cardoso nos bastidores da novela Araguaia, em 2010 Na mesma mostra, em vídeos exibidos no espaço da avenida Paulista, colegas lembravam Cardoso como uma atriz que poderia até exagerar no preparo, por ser pouco afeita à improvisação — a ponto de ficar brava quando, não só os colegas, mas ela própria esquecia uma única palavra do roteiro. Laura reconhecia as críticas, mas justificava sua postura dizendo que, mesmo naquela altura, depois de mais de seis décadas de carreira, não se sentia confortável em afrouxar seu método de preparo. "É meio doloroso, viu? Eu fico muito mal quando vou construir um personagem. Fico no escuro, como se estivesse num breu, aí eu vou lendo, pensando, pesquisando e, aos poucos, vou vendo meu personagem, vendo como é a cara, o corpo", ela explicou. "As pessoas dizem: 'Não precisa tanto'. Mas, para mim, precisa, senão vou me sentir insegura. Preciso de tempo para pensar, para ler, para decorar, para tudo." Rádio e TV feitos ao vivo não aceitavam erros Filha de imigrantes portugueses, Laurinda de Jesus Cardoso Balleroni nasceu em 13 de setembro de 1927, em São Paulo, e começou a brincar de representar ainda criança. Aos seis anos, ela e uma amiga vestiam as roupas das mães e encenavam teatrinhos na rua. Aos 15, contrariando a resistência dos pais, decidiu tentar a sorte no rádio. Em 1942, fez um teste na Rádio São Paulo, mas não chegou a trabalhar na emissora. No mesmo ano, porém, foi à Rádio Cosmos, onde acabou aprovada para atuar em radionovelas. "Quase morri de alegria. Comecei assim: fugindo para fazer um teste para trabalhar na rádio", contou a atriz ao documentário Tributo – Laura Cardoso, produzido pelo Globoplay. Isso aconteceu em uma época em que tudo era feito ao vivo, sem a possibilidade de acumular cortes e regravações até que o trabalho ficasse bom. Além disso, sem a imagem, os atores precisavam construir os personagens pela voz, o que exigia domínio absoluto do texto. Foi no rádio, portanto, que a atriz começou a desenvolver a disciplina que marcaria sua carreira. Deu certo: depois de passar por diferentes emissoras ao longo de uma década, ela chegou à televisão em 1952, na TV Tupi, que havia sido inaugurada dois anos antes. Estreou em Tribunal do Coração — um programa de júri dramatizado e interativo, baseado em histórias enviadas pelos espectadores —, mas para conquistar espaço precisou insistir. "Eu passava pela Vida Alves e dizia: 'Me escala'. Passava pelo Cassiano Gabus Mendes e dizia: 'Me deixa fazer uma vez; se não gostar, não faço mais'", contou Cardoso ao programa Persona em Foco, da TV Cultura, em 2015, lembrando diretores fundamentais da televisão brasileira. Crédito, João Miguel Júnior/TV Globo Legenda da foto, Laura Cardoso em cena da novela Caminho das Índias, em 2009 Aquela ainda era, vale lembrar, uma televisão em que o erro tinha outro peso. O videotape, como era chamada a fita magnética usada para gravar os programas, só chegou ao Brasil no fim dos anos 1950. Cardoso, portanto, passou quase uma década fazendo televisão ao vivo. Quando chegou ao teatro, já trazia toda essa experiência. Sua estreia nos palcos foi em 1959, em Plantão 21, de Sidney Kingsley, sob direção de Antunes Filho. Ambientada em uma delegacia de polícia de Nova York, a peça reunia cerca de 40 atores e exigia um trabalho de conjunto intenso. "Passávamos 10, 12 horas dentro do teatro, onde ensaiávamos, ouvíamos palestras e exercitávamos nossa expressão corporal", lembrou a atriz em entrevista aos organizadores da mostra no Itaú Cultural. Hoje, contadas à nova geração de atores, a quem Cardoso não poupava críticas, essas histórias podem parecer causos de outro mundo. Mas ajudam a entender a formação da atriz que seria reconhecida como uma das maiores intérpretes do país.
Perguntas Frequentes sobre VSTE3
Qual é a cotação de VSTE3 hoje na B3?
Quanto a VSTE3 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VSTE3?
O que significa o P/L e o P/VP de VSTE3?
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