PMFO11 Speciale Real Estate Fund of Funds Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Speciale Real Estate Fund of Funds Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 50135849000140
PMFO11 (Speciale Real Estate Fund of Funds Fundo de Investimento Imobiliario) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 88,03, registrando variação de -0.05% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.05x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 12.00%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de PMFO11
O ativo PMFO11 (Speciale Real Estate Fund of Funds Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 88,03, acumulando uma variação de -0.05% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 83,78 e a máxima de R$ 91,37. O fundo atua no segmento de Fundos de Fundos (FOF), registrando um Dividend Yield (12M) de 11.63% e indicador P/VP de 1.05x.
Histórico de Cotação: PMFO11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a PMFO11
O SPECIALE REAL ESTATE FOF FII (PMFO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.
Outros FIIs do Segmento Fundos de Fundos (FOF)
Ver Todos os FIIs⚔️ Comparações Populares com PMFO11
Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
Notícias relacionadas
ALZR11 aprova nova emissão com potencial de R$ 530,5 milhões
Oferta prevê a distribuição inicial de 40 milhões de cotas, com possibilidade de ampliação em caso de demanda adicional O fundo imobiliário ALZR11 (Alianza Trust Renda Imobiliária) aprovou sua 9ª emissão de cotas, operação que poderá movimentar até R$ 530,5 milhões. A oferta foi comunicada ao mercado por meio de fato relevante. Inicialmente, estão previstas 40 milhões de novas cotas. Esse volume, contudo, poderá aumentar em até 25%, o equivalente a mais 10 milhões de unidades, caso haja procura suficiente por parte dos investidores. O preço de emissão foi definido em R$ 10,61 por cota, sem incluir a taxa de distribuição primária. Com o acréscimo de R$ 0,10 referente a esse encargo, o valor total de subscrição será de R$ 10,71 por unidade. Oferta poderá alcançar 50 milhões de novas cotas Caso o lote adicional seja integralmente distribuído, a emissão chegará a 50 milhões de cotas. Nesse cenário, o fundo poderá captar aproximadamente R$ 530,5 milhões, considerando o preço de emissão e excluindo a taxa de distribuição primária. A operação será direcionada a investidores profissionais, conforme os critérios previstos na regulamentação aplicável. Essa categoria inclui pessoas físicas e jurídicas com mais de R$ 10 milhões em investimentos financeiros, desde que cumpram os requisitos regulatórios pertinentes. Publicidade Publicidade Os atuais cotistas do ALZR11 também poderão participar da oferta por meio do exercício do direito de preferência, observando os prazos e as condições definidos para a emissão.
ALLOS negocia fatias de sete shoppings com FII da Kinea
Operação tem cap rate médio de 9,5% e depende de captação mínima de R$ 600 milhões pelo fundo imobiliário KAML11 A ALLOS (ALOS3) firmou acordos de compra e venda para negociar participações em sete shopping centers de seu portfólio com o Kinea ALLOS Malls FII (KAML11). A transação prevê um cap rate médio de aproximadamente 9,5%, calculado com base no resultado operacional líquido (NOI) dos empreendimentos em 2025. Entre os ativos incluídos no acordo estão o Shopping Metrô Santa Cruz, Caxias Shopping, Bangu Shopping, Shopping Parangaba, Plaza Sul Shopping, Shopping Villa Lobos e Shopping Tamboré. A parcela efetivamente negociada em cada empreendimento será definida de acordo com o volume captado pelo fundo em sua primeira oferta pública de cotas. Captação do fundo definirá o tamanho da operação A conclusão da transação está condicionada à captação de pelo menos R$ 600 milhões pelo KAML11. Iniciada em 22 de outubro de 2026, a oferta pública poderá movimentar até R$ 1 bilhão, caso seja atingido o valor máximo previsto. Dessa forma, o montante levantado pelo fundo será determinante para estabelecer a extensão das participações adquiridas nos sete shopping centers. Pagamento será dividido em duas etapas Pelos termos do acordo, a ALLOS receberá 80% do valor da operação à vista, após o encerramento da oferta pública. Os 20% restantes serão pagos em três parcelas iguais, com vencimentos programados para 24, 36 e 48 meses. Publicidade Publicidade A estrutura de pagamento combina um desembolso inicial majoritário com parcelas futuras, enquanto a efetivação do negócio permanece vinculada ao cumprimento da captação mínima estabelecida para o fundo imobiliário.
Rio Bravo atrai R$ 1,6 bilhão em serviços fiduciários e vê potencial aumentar com reforma tributária
Gestora busca expandir a administração de fundos de terceiros e vê na reforma como oportunidade para empresas imobiliárias que podem rever suas estruturas A reforma tributária é vista como uma oportunidade para atrair family offices e investidores, tornando os fundos imobiliários mais atrativos. Atualmente, a Rio Bravo administra R$ 10,4 bilhões, sendo R$ 5 bilhões apenas na área fiduciária. A gestora não pretende competir com grandes administradores, mas se destacar na resolução de situações complexas. Em 2026, a gestora trouxe R$ 1,1 bilhão em patrimônio novo e espera adicionar mais R$ 430 milhões até o final do ano, totalizando um crescimento de 9%. A Rio Bravo busca expandir sua administração fiduciária, visando aumentar os serviços prestados a fundos de terceiros e conquistar novos clientes. A Rio Bravo quer transformar a administração fiduciária em uma frente de negócios cada vez mais relevante, com a ampliação dos serviços prestados a fundos de outras gestoras e conquista de novos clientes. No acumulado de 2026, a gestora trouxe R$ 1,1 bilhão de patrimônio novo para sua área de administração fiduciária. Até o fim do ano, outros R$ 430 milhões devem ser adicionados na vertical com a consolidação dos fundos de crédito imobiliário de gestão da JPP, após integração anunciada em março deste ano – um crescimento total de 9% no ano. “É uma atividade que está se profissionalizando muito no Brasil e quem entregar esse serviço com qualidade pode crescer muito”, afirma Paulo Bilyk, cofundador e CEO da gestora, ao NeoFeed. A Rio Bravo conta atualmente com R$ 10,4 bilhões em patrimônio administrado, divididos em 21 fundos. Se considerado apenas os fundos com atuação de serviços fiduciários, desconsiderando os produtos em que a casa também é responsável pela gestão, a área corresponde a cerca de R$ 5 bilhões – um percentual 40% dos ativos sob gestão da Rio Bravo. No ranking Anbima de maiores administradores, a casa está em 46ª colocação – a liderança é da BB Asset, com R$ 1,9 trilhão em patrimônio. Bilyk ressalta, no entanto, que a meta da Rio Bravo não é competir com os gigantes da indústria. “Não queremos ser o maior administrador fiduciário. Gostaríamos de ser reconhecidos por sermos resolvedores de situações de mais alta complexidade”, diz ele. A expectativa da gestora é que a reforma tributária abra espaço para acelerar esse crescimento junto a family offices, fundos exclusivos e outros investidores. A tese é que a alteração tornará os fundos imobiliários mais atrativos para os investidores com alto patrimônio. Isso porque a reforma instituiu um imposto de renda mínimo para os contribuintes com renda anual acima de R$ 600 mil, com uma tributação adicional de até 10% para quem ultrapassar a marca de R$ 1,2 milhão por ano. Os rendimentos dos FIIs, no entanto, continuam isentos de IR para pessoas físicas, e não entram no cálculo da tributação. “Estamos falando de muito dinheiro. Então o principal fator de atratividade para o fundo imobiliário [após a reforma tributária] é a taxação de altas rendas”, avalia Eveline Carabeli, sócia e diretora de serviços fiduciários da Rio Bravo. As mudanças na tributação sobre o consumo também podem abrir oportunidades ao permitir que determinados fundos aproveitem créditos tributários e se tornem mais competitivos na locação de imóveis. A decisão, porém, depende das características de cada investidor e dos custos envolvidos na mudança de estrutura. Segundo Carabeli, um patrimônio de R$ 40 milhões a R$ 50 milhões seria um patamar inicial para avaliar a migração, pois despesas com impostos de transmissão e outros custos podem inviabilizar a operação em valores menores. “Queremos crescer a área aproveitando o ensejo da reforma. Pelas nossas estimativas, a virada maior desse segmento deve ser entre 2028 e 2029, que é quando o investidor vai sentir o novo peso tributário”, diz Carabeli. A Rio Bravo atua com administração fiduciária desde 2002, quando adquiriu a Mercúrio DTVM. Durante boa parte de sua trajetória, porém, a atividade ficou restrita aos fundos geridos pela própria casa. O cenário mudou com a Resolução 175 da CVM, em vigor desde 2023, que consolidou a separação de funções entre o administrador fiduciário e o gestor. Com a nova norma, a Rio Bravo decidiu reformular e separar a frente fiduciária como unidade de negócio e oferecer esse serviço a terceiros, como as gestoras Capitânia e Nebraska. O próximo passo é ampliar a atuação para outros fundos fechados, como FIDCs, e escrituração de CRI e CRA, ainda em 2027. A Rio Bravo não abre projeção para cada vertical, mas tem uma meta geral de crescimento de 30% em volume sob gestão no acumulado anual. A gestora conta, atualmente, com R$ 13,5 bilhões sob gestão.
Perguntas Frequentes sobre PMFO11
Qual é a cotação de PMFO11 hoje na B3?
Quanto a PMFO11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de PMFO11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de PMFO11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.