KLBN11F Klabin SA Ctf de Deposito de Acoes Cons of 1 Sh + 4 Pfd Shs – Cotação Hoje
Klabin SA Ctf de Deposito de Acoes Cons of 1 Sh + 4 Pfd Shs
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de KLBN11F
O ativo KLBN11F (Klabin SA Ctf de Deposito de Acoes Cons of 1 Sh + 4 Pfd Shs) está sendo negociado hoje a R$ 18,37, acumulando uma variação de +1.89% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,15 e a máxima de R$ 21,24.
Histórico de Cotação: KLBN11F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a KLBN11F
Dividendos
Nenhum dividendo
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Petrobras atinge recorde de valor de mercado após descoberta no Amapá
A Petrobras atingiu R$ 700,08 bilhões no encerramento do pregão na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo, nesta sexta-feira (2), batendo o recorde de valor de mercado, como informado pela própria companhia. O recorde ocorreu após o anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia Sedimentar da Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. Somente na sexta-feira, a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões ao seu valor de mercado. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ordinárias registraram alta de 3,25%. Em coletiva de imprensa, também na sexta, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse que a segunda descoberta de petróleo no poço Morpho, na bacia da Foz do Amazonas, aumenta as expectativas pela abertura de uma nova fronteira exploratória no país. Estudo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), ligada ao Ministério de Minas e Energia, estima que o volume potencial total recuperável da Bacia da Foz do Amazonas pode chegar a 10 bilhões de barris de óleo equivalente ─ medida que soma barris de petróleo e metros cúbicos de gás natural. Recordes anteriores Ao longo de 2026, a Petrobras atingiu recorde de valor de mercado três outras vezes: em 15 de setembro, quando atingiu R$ 692,35 bilhões; em 14 de abril, com R$ 680,10 bilhões; e em 30 de março, com R$ 677,24 bilhões. De janeiro a setembro, a soma do aumento de valor de mercado da Petrobras com os proventos (dividendos e juros sobre capital próprio) gerados representaram um resultado de cerca de 185% (em dólar) de geração de valor. O resultado, como informou a empresa, está acima do registrado por outras grandes petroleiras, como Chevron (138%), ExxonMobil (138%), TotalEnergies (135%), Shell (133%) e BP (131%). Impactos ambientais Na segunda-feira (28), o Ministério Público Federal (MPF) voltou a pedir na Justiça a suspensão da licença ambiental concedida à Petrobras para explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas. A ação, protocolada no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), pede a paralisação imediata de qualquer atividade de perfuração ou teste no bloco marítimo FZA-M-59. O MPF argumenta que fatos recentes comprovam a insegurança da atividade na região, como o vazamento de mais de 18 mil litros de fluido químico no mar na operação de uma sonda em janeiro deste ano. Para os procuradores, outro ponto central é a ausência de consulta prévia, livre e informada aos povos indígenas e às comunidades quilombolas e de pescadores artesanais do Amapá e do Pará, um direito garantido pela Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
Petrobras supera R$ 700 bilhões de valor de mercado e bate recorde após nova descoberta no Amapá
A Petrobras bateu, nesta sexta-feira (02/10/26), seu recorde de valor de mercado, ao atingir R$ 700,08 bilhões no encerramento do pregão na B3, a Bolsa de Valores de São Paulo. Foi a primeira vez na história que a companhia ultrapassou a marca de R$ 700 bilhões. Somente nesta sexta-feira, a empresa adicionou R$ 20,9 bilhões ao seu valor de mercado, devido à forte valorização de seus papéis na B3 e apesar da estabilidade do preço do brent na mesma data. As ações preferenciais avançaram 2,81%, enquanto as ordinárias registraram alta de 3,25%. O movimento de alta foi impulsionado pelo anúncio de uma nova descoberta de petróleo em águas ultraprofundas, na Bacia Sedimentar da Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. Foi a segunda descoberta no poço exploratório Morpho, perfurado no bloco FZA-M-59, a 175 km da costa do estado do Amapá. Recordes e produção em alta Ao longo de 2026, a Petrobras atingiu recorde de valor de mercado três outras vezes: em 15 de setembro, quando atingiu R$ 692,35 bilhões; em 14 de abril, com R$ 680,10 bilhões; e em 30 de março, com R$ 677,24 bilhões. Os sucessivos recordes seguem o movimento também inédito da produção de petróleo da companhia este ano, que avançou de 2,5 milhões de barris por dia, em média, no primeiro trimestre, para a marca de quase 3 milhões de barris por dia, em setembro. “O mercado tem reconhecido e precificado o incremento da nossa produção de petróleo, o aumento do fator de utilização das refinarias e a busca pela recomposição de reservas, com a abertura de novas fronteiras exploratórias, como a Margem Equatorial. O desempenho da Petrobras vai além dos efeitos do cenário internacional e está associado também à evolução dos resultados e à performance operacional da companhia”, disse a presidente da Petrobras, Magda Chambriard. Geração de valor Em 2026, a Petrobras também se destaca entre as grandes petroleiras (majors) pela geração de valor. De janeiro a setembro, a soma do aumento de valor de mercado da Petrobras com os proventos (dividendos e juros sobre capital próprio) gerados representaram um resultado de cerca de 185% (em US$) de geração de valor. O resultado está bem acima do registrado por outras grandes petroleiras, como Chevron (138%), ExxonMobil (138%), TotalEnergies (135%), Shell (133%) e BP (131%).
Eleição à vista, dólar na carteira: as 9 melhores ações internacionais para ter agora
Publicidade Na véspera do primeiro turno, com as pesquisas indicando disputa acirrada até o fim, especialistas reforçam a recomendação de manter parte do patrimônio no exterior. O argumento é o de proteção: em momentos de estresse político, o real tende a perder valor, e os ativos em dólar se valorizam quando convertidos para reais, compensando parte das perdas na bolsa e na renda fixa locais. Para o investidor que prefere não abrir conta fora do país, os BDRs negociados na B3 cumprem esse papel. É esse o espaço que as carteiras de ações internacionais das sete casas consultadas pelo InfoMoney buscam ocupar em outubro. Alphabet, Amazon, Exxon Mobil e Micron dividem a liderança, com quatro indicações cada, em lista que vai além da tecnologia, com J.P. Morgan e Eli Lilly entre os nove nomes mais citados. Na distribuição sugerida pelos especialistas, o investidor conservador pode manter entre 15% e 20% do patrimônio em dólar, o moderado, ao menos 30%, e o mais arrojado, entre 30% e 50%. Uma das carteiras consultadas descreve a própria função como proteção contra o risco país, e outra casa dobra o peso da bolsa americana na sua alocação de referência no cenário em que o resultado da eleição pressiona o câmbio Lá fora, o pano de fundo também pede cautela. O Federal Reserve elevou os juros em setembro para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano, a primeira alta desde 2023, e a alta dos rendimentos dos títulos americanos levou uma das casas a buscar teses com balanços mais sólidos e geração de caixa mais previsível. Empresa Nº de recomendações Retorno no mês (%) Alphabet (GOGL34) 4 3,07 Amazon (AMZO34) 4 -3,59 Exxon Mobil (EXXO34) 4 1,35 Micron (MUTC34) 4 12,32 Eli Lilly (LILY34) 3 -0,42 Nvidia (NVDC34) 3 4,20 Microsoft (MSFT34) 3 0,57 JPMorgan (JPMC34) 3 -7,01 Apple (AAPL34) 3 5,36 Nasdaq Composite – 1,86 S&P 500 – -0,45 Fontes: Ágora Investimentos, BTG Pactual, Genial Investimentos, Itaú BBA, Santander, Terra Investimentos, XP Investimentos, com dados da Economatica Alphabet (GOGL34) A controladora do Google aparece nas carteiras pela posição nas buscas online, com cerca de 90% de participação de mercado, e pelos efeitos de rede que atraem anunciantes. As teses citam ainda o avanço do Google Cloud nas receitas, o ganho de espaço do YouTube em publicidade e assinaturas e a integração da inteligência artificial aos principais produtos. A Waymo, de veículos autônomos, e o desenvolvimento de chips próprios para IA são tratados como opcionalidades. Amazon (AMZO34) A tese se apoia no crescimento da AWS, líder em computação em nuvem, e nas oportunidades de expansão em inteligência artificial, que se somam ao varejo digital e ao streaming. Em uma das carteiras, o peso da ação subiu de 8% para 10% em outubro, pela visão favorável às grandes provedoras de nuvem e pelo valuation, e outra vê espaço para o BDR voltar a testar as máximas. Continua depois da publicidade Exxon Mobil (EXXO34) A petroleira cumpre nas carteiras a função de proteção contra inflação e risco geopolítico, com um contexto geopolítico mais volátil sustentando o prêmio de risco no preço do petróleo. As casas destacam o valuation de cerca de 13 vezes o lucro estimado para 2026, as margens de refino elevadas pela oferta global restrita e a consolidação do setor, que deve reduzir despesas e ampliar margens. Em uma das carteiras, foi a única posição fora da tecnologia a ganhar peso no mês. Micron (MUTC34) A fabricante de memórias tem a tese mais ligada ao ciclo de investimento em inteligência artificial. Com os preços de DRAM subindo mais de 400% em doze meses e a capacidade de memória de alta largura de banda (HBM) praticamente vendida, a companhia divulgou em 30 de setembro receita trimestral de US$ 54,2 bilhões, acima dos US$ 51,1 bilhões esperados, e projetou US$ 61,5 bilhões para o trimestre seguinte. A Micron perde a liderança isolada que tinha em setembro, em parte porque uma das casas a trocou pela SK Hynix, em busca de uma exposição mais concentrada em HBM. Eli Lilly (LILY34) A farmacêutica entra no ranking puxada pela tirzepatida, vendida como Mounjaro para diabetes e Zepbound para obesidade, e pela expansão do mercado de medicamentos GLP-1. No segundo trimestre, a receita cresceu 45% na comparação anual, e as casas citam o orforglipron, versão oral do tratamento, como próximo vetor de crescimento. Uma das carteiras aponta desconto de 29% em relação à média histórica de preço sobre lucro. Os riscos mencionados são a concorrência da Novo Nordisk e a pressão de seguradoras e governos sobre os preços. Continua depois da publicidade Nvidia (NVDC34) A fabricante de processadores perde uma indicação em relação a setembro e segue como a principal fornecedora de infraestrutura para a inteligência artificial generativa, com cerca de 80% do mercado de GPUs para data centers. Em uma das carteiras, a Nvidia ganhou peso e passou a ser a maior posição, com o argumento de que a ação negocia perto das mínimas históricas de múltiplo, a 14,4 vezes o lucro projetado para 2027. Microsoft (MSFT34) A empresa é recomendada pela integração da inteligência artificial ao pacote Office e ao Bing e pela expansão do Azure, que sustenta um novo ciclo de crescimento em nuvem. No último trimestre fiscal, a receita somou US$ 90 bilhões, alta de 18%. As casas destacam ainda as barreiras de entrada e o efeito de rede do portfólio, e uma das carteiras aumentou a posição no mês. JPMorgan (JPMC34) O maior banco dos Estados Unidos entra na lista depois de substituir o Bank of America em uma das carteiras, numa troca justificada pela busca de mais qualidade no setor financeiro. Os argumentos são o índice de capital CET1 de 14,1%, a diversificação entre varejo, cartões, gestão de patrimônio e banco de investimento e a rentabilidade acima dos pares, com retorno sobre o patrimônio tangível de 23,5%. As casas citam também os ganhos de eficiência com inteligência artificial e um pipeline de operações de mercado de capitais em alta. Continua depois da publicidade Apple (AAPL34) A fabricante do iPhone volta à lista depois de ter ficado de fora em setembro, quando a pressão dos preços de memória sobre as margens pesou nas recomendações. As carteiras que a incluem destacam o ecossistema integrado de produtos, que retém os usuários, o aumento consistente dos preços médios de venda e o peso crescente dos serviços, que reduz o caráter cíclico das receitas. No último trimestre fiscal, a receita avançou 16% na comparação anual.
Perguntas Frequentes sobre KLBN11F
Qual é a cotação de KLBN11F hoje na B3?
Quanto a KLBN11F paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KLBN11F?
O que significa o P/L e o P/VP de KLBN11F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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