GGBR4 Gerdau S.A. Pfd – Cotação Hoje
Gerdau S.A. Pfd
CNPJ: 33611500000119
Selo de Investimento:
🛡️ Buy and HoldAtende a 9 de 12 critérios fundamentalistas para estratégias de longo prazo.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de GGBR4
O ativo GGBR4 (Gerdau S.A. Pfd) está sendo negociado hoje a R$ 26,10, acumulando uma variação de +4.07% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 16,79 e a máxima de R$ 26,44. A companhia está inserida no setor de Materiais Básicos, atuando no segmento de Siderurgia. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 23.18x e P/VP de 0.93x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 3.03%.
Histórico de Cotação: GGBR4
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Indicadores de Eficiência
Indicadores de Crescimento
Dados Financeiros
Resultados Financeiros
| Indicador (Anual) | 2025 | 2024 | 2023 | 2022 |
|---|---|---|---|---|
| Receita Total | R$ 69.858,53 Mi | R$ 67.026,66 Mi | R$ 68.916,45 Mi | R$ 82.412,21 Mi |
| Lucro Bruto | R$ 7.967,49 Mi | R$ 9.203,24 Mi | R$ 11.332,45 Mi | R$ 18.751,05 Mi |
| EBIT / Lucro Operacional | R$ 3.739,07 Mi | R$ 7.487,20 Mi | R$ 10.452,73 Mi | R$ 17.751,45 Mi |
| Lucro Líquido | R$ 1.418,44 Mi | R$ 4.599,06 Mi | R$ 7.536,98 Mi | R$ 11.479,55 Mi |
Sobre a GGBR4
A Gerdau S.A., listada na B3 sob o ticker GGBR4, foi fundada em 16 de janeiro de 1901 e atua no segmento de siderurgia. A companhia é uma produtora de aço com base no Brasil e presença relevante nas Américas. Suas operações abrangem produção de aços longos, aços especiais e outros produtos siderúrgicos voltados para construção civil, indústria e infraestrutura. O modelo industrial inclui mini-mills, unidades integradas e forte uso de sucata metálica como insumo. No ambiente competitivo, a Gerdau concorre com produtores regionais e globais de aço, com posição historicamente forte em aços longos nas Américas. A empresa atua em mercados cíclicos ligados à atividade industrial e construção, com foco em eficiência operacional e disciplina de capital. A companhia mantém ativos produtivos em diferentes países e atendimento a múltiplos setores consumidores. Em escala, reportou 27.371 empregados em 2023 e produção anual de milhões de toneladas de aço, com receitas distribuídas entre Brasil e América do Norte.
Outras Ações do Setor de Materiais Básicos
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Ibovespa: “Bolsa tem bom desempenho em três das últimas quatro votações”
Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 02/10/2026 - 9:34 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar A proximidade das eleições coloca os ativos brasileiros no radar dos investidores. Contudo, um levantamento da Economatica revela que a volatilidade política não se traduz necessariamente em desempenho negativo para a Bolsa, com a maioria das eleições presidenciais recentes registrando ganhos para as ações brasileiras. O que aconteceu Ações na eleição: Estudo da Economatica mostra que em três das últimas quatro eleições, a Bolsa teve mediana positiva em outubro. Setores como transporte e logística, bens industriais e imobiliário registraram os maiores retornos médios durante o mês eleitoral. Treze ações, incluindo Simpar (SIMH3), Tegma (TGMA3) e Itaúsa (ITSA4), apresentaram desempenho positivo em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas. O levantamento, que considera empresas negociadas desde 2010, mostra ainda uma vantagem expressiva para setores mais ligados à economia doméstica. Na média das eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022, transporte e logística registrou retorno mediano de 14% no mês da votação. Bens industriais veio em seguida, com 11,3%, enquanto imobiliário e construção avançou 10,9%. Na direção oposta aparece mineração e siderurgia. Foi o único dos 11 setores analisados a registrar queda em outubro nas quatro eleições consideradas, acumulando retorno médio negativo de 3,3%. O estudo mostra que, considerando as 81 ações, a mediana dos retornos ficou em 4,9% em outubro de 2010, disparou 18,3% em 2018 e alcançou 4,6% em 2022. A única exceção foi 2014, quando houve recuo de 1,6%. Setores domésticos lideram resultados A liderança de transporte, indústria e imóveis coloca entre os destaques históricos justamente segmentos mais sensíveis às perspectivas para atividade econômica e juros. Os retornos mais elevados, contudo, também vieram acompanhados de maior oscilação: bens industriais e imobiliário registraram volatilidades semanais de 2,80% e 2,63%, respectivamente. Saúde e educação foi o setor mais estável, com volatilidade de 1,74%, mas também apresentou retorno mais moderado, de 3,9%. O padrão, porém, está longe de ser uniforme entre uma eleição e outra. Em 2018, por exemplo, sete dos 11 setores subiram mais de 10% em outubro. Imobiliário e construção disparou 39,8%, transporte avançou 37,4% e bens industriais ganhou 35,5%. Já em 2014, sete setores fecharam o mês em baixa, enquanto o financeiro se destacou positivamente, com valorização de 6,7%. Em 2022, transporte voltou à liderança, avançando 12,1%, seguido por tecnologia e telecom, com ganho de 9,7%. Imobiliário e construção, que havia liderado quatro anos antes, recuou 1,9%. Ações com desempenho consistente nas urnas Quando o levantamento sai dos setores e chega às empresas, um grupo chama atenção pela consistência. Treze ações avançaram em outubro nas quatro eleições presidenciais analisadas pela Economatica. Nenhuma das 81 ações da amostra caiu em todas as disputas. Entre os papéis com histórico positivo estão Simpar (SIMH3), com retorno médio de 22,7%, Tegma (TGMA3), com 14,9%, e Motiva (MOTV3), com 13,3%. O grupo inclui ainda Equatorial (EQTL3), Valid (VLID3), Multiplan (MULT3), Veste (VSTE3), Itaúsa (ITSA4), Itaú Unibanco (ITUB4), Isa Energia (ISAE4), Bradesco (BBDC4), Grendene (GRND3) e Telefônica Brasil (VIVT3). A presença de bancos também se destaca: Itaúsa registrou retorno médio de 8,2% nos quatro outubros eleitorais, enquanto Itaú Unibanco teve 7,8% e Bradesco, 7,6%. Considerando os maiores retornos médios de toda a amostra, Viver aparece na liderança, com 36,5%, seguida por PDG, com 31,7%. Os números foram fortemente influenciados por 2018, quando os papéis avançaram 141% e 132%, respectivamente. Na ponta negativa, Lupatech teve retorno médio de 8% negativo, enquanto Eneva caiu, em média, 4%. Entre as ações de pior desempenho também aparecem cinco empresas de mineração e siderurgia, incluindo Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e Gerdau (GGBR4). Bolsa: Ações estatais ampliam volatilidade em eleições Além do retorno, a Economatica analisou como a volatilidade muda durante o período eleitoral. Nesse quesito, algumas das maiores companhias com histórico de controle estatal aparecem entre as ações que mais ampliaram suas oscilações no mês das eleições. Na Axia Energia (AXIA3), ex-Eletrobras, a volatilidade de outubro ficou, em média, em 1,95 vez a registrada em setembro. Na Petrobras (PETR4), a relação foi de 1,54 vez e, no Banco do Brasil (BBAS3), de 1,52 vez. Na outra ponta, empresas de setores mais defensivos aparecem entre as mais estáveis da amostra. Isa Energia registrou volatilidade semanal média de 1,29%, seguida por Engie Brasil, com 1,46%, e M. Dias Branco, com 1,56%. Qual a expectativa para a bolsa na eleição de 2026? Os primeiros movimentos de 2026 repetem, ao menos parcialmente, alguns padrões históricos. Na semana encerrada em 27 de setembro, a mediana das ações acompanhadas pela Economatica ficou praticamente estável, com queda de 0,1%, enquanto a volatilidade estava 20% abaixo da observada na mesma janela das eleições anteriores. Transporte e logística, justamente o setor de maior retorno histórico em outubro eleitoral, já aparecia na liderança, com alta mediana de 5,9%. Entre as ações, Even (EVEN3) acumulava ganho de 22,1%, Simpar avançava 9% e Americanas subia 8,9%. Do outro lado estavam Natura (NATU3), com queda de 10,3%, Braskem (BRKM5), com recuo de 8,2%, e Banco do Brasil, com baixa de 6,9%. O primeiro turno das eleições de 2026 está marcado para 4 de outubro. O estudo considera 81 ações listadas na B3 desde 2010, com presença em pregão superior a 90% e dados disponíveis ao longo de todo o período. A Economatica analisou tanto os retornos ajustados por proventos quanto a volatilidade nas eleições de 2010, 2014, 2018 e 2022. Nos cálculos setoriais, foram utilizadas as medianas dos papéis de cada segmento. Leia mais Embaixada dos EUA suspende atendimento presencial no Brasil Bolsa reage a eleições: histórico aponta retornos positivos em outubro Decisões judiciais cancelam debate presidencial da Globo Aposta de Fortaleza acerta quina da Mega-Sena e leva R$ 49 mil Para compartilhar:
Mercado reduz apostas e Ibovespa avança antes do primeiro turno
Reuters – O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, sustentada principalmente pelas ações da Petrobras, com o pregão já entrando em modo espera para o primeiro turno das eleições no Brasil. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 0,46%, a 187.197,46 pontos. Na máxima do dia, chegou a 187.436,73 pontos. Na mínima, recuou a 184.767,78 pontos. Pesquisas eleitorais têm mostrado uma disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), elevando a probabilidade de que o pleito seja definido apenas no segundo turno, no final de outubro. De acordo com estrategistas, porém, o primeiro turno no próximo domingo pode servir como um termômetro, com investidores analisando a diferença entre as pesquisas e o resultado real do primeiro turno para inferir quem deve ser o próximo presidente. “Caso Lula tenha mais votos que os cerca de 40% indicados nas pesquisas, é bem provável que ele seja visto como o grande favorito”, afirmou o estrategista-chefe da Eleven Research, Fernando Siqueira, em relatório nesta semana. “Caso Flávio tenha mais votos que os cerca de 37% a 38% das pesquisas, ele será visto como o grande favorito”, acrescentou, avaliando que o pós-eleição deve trazer bastante volatilidade. Nova pesquisa Datafolha deve ocupar as atenções no começo da noite nesta quinta-feira, que ainda reserva debate entre os candidatos a presidente na TV Globo, embora sem a presença de Lula, que participará do podcast Flow. Estrategistas do BTG Pactual avaliam que, se Flávio vencer, as ações brasileiras poderiam voltar rapidamente à sua média histórica de 10 anos, o que implicaria um potencial de upside entre 11% e 20% em reais. “Se o Ibovespa subir até um desvio-padrão acima da média, o ‘upside’ poderia variar entre 32% e 45%”, escreveram em relatório com recomendações de ações para outubro. Na visão da equipe do BTG, se Flávio for eleito, os participantes do mercado devem esperar medidas mais decisivas para enfrentar os desequilíbrios fiscais urgentes do país, o que deve desencadear um rali. Por outro lado, eles avaliam que a reeleição de Lula pode provocar alguma correção de mercado, com o Ibovespa recuando cerca de 10%, voltando aos 170 mil pontos. No exterior, o norte-americano S&P 500 fechou o primeiro pregão do mês com alta de 0,19% e o rendimento do título de 10 anos do Tesouro dos Estados Unidos marcava 5,2365% no final da tarde, de 5,283% na véspera. DESTAQUES • PETROBRAS PN subiu 1,32% e PETROBRAS ON avançou 1,8%, endossadas pela alta dos preços do petróleo no mercado internacional. A ANP divulgou nesta quinta-feira que a produção de petróleo do Brasil somou um recorde de 4,615 milhões de barris por dia (bpd) em agosto, alta de 2,6% ante julho e de 18,4% na comparação com o mesmo mês do ano passado. A Petrobras também informou que aumentou em 11,8% o preço médio de venda de querosene de aviação (QAV) para as distribuidoras a partir desta quinta-feira, diante da disparada de preços do petróleo e de seus derivados no mercado internacional em setembro. • VALE ON subiu 0,56%, descolando do movimento de mineradoras no exterior, em pregão sem a referência do mercado na China por feriado naquele país. No setor, CSN MINERAÇÃO ON caiu 2%, mas CSN ON avançou 3,64%, GERDAU PN subiu 3,34% e USIMINAS PNA fechou em alta de 1,14%. • ITAÚ UNIBANCO PN recuou 0,26%, em dia de acomodação após desempenho robusto do setor na véspera. BRADESCO PN subiu 0,32%, mas BANCO DO BRASIL ON cedeu 0,22% e SANTANDER BRASIL UNIT caiu 2,96%. NUBANK, que é listada em Nova York, subiu 4,98%, após afirmar que não está buscando uma transação com a fintech britânica Monzo, dias depois de reportagens na imprensa afirmarem que o maior banco digital da América Latina estava negociando uma potencial aquisição da empresa do Reino Unido. • AZZAS 2154 ON avançou 7,02%, em meio a expectativas envolvendo uma alternativa para sua unidade FARM Rio. Na véspera, o jornal Valor Econômico publicou que as negociações em torno da venda da Farm envolvem 15 propostas não legalmente vinculativas já formalizadas para representantes da companhia até o momento e as partes envolvidas têm que entregar em outubro uma proposta vinculante pelo ativo. • BRASKEM PNA, que não está no Ibovespa, recuou 3,3%, após alta de quase 14% na véspera, enquanto investidores seguem acompanhando as negociações da petroquímica com credores.
Carteira Safra Top 10 Ações para outubro de 2026
Resumo O Banco Safra recomenda B3, Rede D'Or e Iguatemi para outubro, substituindo BTG Pactual, Direcional e Multiplan para equilibrar o portfólio ante maior volatilidade esperada. B3 lidera a alocação com 15% do portfólio devido à expectativa de aceleração da atividade no mercado de capitais e negociação abaixo da média histórica de múltiplos. A carteira acumulou retorno de 17,45% em 2026 até setembro, superando o Ibovespa em 1,80 ponto percentual, com revisão mensal automática pelos especialistas do banco. Resumo supervisionado por jornalista. A Carteira Safra Top 10 Ações para outubro incorpora B3 (B3SA3), Rede D’Or (RDOR3) e Iguatemi (IGTI11). As mudanças buscam equilibrar o portfólio diante da expectativa de aumento da volatilidade associada ao período eleitoral. A seleção, revisada mensalmente pelos especialistas do Banco Safra, combina ações de diferentes setores e oferece ao investidor uma alternativa de acompanhamento contínuo das recomendações. A estratégia considera fundamentos das companhias, cenário macroeconômico, valuation e potenciais catalisadores para os papéis. Em setembro, a carteira avançou 5,21%, acima dos 5,03% do Ibovespa. No acumulado de 2026 até setembro, o retorno foi de 17,45%, ante 15,65% do principal índice da Bolsa brasileira. O que mudou na carteira em outubro O Safra retirou Banco BTG Pactual (BPAC11), Direcional Engenharia (DIRR3) e Multiplan (MULT3) da composição. Em seus lugares, entraram B3 (B3SA3), Rede D’Or (RDOR3) e Iguatemi (IGTI11). A saída de Banco BTG Pactual (BPAC11) ocorreu após a valorização superior a 15% registrada em setembro. A B3 (B3SA3) passa a representar a exposição ao mercado de capitais, com expectativa de melhora nos volumes e nas receitas no quarto trimestre. Já a substituição de Direcional Engenharia (DIRR3) por Rede D’Or (RDOR3) reduz a exposição ao segmento de habitação de baixa renda e adiciona uma empresa de saúde com expansão hospitalar e ganhos de escala. No setor de shoppings, Iguatemi (IGTI11) entra no lugar de Multiplan (MULT3), apoiada por valuation considerado mais atrativo e por possíveis gatilhos relacionados à política de dividendos. Composição da Carteira Safra Top 10 Ações Empresa Setor Peso atual Destaque da tese WEG (WEGE3) Bens de capital 12% Aceleração esperada do crescimento, demanda externa e avanço da capacidade produtiva. B3 (B3SA3) Serviços financeiros 15% Perspectiva de maior atividade nos mercados e desconto frente à média histórica de negociação. Caixa Seguridade (CXSE3) Serviços financeiros 10% Perfil mais defensivo para o portfólio e expectativa de dividendos atrativos. Rede D’Or (RDOR3) Saúde 8% Expansão hospitalar, ganhos de escala e tese associada ao crescimento estrutural do setor. Vale (VALE3) Siderurgia e mineração 10% Perspectiva mais favorável para produção e custos, além de política voltada ao acionista. Petrobras (PETR4) Petróleo e gás 10% Geração de caixa, resultados operacionais e valuation descontado frente a pares internacionais. Iguatemi (IGTI11) Shoppings centers 10% Portfólio premium, desconto relativo e possível anúncio de guidance de dividendos. Gerdau (GGBR4) Siderurgia e mineração 5% Exposição ao mercado de aço dos Estados Unidos e expectativa de margens resilientes. Copel (CPLE3) Utilidades básicas 10% Maior exposição à geração de energia, dividendos e crescimento de EBITDA. Equatorial (EQTL3) Utilidades básicas 10% Histórico de alocação de capital, diversificação de ativos e avaliação atrativa. B3 lidera a alocação do portfólio A B3 (B3SA3) passa a ter o maior peso da carteira, com 15%. A escolha reflete a expectativa de aceleração da atividade no mercado de capitais durante o quarto trimestre, período que historicamente tende a registrar maior dinamismo nas negociações. Além disso, o Safra destaca que a companhia negocia abaixo de seu múltiplo médio dos últimos cinco anos. A tese também considera o potencial de retorno com proventos, em um ambiente no qual a atividade de mercado pode favorecer a geração de receitas. Rede D’Or reforça a exposição à saúde A entrada de Rede D’Or (RDOR3) adiciona uma tese de crescimento estrutural à carteira. A companhia se destaca pela qualidade dos ativos e pelo histórico de execução, segundo a análise do Safra. A expansão da rede hospitalar tende a ampliar ganhos de escala e a alavancagem operacional. O banco também aponta que a ação negocia a múltiplos inferiores à média histórica, em meio a uma trajetória de crescimento associada à dinâmica demográfica e à demanda por serviços de saúde. Iguatemi substitui Multiplan no setor de shoppings No segmento de shoppings centers, Iguatemi (IGTI11) ocupa o espaço de Multiplan (MULT3). A troca considera o desconto relativo de valuation e a visibilidade de eventos que podem movimentar a ação. O Safra destaca o caráter premium do portfólio da Iguatemi (IGTI11) e a possibilidade de um guidance de dividendos atuar como catalisador para o papel. A empresa passa a representar 10% da composição recomendada. Copel ganha espaço entre as utilities O Safra reduziu marginalmente a participação de Equatorial (EQTL3), de 12% para 10%, e elevou a de Copel (CPLE3), de 8% para 10%. Com isso, as duas companhias passam a ter o mesmo peso na carteira. O ajuste aumenta a exposição ao segmento de geração de energia por meio da Copel (CPLE3). A análise aponta uma combinação de potencial de dividendos, crescimento de EBITDA e desconto de valuation. A Equatorial (EQTL3), por sua vez, permanece na seleção devido ao histórico de execução e à diversificação dos negócios. Carteira supera o Ibovespa em setembro A Carteira Safra Top 10 Ações registrou alta de 5,21% em setembro, ligeiramente acima dos 5,03% do Ibovespa. No ano, a estratégia acumulou valorização de 17,45%, contra 15,65% do índice. Nos últimos 12 meses, a carteira subiu 24,50%, enquanto o Ibovespa avançou 27,42%. Desde o início da série, em janeiro de 2012, a valorização acumulada alcançou 396,13%, ante 219,22% do Ibovespa. Desempenho passado não representa garantia de resultados futuros. Revisão mensal traz acompanhamento contínuo A Carteira Safra Top 10 Ações conta com revisão mensal automática pelos especialistas do Banco Safra. A composição é atualizada conforme mudanças no cenário econômico, nos setores e nas perspectivas para as empresas acompanhadas, o que dá comodidade ao investidor. A estratégia busca oferecer praticidade ao investidor que deseja acompanhar uma seleção de ações com alocação definida e monitoramento recorrente.
Perguntas Frequentes sobre GGBR4
Qual é a cotação de GGBR4 hoje na B3?
Quanto a GGBR4 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de GGBR4?
O que significa o P/L e o P/VP de GGBR4?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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