INHF11 Inter Hedge Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Inter Hedge Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 39903325000110
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de INHF11
O ativo INHF11 (Inter Hedge Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 10,45, acumulando uma variação de -0.48% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,51 e a máxima de R$ 34,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 2.78% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: INHF11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a INHF11
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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China quer ampliar o uso global do yuan e fortalecer o mercado offshore de títulos em renminbi
China quer ampliar o uso global do yuan e fortalecer o mercado offshore de títulos em renminbi O Banco do Povo da China (PBoC) pretende ampliar a presença internacional do yuan e fortalecer o mercado de títulos denominados em renminbi (RMB). Na quinta-feira (15/10/2026), o presidente da instituição, Pan Gongsheng, afirmou que a autoridade monetária apoiará o desenvolvimento dos mercados offshore da moeda chinesa e trabalhará para tornar os títulos em RMB um colateral “globalmente reconhecido” e elegível. As declarações foram divulgadas em comunicado após a participação de Pan em um seminário sobre mercados emergentes organizado pelo Deutsche Bank durante as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. China aposta na diversificação global de investimentos Durante o encontro, Pan destacou que o aumento dos riscos geopolíticos, as transformações no ambiente econômico e financeiro internacional e o avanço acelerado da inteligência artificial (IA) estão ampliando a procura dos investidores por diversificação de portfólio e inovação. Na avaliação do dirigente, o crescimento econômico “sustentado e estável” da China e a expansão dos setores de alta tecnologia contribuem para sustentar os ativos denominados em RMB. Ele também ressaltou o tamanho do mercado financeiro chinês e sua liquidez como características capazes de atender à demanda de investidores internacionais que buscam distribuir seus recursos entre diferentes mercados e classes de ativos. A estratégia chinesa busca ampliar as possibilidades de utilização da moeda nacional nas operações financeiras internacionais, em um cenário no qual investidores procuram alternativas para administrar riscos e diversificar suas aplicações. Abertura financeira e expansão dos mercados offshore O presidente do PBoC também destacou os avanços da China na abertura de seu sistema financeiro, com mecanismos destinados a facilitar investimentos e operações de financiamento por participantes estrangeiros. Segundo o comunicado, investidores internacionais podem acessar o mercado chinês por meio de canais como o Bond Connect. A estrutura também permite administrar a liquidez e realizar operações de proteção financeira, conhecidas como hedge, por meio de operações compromissadas e derivativos. Outro ponto destacado foi o desenvolvimento do mercado offshore de renminbi, com Hong Kong consolidada como principal centro global de negócios nessa moeda. A ampliação de produtos financeiros e de instrumentos para gestão de riscos faz parte dos esforços para tornar o mercado mais acessível e funcional aos participantes internacionais. Títulos em RMB podem ganhar espaço como garantia internacional Para a próxima etapa, Pan afirmou que o Banco do Povo da China pretende fortalecer a conexão entre as infraestruturas financeiras domésticas e internacionais, apoiar centros offshore e ampliar o grau de abertura do mercado financeiro chinês. Uma das prioridades é promover a aceitação e a utilização de títulos denominados em RMB como garantias em operações realizadas fora da China. Caso essa iniciativa avance, esses ativos poderão ganhar novas aplicações em transações financeiras internacionais, ampliando sua utilidade para investidores e instituições. A proposta também pode contribuir para aprofundar a integração dos mercados chineses com o sistema financeiro global. Entretanto, o alcance dessa estratégia dependerá da adesão dos participantes internacionais, da liquidez dos instrumentos e da evolução dos mecanismos de acesso e gestão de riscos. Possíveis impactos sobre ações, câmbio e títulos O esforço da China para ampliar o uso internacional do yuan pode influenciar o mercado cambial, a procura por títulos denominados em renminbi e as perspectivas para instituições financeiras ligadas às operações internacionais com a moeda chinesa. Na bolsa de valores chinesa, a ampliação do acesso de investidores estrangeiros e o desenvolvimento dos setores de alta tecnologia podem afetar as expectativas para empresas expostas à abertura financeira e ao crescimento econômico do país. No mercado de títulos, o reconhecimento internacional dos bônus em RMB como garantia pode ampliar suas aplicações e favorecer a integração entre diferentes centros financeiros. Ainda assim, os efeitos sobre preços e fluxos de capital dependerão da implementação das medidas e da resposta dos investidores globais. O que observar no mercado financeiro global As declarações de Pan Gongsheng reforçam a intenção da China de ampliar a participação de sua moeda nas operações financeiras internacionais e diversificar os instrumentos disponíveis aos investidores. A evolução dos mercados offshore, o fortalecimento de Hong Kong como centro de negócios em RMB e a possível aceitação mais ampla dos títulos chineses como colateral serão pontos importantes para acompanhar. Como o material não apresenta cotações de ativos, não é possível associar o anúncio a uma variação específica de mercado. Ainda assim, a iniciativa merece atenção por seus possíveis efeitos sobre os fluxos internacionais de capital, a demanda por títulos chineses e a dinâmica cambial. QUER SABER COMO GANHAR MAIS? 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ITIP11 e INRD11 definem valor de amortização para liquidação
Os fundos imobiliários Inter Teva Índice de Papel (ITIP11) e Inter Residence (INRD11) divulgaram os valores de amortização por cota no âmbito dos respectivos processos de liquidação, que preveem a transferência de recursos aos investidores por meio da entrega de cotas do Inter Hedge Fundo de Investimento Imobiliário (INHF) e do pagamento de uma parcela em dinheiro. Os montantes e os prazos diferem entre os dois fundos, conforme os fatos relevantes publicados ao mercado. No caso do ITIP11, o valor total de liquidação foi definido em R$ 64,9325578 por cota, dos quais R$ 61,02 serão entregues em cotas do INHF, na proporção de 5,811428442 cotas do fundo para cada cota do ITIP11, e R$ 3,91 serão pagos em dinheiro. A entrega das cotas está prevista para 21 de outubro de 2026, enquanto o pagamento em dinheiro deverá ocorrer até 23 de outubro. O cancelamento do registro do fundo está estimado para 12 de novembro. Já para o INRD11, o valor total estimado de liquidação é de R$ 91,2487978 por cota, composto por R$ 84,4759 em cotas do INHF, correspondentes a 8,045324971 cotas do fundo por cota do INRD11, e R$ 6,77 em dinheiro. A entrega das cotas também está prevista para 21 de outubro, mas o pagamento da parcela em dinheiro poderá ocorrer até 2 de dezembro, enquanto o cancelamento do registro está previsto para até 23 de dezembro de 2026. No caso do INRD11, o valor da parcela em dinheiro ainda é estimado e poderá sofrer alterações em função das despesas efetivamente incorridas, das receitas financeiras apuradas e da conclusão de direitos e obrigações relacionados à transferência dos ativos para o INHF. A administradora informou que divulgará posteriormente o valor definitivo e a data efetiva do pagamento. Nos dois fundos, terão direito aos valores os investidores que constarem da posição de fechamento de 16 de outubro de 2026. Para o cálculo de eventual Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) sobre ganho de capital, as cotas do INHF recebidas pelos cotistas serão consideradas ao preço de aquisição de R$ 10,50 por cota, e o imposto devido, se houver, será descontado da parcela a ser paga em dinheiro. Os investidores que não informaram o custo médio de aquisição de suas cotas por meio da plataforma Cuore, entre 1º de setembro e 1º de outubro de 2026, terão como referência o valor mínimo histórico de negociação de cada fundo na B3: R$ 52,36 para o ITIP11 e R$ 62,33 para o INRD11. Segundo os comunicados, a retenção do imposto, quando aplicável, será feita diretamente sobre o pagamento em dinheiro. Além disso, eventuais frações de cotas do INHF resultantes da conversão serão leiloadas na B3 pela administradora, e os valores líquidos obtidos serão creditados nas contas dos respectivos investidores. As datas e as demais informações sobre os leilões serão divulgadas posteriormente.
XPML11, KNCR11 e EXES11 são destaques do Bom Dia FIIs (16
Os fundos imobiliários XPML11, KNCR11, EXES11 e FIIs da Inter Asset são os destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (16). Na quinta-feira (15), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.956,29 pontos, com alta de 0,06%, equivalente a um avanço de 2,49 pontos em relação ao fechamento anterior. Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 liderou em volume, com 2,43 milhões de cotas e alta de 0,11%. Na sequência, o GGRC11 movimentou 1,42 milhão de cotas, com queda de 0,54%, enquanto o SNEL11 registrou 1,41 milhão de cotas negociadas e valorização de 0,25%. O TRXF11 teve volume de 968,07 mil cotas negociadas, com avanço de 0,07%, e o CPTS11 contabilizou 760,43 mil cotas negociadas, com baixa de 0,13%. Leia mais IFIX fecha em alta de 0,06% e encerra pregão aos 3.956,29 pontos XPML11 lucra R$ 33,7 milhões e revela reserva milionária do FII; confira valores KNCR11 lucra R$ 120,1 milhões e paga dividendos de 1,11%; veja valor FIIs da Inter Asset serão liquidados: veja quanto os cotistas receberão Fundo imobiliário Top 1 em dividend yield entre FIIs de papel, abre 6ª emissão Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários: XPML11 lucra R$ 33,7 milhões e revela reserva milionária do FII; confira valores O fundo imobiliário XPML11 encerrou agosto de 2026 com resultado de R$ 33,7 milhões, segundo os números apresentados no relatório gerencial divulgado em setembro. As receitas do período atingiram R$ 45,9 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 12,2 milhões. Apesar de o resultado mensal ter sido inferior ao montante destinado aos investidores, o fundo manteve sua distribuição de R$ 0,92 por cota. O pagamento ocorreu em 25 de setembro, e os rendimentos referentes a agosto totalizaram R$ 59,2 milhões. Considerando o preço de R$ 99,64 registrado no encerramento de setembro, os dividendos do XPML11 representaram um dividend yield mensal aproximado de 0,92%. A remuneração por cota permaneceu no mesmo patamar ao longo dos últimos 12 meses. Nesse intervalo, os investidores receberam R$ 11,04 por cota, o equivalente a um retorno acumulado de aproximadamente 11,08% sobre a cotação utilizada como referência. Leia mais XPML11 lucra R$ 33,7 milhões e revela reserva milionária do FII; confira valores KNCR11 lucra R$ 120,1 milhões e paga dividendos de 1,11%; veja valor O fundo imobiliário KNCR11 apurou resultado líquido de R$ 120,1 milhões em setembro de 2026, segundo o relatório gerencial mais recente. O montante corresponde a R$ 1,12 por cota e representa uma redução em relação a agosto, quando o fundo havia registrado R$ 127,8 milhões, equivalentes a R$ 1,19 por cota. A maior parcela das receitas foi proveniente dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que contribuíram com R$ 104,2 milhões. Os investimentos em outros fundos imobiliários geraram R$ 9,2 milhões, enquanto as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs) acrescentaram R$ 7,1 milhões. O fundo KNCR11 também obteve R$ 9,8 milhões com instrumentos de caixa. Considerando as despesas de R$ 10,3 milhões, o resultado líquido do mês ficou em R$ 120,1 milhões. De acordo com a administração, a manutenção da taxa Selic em patamar elevado favoreceu a remuneração dos investimentos durante setembro. Na distribuição referente ao período, o FII KNCR11 destinou R$ 121 milhões aos cotistas, correspondentes a R$ 1,13 por cota, em 14 de outubro. Leia mais KNCR11 lucra R$ 120,1 milhões e paga dividendos de 1,11%; veja valor Fundo imobiliário Top 1 em dividend yield entre FIIs de papel, abre 6ª emissão; saiba mais O EXES11, fundo imobiliário de papel gerido pela Éxes Gestora de Recursos, abriu sua 6ª emissão de cotas, com volume-base de R$ 250 milhões. A oferta prevê a emissão de 25.227.044 novas cotas, ao preço de subscrição de R$ 9,91 por unidade, com possibilidade de lote adicional de até 25%. O fundo ocupa a primeira posição entre 87 FIIs de recebíveis analisados em levantamento com base em dados do Comdinheiro. O EXES11 encerrou agosto no topo do ranking e acumula 15 meses consecutivos entre os dez primeiros colocados. Nos 12 meses encerrados em agosto, o fundo distribuiu R$ 1,56 por cota, o equivalente a um dividend yield de 17,13% sobre o valor patrimonial. O EXES11 manteve distribuições mensais de R$ 0,13 por cota durante os 20 meses entre janeiro de 2025 e agosto de 2026. A oferta é primária, ou seja, os recursos captados com a emissão serão incorporados ao patrimônio do fundo. O investimento mínimo é de 10 cotas, correspondente a R$ 99,10. Leia mais Fundo imobiliário Top 1 em dividend yield entre FIIs de papel, abre 6ª emissão; saiba mais FIIs da Inter Asset serão liquidados: veja quanto os cotistas receberão Os fundos imobiliários INRD11 (Inter Residence Fundo de Investimento Imobiliário) e ITIP11 (Inter Teva Índice de Papel Fundo de Investimento Imobiliário), da Inter Asset, divulgaram os valores que serão entregues aos cotistas durante seus processos de liquidação. Os investidores receberão cotas do INHF11 (Inter Hedge Fundo de Investimento Imobiliário) e uma parcela em dinheiro, conforme fatos relevantes publicados nesta quinta-feira (15). O valor total estimado de liquidação do INRD11 é de R$ 91,25 por cota, enquanto o ITIP11 informou R$ 64,93 por cota. Os montantes incluem cotas do INHF11 e pagamentos em dinheiro, não representando valores integralmente depositados nas contas dos investidores. As operações integram a reorganização dos fundos, aprovada em 27 de julho. Terão direito ao recebimento os investidores posicionados nos fundos no fechamento de 16 de outubro. No INRD11, cada cota dará direito a 8,045324971 cotas do INHF11, equivalentes a R$ 84,48, considerando a cotação de 14 de outubro. Os investidores também receberão uma parcela estimada de R$ 6,77 em dinheiro. Já no ITIP11, cada cota será convertida em 5,811428442 cotas do INHF11, equivalentes a R$ 61,02, além de R$ 3,91 em dinheiro. Leia mais FIIs da Inter Asset serão liquidados: veja quanto os cotistas receberão
Perguntas Frequentes sobre INHF11
Qual é a cotação de INHF11 hoje na B3?
Quanto a INHF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de INHF11?
O que significa o P/L e o P/VP de INHF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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