GSRF11 GALAPAGOS SP SURF FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO RESPONSABILIDADE LIMITADA – Cotação Hoje
GALAPAGOS SP SURF FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO RESPONSABILIDADE LIMITADA
CNPJ: 62951756000173
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| 122_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 122 Torre 1 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 161_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 161 Torre 3 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 211_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 211 Torre 1 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 262_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 262 Torre 3 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 292_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 292 Torre 2 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 302_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 302 Torre 1 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 321_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 321 Torre 2 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 362_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 362 Torre 3 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
| 72_319979 Imóveis para venda acabados | Avenida Ulysses Reis de Mattos, nº 105 e Avenida Duquesa de Goias, nº 523, RealParque, CEP 05686-002, São Paulo/SP - Unid 73 Torre 3 | 217 m² | 0,00% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do GSRF11.
Resumo Fundamentalista de GSRF11
O ativo GSRF11 (GALAPAGOS SP SURF FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO RESPONSABILIDADE LIMITADA) está sendo negociado hoje a R$ 118,87, acumulando uma variação de +0.07% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 101,66 e a máxima de R$ 118,87. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1.36x.
Histórico de Cotação: GSRF11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a GSRF11
O GALAPAGOS SP SURF FUNDO DE INVESTIMENTO (GSRF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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RZTR11 paga dividendos e alcança yield de 1,02%, veja valores
RZTR11 paga dividendos em linha com resultado e alcança yield de 1,02% O fundo imobiliário registrou resultado de R$ 15,75 milhões em agosto de 2026, equivalente a R$ 0,85 por cota. As receitas do mês somaram R$ 17,56 milhões, enquanto as despesas alcançaram R$ 1,80 milhão. Na comparação entre a geração de resultado e os pagamentos aos cotistas, os valores por cota ficaram alinhados. A distribuição referente ao mês foi de R$ 0,85 por cota, no mesmo nível do resultado apurado por cota. Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Clique e entre em contato com nosso time de especialistas. Os dividendos do mês representaram um dividend yield mensal aproximado de 1,02%, considerando a cotação de R$ 83,13. No horizonte de 12 meses, o relatório indicou dividend yield acumulado de 12,51%. Entre janeiro e agosto de 2026, o fundo acumulou resultado de R$ 143,70 milhões. Na base por cota, o acumulado foi de R$ 6,76, ante R$ 6,75 por cota distribuídos aos investidores no mesmo período. Para os próximos meses, a gestão sinalizou que as distribuições poderiam ser reduzidas, diante da expectativa de menor fluxo de recebimentos recorrentes ao longo do semestre. Em contraponto, eventuais alienações de propriedades enquadradas na estratégia Land Equity poderiam gerar ganhos de capital e, consequentemente, permitir distribuições maiores posteriormente. Venda antecipada de fazendas soma R$ 48,8 milhões Uma das principais movimentações recentes da carteira envolveu as fazendas Bacuri e Buriti. O Grupo Cereal Ouro antecipou o exercício das opções de compra dos dois ativos, o que resultou no recebimento antecipado de aproximadamente R$ 48,8 milhões pelo fundo. Os recursos estavam originalmente previstos para ingressar entre 2027 e 2032. A operação também levou ao encerramento do contrato de arrendamento vinculado a essas propriedades, alterando o cronograma de recebimentos e o perfil de rendimentos do veículo. Além dessa transação, havia negociações em curso com potenciais compradores para outros imóveis enquadrados em Land Equity. A Fazenda Bom Jardim, retomada após inadimplência do arrendatário, também constava entre os ativos com venda em avaliação, o que pode criar novas fontes de receita extraordinária caso as operações sejam concluídas. A dinâmica de vendas de ativos dentro da estratégia Land Equity tem potencial para complementar os recebimentos recorrentes, especialmente em períodos de menor geração operacional. Esses eventos, contudo, dependem de condições de mercado e do andamento das tratativas com interessados. Carteira, estratégias e reavaliação de ativos Ao final de agosto, a carteira reunia 24 ativos. A estratégia Sale & Leaseback representava 52% do portfólio, enquanto Buy to Lease respondia por 27% e Land Equity por 18%. Os 3% restantes estavam alocados em caixa, compondo a posição de liquidez do fundo. A gestão indicou como diretriz elevar gradualmente Land Equity para uma participação-alvo de 20%. Já Sale & Leaseback e Buy to Lease têm como meta conjunta representar 77% da carteira, divididos em 50% e 27%, respectivamente. Segundo a administração, o ambiente de juros elevados favorecia, naquele momento, as operações enquadradas nessas duas últimas estratégias. O conjunto de propriedades estava passando por uma revisão de valores conduzida pela auditoria independente. De acordo com as informações divulgadas em agosto, a conclusão da remarcação pelo administrador estava prevista até o fim de setembro de 2026. O resultado desse processo pode ajustar o valor contábil dos ativos, com possíveis impactos na avaliação do portfólio. Os dados operacionais e as diretrizes de alocação apontam para uma combinação de receitas recorrentes, via Sale & Leaseback e Buy to Lease, e receitas eventuais, via Land Equity. A gestão reforçou que o ritmo de distribuições poderá refletir a sazonalidade dos fluxos e o calendário de eventos de liquidação de ativos, mantendo a política de pagamentos alinhada à geração de caixa do período.
Notícia Dividendo de 12,6%: Estes são os fundos imobiliários para investir em outubro, segundo o BB
Economia Resumo feito pela Kin, a inteligência artificial do Kinvo. Encontrou um erro? Uma instituição financeira manteve sua carteira recomendada de oito fundos imobiliários para o próximo mês, alinhada ao cenário macroeconômico. A estratégia foca em cautela para o segundo semestre, priorizando fundos com menor risco de crédito ou portfólios diversificados, mesmo com retornos mais moderados no curto prazo. A análise aponta que o principal índice de FIIs negocia abaixo de sua média dos últimos cinco anos, indicando uma possível janela de oportunidade. A carteira, focada em renda e majoritariamente em fundos de recebíveis, teve um desempenho superior ao índice de referência no mês anterior e no acumulado do ano. O portfólio apresentou um dividend yield anualizado de 12,61%, superando o índice. A seleção inclui fundos de agronegócio, híbridos, multiestratégia, recebíveis e shopping, com pesos iguais na carteira.
Itaú, BTG, BB, Santander e XP recomendam o mesmo FII para outubro; veja as carteiras do 2º turno
Com juros e eleição, Itaú, BTG, BB, Santander e XP têm um FII em comum nas carteiras de outubro Foto: Adobe Stock As carteiras de fundos de investimento imobiliário (FIIs) recomendadas por Itaú BBA, BTG Pactual, Banco do Brasil, Santander e XP para outubro refletem um cenário que ainda exige cautela do investidor. No cenário global, a combinação de juros elevados nas principais economias e tensões geopolíticas segue pressionando os ativos de risco. No Brasil, o período eleitoral, as incertezas fiscais e as dúvidas sobre a trajetória da Selic também alimentam a volatilidade. continua após a publicidade Esse conjunto de fatores manteve a pressão sobre o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), que encerrou setembro em queda de 0,20% e registrou o quinto mês consecutivo no campo negativo. Ainda assim, as expectativas para a trajetória da Selic ajudam a sustentar a tese de valorização dos fundos de tijolo e multiestratégia que negociam abaixo do valor patrimonial. Os fundos de recebíveis também mantêm espaço relevante nas carteiras pela geração de renda. Entre eles, os que investem em ativos indexados ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI) se beneficiam dos juros elevados, enquanto aqueles com exposição ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) oferecem proteção contra a inflação. Essa combinação entre defesa e potencial de valorização orienta a escolha dos ativos. Embora cada casa adote sua própria estratégia, o fundo BTLG11, do segmento logístico, integra as cinco carteiras e é um ponto de consenso entre as instituições. Sua presença recorrente reforça a preferência por fundos de tijolo com portfólios de qualidade, baixa vacância, contratos longos e gestão ativa. continua após a publicidade Confira abaixo as recomendações, preferências e alterações das casas para as carteiras de outubro. Carteira do Itaú BBA O Itaú BBA manteve seu portfólio sem alterações, ainda com 12 FIIs e perfil defensivo, em um cenário marcado por juros elevados, incertezas geopolíticas e maior cautela dos investidores. O banco diz não enxergar, até agora, uma deterioração generalizada dos fundamentos do setor e continua priorizando fundos com boa liquidez, gestão experiente e maior previsibilidade de rendimentos. continua após a publicidade Na estratégia de alocação, a preferência continua nos fundos de ativos financeiros, favorecidos pela perspectiva de juros ainda altos. O Itaú BBA também vê espaço para valorização em fundos de tijolo negociados com desconto, embora ressalte que esses ativos são mais sensíveis à atividade econômica e às curvas de juros. A carteira tem dividend yield (rendimento do dividendo) corrente de 10,6% ao ano. Deslize para ver o conteúdo Fundo Nome Gestora Setor do fundo Peso na carteira HGRU11 CSHG Renda Urbana Pátria Varejo/Renda urbana 5,0% HSML11 HSI Malls HSI Shopping centers 7,5% XPML11 XP Malls XP Asset Shopping centers 7,5% BRCO11 Bresco Logística Bresco Investimentos Logístico 8,5% BTLG11 BTG Pactual Logística BTG Pactual Logístico 8,5% KNRI11 Kinea Renda Imobiliária Kinea Híbrido 8,5% PVBI11 VBI Prime Properties Pátria Lajes corporativas 6,5% ITRI11 Itaú Total Return FII Itaú Asset Multiestratégia 5,0% KNHF11 Kinea Hedge Fund FII Kinea Multiestratégia 11,5% KNIP11 Kinea Índice de Preços Kinea Ativos financeiros 11,5% KNUQ11 Kinea Unique HY CDI Kinea Ativos financeiros 10,0% KNCR11 Kinea Rendimentos Imobiliários Kinea Ativos financeiros 10,0% Carteira do BTG Pactual continua após a publicidade O BTG Pactual fez ajustes pontuais em sua carteira. Em relação aos segmentos, 44% do portfólio está alocado em recebíveis. Já em termos de gestora, 33% dos fundos selecionados são geridos pela Kinea. Olhando para os shopping centers, o banco retirou o fundo de HGBS11, enquanto o VISC11 ganhou espaço pelo potencial de retorno e pela geração de renda recorrente. Além disso, reduziu as posições em RBRY11 (recebível) e BRCO11 (galpões logísticos) e, na outra ponta, incluiu o multiestratégia KNHF11 e elevou a exposição a VILG11, também de galpões logísticos. A estratégia também ficou mais seletiva em crédito e logística. O BTG reduziu RBRY11 por adotar uma postura mais rigorosa com crédito estruturado e diminuiu BRCO11 para direcionar mais recursos a teses logísticas com maior potencial de valorização. Já o KNHF11 estreia a exposição da carteira a multiestratégia/hedge funds (usam estratégias de investimento de risco), apoiado pelo desconto em relação ao histórico e pela distribuição de rendimentos. A carteira tem dividend yield anualizado de 11,3%. continua após a publicidade Deslize para ver o conteúdo Fundo Nome Gestora Setor do fundo Peso na carteira BTCI11 BTG Pactual Crédito Imobiliário BTG Pactual Recebível 6,0% KNCR11 Kinea Rendimentos Imobiliários Kinea Recebível 14,0% KNIP11 Kinea Índice de Preços Kinea Recebível 14,0% RBRY11 Pátria Crédito Estruturado Pátria Recebível 2,0% MCCI11 Mauá Capital Recebíveis Imobiliários Jive Mauá Recebível 8,0% VILG11 Vinci Logística Vinci Compass Galpão logístico 5,5% BRCO11 Bresco Logística Bresco Galpão logístico 2,5% BTLG11 BTG Pactual Logística BTG Pactual Galpão logístico 13,0% HGLG11 Pátria Logística Pátria Galpão logístico 3,0% BRCR11 BTG Pactual Corporate Office Fund BTG Pactual Laje corporativa 4,5% PVBI11 VBI Prime Properties Pátria Laje corporativa 5,0% KNHF11 Kinea Hedge Fund Kinea Hedge fund 5,0% GZIT11 Gazit Malls Gazit Shopping center 2,5% HSML11 HSI Malls HSI Shopping center 2,0% VISC11 Vinci Shopping Centers Vinci Compass Shopping center 6,0% TRXF11 TRX Real Estate TRX Renda urbana 7,0% Carteira do Banco do Brasil Dividido entre a Carteira Renda (que busca dividendos mais previsíveis e fundos maduros e resilientes) e a Ganho (procura valorização das cotas por meio de teses que negociam com desconto e maior volatilidade), o portfólio do BB não passou por nenhuma alteração para outubro. A decisão reflete a avaliação de que a composição atual continua adequada ao cenário econômico atual, tendo maior cautela com risco de crédito. A casa ainda diz preferir fundos de crédito de menor risco e fundos de tijolo diversificados, mesmo que isso implique retorno mais moderado no curto prazo. continua após a publicidade Os destaques positivos do mês na Renda foram os recebíveis, XPCI11 e HGCR11. Ambos trazem uma linearização de dividendos interessante, tendo menos oscilação frente a leituras mais amenas do IPCA em junho, julho e agosto. Na ganho, o Capitânia Shoppings (CPSH11) chamou atenção por perspectivas de dividendos lineares até o fim de 2027 e aquisições que incrementaram a receita recorrente do portfólio. Deslize para ver o conteúdo Fundo Nome Gestora Setor do fundo Peso na carteira RZTR11 Riza Terrax Riza Asset Agronegócio 6,25% GARE11 Guardian Real Estate Guardian Gestora Híbrido 6,25% KNHF11 Kinea Hedge Fund Kinea Investimentos Multiestratégia 6,25% HGCR11 Pátria Recebíveis Imobiliários Pátria Investimentos Recebíveis 6,25% KNIP11 Kinea Índices de Preços Kinea Investimentos Recebíveis 6,25% MXRF11 Maxi Renda XP Vista Asset Recebíveis 6,25% XPCI11 XP Crédito XP Vista Asset Recebíveis 6,25% XPML11 XP Malls XP Vista Asset Shopping 6,25% BTLG11 BTG Pactual Logística BTG Pactual Gestora Logístico 6,25% HGLG11 Pátria Log Pátria Investimentos Logístico 6,25% RZAT11 Riza Arctium Real Estate Riza Asset Logístico 6,25% VILG11 Vinci Logística Vinci Real Estate Logístico 6,25% PSEC11 Pátria Securities Pátria Investimentos Multiestratégia 6,25% PCIP11 Pátria Crédito Imobiliário Índice de Preços Pátria Investimentos Recebíveis 6,25% RECR11 REC Recebíveis Imobiliários REC Gestão/BRL Trust Recebíveis 6,25% CPSH11 Capitânia Shoppings Capitânia Shopping 6,25% Carteira do Santander O Santander manteve sem alterações sua carteira recomendada de fundos imobiliários para outubro. A seleção segue com 11 FIIs e mantém maior peso em recebíveis imobiliários, que representam 34,5% da carteira, além de 20% em hedge funds/multiestratégia e 16% em logística. A casa afirma priorizar fundos com maior previsibilidade de rendimentos e, ao mesmo tempo, ativos negociados com desconto sobre o valor patrimonial, buscando combinar geração de renda e potencial de valorização das cotas. A manutenção da composição ocorre em um cenário no qual o Santander ainda vê incertezas fiscais, eleitorais e externas, apesar da expectativa de continuidade da flexibilização monetária no Brasil. Entre as maiores posições estão MCCI11, HGCR11 e KNCR11, todos de recebíveis, com 11,5% cada; a carteira apresenta dividend yield estimado de 12,2% em 12 meses. Deslize para ver o conteúdo Fundo Nome Gestora Setor do fundo Peso na carteira MCCI11 Mauá Capital Recebíveis Imobiliários Mauá Capital Recebíveis imobiliários 11,5% HGCR11 Pátria Recebíveis Imobiliários Pátria Investimentos Recebíveis imobiliários 11,5% KNCR11 Kinea Rendimentos Imobiliários Kinea Investimentos Recebíveis imobiliários 11,5% BTHF11 BTG Pactual Hedge Fund BTG Pactual Hedge fund 10,0% KNHF11 Kinea Hedge Fund Kinea Investimentos Hedge fund 10,0% XPML11 XP Malls XP Asset Shopping centers 9,5% VILG11 Vinci Logística Vinci Real Estate Logístico 9,0% GARE11 Guardian Real Estate Guardian Gestora Híbrido 8,0% BTLG11 BTG Pactual Logística BTG Pactual Logístico 7,0% TEPP11 Tellus Properties Tellus Investimentos Escritórios 7,0% TRXF11 TRX Real Estate TRX Investimentos Híbrido 5,0% Carteira da XP Assim como o BTG, a XP realizou rebalanceamentos que reduziram a presença de fundos de tijolo com menor carrego e poucos gatilhos de valorização no curto prazo. A casa também optou por diminuir a exposição a a um fundo de recebíveis considerado já bem precificado. A casa zerou a posição do fundo de tijolo KNRI11, que tinha peso de 1,5%, e reduziu as exposições ao LVBI11, também de tijolo, em 0,75 ponto porcentual e KNCR11, fundo de recebíveis, em 0,25 ponto. Em contrapartida, aumentou XPLG11 e RBRR11 em 1 ponto porcentual cada e RBRX11 em 0,5 ponto. A estratégia continua defensiva, mas com busca por ativos descontados e com maior potencial de valorização.
Perguntas Frequentes sobre GSRF11
Qual é a cotação de GSRF11 hoje na B3?
Quanto a GSRF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de GSRF11?
O que significa o P/L e o P/VP de GSRF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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