FRIO3F Metalfrio Solutions S.A. – Cotação Hoje
Metalfrio Solutions S.A.
FRIO3F (Metalfrio Solutions S.A.) é uma ação negociada na B3. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 174,14, registrando variação de -0.01% no dia. O ativo opera a um múltiplo Preço/Lucro (P/L) de 16.74x.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.
Checklist Fundamentalista de 12 Critérios
Critérios auditados automaticamenteA dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses
Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%
Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.
Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos
Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x
Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século
Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial
Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado
Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x
Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x
Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x
Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%
Método Barsi (Preço Teto)
Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.
Fórmula de Graham (Preço Justo)
Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.
Resumo Fundamentalista de FRIO3F
O ativo FRIO3F (Metalfrio Solutions S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 174,14, acumulando uma variação de -0.01% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 150,00 e a máxima de R$ 230,95. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 16.74x.
Histórico de Cotação: FRIO3F
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores de Valuation
Indicadores de Endividamento
Sobre a FRIO3F
Dividendos
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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Valor de mercado das empresas listadas na B3 cresceu 10,02% em 13 pregões, no 4º maior avanço nominal mensal desde 2020 O valor de mercado das empresas listadas na B3 aumentou R$ 515 bilhões nos primeiros 13 pregões de outubro de 2026, segundo levantamento da Elos Ayta, consultoria especializada em análise de dados do mercado financeiro. O montante passou de R$ 5,14 trilhões, no fim de setembro, para R$ 5,65 trilhões em 19 de outubro, uma alta de 10,02%. O avanço é o 4º maior ganho nominal mensal desde janeiro de 2020 e foi registrado antes do encerramento do mês. O resultado ficou R$ 36 bilhões abaixo do maior aumento da série, de R$ 551 bilhões, observado em janeiro de 2026. publicidade REAÇÃO AO 2º TURNO O movimento de outubro coincide com o resultado do 1º turno da eleição presidencial em 4 de outubro. O senador Flávio Bolsonaro(PL), de 45 anos, ficou à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de 80 anos, surpreendendo os investidores. publicidade publicidade O mercado avalia que Flávio terá um governo mais disciplinado do ponto de vista fiscal do que o atual presidente, o que tornaria o ambiente de negócios mais favorável para cortes de juros e, consequentemente, para a renda variável. publicidade Na sessão seguinte ao 1º turno, em 5 de outubro, a Bolsa bateu o marco dos 200 mil pontos. O Ibovespa, principal índice da B3, subiu 7,7% e terminou cotado em quase 207 mil pontos. publicidade HISTÓRICO DE VALORIZAÇÃO Janeiro de 2026 lidera o levantamento, com aumento de R$ 551 bilhões no valor de mercado das companhias, equivalente a uma alta de 11,51%. Na sequência, aparece novembro de 2020, quando o montante cresceu R$ 547 bilhões, durante as expectativas de recuperação econômica depois de anúncios de resultados positivos de vacinas contra a Covid-19. publicidade publicidade Em dezembro de 2020, o valor de mercado das empresas brasileiras avançou outros R$ 520 bilhões. Somados, os ganhos dos 2 meses chegaram a R$ 1,067 trilhão, uma expansão acumulada de 27,14%. publicidade
B3, Comunitas e GIFE reúnem lideranças empresariais em Toque de Campainha pela Filantropia em incentivo à prática
20/10/2026 B3, Comunitas e GIFE reúnem lideranças empresariais em Toque de Campainha pela Filantropia em incentivo à prática Em sua segunda edição, evento promoveu debate sobre mobilização de recursos privados para iniciativas de interesse público Crédito: Cauê Diniz/B3 São Paulo, 20 de outubro de 2026 - A B3, em parceria com a Comunitas e o Grupo de Institutos, Fundações e Empresas (GIFE), realizou nesta terça-feira (20), Dia Nacional da Filantropia, a segunda edição do Toque de Campainha pela Filantropia. O evento contou com mais de 150 pessoas, entre empresários, representantes de fundações e lideranças do terceiro setor, para o apontamento de caminhos voltados à ampliação da filantropia e do Investimento Social Privado (ISP) no país. Ao final, houve o Toque de Campainha, que marca simbolicamente momentos importantes do mercado financeiro, como lançamentos de produtos e aberturas de capital. A B3 é a única bolsa do mundo que dedica essa cerimônia ao tema da filantropia. “Hoje, a campainha que geralmente marca a abertura do mercado de capitais simboliza algo diferente e muito valioso também. Esta é uma iniciativa pioneira entre as bolsas de valores do mundo, que reforça a importância que damos à filantropia e ao investimento social privado como instrumentos de transformação e desenvolvimento do país”, comenta Chris Egan, CEO da B3. "Nos últimos anos, destinamos mais de R$ 290 milhões para mais de mil projetos que beneficiaram mais de 10 milhões de pessoas em todos os estados brasileiros”, completa. O evento ocorre em um cenário de tendência de expansão de recursos privados destinados a iniciativas de interesse público. Segundo o Censo GIFE 2024-2025, o Investimento Social Privado mobilizou R$ 5,8 bilhões para ações destinadas à geração de renda e oportunidades, redução das desigualdades, fortalecimento da democracia, justiça climática, sustentabilidade, cultura e saúde, entre outras agendas. Desse total, R$ 1,3 bilhão corresponde a repasses diretos para Organizações da Sociedade Civil, o maior valor já registrado pelo levantamento. Esta última edição do Censo foi realizada com 138 organizações associadas ao GIFE, também o maior número da série histórica. Já a Pesquisa BISC 2026, realizada pela Comunitas junto a companhias que representam 300 unidades de negócios e 21 institutos ou fundações empresariais, identificou que o investimento social corporativo se manteve próximo de R$ 6 bilhões anuais, com crescimento relativo ao lucro bruto das companhias, alcançando 0,55%. O levantamento também aponta que, embora o desenvolvimento comunitário e a inclusão produtiva estejam entre as prioridades das empresas, educação e cultura concentram os maiores volumes de recursos. Os dados reforçam a discussão sobre como ampliar a participação de empresas, famílias, fundações independentes, investidores e outras organizações na agenda filantrópica. A programação contou com o Painel pela Filantropia, que discutiu como famílias e empresas podem estruturar iniciativas perenes, com governança, continuidade e capacidade de promover transformações sistêmicas na sociedade. Entre os temas debatidos estão legado familiar, sucessão entre gerações e os fatores que contribuem para a sustentabilidade das iniciativas filantrópicas. “O investimento de aproximadamente R$ 6 bilhões por ano em projetos de interesse público demonstra uma importante consciência dos investidores sociais sobre a conexão entre a geração de riqueza e o desenvolvimento social do Brasil”, destaca o secretário-geral do GIFE, Cassio França. “Esse compromisso é significativo, mas há ainda um enorme potencial para ampliar os recursos mobilizados e fortalecer o papel do Investimento Social Privado na redução das desigualdades e na transformação da sociedade”, acrescenta França. Além do CEO da B3, Chris Egan, a cerimônia também contou com executivos como David Feffer, presidente da Suzano Holding e presidente do Conselho de Administração da Suzano S.A.; André Castelo Branco, presidente da Fundação Banco do Brasil; César Gioda Bochi, diretor-presidente do Banco Cooperativo Sicredi e da Confederação Sicredi; Gabriela Baumgart, presidente do Conselho do Grupo Baumgart e do Instituto Center Norte; Fabio Cury, fundador e membro do Conselho de Administração da Cury Construtora; e Eduarda Penido Dalla Vecchia, presidente do Conselho da FLUPP – Fundação Lucia & Pelerson Penido. "A celebração do Dia da Filantropia na B3 ocupa lugar estratégico para a visibilidade e mobilização de lideranças empresariais em prol da transformação social que a sociedade brasileira e nosso ambiente de negócios precisam,” diz Patrícia Loyola, diretora de Gestão e Investimento Social da Comunitas.
XP dá sinal verde para fundo imobiliário e recomenda compra — mas com uma ressalva
Um dos fundos imobiliários (FIIs) mais conhecidos dos investidores, o Guardian Real Estate (GARE11), que possui mais de 563 mil cotistas na bolsa, entrou na cobertura da XP Investimentos com sinal verde para compra, mas também com um ponto amarelo no radar: a concentração em poucos inquilinos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A corretora recomendou o veículo e definiu preço-alvo de R$ 9,33 para as cotas, o que representa potencial de valorização (upside) de 6,5% frente ao valor atual, de R$ 8,76. Em relatório divulgado a clientes, a casa apontou a previsibilidade dos proventos do fundo, a qualidade dos imóveis e a gestão ativa do portfólio como fatores que sustentam a tese de investimentos – embora tenha citado a falta de diversificação de carteira. Além do potencial de alta das cotas, a XP apontou que o GARE11 também apresenta dividend yield (retorno em dividendos) estimado em 11,4% para os próximos 12 meses. A corretora projeta a manutenção das distribuições mensais entre R$ 0,083 e R$ 0,090 por papel no período, faixa indicada no guidance do FII. Ao longo de 2026, cabe ressaltar, os pagamentos permaneceram em R$ 0,083 por cota. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A história do GARE11 Constituído no ano de 2020, o fundo começou a ser negociado na bolsa com o ticker GALG11 e um portfólio concentrado em seis galpões logísticos. No segundo semestre de 2023, porém, passou a se chamar Guardian Real Estate, com o código GARE11, e adotou uma estratégia que permite investimentos em diferentes segmentos imobiliários. Leia Também De acordo com os dados apresentados pela XP, o veículo acumula, desde o início das atividades, retorno de 44,8%, equivalente a 118% do desempenho do IFIX — índice que acompanha o mercado de fundos imobiliários listados na B3 — e a 119% do IFIX Tijolo — indicador voltado aos fundos com exposição a imóveis físicos. Ao fim de agosto, a carteira do GARE11 somava 34 empreendimentos e 498 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) própria. Como o veículo tem perfil híbrido, os imóveis de renda urbana representam 57% da receita contratada, enquanto os logísticos respondem por 36% e os escritórios, por 7%. Os analistas destacaram, no relatório, que, atualmente, o portfólio está integralmente ocupado e citaram, como ponto positivo, a estrutura dos acordos de locação: 88% da receita provém de contratos atípicos, que preveem multas rescisórias. O prazo médio ponderado é de 9,33 anos, e todos têm reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para a corretora, essas características aumentam a previsibilidade dos resultados e ajudam a reduzir o risco de vacância. Por outro lado, limitam a possibilidade de reajustes acima da inflação em períodos favoráveis aos proprietários, já que a atualização dos aluguéis está vinculada ao índice previsto nos contratos. Estrutura em outros FIIs A XP também destaca a estrutura de fundos exclusivos utilizada pelo GARE11 para deter parte dos imóveis. Como único cotista desses veículos, o FII tem maior flexibilidade em operações de compra e venda. Segundo os analistas, esse modelo pode aumentar a eficiência tributária em determinadas transações imobiliárias, ao permitir a negociação de participações nos fundos que detêm os empreendimentos, em vez da transferência direta das propriedades. Nesses casos, pode haver economia de Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), conforme a estrutura e as condições aplicáveis a cada operação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O ponto de atenção Apesar da avaliação positiva, a XP aponta a concentração de receita em poucos locatários como o principal ponto de atenção do GARE11. De acordo com o relatório, os três maiores inquilinos representam 73% da receita total do fundo. O Grupo Carrefour/Atacadão, por exemplo, responde por 41%, seguido por BAT/Souza Cruz, com 19%, e Grupo Pão de Açúcar (GPA), com 13%. A carteira também inclui 3 Corações, Almanara, Desco, Grupo Mateus, MRV, Air Liquide, Vale e Mercado Livre. Segundo a XP, a qualidade de crédito dos principais locatários e a robustez dos contratos ajudam a mitigar os riscos associados à concentração. A corretora ressalta, contudo, que o GPA, hoje em recuperação extrajudicial, exige acompanhamento em meio à deterioração de sua situação financeira. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas afirmaram que a varejista permanece adimplente e avaliaram que o processo de recuperação não deve afetar financeiramente o GARE11, uma vez que o pedido abrange dívidas não operacionais e preserva os pagamentos a fornecedores, funcionários e locadores. Os sete contratos do GPA, solicitou recuperação extrajudicial para renegociar cerca de R$ 4,5 bilhões em dívidas, presentes no portfólio do fundo têm natureza atípica e vencimentos entre 2038 e 2041, com multas rescisórias. Para a corretora, essa estrutura oferece proteção adicional ao FII em caso de desocupação. Outros riscos no radar Além disso, a XP destaca outros fatores que podem afetar o desempenho do GARE11. Entre eles está o risco de mercado, relacionado às oscilações de preços provocadas por condições macroeconômicas, como juros, inflação e recessões, além de mudanças nas políticas públicas nacionais e internacionais. A corretora também cita o risco de gestão, já que, de acordo com a casa, uma estratégia inadequada pode comprometer os resultados e, consequentemente, os rendimentos distribuídos aos cotistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Outro fator é o risco de liquidez, associado à dificuldade de negociar cotas sem provocar impactos relevantes nos preços de entrada e saída, especialmente em operações de maior volume. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre FRIO3F
Qual é a cotação de FRIO3F hoje na B3?
Quanto a FRIO3F paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de FRIO3F pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de FRIO3F?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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