RA

RAPT4 Randoncorp S.A. – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Randoncorp S.A.

Preço Atual
R$ 4,59
+0.22%

Resumo Fundamentalista de RAPT4

O ativo RAPT4 (Randoncorp S.A.) está sendo negociado hoje a R$ 4,59, acumulando uma variação de +0.22% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,18 e a máxima de R$ 7,02. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de -18.74x e P/VP de 0.53x. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 4,58
Fec. Ant: R$ 4,59
Variação Dia
Min: R$ 4,58
Max: R$ 4,67
52 Semanas
Mín: R$ 4,18
Máx: R$ 7,02
Volume
954.600
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

-18.74
0.53
R$ -0,39
R$ 8,64
P/Receita (PSR)
0.12
P/FCO
0.52
P/FCL
1.26
EV/Receita Líq.
0.55
EV/FCO
2.33
EV/FCL
5.65
Earning Yield
13.28%
Enterprise Value
R$ 7,19 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
3.81
Dív. Líquida/PL
1.18
Dívida Líquida
R$ 5,59 Bi
Liq. Corrente
2.12
PL/Ativos
0.25
Passivos/Ativos
0.75
Liq. Seca
1.49
Liq. Imediata
0.85

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
7.32%

Indicadores de Rentabilidade

-4.46%
6.65%
-0.72%
Giro do Ativo
0.68

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
1.23%
CAGR Lucro
-130.51%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 26.19%
Margem EBITDA 11.24%
Margem Operacional 7.32%
Margem Líquida -1.03%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 3,09 Bi
FCL R$ 1,27 Bi
Caixa Total R$ 4,02 Bi
Caixa/Ação R$ 11,49
Receita e Dívida
Receita Total R$ 13,04 Bi
Lucro Bruto R$ 3,42 Bi
EBITDA R$ 1,47 Bi
Dívida Total R$ 10,62 Bi
Crescimento
Receita 1.23%
Lucro -130.51%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 13.143,27 Mi R$ 11.915,74 Mi R$ 10.887,84 Mi R$ 11.152,42 Mi
Lucro Bruto R$ 3.297,41 Mi R$ 3.184,15 Mi R$ 2.793,36 Mi R$ 2.624,76 Mi
EBITDA R$ 856,40 Mi R$ 1.280,03 Mi R$ 1.284,57 Mi R$ 1.252,26 Mi
Lucro Líquido R$ -59,79 Mi R$ 691,70 Mi R$ 663,49 Mi R$ 666,40 Mi

Sobre a RAPT4

Market Cap
R$ 1,86 Bi

Dividendos

DIVIDENDO R$ 0,0467
Pagamento: 13/05/2025
JCP R$ 0,2094
Pagamento: 24/01/2025
JCP R$ 0,1543
Pagamento: 15/08/2024
JCP R$ 0,3594
Pagamento: 24/01/2024
JCP R$ 0,2224
Pagamento: 15/08/2023
JCP R$ 0,2893
Pagamento: 20/01/2023
JCP R$ 0,2137
Pagamento: 25/08/2022
DIVIDENDO R$ 0,3570
Pagamento: 29/04/2022
JCP R$ 0,1540
Pagamento: 20/01/2022
JCP R$ 0,1332
Pagamento: 19/08/2021

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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas Publicado às 9h35 – atualizado às 9h47 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) abriu em queda nesta sexta-feira, 14. Às 9h46 caía 0,87% aos 169.195 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar O dólar comercial virou para alta e às 9h44 subia 0,21% a R$ 5,203 na venda. Minério, petróleo, ouro e bitcoin (9h30) Petróleo Brent: +0,46% (US$ 87,4). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: -1% (US$ 62.855) Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): +0,40% (US$ 4.438) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,42% a 710,5 iuanes (US$ 105,37). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h30 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,15% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,05%. Nasdaq futuro subia 0,15%. Notícias corporativas ‌Cemig reporta lucro ajustado de R$ 1,12 bilhão no 2T26 A ‌Cemig (CMIG4) teve lucro líquido ajustado de R$ 1,12 bilhão no segundo trimestre de 2026, redução de 15,5% em relação ao ⁠mesmo período de 2025 (2T25). A ‌estatal mineira reportou Ebitda ajustado de R$ 2,47 bilhões, crescimento de 9,3% na base anual de comparação. A receita operacional somou R$ 11,1 bilhões, expansão de 3,4% na mesma base de comparação. IRB (IRBR3) reporta lucro líquido de R$ 157,5 milhões no 2T26 O IRB (IRBR3) registrou lucro líquido de R$ 157,5 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). Esse valor corresponde a um crescimento de 9,7% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). Em termos recorrentes, o lucro somou R$ 185 milhões. O volume de prêmios emitidos caiu 14,1% para R$ 1,15 bilhão, puxado principalmente pelo recuo de 19,4% em emissões locais, para R$ 803,1 milhões. No exterior, houve aumento de 1,1%, para R$ 351,1 milhões. O resultado operacional (resultado de subscrição, deduzido despesas administrativas e de tributos) positivo em R$ 53 milhões no 2T26, comparado a R$ 80 milhões no 2T25. A despesa com tributos ficou 4p.p. acima ao 2T25, impactada pelos tributos operacionais que subiram +54%, atingindo R$ 66 milhões, em virtude de R$ 46,2 milhões do ativo diferido de PIS/COFINS decorrente das provisões técnicas de sinistros. O conselho de administração da Embraer (EMBJ3) declarou na quinta-feira, 13, juros sobre o capital próprio referentes ao 3º trimestre (JCP) no valor de R$ 154 milhões, equivalentes a R$ 0,21634283532 por ação ordinária. Terão direito ao recebimento do JCP as pessoas inscritas como acionistas da companhia no encerramento do pregão da B3 na data de 21 de setembro de 2026 (data-base). As ações de emissão da Embraer e os American Depositary Shares (ADSs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) serão negociadas ex-JCP na B3 a partir de 22 de setembro de 2026, e na NYSE a partir de 23 de setembro de 2026. O JCP será pago no dia 24 de maio de 2027. O conselho de administração da LWSA (LWSA3) aprovou o pagamento de dividendo no montante de R$ 23,4 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,04254682 por ação ordinária, já excluídas as ações em tesouraria. Terão titulares de ações ordinárias da companhia em 18 de agosto de 2026, sendo que as ações passarão a ser negociadas “ex dividendos” a partir de 19 de agosto de 2026. Os pagamento será em 31 de agosto de 2026. A companhia também anunciou o cancelamento de 18,5 milhões de ações ordinárias, representando 3,3% do total de ações, mantidas na tesouraria. A LWSA anunciou um novo programa de recompra de ações. Poderão ser adquiridas até 50 milhões de ações ordinárias. O programa encerra em 14 de fevereiro de 2028. A LWSA teve no segundo trimestre (2T26) lucro líquido de R$ 34,3 milhões, alta de 117,1% na comparação com o mesmo período de 2025 (2T25). Já o lucro ajustado somou R$ 65,7 milhões, crescimento de 48,7% na mesma base de comparação. O Ebitda ajustado foi de R$ 102,5 milhões, alta de 35,1% em relação ao 2T25, um recorde histórico e, pela primeira vez, acima de R$ 100 milhões. A margem Ebitda ajustada cresceu 5,4 p.p. em relação ao 2T25, alcançando 27,3% no 2T26 (a maior nos últimos 24 trimestres), devido à forte expansão da margem do segmento de Commerce de +6,4 p.p. vs 2T25, atingindo 27,7% no 2T26. No trimestre, a receita líquida consolidada cresceu 8,2% na comparação com o 2T25, para R$ 375,2 milhões. A Axia Energia (AXIA3) realizou a subscrição e integralização de debêntures conversíveis em ações emitidas pela Eletronuclear no montante de R$ 1,5 bilhão. A subscrição decorre de obrigação prevista no termo de conciliação celebrado entre a Axia Energia e a União e homologado pelo Supremo Tribunal Federal, o qual estabeleceu, entre outras disposições, a emissão pela Eletronuclear de debêntures conversíveis em ações no valor total de R$ 2,4 bilhões, a serem obrigatoriamente subscritas pela Axia Energia e destinadas exclusivamente ao financiamento do projeto de extensão da vida útil da Usina Nuclear de Angra 1. O valor remanescente será integralizado ao longo da execução dos investimentos previstos no Programa de operação de longo prazo – Long Term Operation – de Angra 1, à medida que forem cumpridas as condições precedentes”, afirmou a Axia. A Allos (ALOS3) celebrou um Memorando de Entendimentos (MOU) para a venda integral de sua participação de 60% no São Bernardo Plaza Shopping ao XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário – FII, gerido pela XP Vista Asset Management. “A transação está alinhada ao objetivo estratégico da companhia de concentrar seu portfólio em ativos líderes de mercado”, afirmou a Allos em um comunicado. O preço acordado é de R$ 331,1 milhões, equivalente a um cap rate de 9,0%, calculado com base no NOI previsto para 2026. O conselho de administração da Ambev (ABEV3) aprovou o cancelamento de 279 milhões de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal de emissão da companhia mantidas em tesouraria, sem diminuição do capital social. Em razão do cancelamento de ações, o capital social da companhia passa a ser dividido em 15.484.664.889 ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, devendo a correspondente alteração do caput do artigo 5º do Estatuto Social ser submetida à deliberação da Assembleia Geral a ser convocada oportunamente. A companhia informou, ainda, que o programa de recompra de ações de emissão da própria companhia – aprovado em reunião do conselho de administração realizada no dia 29 de outubro de 2025 – foi encerrado, tendo em vista o atingimento do limite previsto de ações ordinárias para recompra. A Cosan (CSAN3) recebeu uma carta de intenções, apresentada por terceiro adquirente, para a alienação da totalidade da participação detida pela companhia no Terminal de Uso Privado (TUP) Porto São Luís. A proposta, que prevê um período de exclusividade para a negociação e celebração dos documentos definitivos, contempla o preço ofertado de R$ 300 milhões pela totalidade da participação da Cosan no TUP São Luís (preço indicativo). Além do preço indicativo, devido no fechamento da transação, a companhia poderá fazer jus a um earn-out para potenciais novos berços implantados/a serem implantados no TUP São Luís até 2035, em adição ao berço principal, no valor indicativo de R$ 50 milhões por berço. Os valores serão atualizados pela variação acumulada do IPCA desde a aceitação da proposta até as respectivas datas de pagamento. A Gol Linhas Aéreas anunciou mudanças em sua liderança. Após liderar uma importante fase de transformação da companhia, Celso Ferrer decidiu deixar o cargo de Chief Executive Officer (CEO), com efeito a partir de 31 de agosto de 2026, para assumir uma nova oportunidade profissional. André Fehlauer ingressará na companhia como novo CEO, com início em setembro de 2026. Albert Perez, atual Chief Operating Officer (COO) da Gol, assumirá responsabilidades adicionais como presidente e COO. Ao longo de seus mais de 20 anos na Gol, Celso ocupou diversas posições estratégicas. Como CEO desde 2022, ele foi responsável pelo processo de reestruturação que fortaleceu a posição financeira e operacional da companhia, além de liderar sua integração ao Grupo Abra. André Fehlauer retorna à Gol, onde trabalhou anteriormente por oito anos como CEO da Smiles na Argentina e no Brasil. Além de sua experiência prévia na companhia, sua trajetória profissional inclui sua atuação mais recente como CEO da Livelo, um dos principais programas de fidelidade do Brasil, além de posições no Citi e na Credicard. “A nomeação de André assegura a continuidade da visão e da liderança da Gol, mantendo o cliente no centro da estratégia da empresa, que entra em uma nova fase de criação de valor, em sinergia com as demais companhias aéreas do Grupo Abra”, afirmou a companhia em um fato relevante. Albert Perez ingressou na Gol no primeiro semestre de 2024, trazendo mais de duas décadas de experiência no setor de aviação, com passagens por posições de liderança na Avianca, JetSMART e Vueling. Nos últimos dois anos, desempenhou um papel fundamental no fortalecimento do desempenho operacional da Gol, liderando o redesenho de processos-chave e consolidando uma cultura de melhoria contínua em toda a organização. “Em sua nova e ampliada função como presidente e COO, continuará impulsionando a excelência nas operações diárias da companhia, garantindo que a Gol siga oferecendo uma experiência eficiente e de referência aos clientes à medida que amplia sua malha doméstica e internacional”. Randoncorp (RAPT3): prejuízo maior no 2T26 A Randoncorp (RAPT3) registrou prejuízo líquido de R$ 90,5 milhões no 2T26, prejuízo 159% maior que o reportado no 2T25. A rentabilidade foi impactada principalmente pelos efeitos da descontinuidade da operação da Delta Global, pelo resultado negativo de equivalência patrimonial e pela maior alíquota efetiva de impostos. O Ebitda Ajustado somou R$ 440,37 milhões, alta de 19,4% na comparação anual. A receita líquida consolidada foi de R$ 3,3 bilhões, 0,9% acima da apurada no 2T25. Nubank (ROXO34): lucro sobe 49% no 2T26 O Nubank (ROXO34) registrou lucro líquido de US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 49% em relação ao mesmo período do ano anterior. O ROE subiu 4,8 pontos percentuais, a 33%. A receita financeira líquida de juros (NII) foi de US$ 3,7 bilhões, 9% acima da reportada no 2T25. A receita total somou US$ 5,8 bilhões, alta de 39%. Yduqs (YDUQ3): lucro líquido ajustado cai 54,2% no 2T26 A Yduqs (YDUQ3) apurou lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões no ‌segundo trimestre de 2026 (2T26), 54,2% menor que o reportado no 2T25. O Ebitda Ajustado totalizou ​R$ 400 milhões, avanço de 1,6% na comparação anual. A receita ​líquida subiu 1%, a R$ 1,4 bilhão. Banco Bmg (BMGB4): lucro maior no 2T26 O Banco Bmg (BMGB4) registrou R$ 157 milhões no 2T26, alta de 25,7% em relação ao 2T25. O crescimento do lucro no trimestre é justificado, principalmente, pela mudança no mix dos ativos, contribuindo para o aumento das receitas de crédito, combinada a um custo do crédito sob controle em níveis saudáveis e contínua gestão de controle de custos. O Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) atingiu 15,5% a.a. no 2T26, ante 15,3% no trimestre anterior e 14,3% no mesmo período de 2025. “Os resultados do segundo trimestre mostram que estamos no caminho certo, com constante evolução de nossa operação”, diz Felix Cardamone, CEO do Banco Bmg. “Seguimos avançando em rentabilidade, mesmo em um cenário desafiador, com uma estratégia baseada na melhoria do mix da carteira e disciplina na execução. Ao mesmo tempo, continuamos evoluindo no relacionamento com nossos clientes e na eficiência da nossa operação”, reforça o executivo. M.Dias Branco (MDIA3): lucro líquido de R$ 168,9 milhões no 2T26 A M.Dias Branco (MDIA3) teve, no segundo trimestre de 2026 (2T26), lucro líquido de R$ 168,9 milhões, queda de 22% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda foi de R$ 284,4 milhões, recuo de 17,5% em relação ao 2T25. A companhia destacou que o Ebitda foi impactado desfavoravelmente por R$ 17,7 milhões referentes ao Projeto Acelera e ao aumento do diesel. No 2T26 a receita líquida atingiu R$ 2,69 bilhões, leve queda de 0,9% na base anual de comparação. Syn (SYNE3): lucro menor no 2T26 A SYN (SYNE3) registrou lucro líquido de R$ 5,4 milhões no 2T26, queda de 67,2% em relação ao 2T25. O resultado decorre, principalmente, da menor contribuição de ganhos não recorrentes relacionados a vendas de ativos e eventos societários reconhecidos no período anterior, além da redução da receita financeira em função da menor posição de caixa média da companhia. O Ebitda Ajustado totalizou R$ 25,0 milhões, crescimento de 27,2% em relação ao 2T25. O desempenho reflete a evolução da geração operacional de caixa da companhia, impulsionada pelo crescimento das receitas recorrentes, pela maturação operacional do CLD, combinados à redução dos custos operacionais dos empreendimentos. A margem Ebitda Ajustada atingiu 42,9%, aumento de 7,8 p.p. na comparação anual. A receita recorrente da SYN somou R$ 63,2 milhões no 2T26, crescimento de 4,0% na comparação anual. O desempenho foi impulsionado principalmente pela maturação operacional do CLD, cuja receita de locação cresceu 165,0% após a conclusão das obras e ocupação integral do empreendimento. A CPFL Energia (CPFE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 1,438 bilhão, alta de 21,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda no 2T25 foi de R$ 3,55 bilhões, crescimento de 17,4% na base anual de comparação. A receita líquida somou R$ 11,1 bilhões, expansão anual de 5,3%. A JHSF (JHSF3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 444,4 milhões, alta de 80,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda ajustado somou R$ 502,6 milhões, crescimento de 103,3% em relação ao 2T25. A companhia explicou que a evolução do Ebitda ajustado ocorreu devido ao avanço do Resultado Operacional. A receita líquida consolidada atingiu R$ 935,3 milhões no 2T26, expansão 88,5% no ano. A JHSF destacou que a evolução foi impulsionada pelo reconhecimento contábil, no segmento de Incorporação, de parte da primeira tranche da venda de estoques ao Fundo de Investimento Imobiliário (FII), referente ao projeto Boa Vista Estates, além do crescimento constante dos negócios de Renda Recorrente. A JHSF também anunciou a aprovação da continuidade do programa de recompra de ações, cujo prazo máximo para aquisição das ações é de 18 meses, encerrando em 13 de fevereiro de 2028. O programa prevê a aquisição de até 10% das ações ordinárias em circulação. As ações adquiridas no âmbito do programa poderão ser mantidas em tesouraria e destinadas a cancelamento, alienação ou atendimento a planos de remuneração baseados em ações e/ou exercício de opções de ações da companhia. A MBRF (MBRF3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 69 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 19% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda totalizou R$ 3,2 bilhões, alta de 5,4% na comparação anual, impulsionado principalmente pelo desempenho das operações da BRF e de Beef na América do Sul, com margem de 7,9%, em linha com a registrada no mesmo período de 2025. A receita líquida alcançou R$ 40,7 bilhões, avanço de 4,9% em relação ao mesmo período de 2025, com crescimento em todos os segmentos de negócio. A Sanepar (SAPR11, SAPR4) registrou um prejuízo líquido de R$ 505,2 milhões no segundo trimestre (2T26). Dessa forma reverte o lucro de R$ 263,8 milhões do mesmo trimestre de 2025 (2T25). Segundo a companhia, o resultado negativo decorre, essencialmente, do reflexo do registro contábil complementar do Passivo Regulatório associado ao precatório do IRPJ e da ausência de apropriação dos benefícios fiscais de dedutibilidade do JCP no período, fatores que impactaram diretamente o resultado financeiro e a linha de tributos sobre o lucro. O Ebitda no 2T26, que representa o resultado operacional da companhia, foi de R$ 540,3 milhões, leve alta de 0,8% contra R$ 536 milhões no 2T25. A margem Ebitda passou de 31,4% para 28,4%. A receita operacional líquida foi de R$ 1,90 bilhão no 2T26, crescimento de 11,5% no ano. O aumento na receita operacional líquida é decorrente do reajuste tarifário de 2,49% a partir de maio de 2026; revisão tarifária de 3,77% a partir de 17 de maio de 2025; crescimento do volume faturado de água e esgoto; e do aumento no número de ligações. A 3tentos (TTEN3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 205,8 milhões, queda de 37,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Já o lucro líquido ajustado (que desconsidera o efeito do Ajuste ao Valor Justo operacional e financeiro) foi de R$ 14,4 milhões no 2T26, queda anual de 86,3%, com margem líquida ajustada de 0,3% (-2,6 p.p.). O Ebitda da companhia no 2T26 foi de R$ 204,5 milhões, queda de 38% em relação ao 2T25. Já o Ebitda ajustado c/ hedge somou R$ 78,6 milhões, redução anual de 64,3%. Esse Ebitda desconsidera o efeito do Ajuste ao Valor Justo (AVJ) e combinado com o efeito dos derivativos Commodities/NDF/Opções. Segundo a companhia, o desempenho neste trimestre reflete o aumento da participação do segmento de grãos, que possui o menor nível de rentabilidade entre os segmentos, além da menor margem observada no segmento da indústria. “Importante destacar que, no acumulado de 2026, a companhia apresentou crescimento de 12,8% do seu resultado operacional com margem de 5,3%”, afirmou a 3tentos no release de resultados. A receita operacional líquida totalizou R$ 4,7 bilhões no 2T26, crescimento de 31,9% na comparação com o 2T25. Este é o 30° trimestre consecutivo de crescimento. O conselho de administração da companhia também aprovou nesta quinta-feira a criação de um programa de recompra de ações. Poderão ser adquiridas até 5 milhões de ações representativas de aproximadamente 1% da quantidade total de ações e até 4,43% das ações em circulação. O programa encerra em 13 de fevereiro de 2028. Agenda de proventos desta sexta, 14: A Schulz paga nesta sexta-feira, 14, JCP anunciado em 23 de março. O valor líquido é de R$ 0,06 por ação por ação preferencial e R$ 0,05 por ação ordinária. Desde 27 de março as ações são negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. A Intelbras paga nesta sexta-feira, 14, o dividendo no valor de R$ 0,28 por ação declarado em 29 de julho. Tem direito acionistas titulares de ações de emissão da Intelbras ao final do pregão do dia 3 de agosto de 2026, sendo que as ações INTB3 passaram a ser negociadas ex dividendos a partir do dia 4 de agosto. O BTG paga nesta sexta-feira, 14, JCP no valor líquido por ação ordinária e ação preferencial de R$ 0,21, e de R$ 0,64 por unit. A data de corte para ter direito foi em 10 de agosto. A Lavvi (LAVV3) paga nesta sexta-feira, 14, a 3° parcela do dividendo aprovado em janeiro. O valor da parcela é de R$ 70 milhões, correspondente a R$ 0,35 por ação ordinária. Tem direito a esse dividendo as pessoas titulares de ações da companhia na data-base de 2 de fevereiro de 2026. As ações são negociadas ex-dividendo desde 3 de fevereiro de 2026, inclusive. A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo e aos JCP da Taesa aprovados em 11 de agosto, é nesta sexta-feira, 14. A partir do dia 17 de agosto as ações e units passarão a ser negociadas “ex-dividendos intercalares e JCP” na B3. O valor do dividendo intercalar por Unit TAEE11 é R$ 0,24. O valor do JCP por Unit TAEE11 é R$ 0,35. O valor do dividendo por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,08. O valor dos JCP por ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,11. O pagamento dos dividendos intercalares e JCP ocorrerá no dia 26 de novembro de 2026 A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Cury, anunciado em 11 de agosto, é nesta sexta-feira, 14. A partir do dia 17 de agosto as ações passarão a ser negociadas ex-dividendo. O pagamento será realizado em uma única parcela em 8 de setembro de 2026. O valor é de R$ 0,61 por ação ordinária. A data de corte (data com) para ter direito ao JCP da Bemobi, anunciados em 11 de agosto, é nesta sexta-feira, 14. A partir do dia 17 de agosto as ações passarão a ser negociadas ex-JCP. O valor líquido é de R$ 0,15 por ação. O pagamento dos juros sobre o capital próprio aos acionistas ocorrerá em 28 de agosto de 2026. A data de corte para ter direito ao dividendo do BR Partners (BRBI11), anunciado em 6 de agosto, é nesta sexta-feira, 14. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 17 de agosto, inclusive. O pagamento será realizado em uma única parcela no dia 28 de agosto de 2026. Os acionistas detentores de Units (BRBI11) receberão, o correspondente a R$ 0,18 (dezoito centavos) por Unit. Divulgam resultado do 2T26 nesta sexta, 14: Após o fechamento do mercado: Vibra (VBBR3) Cosan (CSAN3) Boa Safra (SOJA3) Jalles Machado (JALL3) Marisa (AMAR3).

Momento B3: Braskem, Even, Gafisa, Raízen, Yduqs e os principais destaques desta sexta-feira (14)
B3 14/08/2026

Momento B3: Braskem, Even, Gafisa, Raízen, Yduqs e os principais destaques desta sexta-feira (14)

Esse é o Momento B3 do dia 14 de agosto de 2026, com tudo o que você precisa saber sobre as empresas negociadas na B3! Atualização constante durante o pregão. 💥 Confira os destaques corporativos de hoje 💥 3tentos (TTEN3) A 3tentos registrou lucro líquido de R$ 205,9 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 37,8% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração no resultado, a companhia manteve forte crescimento da receita operacional líquida, que avançou 31,9%, para R$ 4,7 bilhões, em mais um trimestre marcado pela expansão dos negócios de insumos e grãos. Saiba mais… Allos (ALOS3) A Allos celebrou um Memorando de Entendimentos (MOU) para a venda integral de sua participação de 60% no São Bernardo Plaza Shopping ao XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário – FII, gerido pela XP Vista Asset Management. Ambev (ABEV3) O conselho de administração da Ambev aprovou o cancelamento de 279 milhões de ações ordinárias, nominativas, escriturais e sem valor nominal de emissão da companhia mantidas em tesouraria, sem diminuição do capital social, informou a companhia na noite desta quinta-feira, 13. Axia (AXIA3) A Axia Energia informou nesta quinta-feira, 13, que realizou a subscrição e integralização de debêntures conversíveis em ações emitidas pela Eletronuclear no montante de R$ 1,5 bilhão. Azul (AZUL3) A Azul espera ⁠reduzir novamente a capacidade no terceiro ⁠trimestre, após os recentes cortes significativos, antes de retomar o ‌crescimento nos últimos três meses do ano, afirmou o diretor-executivo John Rodgerson na quinta-feira. Banco Bmg (BMGB4) O Banco Bmg fechou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 157 milhões, crescimento de 25,7% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado trimestral mostra avanço da rentabilidade da instituição, com o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) alcançando 15,5%, ante 14,3% um ano antes. Saiba mais… Braskem (BRKM5) A Braskem registrou lucro líquido de R$ 3,33 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), revertendo o prejuízo de R$ 267 milhões registrado no mesmo período de 2025. O resultado trimestral foi divulgado nesta sexta-feira (14/08) e veio acompanhado de forte recuperação dos indicadores operacionais, com destaque para o Ebitda recorrente de R$ 5,25 bilhões, contra R$ 427 milhões um ano antes. Saiba mais… Cemig (CMIG4) A Cemig registrou lucro líquido de R$ 945,44 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 20,44% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da retração do lucro, a companhia apresentou crescimento operacional, com avanço da receita líquida e do Ebitda no período. Saiba mais… Cosan (CSAN3) A Cosan comunicou, na noite desta quinta-feira, 13, que recebeu uma carta de intenções, apresentada por terceiro adquirente, para a alienação da totalidade da participação detida pela companhia no Terminal de Uso Privado (TUP) Porto São Luís. CPFL Energia (CPFE3) A CPFL Energia encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 1,44 bilhão, alta de 21,3% sobre o mesmo período de 2025. O balanço financeiro divulgado na noite de quinta-feira (13/08) mostrou ainda crescimento do EBITDA e da receita líquida, em um trimestre marcado pelo aumento do consumo de energia e pela forte expansão da demanda de data centers nas áreas atendidas pela companhia. Saiba mais… Cyrela (CYRE3) A Cyrela Brazil Realty encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 452 milhões, alta de 16% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado trimestral foi acompanhado por crescimento da receita líquida, melhora da margem bruta e forte geração de caixa, reforçando a execução operacional da incorporadora mesmo diante de um cenário macroeconômico ainda desafiador. Saiba mais… Dasa (DASA3) A Dasa registrou prejuízo líquido de R$ 34,9 milhões no segundo trimestre de 2026, uma melhora expressiva em relação à perda de R$ 173,2 milhões registrada no mesmo período de 2025. O resultado trimestral reforça o processo de recuperação operacional da companhia de medicina diagnóstica e hospitais, com destaque para a expansão do EBITDA, geração de caixa e redução do endividamento. Saiba mais… Even (EVEN3) A Even Construtora e Incorporadora registrou lucro líquido de R$ 30,686 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 37,2% em relação ao mesmo período de 2025. O resultado trimestral veio acompanhado de uma receita líquida de R$ 201,054 milhões, recuo de 64,7% na comparação anual. Saiba mais… ⁠Gafisa (GFSA3) A ⁠Gafisa anunciou na noite ⁠de quinta-feira que o Juízo da ‌15ª Vara Cível da Comarca da Capital do Estado do Rio de ‌Janeiro expediu carta de adjudicação da totalidade das ações representativas do capital social da Hotéis Chami, subsidiária da Gafisa e proprietária do Hotel Praia ⁠Ipanema, ‌em favor do credor Gloria ⁠VIII SPE Participações Imobiliárias. Gol A Gol Linhas Aéreas anunciou nesta quinta-feira, 13, mudanças em sua liderança. Após liderar uma importante fase de transformação da companhia, Celso Ferrer decidiu deixar o cargo de Chief Executive Officer (CEO), com efeito a partir de 31 de agosto de 2026, para assumir uma nova oportunidade profissional. Grupo Mateus (GMAT3) O Grupo Mateus registrou lucro líquido pós-IFRS 16 atribuído à companhia de R$ 236,8 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). A companhia também apresentou avanço da receita operacional líquida e do EBITDA, em um período marcado pela expansão da rede e pela pressão sobre as vendas mesmas lojas. Saiba mais… JHSF (JHSF3) A JHSF Participações encerrou o segundo trimestre de 2026 com um lucro líquido consolidado de R$ 444,4 milhões, alta de 80,8% sobre o mesmo período do ano anterior. O resultado marca o melhor segundo trimestre da história da companhia e reforça a estratégia de combinar incorporação imobiliária com negócios de renda recorrente. Saiba mais… Light (LIGT3) A Light registrou prejuízo líquido de R$ 252 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), uma piora de 390,2% em relação ao prejuízo de R$ 51 milhões registrado no mesmo período de 2025. Apesar do número negativo no balanço financeiro, o resultado trimestral trouxe sinais importantes de recuperação operacional, com forte crescimento do EBITDA ajustado e reversão do prejuízo em uma visão ajustada. Saiba mais… MBRF (MBRF3) A MBRF Global Foods registrou lucro líquido de R$ 69 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 19,6% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar da redução do lucro, o balanço financeiro mostrou crescimento operacional, com receita líquida de R$ 40,7 bilhões, alta de 4,9%, e Ebitda de R$ 3,2 bilhões, avanço de 5,4%. Saiba mais… Petz Cobasi (AUAU3) O Grupo Petz Cobasi registrou lucro líquido ajustado de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de 8,4% ante igual período do ano anterior. Raízen (RAIZ4) A Raízen reduziu ⁠em 11% o prejuízo líquido no primeiro trimestre ⁠da safra 2026/27 (abril a junho) para R$1,64 bilhão, apoiada por uma ‌expansão do resultado operacional e por um aumento da receita, de acordo com resultados divulgados nesta quinta-feira. M.Dias Branco (MDIA3) A M.Dias Branco teve, no segundo trimestre de 2026 (2T26), lucro líquido de R$ 168,9 milhões, queda de 22% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Randoncorp (RAPT3) A Randoncorp registrou prejuízo líquido de R$ 90,5 milhões no 2T26, prejuízo 159% maior que o reportado no 2T25. A rentabilidade foi impactada principalmente pelos efeitos da descontinuidade da operação da Delta Global, pelo resultado negativo de equivalência patrimonial e pela maior alíquota efetiva de impostos. Sanepar (SAPR11) A Sanepar registrou prejuízo líquido de R$ 505,2 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), revertendo o lucro de R$ 263,8 milhões registrado no mesmo período de 2025. Syn (SYNE3) A SYN registrou lucro líquido de R$ 5,4 milhões no 2T26, queda de 67,2% em relação ao 2T25. O resultado decorre, principalmente, da menor contribuição de ganhos não recorrentes relacionados a vendas de ativos e eventos societários reconhecidos no período anterior, além da redução da receita financeira em função da menor posição de caixa média da companhia. Yduqs (YDUQ3) A Yduqs apurou lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões no ‌segundo trimestre de 2026 (2T26), 54,2% menor que o reportado no 2T25. O Ebitda Ajustado totalizou ​R$ 400 milhões, avanço de 1,6% na comparação anual. A receita ​líquida subiu 1%, a R$ 1,4 bilhão.

Ibovespa futuro, dólar, lucro do Banrisul, aquisição da Orizon e outras notícias corporativas
Bitcoin 13/08/2026

Ibovespa futuro, dólar, lucro do Banrisul, aquisição da Orizon e outras notícias corporativas

Ibovespa futuro, dólar, lucro do Banrisul, aquisição da Orizon e outras notícias corporativas Publicado às 9h36 – atualizado às 9h54 Ibovespa futuro O Ibovespa futuro (INDV26 contrato com vencimento para outubro de 2026) abriu em queda nesta quinta-feira, 13. Às 9h54 caía 0,21% aos 170.055 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. Dólar Às 9h51 o dólar comercial tinha alta de 0,15% cotado a R$ 5,188 na venda. Petróleo, minério, ouro e bitcoin (9h31) Petróleo Brent: -1,83% (US$ 87,3). O Brent é referência para a Petrobras. Bitcoin futuro: +0,07% (US$ 63.667) Ouro (contrato para agosto/26 – onça-troy): -0,51% (US$ 4.444) Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,21% a 705 iuanes (US$ 104,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Futuros de ações em Nova York Às 9h30 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,26% e o S&P 500 futuro tinha valorização de 0,11%. Nasdaq futuro caía 0,12%. Notícias corporativas desta manhã: Orizon anuncia aquisição de participação de 51% no aterro sanitário de Rondonópolis (MT) A Orizon Valorização de Resíduos (ORVR3) informou nesta quinta-feira, 12, que sua subsidiária integral, Orizon Meio Ambiente (OMA), celebrou contrato para aquisição de participação correspondente a 51% do capital social da sociedade titular do aterro sanitário de Rondonópolis, localizado no município de Rondonópolis, estado de Mato Grosso. O ativo, licenciado e em operação, recebe, em média, de 13 a 14 mil toneladas mensais de resíduos sólidos urbanos, atendendo Rondonópolis e municípios do entorno. Com o novo Ecoparque, a Orizon reforça seu posicionamento no estado de Mato Grosso, onde já opera o Ecoparque Cuiabá, em mais um passo da estratégia de consolidação do setor e de expansão do banco de resíduos, com a consequente valorização do resíduo sob gestão — geração de biogás, comercialização de energia e/ou biometano e certificação e venda de créditos de carbono, dentre outros. O valor da firma (enterprise value) atribuído à participação de 51% ora adquirida é de R$ 45,4 milhões, a serem pagos à vista no fechamento da operação. O ativo possui Ebitda anual corrente estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões. O fechamento da transação está sujeito à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e às demais condições precedentes previstas em contrato. Banrisul (BRSR6) reporta lucro R$ 325,4 milhões no 2T26, redução de 13,8% no ano O Banrisul (BRSR6) divulgou nesta quinta-feira, 13, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 325,4 milhões, redução de 13,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). Frente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), o lucro líquido aumentou 46,8%. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 11,4%, ante 7,9% no 1T26 e 14,3% no 2T25, na mesma base de comparação. O patrimônio líquido do banco gaúcho atingiu R$ 11,5 bilhões no 2T26, crescimento de 3,4% na base anual de comparação. Os ativos totais somaram R$ 172,2 bilhões no 2T26, alta de 5,4% em relação ao 2T25. A carteira de crédito somou R$ 64,4 bilhões. A Bradespar (BRAP4) divulgou nesta quinta-feira, 13, que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 252,3 milhões, queda de 43,9% na comparação com o segundo trimestre de 2025 (2T25). Como companhia de investimentos, a Bradespar tem sua receita operacional originada do resultado de equivalência patrimonial e juros sobre o capital próprio da mineradora Vale (VALE3). No segundo trimestre de 2026, a Bradespar registrou receita operacional de R$ 251,9 milhões e, no acumulado dos primeiros seis meses do ano, o montante de R$ 805 milhões, refletindo o desempenho da Vale no período. O resultado financeiro da Bradespar, no trimestre que se encerrou, atingiu o valor positivo de R$ 10,9 milhões, decorrente, principalmente, de aplicações financeiras e de remuneração sobre Impostos a Recuperar. Esse resultado reflete a continuidade da posição líquida de caixa da companhia, na medida que não possui endividamento financeiro. Notícias da noite de quarta: A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 773,1 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). Dessa forma a companhia aumentou o prejuízo em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25), quando reportou perda de R$ 130 milhões. No primeiro trimestre de 2026 (1T26) o prejuízo foi de R$ 555 milhões. Segundo a companhia, o aumento do prejuízo em relação ao 1T26 resultado é consequência das maiores despesas financeiras relacionadas à variação cambial que acabou por anular a melhor performance operacional verificada no período. Quando se compara com o mesmo período de 2025, a variação foi ainda maior como resultado do impacto extraordinário das reversões de contingências observadas naquele período, afirmou a siderúrgica. O Ebitda ajustado no 2T26 atingiu R$ 2,772 bilhões, alta de 4,9% em relação ao 2T25. No release com os dados trimestrais, a CSN destaca que o resultado traz algumas mensagens importantes, como o maior desempenho já atingido no segmento de cimentos; uma evolução consistente no segmento de siderurgia, com a rentabilidade voltando para o patamar de 2 dígitos; o segundo maior desempenho do segmento de logística e um desempenho extraordinário de produção e vendas no segmento de mineração. No 2T26, a receita líquida atingiu R$ 11,3 bilhões, representando um aumento de 6,6% em relação ao trimestre anterior e de 5,7% na comparação com o mesmo período de 2025. A CSN explicou que esse resultado é consequência da sazonalidade da operação devido ao período mais seco e à maior atividade comercial, além da evolução das condições de mercado observada no segmento de siderurgia ao proporcionar aumento de vendas e preço. A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 219,4 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), alta de 89% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). De acordo com a companhia, esse resultado foi alcançado mesmo com a piora do Ebitda verificada no trimestre em razão de toda a pressão nos custos logísticos, o que ressalta a resiliência da operação, o menor impacto da variação cambial no resultado financeiro e a recuperação de créditos tributários no período. No 2T26 o Ebitda ajustado foi de R$ 1,018 bilhão, com margem Ebitda ajustada de 35,5%, representando retração de 9,4 p.p. em relação ao primeiro trimestre (1T26) e de 1,7 p.p. frente ao 2T25. O Ebitda ajustado caiu 19,7% na base anual de comparação. Segundo a mineradora, a redução da rentabilidade ocorreu mesmo em um período marcado pela excelência operacional, o que demonstra o impacto dos custos logísticos e da realização de preço no negócio. No 2T26, a receita líquida ajustada totalizou R$ 2,86 bilhões, o que representa uma redução de 9,4% em relação ao 1T26 e queda de 15,8% frente ao 2T25. Apesar do elevado volume de vendas e da manutenção do preço do minério ao longo do trimestre, o desempenho foi impactado pela apreciação cambial e pelo aumento dos custos de frete, pressionados pela guerra entre Estados Unidos e Irã, explicou a CSN Mineração. Para o time de analistas da XP, o Banco do Brasil (BBAS3) apresentou um resultado acima do esperado no segundo trimestre (2T26), com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, 15% acima da sua estimativa, apoiado por um Custo do Risco melhor que o esperado e bom controle das despesas operacionais. Mas a equipe considera que a qualidade subjacente do trimestre permanece mista. Já a Genial Investimentos destaca que, apesar da melhora ainda que marginal da rentabilidade do Banco do Brasil no trimestre, a avaliação do 2T26 é de uma piora na qualidade do resultado. O lucro líquido ajustado veio 6,9% acima da estimativa, mas a Genial segue vendo uma rentabilidade muito abaixo do custo de capital e, principalmente, uma dinâmica de crédito ainda frágil. O Banco do Brasil teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O número veio acima do esperado por analistas de mercado. O consenso da Bloomberg projetava lucro de R$ 3,5 bilhões. Já as projeções reunidas pela Lseg apontavam para R$ 3,6 bilhões. As projeções de analistas consultados pelo Valor Econômico eram de R$ 3,57 bilhões. O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) do banco estatal ficou em 8,3%. No primeiro trimestre (1T26) ficou em 7,3% e no 2T25 foi de 8,4%. A Margem Financeira Bruta (MFB) atingiu R$ 27,5 bilhões no 2T26, crescimento de 0,2% na comparação trimestral, refletindo principalmente a elevação no resultado de tesouraria (+2,1%). O Custo do Crédito correspondeu a R$ 18,5 bilhões no 2T26, elevação de 16,1% em relação ao 2T25 e redução de 2,1% frente ao 1T26. A inadimplência acima de 90 dias foi de 5,61%, enquanto o índice de cobertura encerrou o período em 148,5%. As Receitas de Prestação de Serviços totalizaram R$ 9,1 bilhões no trimestre, com alta de 3,4% comparando com o 1T26 e avanço de 4,2% na comparação com o 2T25. A Carteira de Crédito somou R$ 1,3 trilhão em junho/26, com crescimento de 0,6% no trimestre e 1,5% em 12 meses. As despesas administrativas no 2T26 atingiram R$ 10,1 bilhões, elevação de 0,6% em relação ao trimestre anterior. O Banco do Brasil (BBAS3) informou na quarta-feira, 12, a distribuição de R$ 584.910.838,17 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), relativo ao segundo trimestre de 2026. O valor por ação é de R$ 0,10413811686. Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (30/06/2026) até a data do pagamento (11/09/2026) e terão como base a posição acionária de 01/09/2026. As ações serão negociadas a “ex” a partir de 02/09/2026. O conselho de administração da Ultrapar (UGPA3) aprovou a distribuição de dividendos no montante de R$ 1.085.944.529,00, correspondentes a R$ 1,00 por ação ordinária, a serem pagos a partir de 3 de setembro de 2026, sem remuneração ou atualização monetária. A data-base para o direito ao recebimento do dividendo (record date) será 24 de agosto de 2026 no Brasil e 26 de agosto de 2026 nos Estados Unidos. Desta forma, as ações passarão a ser negociadas “ex-dividendos” a partir de 25 de agosto de 2026 na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), e de 26 de agosto de 2026 na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE). A Ultrapar também divulgou que teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 1,7 bilhão, alta de 46% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda ajustado recorrente cresceu para R$ 3,66 bilhões. A Taesa (TAEE4, TAEE11) informou que foi concluída a operação de aquisição de cinco ativos de transmissão de energia da Energisa (ENGI11). A Taesa assumiu o controle integral da Energisa Goiás Transmissora de Energia I, Energisa Pará Transmissora de Energia I e II, além de Energisa Tocantins Transmissora de Energia e Energisa Tocantins Transmissora de Energia II. Com a conclusão da operação a Taesa realizou o pagamento do preço de aquisição às vendedoras, correspondente a R$ 1,638 bilhão, sendo este valor o resultado do preço de aquisição base de R$ 1,545 bilhão, com data-base de 31 de dezembro de 2025, corrigido por CDI até a presente data e ajustado conforme previsto no contrato e no termo de fechamento. O preço permanece sujeito a ajustes pós-fechamento, a serem apurados nos próximos 90 dias. A aquisição das Sociedades adiciona para a Taesa R$ 305 milhões de RAP (ciclo RAP 2026-2027, já adicionado de PIS/COFINS), 1,3 mil km de extensão de linhas de transmissão e 4.494 MVA de potência de transformação, com 22 anos de vida contratual média remanescente, reforçando a estratégia de crescimento da companhia, na busca por ativos de transmissão que gerem sinergias com suas linhas atuais e alonguem o prazo médio de duração das concessões. A Receita Anual Permitida (RAP) é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários. A Vale (VALE3) informou que sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) está prosseguindo com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (Coarse Particle Flotation – CPF) em seu Complexo de Cobre Salobo, no Pará. A VBM espera iniciar a operação no primeiro semestre de 2028, aproximadamente um ano antes do cronograma original. “O cronograma revisado reflete iniciativas de otimização do projeto e melhorias na execução implementadas, que também contribuem para uma melhoria dos retornos do projeto”, afirmou a mineradora em um comunicado, onde ressalta que, se espera-se que o projeto adicione 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da planta de Salobo, elevando a capacidade total para 42 milhões de toneladas por ano. A produção anual de cobre deverá aumentar em até aproximadamente 30 mil toneladas contidas em concentrado, que conterá também cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto, fortalecendo ainda mais o perfil de produção de Salobo após recordes de produção alcançados em 2024 e 2025. A Vale também divulgou que a Wheaton Precious Metals concordou em pagar US$ 40 milhões à VBM para financiar parcialmente os investimentos relacionados ao projeto. Os recursos serão desembolsados em duas parcelas de US$ 20 milhões, vinculadas ao atingimento de marcos do projeto. A VBM e a Wheaton acordaram realizar esses pagamentos em substituição a futuros pagamentos por marcos previstos no atual contrato de streaming de Salobo, os quais poderiam exigir que a Wheaton realizasse pagamentos anuais de até US$ 8 milhões ao longo de um período de 10 anos, caso um plano de lavra de maior teor fosse implementado. A VBM revisou o plano do projeto CPF e simplificou seu escopo, reduzindo a estimativa de Capex para aproximadamente US$ 215 milhões, ante a projeção inicial de US$ 225-275 milhões. Considerando os recursos aportados pela Wheaton, o desembolso de capital da VBM deverá ser de aproximadamente US$ 175 milhões. O projeto CPF integra o pipeline de crescimento de cobre da VBM no Brasil, apoiado por uma base mineral de mais de 53 milhões de toneladas de cobre contido em reservas e recursos minerais, incluindo recursos inferidos. A estratégia de crescimento da Vale tem como meta elevar a produção de cobre para aproximadamente 700 mil toneladas por ano até 2035, apoiada principalmente por sua base de recursos e pipeline de projetos no sistema de Carajás, onde a VBM possui uma relevante presença operacional e infraestrutura instalada. “Essas operações e projetos têm a vantagem de estarem localizados próximos a complexos minerários já estabelecidos, instalações de processamento, infraestrutura logística e de energia, proporcionando uma trajetória de desenvolvimento com elevada eficiência de capital”, ressaltou a Vale. Metal Leve (LEVE3): lucro cresce no 2T26 para R$ 159,5 milhões A Mahle Metal Leve (LEVE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 159,5 milhões, alta de 25,8% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda atingiu R$ 277,3 milhões no 2T26, crescimento de 6,3% na base anual de comparação. No 2T26, a Receita líquida somou R$ 1,33 bilhão, queda de 2,7% em relação ao 2T25. Lucro da Suzano (SUZB3) soma R$ 1,81 bi no 2T26, queda anual A Suzano (SUZB3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 1,81 bilhão, queda de 64% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). O Ebitda ajustado atingiu R$ 4,7 bilhões no trimestre, queda de 23% sobre o mesmo período de 2025. Segundo a Suzano, a queda ocorreu em função da desvalorização do US$ médio em relação ao R$ médio; do maior CPV (Custo do Produto Vendido) base caixa por tonelada; e do menor volume de vendas de celulose. A receita líquida no 2T26 foi de R$ 11,59 bilhões, sendo 80% gerada no mercado externo (vs. 81% no 1T26 e 83% no 2T25). Em relação ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), o aumento foi de 6% é explicado pelo maior preço médio líquido de celulose em US$ (+7%) e pelo maior volume de vendas de celulose e de papel (+2% e +7%, respectivamente). A queda de 13% da receita líquida consolidada em relação ao 2T25 é explicada principalmente pelo menor volume de vendas de celulose (-11%), e pela desvalorização do US$ médio em relação ao R$ médio (-11%). Copasa reporta lucro ajustado de R$ 275,5 milhões no 2T26 A Copasa teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido ajustado de R$ 275,5 milhões, queda de 4,8% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). Sem ajuste, o lucro caiu 21,5% no ano para R$ 227,1 milhões. O Ebitda ajustado da companhia somou R$ 762,1 milhões no 2T26, alta de 11,7% em relação ao 2T25. A receita líquida de água, esgoto e resíduos sólidos do 2T26 totalizou R$ 1,95 bilhão, expansão anual de 8,9%. Azzas (AZZA3) tem lucro líquido de R$ 106,5 milhões no 2T26, queda anual de 62,5% A Azzas reportou no segundo trimestre de 2026 lucro líquido de R$ 106,5 milhões, queda de 62,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O Ebitda atingiu R$ 379,6 milhões no 2T26, queda de 29,1% na base anual de comparação. A margem Ebitda foi de 14,2%, queda de 4,3 p.p. em relação ao 2T25, devido à desalavancagem operacional. A receita líquida da varejista caiu 8,2% no ano, para R$ 2,6 bilhões. Lucro da Sabesp cai no 2T26 A Sabesp (SBSP3) teve lucro líquido ajustado de R$ 1,15 bilhão no segundo trimestre de 2026, queda de 41,2% em relação ao mesmo período de 2025. O Ebitda ajustado somou R$ 3,5 bilhões no 2T26, queda de 3,2% na base anual de comparação. A Receita líquida ajustada da companhia somou R$ 6,01 bilhões, expansão de 6,7% no ano. Rumo reporta lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no 2T26, 6% inferior ao 2T25 A Rumo (RAIL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 688 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 6% em relação ao mesmo período de 2025 (2T25). No 2T26, o Ebitda ajustado foi de R$ 2,267 bilhões, queda anual de 0,5%. A Receita operacional líquida cresceu 6,2% em relação ao 2T25, para R$ 3,94 bilhões. Moura Dubeux (MDNE3) tem lucro líquido de R$ 173,9 milhões no 2T26, alta de 44,6% no ano A Moura Dubeux (MDNE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) o maior lucro líquido trimestral de sua: R$ 173,9 milhões, crescimento de 44,6% em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). No 2T26 o Ebitda ajustado atingiu R$ 178,8 milhões, alta de 34,7% na base anual de comparação. A Receita Líquida atingiu R$ 731,1 milhões, crescimento de 10% sobre o 2T25 e 16,5% em relação ao trimestre anterior. No 2T26, a companhia lançou seis empreendimentos, totalizando R$ 1,012 bilhão de VGV (Valor Geral de Vendas) Líquido (%MD). Pelo segundo trimestre consecutivo, a Moura Dubeux superou a marca de R$ 1 bilhão em Vendas e Adesões Líquidas (%MD), alcançando R$ 1,018 bilhão no 2T26, praticamente estável em relação aos R$ 1,034 bilhão registrado no trimestre anterior. Unifique (FIQE3) reporta lucro líquido de R$ 45,9 milhões no 2T26 A Unifique (FIQE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 45,9 milhões, leve alta de 1,5% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). No 2T26, o Ebitda ajustado somou R$ 169 milhões, crescimento de 17,7% na base anual de comparação. A Receita Operacional Líquida atingiu R$ 344,7 milhões, expansão de 20,5% no ano. Kepler Weber (KPLE3) tem lucro de R$ 6,3 milhões no 2T26, A Kepler Weber (KPLE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 6,3 milhões, com margem líquida de 2,1%, redução de 2,5 p.p. em relação ao mesmo trimestre de 2025 (2T25). Na base anual de comparação o lucro caiu 56,1%. A companhia explicou que a redução do lucro líquido reflete, principalmente, o menor resultado operacional do período, decorrente do menor nível de atividade e do mix de projetos reconhecidos, que pressionaram as margens. A apreciação do real frente ao dólar reduziu a conversão das receitas de exportação para moeda local. “Apesar desse cenário, a companhia manteve resultado líquido positivo, apoiado na disciplina da gestão de custos e despesas, na eficiência operacional e na melhora do resultado financeiro, preservando a solidez de sua estrutura financeira”, afirmou a Kepler Weber no release de resultados. O Ebitda totalizou R$ 25,9 milhões no 2T26, com margem de 8,7%, resultado 31,7% inferior ao registrado no 2T25. Segundo a companhia, o desempenho refletiu, principalmente, o menor nível de atividade, que impactou a receita líquida e reduziu a diluição dos custos fixos, além da continuidade da pressão sobre os preços de venda, fatores que pressionaram a margem bruta e, consequentemente, a geração operacional da Companhia. No 2T26, a Receita líquida consolidada totalizou R$299,1 milhões, retração de 3,9% em relação ao 2T25. A SLC Agrícola (SLCE3) teve no segundo trimestre de 2026 (2T26) lucro líquido de R$ 245,1 milhões, alta de 75,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2025 (2T25). A SLC explicou que, entre os principais fatores que contribuíram para essa variação, está o incremento de R$ 285,2 milhões no lucro bruto. O Ebitda Ajustado no 2T26 totalizou R$ 580,6 milhões, crescimento de 4,3% em relação ao 2T25. O principal fator que contribuiu para a evolução do Ebitda ajustado foi o incremento do resultado bruto das culturas, no montante de R$ 111,3 milhões, que foi parcialmente compensado pelo aumento das despesas gerais e administrativas. A receita líquida atingiu R$ 2,2 bilhões no trimestre, crescimento de 16,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, estabelecendo um novo recorde para um segundo trimestre. Segundo a companhia, esse desempenho foi sustentado pelo maior volume faturado de algodão, soja, milho e rebanho bovino, além da contribuição de preços mais favoráveis de algumas dessas commodities. “O crescimento da escala operacional demonstra a capacidade da companhia de continuar expandindo sua base produtiva sem abrir mão da eficiência operacional e da qualidade da execução”, afirmou a SLC no release de resultados. A Valid (VLID3) informou que devido à movimentação das ações em tesouraria, houve um ajuste no valor unitário por ação dos dividendos anunciados em 5 de agosto, de R$ 0,18000000000 por ação para R$ 0,18011515831 por ação. O pagamento será realizado no dia 31 de agosto de 2026, com base na posição acionária constante dos registros da companhia nesta quarta-feira, 12 de agosto. As ações serão negociadas “ex-dividendos” a partir de quinta-feira, 13 de agosto, inclusive. Agenda de provento desta quinta, 13: A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Alupar, anunciado em 6 de agosto, é nesta quinta-feira, 13. A partir de sexta-feira, 14, as ações serão divulgadas ex-dividendo. O valor total é de R$ 69,2 milhões. Essa quantia corresponde a R$ 0,07 por ação ON e PN e a R$ 0,21 por Unit. O pagamento está previsto para ocorrer até 6 de outubro. A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Eztec, anunciado em 6 de agosto, é nesta quinta-feira, 13. A partir de sexta-feira, 14, as ações serão divulgadas ex-dividendo. O valor total é de R$ 26,2 milhões, correspondente a R$ 0,09 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos aos acionistas até 28 de agosto de 2026. A data de corte (data com) para ter direito ao dividendo da Tenda, anunciado em 7 de agosto, é nesta quinta-feira, 13. A partir de sexta-feira, 14, as ações serão divulgadas ex-dividendo. O pagamento dos dividendos intercalares será realizado em uma única parcela no dia 30 de dezembro de 2026 no valor de R$ 0,63 por ação ordinária. Divulgam resultado do 2T26 nesta quinta, 13: Antes da abertura do mercado: Banrisul (BRSR6) Após o fechamento do mercado: CPFL (CPFE3) Cemig (CMIG3) MBRF (MBRF3) Compass (PASS3) Sanepar (SAPR11) Cyrela (CYRE3) Braskem (BRKM5) Nubank (ROXO34) Azul (AZUL3) JHSF (JHSF3) Orizon (ORVR3) M.Dias Branco (MDIA3) Três Tentos (TTEN3) IRB (IRBR3) Dasa (DASA3) Banco Bmg (BMGB4) União Pet (AUAU3) Yduqs (YDUQ3) LWSA (LWSA3) Randoncorp (RAPT3) Light (LIGT3) Priner (PRNR3) Trisul (TRIS3) Even (EVEN3) Syn (SYNE3) Tecnisa (TCSA3) IMC (MEAL3) Grupo Mateus (GMAT3) Infracommerce (IFCM3) Siga o canal no Whatsapp de notícias de empresas: entre aqui

Perguntas Frequentes sobre RAPT4

Qual é a cotação de RAPT4 hoje na B3?
A cotação de RAPT4 hoje está em R$ 4,59. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 4,58 e máxima de R$ 4,67.
Quanto a RAPT4 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RAPT4?
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O que significa o P/L e o P/VP de RAPT4?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

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