ERPA11 Europa 105 Fundo Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Europa 105 Fundo Investimento Imobiliario
CNPJ: 31469385000164
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Europa 105 Imóveis para renda acabados | Avenida Europa, 105 - Jardim Paulista | 3.325 m² | 0,00% | 100,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do ERPA11.
Resumo Fundamentalista de ERPA11
O ativo ERPA11 (Europa 105 Fundo Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 125,49, acumulando uma variação de +0.02% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 100,00 e a máxima de R$ 130,99. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 8.93% e indicador P/VP de 0.76x.
Histórico de Cotação: ERPA11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a ERPA11
O EUROPA 105 FII (ERPA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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Bitcoin mantém US$ 86 mil mesmo com dólar americano no maior patamar em 18 meses: o que explica a resiliência
O índice DXY saltou para 102,5, maior nível desde abril de 2024, mas o bitcoin não cedeu. Entenda o que sustenta o preço e quais riscos estão no radar. Bitcoin segura US$ 86 mil com dólar no maior nível em 18 meses O índice do dólar americano (DXY), que mede a moeda contra uma cesta de seis divisas globais, chegou a aproximadamente 102,5 pontos nesta segunda-feira. É o maior patamar em quase 18 meses. Desde o início de setembro, quando rondava os 99 pontos, o indicador acumula alta de cerca de 3,5%, um movimento relevante para o mercado cambial, onde oscilações de 1% já são consideradas expressivas. O DXY agora opera confortavelmente acima da sua média móvel de 200 dias, também próxima dos 99 pontos. Para quem acompanha análise técnica, esse cruzamento sinaliza momentum comprador consolidado, não apenas um repique pontual. Normalmente, um dólar forte nesse patamar seria uma sentença para ativos de risco. Mas o bitcoin segue firme na faixa dos US$ 86 mil, desafiando a correlação inversa que dominou boa parte de 2024. A pergunta que importa: essa resiliência é sustentável ou apenas uma questão de tempo? Mercados O raio-x de cada ativo, aberto a todos. Preços, fundamentos e indicadores de centenas de ativos num lugar só. De graça, sem login. Abrir Mercados → N NVDA — — B BTC — — Q QBTC11 — — +1500 ativos no Mercados Por que o dólar forte costuma pressionar o bitcoin A mecânica é relativamente simples. Quando o dólar se fortalece, o custo de servir dívida denominada na moeda americana aumenta para investidores e empresas fora dos Estados Unidos. Ao mesmo tempo, o poder de compra de investidores internacionais diminui, tornando ativos cotados em dólar mais caros. Somem-se a isso os juros mais altos. O Federal Reserve elevou a taxa básica em 25 pontos-base em setembro, levando a faixa para 3,75% a 4%. O mercado já precifica novas altas, com o intervalo de 4,5% a 4,75% emergindo como cenário mais provável até meados de 2027. Isso torna a renda fixa americana, considerada o ativo mais seguro do mundo, ainda mais atraente. Os yields de longo prazo dos títulos do Tesouro americano atingiram níveis que não eram vistos há mais de duas décadas. Para o investidor racional, a barra para justificar a alocação em bitcoin ou ações sobe junto com esses rendimentos. Como detalhamos em nossa cobertura sobre o mercado cripto, esse cenário de juros elevados foi o principal vilão dos criptoativos nos últimos ciclos de aperto monetário. O que está por trás da fraqueza do euro e seu efeito no DXY Um detalhe frequentemente ignorado pelos analistas de cripto: o euro representa 57,6% da composição do DXY. Ou seja, mais da metade do movimento do índice do dólar é, na prática, um reflexo da fraqueza europeia, não necessariamente da força americana isolada. E a Europa não está bem. O euro recuou para a região de 1,12, menor cotação em 17 meses. A França enfrenta pressão crescente sobre seu déficit fiscal e custos de financiamento, com o cenário se complicando à medida que a eleição presidencial de 2026 se aproxima. Na Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez convocou eleições antecipadas para 29 de novembro, adicionando uma camada extra de incerteza política ao bloco. Essa combinação de fragilidade fiscal e instabilidade política no velho continente empurra capital para ativos denominados em dólar. É o clássico movimento de flight to safety, algo que exploramos em nossa editoria de finanças ao analisar os fluxos globais de capital. Bitcoin desafia a correlação: o que sustenta os US$ 86 mil Se o cenário macro deveria pressionar o bitcoin para baixo, por que ele não cede? Alguns fatores ajudam a explicar. Primeiro, o mês de outubro historicamente favorece o ativo. Apelidado de “Uptober” pela comunidade cripto, o décimo mês do ano registrou retornos positivos em oito dos últimos dez ciclos. Isso cria um viés comportamental que atrai fluxo comprador sazonal. Segundo, a narrativa do bitcoin como proteção contra a desvalorização de moedas fiduciárias ganha tração justamente quando os problemas fiscais europeus ficam evidentes. Se o euro perde valor por causa de déficits insustentáveis, o argumento de escassez programática do bitcoin, com seu supply fixo de 21 milhões de unidades, encontra terreno fértil. Terceiro, os fluxos institucionais via ETFs de bitcoin à vista nos Estados Unidos continuam relevantes. Desde a aprovação desses produtos no início de 2024, a estrutura de demanda do mercado mudou. Como analisamos em nossa cobertura sobre os ETFs de bitcoin, o capital institucional tende a ser mais paciente e menos reativo a oscilações de curto prazo no dólar. Quais riscos ficam no radar A resiliência atual não elimina os riscos. Se o DXY continuar subindo em direção aos 105 pontos, o que não seria absurdo caso o Fed mantenha o discurso hawkish, a pressão sobre ativos de risco pode se intensificar de forma mais aguda. Outro fator de atenção são as preocupações com a sustentabilidade fiscal dos próprios Estados Unidos. O aumento dos gastos com juros da dívida americana, que já consome parcela significativa do orçamento federal, pode criar um paradoxo: o dólar se fortalece no curto prazo pelo diferencial de juros, mas enfraquece no longo prazo pela deterioração fiscal. Esse cenário, aliás, é um dos argumentos estruturais mais fortes para a tese de reserva de valor do bitcoin. Por ora, o mercado parece estar precificando um cenário intermediário: dólar forte sem colapso de ativos de risco. É um equilíbrio instável. A próxima decisão do Fed e os dados de inflação americana das próximas semanas serão os catalisadores que definirão se o bitcoin sustenta esse patamar ou se a correlação inversa com o dólar volta a pesar. Para o investidor brasileiro, vale lembrar que a alta do dólar também impacta diretamente o preço do bitcoin em reais. Mesmo que o ativo fique estável em dólares, a valorização da moeda americana frente ao real significa que cada bitcoin comprado hoje exige mais capital local. É um lembrete de que, no mercado cripto, o câmbio nunca é um detalhe.
Lula e Flávio dividem vitórias no exterior; veja a parcial
Redes sociais Boletim de urna no exterior é exibido após votação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) dividem vitórias nas primeiras localidades com votação encerrada no exterior neste domingo (4) de primeiro turn o das eleições 2026. Lula venceu na Nova Zelândia e na China, enquanto Flávio teve vantagem no Japão. Na Europa, a parcial também regsitra resultados da Estônia, Finlândia, Chipre e Grécia. Mais de 916 mil brasileiros estão aptos a votar fora do país, em seções instaladas em 186 cidades de 134 países. Segundo o cadastro divulgado pelo TSE em setembro, são 918.876 eleitores habilitados. Quem tem domicílio eleitoral no exterior participa exclusivamente da escolha de presidente e vice-presidente da República. Os Estados Unidos concentram o maior contingente, com cerca de 265 mil eleitores brasileiros. Na sequência aparecem Portugal, com aproximadamente 135 mil, e Japão, com 88 mil. Essas contagens antecedem a divulgação oficial da totalização pelo Tribunal Superior Eleitoral ( TSE), que está prevsita para começar às 17h de Brasília. A contabilização é feita por meio do registro dos Boletins de Urnas impressos e exibidos nas sessões eleitorais após o fim da votação. Como a votação fora do Brasil segue os horários locais, seções de países com fusos adiantados encerram os trabalhos enquanto brasileiros em outras regiões ainda estão votando. No Japão, o levantamento informa 25.109 votos para Flávio e 5.567 para Lula. Na China nas seções de Pequim, Xangai e Cantão, o petista recebeu 268 votos, contra 98 do adversário. Localidade Lula (PT) Flávio Bolsonaro (PL) Japão 5.567 25.109 Nova Zelândia 234 64 China continental: Pequim, Xangai e Cantão 268 98 Coreia do Sul 123 72 Malásia 44 27 Singapura 190 92 Hong Kong 99 105 Taiwan 77 107 Filipinas: Manila 26 33 Tailândia: Bangkok 40 51 Arábia Saudita 52 22 Qatar 147 173 Emirados Árabes Unidos 512 659 Israel 92 523 Palestina: Ramala 1.078 46 Estônia 142 19 Finlândia 475 155 Chipre 24 20 Grécia: Atenas 196 230 Resultado parcial da votação dos brasileiros no exterior Na Europa, o horário regular terminou ao meio-dia de Brasília em países como Alemanha, França e Itália, e às 13h em Portugal, Reino Unido e Irlanda. Nas Américas, a votação continua durante a tarde brasileira. Nas cidades de Nova York, Boston, Miami e Washington, o encerramento regular corresponde às 18h de Brasília. Em Los Angeles e São Francisco, às 21h. No Canadá, Toronto, Ottawa e Montreal seguem a referência das 18h, enquanto Vancouver encerra às 21h.
A Europa fez ciclovias. Agora faltam mecânicos para consertar as bicicletas
A Europa conseguiu convencer milhões de pessoas a trocar o carro pela bicicleta. Agora descobriu um problema inesperado: faltam mecânicos para mantê-las rodando. O continente precisará de 105 mil novos profissionais até 2032 para acompanhar a demanda, segundo um estudo da iniciativa NextGen Mechanics. Hoje, o setor emprega cerca de 175 mil mecânicos e já enfrenta um déficit estimado em 45 mil. Considerando também a reposição de quem deixará a profissão, a força de trabalho terá de chegar a aproximadamente 247 mil pessoas nos próximos seis anos. Em boa medida, o gargalo é consequência do sucesso da bicicleta como meio de transporte. Em Paris, o volume de ciclistas chegou a dobrar em um ano. Em Londres, já há mais deslocamentos diários de bicicleta do que de automóveis particulares. A oferta de oficinas e profissionais qualificados, porém, não acompanhou esse crescimento. O resultado aparece na rotina dos ciclistas. Outro levantamento, o State of the Nation 2026, da Shimano, fabricante de equipamentos para bicicletas, estima que 212 milhões de europeus enfrentam algum obstáculo relacionado à manutenção das bicicletas. Cerca de 121 milhões pedalam menos por causa disso, 65 milhões reduziram bastante a frequência e 7,6 milhões simplesmente deixaram de pedalar. O problema também mostra como a bicicleta deixou de ser um equipamento tão simples de consertar. Bicicletas elétricas, cargueiras, freios hidráulicos e sistemas eletrônicos exigem mais conhecimento técnico. Ao mesmo tempo, a profissão não acompanhou essa transformação. Entre profissionais e empresas ouvidos pela NextGen Mechanics, 72,5% apontaram baixos salários ou pouco reconhecimento profissional como causas da escassez. Outros 55% citaram a falta de formação e qualificações adequadas. Também pesam o esforço físico para lidar com bicicletas elétricas mais pesadas e a pressão para entregar os reparos rapidamente. É uma espécie de segunda etapa da infraestrutura cicloviária. Não basta construir ciclovias e colocar bicicletas nas ruas. É preciso criar um ecossistema capaz de mantê-las funcionando. No Brasil, entretanto, o desafio ainda está principalmente na primeira etapa. As capitais brasileiras somam cerca de 4.266 quilômetros de ciclovias e ciclofaixas exclusivas e segregadas, segundo levantamento da Aliança Bike. A malha cresceu apenas 5% em 12 meses. Nenhuma capital tem infraestrutura exclusiva para bicicletas em 10% de suas vias e cerca de dois terços delas não chegam a 3%. São Paulo lidera em extensão, com aproximadamente 737 quilômetros, seguida pelo Distrito Federal, com 626,5 quilômetros, Fortaleza, com 477,6 quilômetros, Rio de Janeiro, com 319,4 quilômetros, e Salvador, com 308,5 quilômetros. Quando se considera o tamanho da rede viária, porém, o quadro muda. Fortaleza aparece à frente, com infraestrutura cicloviária em cerca de 8,3% das vias, seguida por Salvador, com 7,1%, e Florianópolis, com 6,9%. O déficit fica ainda mais evidente quando a conta parte das pessoas, e não dos quilômetros. Dados do Censo do IBGE indicam que menos de 2% da população urbana brasileira mora em vias com ciclovias ou ciclofaixas. Por outro lado, a demanda existe. Na Região Metropolitana de São Paulo, pesquisas de mobilidade registraram crescimento de cerca de 25% no uso da bicicleta como meio de transporte. Sistemas de compartilhamento também vêm registrando volumes elevados de viagens, enquanto as bicicletas elétricas ajudam a tornar trajetos mais longos e cidades com muitas subidas mais acessíveis. A bicicleta entrou também no planejamento climático federal. O Plano Clima incorporou metas de mobilidade ativa até 2035, associando o aumento do uso de bicicletas à redução da dependência dos veículos mais poluentes. Construir quilômetros de ciclovias, no entanto, é apenas o começo. Se a bicicleta realmente ganhar escala como transporte urbano, será necessário pensar em estacionamento, integração com transporte público, segurança, oficinas, peças e mão de obra qualificada. Afinal, uma cidade pode até construir uma ciclovia. Mas, quando o pneu fura, alguém ainda precisa consertá-lo.
Perguntas Frequentes sobre ERPA11
Qual é a cotação de ERPA11 hoje na B3?
Quanto a ERPA11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ERPA11?
O que significa o P/L e o P/VP de ERPA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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