EQ

EQPA7 Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs C – Cotação Hoje

📈 Ação B3

Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs C

Preço Atual
R$ 8,01
-19.90%
Análise Fundamentalista Estratégia de Longo Prazo

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 7 de 12 critérios. Alguns múltiplos ou métricas de endividamento exigem cautela.

Pontuação dos Critérios 7/12 (58.3%)
Mínimo Buy & Hold: 8/12 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 12 Critérios

Critérios auditados automaticamente
Dívida Líquida < Lucro Líquido (12M)
Dív. Líq (R$ 11.64 Bi) maior que Lucro (R$ 1.57 Bi)

A dívida líquida da empresa é menor que o lucro líquido dos últimos 12 meses

ROE > 5%
ROE atual: 29.86% (Acima de 5%)

Retorno sobre o Patrimônio Líquido historicamente superior a 5%

Histórico de Dividendos (> 4% a.a.)
Yield médio histórico: 8.27% a.a.

Histórico consistente de distribuição de proventos acima de 4% a.a.

Crescimento de Receita ou Lucro (> 5%)
Receita: +10.10% | Lucro: +9.61%

Crescimento de receitas ou lucros superior a 5% nos últimos anos

P/VP abaixo de 5
P/VP atual: 4.21x (Abaixo de 5)

Preço sobre Valor Patrimonial negociado abaixo de 5x

Setor com mais de 100 anos
Setor: Outros

Atuação em setor perene e consolidado há mais de um século

Empresa Blue Chip
Ação fora da lista das principais Blue Chips

Companhia de grande porte, alta liquidez e liderança setorial

Mais de 30 anos de mercado
Data de fundação não mapeada

Companhia fundada há mais de 30 anos com histórico comprovado

P/L abaixo de 30
P/L atual: 11.27x (Abaixo de 30)

Preço sobre Lucro negociado abaixo de 30x

Dív. Líquida/EBITDA < 2
Dív. Líq/EBITDA: 0.56x (Abaixo de 2)

Alavancagem financeira controlada com Dívida Líquida/EBITDA menor que 2x

EV/EBIT abaixo de 7
EV/EBIT atual: 1.46x (Abaixo de 7)

Enterprise Value sobre EBIT operacional negociado abaixo de 7x

Tag Along entre 80% e 100%
Tag Along de 0% (Abaixo de 80%)

Proteção aos acionistas minoritários com Tag Along de 80% a 100%

ℹ️ Análise algorítmica fundamentalista calculada em tempo real com base em demonstrativos CVM/B3. Não constitui recomendação de compra ou venda.
💰
Valuation por Dividendos

Método Barsi (Preço Teto)

Abaixo do Preço Teto (Margem de Segurança)

Estratégia focada em renda passiva com cálculo do preço máximo para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base na média dos últimos 5 anos.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 9,53
DPA Médio (5 anos) R$ 0,57
Margem de Segurança +18.98%
Ajustar parâmetros na Calculadora Barsi
Fórmula: DPA Médio ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
📐
Value Investing

Fórmula de Graham (Preço Justo)

Negociando com Ágio (Acima do Valor Intrínseco)

Fórmula de Benjamin Graham determinando o valor intrínseco a partir dos múltiplos conservadores de P/L ≤ 15 e P/VP ≤ 1,5.

Preço Justo Intrínseco (Graham)
R$ 6,16
LPA R$ 0,71
VPA R$ 2,38
Margem / Potencial -23.10%
Ajustar parâmetros na Calculadora Graham
Fórmula: √(22,5 × LPA × VPA) Fator 22,5 = P/L 15 × P/VP 1,5
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi e da Fórmula de Graham são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo EQPA7 (Equatorial Para Distribuidora de Energia SA Pfd Registered Shs C) está sendo negociado hoje a R$ 8,01, acumulando uma variação de -19.90% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 5,51 e a máxima de R$ 10,04. Em termos de valuation, o papel negocia a um múltiplo P/L de 11.27x e P/VP de 4.21x. Com Dividend Yield acumulado nos últimos 12 meses de 13.86%.

Abertura
R$ 8,00
Fec. Ant: R$ 8,01
Variação Dia
Min: R$ 8,00
Max: R$ 8,01
52 Semanas
Mín: R$ 5,51
Máx: R$ 10,04
Volume
500
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

11.27
4.21
R$ 0,71
R$ 2,38
P/Receita (PSR)
1.39
P/FCO
13.71
P/FCL
53.62
EV/Receita Líq.
2.30
EV/FCO
22.73
EV/FCL
88.88
Earning Yield
68.29%
Enterprise Value
R$ 29,33 Bi
R$ 17,69 Bi

Indicadores de Endividamento

Dív. Líq./EBITDA
0.56
Dív. Líquida/PL
2.22
Dívida Líquida
R$ 11,64 Bi
Liq. Corrente
1.71
PL/Ativos
0.28
Passivos/Ativos
0.72
Liq. Seca
1.70
Liq. Imediata
0.73

Indicadores de Eficiência

Margem EBIT
1.58%

Indicadores de Rentabilidade

3.67%
103.66%
96.34%
Giro do Ativo
0.68

Indicadores de Crescimento

CAGR Receita
10.10%
CAGR Lucro
960.72%

Dados Financeiros

Margens
Margem Bruta 167.25%
Margem EBITDA 162.68%
Margem Operacional 157.82%
Margem Líquida 150.85%
Fluxo de Caixa
FCO R$ 1,29 Bi
FCL R$ 330,01 Mi
Caixa Total R$ 2,43 Bi
Caixa/Ação R$ 1,10
Receita e Dívida
Receita Total R$ 12,77 Bi
Lucro Bruto R$ 21,36 Bi
EBITDA R$ 20,77 Bi
Dívida Total R$ 11,60 Bi
Crescimento
Receita 10.10%
Lucro 960.72%

Resultados Financeiros

Indicador (Anual) 2025 2024 2023 2022
Receita Total R$ 12.223,74 Mi R$ 10.861,90 Mi R$ 10.378,38 Mi R$ 8.513,22 Mi
Lucro Bruto R$ 21.070,30 Mi R$ 3.457,13 Mi R$ 3.508,90 Mi R$ 2.924,95 Mi
EBIT / Lucro Operacional R$ 20.028,21 Mi R$ 2.531,58 Mi R$ 2.884,45 Mi R$ 2.018,61 Mi
Lucro Líquido R$ 19.245,76 Mi R$ 1.976,07 Mi R$ 2.225,81 Mi R$ 1.556,40 Mi

Sobre a EQPA7

Setor
Outros
Indústria / Segmento
Outros
Market Cap
R$ 12,28 Bi
DIVIDENDO R$ 0,3169
Pagamento: 08/07/2026
DIVIDENDO R$ 0,1346
Pagamento: 22/06/2026
DIVIDENDO R$ 0,6587
Pagamento: 26/12/2025
DIVIDENDO R$ 0,7589
Pagamento: 28/11/2024
JCP R$ 0,0011
Pagamento: 30/12/2024
DIVIDENDO R$ 0,0225
Pagamento: 05/12/2023
DIVIDENDO R$ 0,1251
Pagamento: 05/12/2023
DIVIDENDO R$ 0,3560
Pagamento: 09/12/2022
DIVIDENDO R$ 0,3973
Pagamento: 30/11/2022
DIVIDENDO R$ 0,1300
Pagamento: 23/06/2022

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Como a tokenização da B3 vai criar novas fontes de receita para assessores de investimentos Por Guilherme Utpadel, CEO da WP Manager. Quando vejo o mercado discutindo a B3RL, a primeira reação costuma ser classificá-la como mais uma novidade relacionada a criptoativos. Para mim, essa leitura é limitada. O que está sendo construído pela B3 diz respeito a uma mudança muito mais ampla na infraestrutura do mercado financeiro e, principalmente, pode criar uma nova frente de distribuição e receita para os escritórios de assessoria. A B3 confirmou o cronograma da B3RL, sua stablecoin lastreada em real e garantida por títulos do Tesouro Nacional, construída sobre a rede Polygon. A estrutura de liquidação deve entrar em testes ainda em 2026, enquanto a plataforma de tokenização avança no segundo semestre. A partir de 2027, ações e produtos de renda fixa devem começar a circular como ativos tokenizados dentro do próprio ecossistema da bolsa. O ponto que considero mais importante é entender o que isso significa na prática. Rodrigo Nardoni, vice-presidente de Tecnologia da B3, foi bastante preciso ao explicar que não estamos falando, neste primeiro momento, da criação de um mercado de negociação de ações tokenizadas. Estamos falando de uma representação em blockchain da base de dados do depositário tradicional. Pode parecer uma diferença técnica, mas, para mim, é justamente aí que está a importância do movimento. Estamos falando de infraestrutura. E toda vez que uma nova infraestrutura torna uma determinada operação mais eficiente e escalável, ela pode abrir espaço para novos produtos, novos modelos de distribuição e novas fontes de receita. Não é sobre blockchain. É sobre distribuição Quem trabalha com assessoria sabe que a evolução do mercado financeiro também é uma história de ampliação do cardápio de produtos. COEs, crédito privado, fundos estruturados, câmbio e diferentes modalidades de investimento foram criando novas possibilidades de distribuição ao longo dos anos. Cada nova classe de produto trouxe também uma oportunidade para os escritórios ampliarem sua atuação e suas receitas. Eu vejo a tokenização dentro dessa mesma lógica. A tecnologia pode reduzir etapas de liquidação, diminuir a necessidade de reconciliações entre diferentes participantes da cadeia e permitir que determinados ativos sejam estruturados e distribuídos de maneira diferente da que conhecemos hoje. Isso pode significar produtos mais fracionados, novas possibilidades de liquidez e estruturas que hoje ainda não estão disponíveis para o investidor de varejo. Para mim, portanto, a pergunta mais interessante não é quem vai programar a blockchain. É quem vai vender os produtos que nascerem sobre essa nova infraestrutura. E, nesse ponto, os escritórios de assessoria têm uma posição privilegiada. Uma nova fonte de receita está se formando É claro que ainda não sabemos exatamente como essa oportunidade vai se transformar em dinheiro para os escritórios. Não existe hoje um histórico de operação em escala que permita afirmar qual será a remuneração de cada produto tokenizado, qual será o percentual de comissão ou como os repasses serão estruturados. Qualquer número fechado apresentado neste momento seria especulação. Mas não precisamos saber o percentual para entender a direção. Se novos produtos financeiros chegarem ao mercado e precisarem ser distribuídos, haverá uma cadeia de participantes responsável por levar esses produtos ao investidor. E, nessa cadeia, os escritórios de assessoria terão potencialmente um papel relevante. Acredito que os escritórios que começarem a entender essa transformação agora estarão em uma posição melhor quando esses produtos ganharem escala. Não porque necessariamente serão os primeiros a vender um determinado ativo, mas porque já terão desenvolvido a estrutura comercial e operacional necessária para incorporá-lo ao portfólio. O problema é que não podemos criar uma receita nova com controles antigos Existe, porém, um ponto que me preocupa particularmente. O mercado financeiro brasileiro avançou muito na discussão sobre transparência e conflitos de interesse. As Resoluções CVM 178 e 179 são parte importante desse movimento, especialmente ao trazer mais visibilidade para as relações de remuneração e para a atuação dos intermediários. Na minha visão, seria um erro construir uma nova economia de ativos tokenizados e repetir os mesmos problemas de controle que ainda existem em estruturas tradicionais. Imagine um escritório que passe a distribuir dez, vinte ou cinquenta produtos tokenizados e precise controlar manualmente quanto cada produto gerou, de onde veio a receita, quanto cabe ao escritório, quanto deve ser direcionado ao assessor e como esse valor será dividido entre sócios. Não faz sentido. Se estamos falando de uma infraestrutura digital, com rastreabilidade e automação como algumas de suas principais promessas, o controle da receita também precisa acompanhar essa evolução. Não podemos colocar um produto financeiro em blockchain e continuar administrando o comissionamento em planilhas. É justamente aqui que a gestão de comissões se torna estratégica Na WP Manager, eu acompanho esse problema de perto porque ele já existe hoje, antes mesmo de a tokenização ganhar escala. A nossa plataforma foi desenvolvida para automatizar o cálculo de comissões e dar rastreabilidade ao caminho da receita, desde a origem do produto até o escritório, o assessor e os sócios. Também trabalhamos com estruturas societárias que envolvem regras de vesting, cliff e governança. O que muda com a tokenização é o tipo de produto que pode entrar nessa esteira. O motor continua sendo essencialmente o mesmo: identificar a origem da receita, calcular o valor devido, aplicar as regras estabelecidas e garantir que cada participante receba aquilo que lhe cabe, com rastreabilidade. Se, a partir de 2027, os ativos tokenizados começarem efetivamente a ganhar volume, não acredito que os escritórios devam criar uma estrutura completamente nova para administrar essas receitas. O caminho mais eficiente será incorporar esses produtos à infraestrutura que já utilizam. É uma questão de escala. O maior risco é chegar tarde Ainda vejo parte do mercado tratando a tokenização como algo distante, restrito a especialistas em tecnologia ou a investidores interessados em criptoativos. Acredito que esse é um erro de leitura. A tecnologia pode estar nos bastidores, mas o impacto tende a aparecer na ponta: nos produtos oferecidos ao cliente, na forma de distribuição, nos processos operacionais e, consequentemente, nas receitas dos participantes desse ecossistema. Ainda precisamos descobrir quais produtos terão maior adesão, como será a regulamentação, qual será o papel de cada intermediário e como exatamente a remuneração será estruturada. Mas esperar todas essas respostas para começar a se preparar pode ser uma estratégia ruim. Quando uma nova fonte de receita se torna evidente para todo o mercado, a vantagem de quem começou a se preparar antes já diminuiu. Por isso, acredito que a discussão sobre a B3RL deveria estar acontecendo agora dentro dos escritórios de assessoria. Não para decidir quais ativos tokenizados serão vendidos amanhã, mas para entender quais processos precisarão estar preparados quando eles chegarem. No fim, não vejo a B3RL como uma notícia de criptoativo. Vejo como mais um passo na transformação da infraestrutura do mercado financeiro brasileiro e, potencialmente, como o início de uma nova categoria de produtos que os escritórios terão de aprender a distribuir. Ainda não sabemos exatamente quanto essa nova receita vai representar. Mas sabemos que, quando ela chegar, alguém terá de distribuí-la. E eu acredito que os escritórios que estiverem preparados para fazer isso com controle, transparência e governança terão uma vantagem importante sobre aqueles que decidirem esperar o mercado acontecer para só então se adaptar.

Bolsa brasileira sofre debandada de empresas: 33 pediram para sair desde 2024
B3

Bolsa brasileira sofre debandada de empresas: 33 pediram para sair desde 2024

Preços deprimidos e volumes de negociação estagnados estão levando um número cada vez maior de empresas brasileiras a fechar capital, enfraquecendo ainda mais um mercado que já se tornou coadjuvante nas carteiras globais de ações. A B3 registrou a saída de 33 empresas desde 2024, segundo dados compilados pela Bloomberg. Pelo menos seis novas ofertas públicas de aquisição de ações já foram anunciadas, incluindo Banco Santander Brasil, Companhia Brasileira de Alumínio e Helbor Empreendimentos. Banqueiros, investidores e os próprios executivos da B3 atribuem o êxodo a diversos fatores. O principal deles são os juros persistentemente altos no Brasil. Com a Selic acima de 10% desde 2022, há pouco incentivo para que investidores tolerem a volatilidade das ações. A instabilidade decorrente da guerra no Oriente Médio e o boom da inteligência artificial nos EUA e na Ásia também são vistos como fatores que desviam recursos do país. — O mercado de ações brasileiro vem passando por um período particularmente desafiador — disse André Milanez, diretor financeiro da B3, em entrevista. Em teste: Coreia testa interesse de investidores globais com horário de negociação de ações estendido A eleição presidencial do próximo mês traz uma complicação adicional, acrescentou: — É natural que os agentes de mercado prefiram esperar antes de fazer movimentos. A lista de problemas inclui ainda o fato de que o pipeline de IPOs brasileiros está praticamente vazio há anos. Em maio, a empresa de gás e energia Compass tornou-se a primeira a realizar uma oferta pública inicial de ações desde 2021. Segundo banqueiros, nenhuma empresa deve estrear na bolsa ainda este ano. Aquisições também explicam parte da tendência, disse Fabio Nazari, sócio responsável pela área de mercado de capitais de renda variável do BTG Pactual. Pela legislação brasileira, quando um novo acionista assume o controle de uma empresa, precisa fazer uma oferta pública de aquisição para comprar as ações de todos os minoritários nas mesmas condições. É o caso da Companhia Brasileira de Alumínio, que está sendo adquirida pela chinesa Chinalco (Aluminum Corporation of China) e pela Rio Tinto. O Santander Brasil, cujas avaliações estão em mínimas históricas em comparação com as da controladora na Espanha, também será alvo de uma OPA por meio de troca de ações no primeiro semestre de 2027. O próprio BTG comprou as ações remanescentes de sua subsidiária Banco Pan em janeiro. O Grupo Indiana está incorporando sua unidade Neogrid, empresa de tecnologia e software, enquanto a companhia imobiliária HBR Realty Empreendimentos Imobiliários está tornando a Helbor Empreendimentos sua subsidiária e retirando-a da bolsa. — Se uma ação está sendo negociada abaixo do valor patrimonial, o melhor uso do dinheiro do acionista controlador é comprar a participação que está nas mãos do mercado, que deixou de ser um bom sócio — disse Daniel Wainstein, sócio-fundador da boutique de banco de investimento Seneca Evercore.— Uma cotação baixa impede a empresa de levantar mais capital por meio de ações e, além disso, permanecer como companhia aberta exige uma enorme quantidade de trabalho. Claudia Mesquita, responsável pelo negócio de mercado de capitais de renda variável do Brasil no UBS BB Investment Banking, vê os fechamentos de capital como “uma consequência natural” do boom de 2020 e 2021, que trouxe IPOs de “emissores em vários estágios de maturidade”. A negociação de ações brasileiras diminuiu desde o pico de 2021, com o giro médio diário caindo quase 32%, para R$ 20,7 bilhões em 2025, segundo dados da B3. Os volumes se recuperaram neste ano antes da eleição e à medida que investidores estrangeiros diversificaram seus recursos para fora dos EUA, com média de R$ 26,8 bilhões até julho, mas permanecem cerca de 15% abaixo dos níveis em 2021. A redução no número de empresas mantém os traders confinados a um pequeno grupo de ações líquidas, que tende a gerar apenas retornos medianos, disse Christian Keleti, CEO na Alpha Key Capital. —Quando os gestores de recursos têm os mesmos nomes em suas carteiras, eles perdem sua vantagem competitiva— disse Keleti. Tendências semelhantes vêm ocorrendo nos principais mercados da América Latina. O número de empresas listadas no México e na Colômbia caiu cerca de 3% desde 2024, enquanto no Chile a queda foi de 1,6%, segundo dados das bolsas compilados pela Bloomberg. Mercados menores, na Argentina e no Peru, registraram crescimento de pelo menos 3,7% no período. No Brasil, a queda foi mais acentuada, 9%. — A onda mais recente de fechamentos de capital é mais um fenômeno brasileiro, porque os valuations estão mais deprimidos aqui — disse Bruno Saraiva, co-responsável pelo banco de investimento do Bank of America no Brasil e responsável pela área de mercado de capitais de renda variável para a América Latina. As ações brasileiras vêm sendo negociadas com avaliações inferiores aos da maioria de seus pares latino-americanos há bem mais de quatro anos. Atualmente, são negociadas a 8,88 vezes o lucro estimado, cerca de 26% abaixo da média regional e aproximadamente 11% abaixo de sua média de 10 anos. O baixo preço do mercado levou estrangeiros a investir pesadamente em ações brasileiras no início de 2026 — fluxo que rapidamente se reverteu quando a guerra no Irã fez os preços do petróleo dispararem e reformulou as apostas sobre os juros globais. Investidores locais continuam retirando recursos, com os fundos de ações registrando resgates líquidos de R$ 8,15 bilhões neste ano até agosto. — Há uma frustração e uma decepção generalizada em relação ao Brasil — disse Marcelo Millen, responsável pelo negócio de mercado de capitais de renda variável para a América Latina no Citi.—Havia uma expectativa de chegar ao fim do ano com juros mais baixos, mas isso não vai se concretizar.

Perguntas Frequentes sobre EQPA7

Qual é a cotação de EQPA7 hoje na B3?
A cotação de EQPA7 hoje está em R$ 8,01. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 8,00 e máxima de R$ 8,01.
Quanto a EQPA7 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de EQPA7?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de EQPA7 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de EQPA7?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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