EGIS11 Engeform Infra I Fundo de Investimento em Participacoes em Infraestrutura Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Engeform Infra I Fundo de Investimento em Participacoes em Infraestrutura Responsabilidade Limitada
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de EGIS11
O ativo EGIS11 (Engeform Infra I Fundo de Investimento em Participacoes em Infraestrutura Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 103,20, acumulando uma variação de +0.11% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 101,58 e a máxima de R$ 103,20. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: EGIS11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a EGIS11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
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Alojamento Local das Canárias pede que Portugal proteja famílias de fundos imobiliários
A presidente da Asociación Canaria del Alquiler Vacacional (ASCAV/Espanha), Doris Borrego Reyes, apelou hoje, no Porto, aos políticos em Portugal para proteger dos grandes fundos imobiliários as milhares de famílias que dependem do complemento do Alojamento Local. “Recomendo a todos os políticos e mandatários em Portugal para que não permitam que os grandes fundos imobiliários invadam os territórios e que protejam as milhares de famílias que necessitam deste complemento do Alojamento Loca”, declarou Doris Borrego, uma figura de destaque na defesa do alojamento turístico e de curta duração em Espanha, que é também presidente da Federação Espanhola (FAPAVAT), e impulsionadora da Aliança Europeia do Alojamento Local, organização que nasceu em janeiro deste ano e já reúne associados de Portugal, Espanha, Itália, Alemanha, Croácia, Países Baixos e Bulgária. Durante o painel “Transformar para Crescer: Visão 2035 para o Alojamento Local em Portugal”, que fechou a 1.ª Cimeira Nacional do Alojamento Local, no Porto, Doris Borrego Reys alertou os políticos portugueses para que o que se está a passar em Espanha não se repita em Portugal, recordando que agentes do Alojamento Local ajudam a criar riqueza no destino, nas cidades, nos povos. “Geram uma economia transversal muito importante e permitem que nasça o turismo em zonas onde os hotéis não chegam, para que também possam criar riqueza”, acrescenta. Doris Borrego Reyes recomenda aos políticos portugueses para que “tenham a suficiente sensibilidade para fazer normas e regras diferenciadas para os pequenos proprietários particulares, residentes e famílias”. A defensora do alojamento turístico e de curta duração em Espanha adverte que os grandes fundos mobiliários estão a usar as mesmas regras dos pequenos proprietários para comprar prédios inteiros em Espanha e teme que o mesmo suceda em Portugal. “É muito importante proteger os cidadãos que também querem participar diretamente no turismo, não somente através de um posto de trabalho, mas em toda a economia local", disse. Doris Borrego conta que a Aliança Europeia do Alojamento Local tem a correr uma peticão para que se façam leis diferenciadas para o pequeno proprietário e o grande investidor que compra os edifícios completos para AL de curta duração. "O motivo pelo qual nós nos fundámos é porque em todos os países europeus, até agora, ou tradicionalmente o pequeno proprietário, foi a base ou o começo do turismo antes dos hotéis. Trabalhávamos toda a vida e tínhamos as nossas regras de como funcionar", explicou. E acrescentou: "À medida que surgiram as plataformas online, desde o ano 2007, começámos a ter visibilidade. Especialmente depois da Covid, houve uma demanda muito forte desse tipo de alojamento, o que chamou a atenção aos grandes poderes económicos, fundos de investimento, hoteleiros e grandes investidores com edifícios completos, que, pouco a pouco, estão a entrar no setor do AL, mas com as mesmas regras, as mesmas normativas que o pequeno proprietário”, declarou à Lusa. Na quarta-feira, dia 07, foi o primeiro dia da Cimeira Nacional do Alojamento Local e foi anunciado que o primeiro Livro Branco do Alojamento Local em Portugal iria ser coordenado pelo ex-ministro da Economia Manuel Caldeira Cabral e que seria publicado até maio de 2027. A primeira versão desse documento está disponivel para leitura no sítio da Internet da associação de Alojamento Local Porto e Norte, a entidade que está a organizar a cimeira nacional e o coordenar o Livro Branco do Alojamento Local. O documento vai poder receber contributos da sociedade civil até ao final deste ano, avançou Elsa Pereira, vice-presidente da ALPN.
Tokenização de crédito imobiliário: NUVA lança o HOME
A NUVA, marketplace de ativos do mundo real criado pela Animoca Brands e pela Nuva Labs, lançou um token que oferece a investidores estrangeiros exposição a empréstimos residenciais dos Estados Unidos, com aporte inicial a partir de 1 USDC. Chamado HOME, o token dá exposição a um veículo de investimento que manterá inicialmente linhas de crédito com garantia de imóvel (HELOCs) originadas pela Figure Technology Solutions. A meta é um retorno anual de 7%, redefinido a cada mês. A receita de juros e o desempenho dos empréstimos se refletem no valor patrimonial líquido do vault, que determina o preço do token. O HOME não dá propriedade sobre empréstimos individuais, mas exposição ao conjunto. As HELOCs permitem que proprietários tomem crédito contra o valor acumulado no imóvel. Segundo o Federal Reserve Economic Data, o saldo dessas linhas nos EUA chegou a US$ 460 bilhões no segundo trimestre. “Os detentores do HOME não possuem diretamente os empréstimos subjacentes”, disse à CoinDesk o CEO da Nuva Labs, Anthony Moro, ex-executivo do BNY Mellon por 22 anos. Moro afirmou que a securitização tradicional foi desenhada principalmente para investidores institucionais e que essas estruturas podem ser de difícil acesso para o investidor individual. Produtos tokenizados de crédito privado já existem, como os pools de empréstimo onchain da Maple Finance e o uso do Centrifuge para levar crédito e produtos estruturados à blockchain; a própria Figure tokeniza HELOCs na rede Provenance. A NUVA aposta que usuários de criptomoedas querem essa exposição em um token negociável e composável, sob o padrão ERC-20 do Ethereum, com entrada de 1 USDC em vez da compra de empréstimos inteiros ou de um fundo convencional.
Ibovespa B3 lidera renda variável no 3º trimestre e em 2026; small caps e FIIs ainda têm perdas no ano
A reprecificação de risco no Brasil fez com que o Ibovespa B3 se torne líder absoluto de desempenho na renda variável. Segundo levantamento da Elos Ayta Consultoria, o principal índice da B3, liderou altas no terceiro trimestre, de 8,32%. No acumulado de 2026, o ganho foi de 15,65% e em setembro, de 5,03%. Além do Ibovespa, integraram o pódio do 3º trimestre, o índice de BDRs (BDRX), que avançou 5,82%, seguido do Índice de Dividendos (que reúne as principais pagadoras de proventos da bolsa), com alta de 5,80%. Já as small caps tiveram ganhos de 3,11%, enquanto o índice de fundos imobiliários (IFIX) foi o único a fechar no vermelho no trimestre, com queda de 1,97%. Veja abaixo. Posição Índice O que representa 3º tri 2026 Setembro Acumulado 2026 1º Ibovespa Ações mais líquidas e de maior valor de mercado da B3 +8,32% +5,03% +15,65% 2º BDRX BDRs, recibos de ações estrangeiras negociados na B3 +5,82% +1,86% +9,56% 3º IDIV Ações de empresas boas pagadoras de dividendos +5,80% +4,45% +13,20% 4º Small Caps (SMLL) Ações de empresas de menor valor de mercado +3,11% +5,23% -1,61% 5º IFIX Fundos imobiliários -1,97% -0,20% -0,53% Fonte: Elos Ayta Consultoria Para Breno Falseti, sócio e gestor da Rubik Capital, o Ibovespa, BDRX e IDIV subiram puxados pelos mesmos fatores, entre estes a reprecificação de ativos no Brasil, contudo com efeitos diferentes. Segundo ele, o Ibovespa acabou refletindo a descompressão do prêmio de risco doméstico. O trimestre combinou cortes da Selic, que chegou a 13,75%, com a queda dos juros longos, à medida que o mercado passou a precificar um cenário eleitoral mais amigável para os ativos. “O investidor estrangeiro foi vendedor líquido no trimestre. A alta foi construída pelo investidor doméstico reprecificando o próprio país”, diz Falseti. Segundo o gestor, o capital externo só voltou com força em setembro, com aportes de R$ 9,1 bilhões, o melhor mês desde março. João Luis Debom, sócio da Supernova Investimentos, acredita que o que puxou a bolsa brasileira foi o trade eleitoral. Ele destaca que conforme a disputa apertou nas pesquisas, o mercado passou a apostar em uma mudança de rumo na política fiscal, e os maiores beneficiados foram bancos, Petrobras e Vale. Já Artur Horta, head de análise da GTF Capital, lembra que o investidor estrangeiro entra no Brasil majoritariamente via ETFs (fundos de índice), como o EWZ. Desta forma, a compra ocorre pelo índice inteiro e não por uma seleção de ações. “É por isso que o fluxo de recursos chega primeiro às grandes empresas do índice Ibovespa”, explica. Inteligência Artificial impulsionou BDRs Em relação aos BDRs (recibos de ações), os especialistas consultados pelo Bora Investir destacam que o motor da alta foi o ciclo de inteligência artificial nas bolsas americanas. Segundo Horta, as empresas ligadas à IA já representam cerca de 40% do mercado listado nos EUA. Falseti pondera que parte do ganho dos BDRs foi consumido pela valorização do real. “O BDR embute duas pontas: o ativo e o câmbio. Em um ano de moeda brasileira forte ele sobe menos do que os mercados de origem”, explica o gestor. Os especialistas destacam ainda que com uma postura mais hawkish do Federal Reserve (banco central americano) sobre os juros, o fôlego dos BDRs recuou em setembro, com alta de apenas 1,86%. Dividendos são favorecidos pela queda dos juros Debom, da Supernova, destaca que o índice de dividendos é muito concentrado em bancos, petroleiras e empresas do setor elétrico, que coincidentemente são os mesmos setores que lideram o rali doméstico. “Com o juro caindo, os dividendos dessas empresas voltam a ficar atrativos em comparação com a renda fixa”, pontua. Falseti reforça ainda que empresas pagadoras de dividendos se comportam como títulos longos na carteira do investidor, ou seja, quando o juro real cede, seus fluxos previsíveis valem mais. “O terceiro trimestre entregou exatamente esse vetor, somado ao carrego dos próprios proventos”, justifica. Desempenhos fracos No acumulado de 2026, o topo do ranking se repete, com Ibovespa (15,65%), IDIV (13,20%) e BDRX (9,56%). Na outra ponta, o IFIX (-0,53%) e small caps (-1,61%) apresentam desempenho negativo. Para Debom, o que afeta estas duas classes de ativos é o juro real alto por muito tempo. Ele comenta que as small caps apanharam no primeiro semestre, quando a guerra no Irã fez o petróleo disparar e o índice caiu mais de 3% só em abril. O motivo, segundo ele, é que são empresas mais endividadas e dependentes da economia doméstica. Já Horta acrescenta que small caps não recebem o mesmo fluxo estrangeiro de investimento e são mais sensíveis à curva de juros, que só começou a ceder nas últimas semanas de setembro. Na visão de Falseti, da Rubik, as small caps não possuem um problema estrutural e sim de estágio de ciclo. Ele destaca que por conta disso as pequenas ações da bolsa lideraram o desempenho em setembro, com alta de 5,23%. Já em relação aos FIIs, o gestor aponta que eles acompanham o desempenho da inflação e não apenas da Selic. “Com título público indexado à inflação pagando acima de IPCA+7% sem risco, o FII é obrigado a oferecer um dividend yield competitivo, o que comprime os preços”, diz Falseti. Hugo Queiroz, sócio e gestor da Soho Capital, lembra que 2026 foi um ano de crescimento fraco, inflação e juros elevados. Uma combinação, que na visão dele, pesa mais sobre empresas menores e alavancadas, como as small caps, e impacta também o setor imobiliário, inadimplência no crédito e incorporadoras, o que repercute nos FIIs. O que esperar do quarto trimestre? Os especialistas avaliam que na reta final do ano, as eleições ainda pautam o movimento de alguns ativos, embora boa parte do prêmio de risco já foi antecipado, fazendo juros caírem e bolsa disparar e superar a marca de 200 mil pontos. Para eles, a realização de lucros após a definição do novo presidente seria natural mesmo em um cenário benigno. “É o padrão clássico de comprar na expectativa e realizar no fato”, diz Falseti. A perspectiva é que até o dia 25 de outubro, data do segundo turno eleitoral, a volatilidade nos ativos permaneça elevada. Na visão de Horta existem dois cenários. O primeiro seria no contexto de controle das contas públicas e risco fiscal amenizado, em que as small caps seriam as mais beneficiadas pelo fechamento da curva de juros e o Ibovespa avançaria com maior entrada do fluxo estrangeiro. Já em uma situação oposta, com o risco fiscal ainda latente, os BDRs se destacariam, pela sua relação com o dólar, enquanto ações de dividendos virariam refúgio dos investidores por reunir empresas de fundamentos sólidos e perfil anticíclico. Segundo Filipe Ferreira, professor da USP e do Insper e sócio da CTW Consultoria, se a curva de juros continuar cedendo, os ativos seguem se valorizando, mas uma surpresa que eleve a percepção de risco do Brasil faria a renda variável recuar no fim do ano. Ativos na reta final do ano Em relação ao Ibovespa, os especialistas acreditam que o mercado já precifica alta, que tende a se sustentar, puxada também pelos cortes da Selic que podem ocorrer em novembro e dezembro. Falseti acrescenta que o fluxo estrangeiro no ano é de R$ 27 bilhões, mas que ainda há espaço para o capital externo voltar. Entre os riscos para o mercado acionário, os especialistas citam frustração nas urnas, petróleo instável e uma postura mais dura do Federal Reserve. Já as ações de dividendos acabam cumprindo um papel defensivo, porque proventos amortecem correções de preço. Debom faz a ressalva que a forte presença de estatais e bancos no Índice IDIV acaba deixando o investidor sensível ao risco político, com risco de interferência política de quem vencer a corrida eleitoral. Nos BDRs, os especialistas destacam que o rumo depende do cenário externo, com o ciclo de inteligência artificial como motor, além de valuation (avaliação) esticado dos ativos, juros altos nos EUA e real valorizado, que podem acabar limitando ganhos. “O papel dos BDRs na reta final do ano será mais de diversificação, não de oportunidade”, aponta Falseti. Enquanto isso, os fundos imobiliários ainda seguem reféns dos juros longos e andando de lado. E as small caps podem ter potencial de virada rápida, destacam os especialistas, caso os juros ajudarem e o risco fiscal amenizar. Mas também há chances de continuarem afundando. Queiroz, da Soho, acredita, contudo, que existem boas chances das small caps liderarem desempenhos no quarto trimestre, superando até o Ibovespa. Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! Mais tempo para você, mais inteligência para seus investimentos
Perguntas Frequentes sobre EGIS11
Qual é a cotação de EGIS11 hoje na B3?
Quanto a EGIS11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de EGIS11?
O que significa o P/L e o P/VP de EGIS11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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