BLOG11 Bluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Bluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 49592781000140
BLOG11 (Bluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 6,00, registrando variação de +0.17% no dia.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de BLOG11
O ativo BLOG11 (Bluecap Log Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 6,00, acumulando uma variação de +0.17% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 5,99 e a máxima de R$ 10,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 11.82% e indicador P/VP de 0.53x.
Histórico de Cotação: BLOG11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BLOG11
O BLUECAP LOG FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO (BLOG11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
Ver Todos os FIIs⚔️ Comparações Populares com BLOG11
Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
Notícias relacionadas
Lei Rouanet para patrimônio cultural bate recorde e chega a empreendimentos imobiliários em SP
São Paulo Em meio ao vaivém dos calçadões do centro histórico de São Paulo, um prédio centenário a uma quadra da praça da Sé passa por uma obra "invisível" aos pedestres. Trata-se da transformação de seus espaços comerciais internos em apartamentos. A conversão para o uso residencial se estenderá por um ano, enquanto os idealizadores do empreendimento buscaram uma alternativa fora do usual para o restauro da fachada: a captação de recursos por meio da Lei Rouanet, que completa 35 anos em dezembro de 2026. Restauro de edifício histórico do centro de São Paulo poderá ser custeado pela Lei Rouanet - Rubens Cavallari/Folhapress Mais conhecida pelo uso em shows e peças, a principal legislação de mecenato no país bateu recorde histórico de propostas e pedidos aprovados no geral e para patrimônio cultural em 2025. Ao todo, foram 492 autorizações para a área que contempla intervenções em imóveis tombados, festividades populares, ações educativas e artesanato, entre outras. A aplicação para restauro de imóveis históricos costuma ser empregada em equipamentos culturais, como bibliotecas e museus. O caso do centro paulistano e outro no Ipiranga obtiveram, contudo, aval para captação para restauro em empreendimentos imobiliários de habitação. É uma raridade no setor, segundo especialistas. O projeto no centro vai transformar salas comerciais do prédio de 1924 em apartamentos de aluguel, em parte para famílias de baixa renda chefiadas por mulheres. O outro projeto é a transformação de um convento igualmente centenário no Ipiranga, na zona sul, em residencial com espaços comerciais abertos ao público. O público-alvo é de maior renda e, enquanto não há inauguração, exposições e atividades culturais são realizadas periodicamente. O aval para a captação não significa, contudo, que os recursos serão obtidos, o que é de responsabilidade dos proponentes. Especialistas ouvidos pela reportagem reconhecem que patrocinadores tendem a priorizar eventos e ações de maior repercussão, mas avaliam que o cenário pode mudar. Mesmo crescente, o patrimônio cultural é minoria no Pronac (Programa Nacional de Apoio à Cultura), que aplica a Rouanet. Em 2025, a área representou 3,2% dos projetos aprovados (492 de 15.360), de acordo com dados federais. Em captações, no mesmo ano, foi 6,5% do total (R$ 222,6 milhões ante R$ 3,4 bilhões). As campeãs são música (R$ 948,9 milhões) e artes cênicas (R$ 887,8 milhões). Em nota, o Ministério da Cultura atribuiu o aumento a mudanças na condução da política de incentivo a partir de 2023, especialmente nos procedimentos de análise e ampliação do acesso. Também salientou que normativa publicada neste ano desburocratizou mecanismos da área de patrimônio. "A Lei Rouanet é hoje a principal fonte de financiamento para a preservação e a restauração do patrimônio cultural", completou. A Rouanet criou incentivos fiscais indiretos, em que pessoas físicas e jurídicas destinam parte do imposto de renda a iniciativas culturais autorizadas. Os adeptos podem optar pelo patrocínio ou doação. Os projetos devem prestar contas. De convento a prédio no calçadão O prédio do centro pertence à Citas —empresa do fundo IRR Capital especializada em retrofit de imóveis subutilizados e que foi autorizada a angariar R$ 5 milhões para o restauro da fachada. Como contrapartida, a empresa propôs ações culturais, como exposição de obras de arte na fachada e visitas guiadas. O chamado edifício Cames está na rua José Bonifácio, nos calçadões do "centro velho". Em estilo neoclássico, era originalmente de escritórios, com armazéns abertos para a rua. Levantamento apontou que a fachada mantém grande parte das características originais, como o revestimento de granito, ornamentos em argamassa e varandas com elementos de mármore. Os problemas identificados incluem pinturas inadequadas, fissuras, destacamento de parte da argamassa, colônia de fungos e oxidação de elementos metálicos, entre outros. O prédio é tombado desde 2007. Responsável por novos negócios e captação de recursos, a sócia Celina Vaz diz que a iniciativa foi um desafio. "Precisa pensar fora do armário." Ela considera que há formas criativas para desenvolver parceria com visibilidade. E defende que, diferentemente de eventos, o projeto não é algo efêmero, mas uma obra permanente. "Tem 100 anos de história tatuados na fachada desse prédio", afirma. Batizado de JB110, o empreendimento entregará 64 apartamentos e duas lojas térreas. Também se vale de incentivos municipais, como isenções fiscais, assim como a Citas pretende vender o potencial construtivo do prédio (que poderá ser empregado em outras obras, sem necessidade de pagamento de outorga à prefeitura). Antigo convento recebeu exposição de arte em 2024; espaço será transformado em empreendimento com apartamentos e comércio - Priscila Mengue/Arquivo pessoal O outro exemplo é o Alma Mater, empreendimento da Alfa Realty no antigo Noviciado Nossa Senhora das Graças Irmãs Salesianas. O aval para captar R$ 8 milhões foi obtido em 2025, prorrogado para este ano, mas a empresa ainda analisa a viabilidade. Tombada desde 2007, a construção é eclética, com projeto do italiano Domenico Delpiano —o mesmo do Santuário e Liceu do Sagrado Coração de Jesus, nos Campos Elíseos. O local estava desocupado havia mais de uma década, após a saída de uma universidade. O empreendimento divide o noviciado e duas construções novas anexas em 51 apartamentos, áreas comuns e espaços comerciais. Levantamento apontou as boas condições da edificação, com intervenções necessárias após anos sem manutenção. Os problemas incluem desgaste do mármore e do granito, fissuras e vegetação infestante, entre outros. Incentivo tem limitações Coordenadora acadêmica de especialização em restauro arquitetônico e captação de recursos, a arquiteta Raquel Nery considera que a experiência dos dois empreendimentos pode ser replicada. Mas com limitações. A principal é que grande parte dos prédios tem múltiplos proprietários, e cada um precisaria dar aval ao projeto. Outro ponto-chave é o custo, visto que restauros muitas vezes partem da casa dos milhões de reais. Além disso, para a especialista, há um desconhecimento no meio patrimonial e imobiliário sobre a Rouanet. "Tem uma burocracia e uma terminologia muito própria, e muito técnica", explica. Ela considera que propostas de patrimônio cultural costumam ter planos de comunicação quase amadores, com postagens em redes sociais e palestras, enquanto grandes eventos expõem patrocinadores de diversas formas. "A visibilidade é baixa." Coordenadora de estudo sobre o impacto econômico da lei pela FGV (Fundação Getulio Vargas), Marília Tapajóz ressalta ações recentes para diversificar as linguagens e a localização dos projetos incentivados. Reconhece, contudo, que há vários desafios, como na aproximação entre produtores e patrocinadores. As aprovações mais recentes da Rouanet para patrimônio em São Paulo incluem a reabertura do Cine Copan, no centro, que obteve aval em setembro para captar R$ 21 milhões. Entre projetos já entregues, estão a recuperação e repintura dos pórticos do Masp (R$ 6 milhões captados por meio do Pronac) e o restauro do antigo Hospital Umberto 1º (atual Cidade Matarazzo), que captou R$ 7,4 milhões. Parte das propostas não consegue patrocínio, contudo. É o caso de projetos da concessionária Reserva Parques para o parque da Água Branca, na zona oeste, que obteve aval em 2025 para a captação de R$ 5,4 milhões para diferentes duplas de pavilhões.
GGRC11 cai para desconto de 16% após emissão bilionária: chegou a hora de investir?
Fundo alcançou R$ 3,78 bilhões de patrimônio, paga R$ 0,10 por cota e negocia com desconto próximo de 16%, mas crescimento acelerado aumenta a cobrança sobre os resultados O GGRC11 chega à segunda metade de outubro em uma situação que naturalmente chama atenção: o fundo cresceu de forma agressiva, alcançou R$ 3,78 bilhões de patrimônio líquido e mais de 423 mil cotistas, mas suas cotas continuam negociadas bem abaixo do valor patrimonial. No fechamento de 16 de outubro, o GGRC11 terminou cotado a R$ 9,19. O valor patrimonial por cota era de R$ 10,93, resultando em P/VP de aproximadamente 0,84. Na prática, o mercado atribui cerca de R$ 0,84 a cada R$ 1 registrado no patrimônio do fundo. GGRC11 em números Indicador Dado atualizado Cotação R$ 9,19 Valor patrimonial por cota R$ 10,93 P/VP 0,84 Patrimônio líquido R$ 3,78 bilhões Cotistas 423.361 Cotas emitidas 345,7 milhões Dividendo mensal recente R$ 0,10 Dividend yield em 12 meses 13,06% Alavancagem 9,24% Liquidez média diária R$ 14,17 milhões Emissão bilionária mudou o tamanho do GGRC11 A 11ª emissão foi decisiva para a nova fase do fundo. Foram integralizadas aproximadamente 131,9 milhões de novas cotas, com captação próxima de R$ 1,48 bilhão. O número total de cotas saiu da faixa de 214 milhões em julho para aproximadamente 345,7 milhões em setembro. É uma transformação relevante. Mais capital permite ampliar e diversificar o portfólio, mas também aumenta imediatamente o número de cotas que têm direito aos resultados. Isso significa que a gestão precisa colocar o dinheiro captado para trabalhar rapidamente. Esse é hoje um dos principais testes do GGRC11. Dividendos de R$ 0,10 seguem atraentes O fundo manteve distribuição de R$ 0,10 por cota. Nos últimos 12 meses, foram R$ 1,20, equivalentes a dividend yield de aproximadamente 13,06% considerando a cotação de R$ 9,19. A renda chama atenção, mas o dado mais importante não é apenas quanto o fundo paga — é como esse dinheiro é produzido. No resultado de agosto, por exemplo, foram gerados cerca de R$ 34,91 milhões, diante de aproximadamente R$ 34,57 milhões distribuídos. Isso mostra cobertura muito próxima de 100%, sem uma grande margem de segurança. Com a emissão já incorporada ao número de cotas, os próximos relatórios serão importantes para verificar se os novos investimentos conseguem ampliar a geração recorrente. Portfólio cresceu, mas ficou mais complexo Em setembro, aproximadamente R$ 2,10 bilhões dos investimentos estavam em imóveis acabados. O fundo também possuía cerca de R$ 934,8 milhões em fundos imobiliários, além de imóveis em construção, participações em SPEs, terrenos e CRIs. Isso torna o GGRC11 mais diversificado, mas também menos simples de analisar do que um FII concentrado exclusivamente em galpões alugados. No último relatório gerencial detalhado disponível, referente a agosto, a vacância física estava em apenas 0,14%, com ocupação de 99,86%. É um indicador operacional bastante forte. Dívida não parece ser o problema principal A alavancagem estava em 9,24% do patrimônio líquido em setembro. O nível não indica, isoladamente, uma estrutura financeira excessivamente pressionada. A principal questão permanece sendo outra: eficiência na alocação do dinheiro captado. O mercado parece exigir evidências de que o salto de patrimônio será acompanhado por crescimento proporcional dos resultados. Desconto de 16% merece atenção, mas não garante valorização A diferença entre R$ 9,19 no mercado e R$ 10,93 de valor patrimonial representa desconto próximo de 16%. É relevante, sobretudo para um fundo com alta ocupação e grande liquidez. Porém, P/VP abaixo de 1 não significa automaticamente que uma cota esteja barata. O valor patrimonial depende das avaliações dos ativos e o mercado pode aplicar desconto quando enxerga riscos na execução da estratégia. O GGRC11 chega a um momento decisivo. Tem escala, ocupação elevada, liquidez forte e rendimento acima de 13% em 12 meses, enquanto negocia com desconto patrimonial expressivo. Mas o verdadeiro gatilho não é a cota voltar simplesmente aos R$ 10,93. O que pode mudar a percepção do mercado é o fundo provar que os R$ 1,48 bilhão captados conseguem gerar receita suficiente para sustentar e, eventualmente, ampliar os dividendos. A R$ 9,19, o preço ficou mais interessante; agora, a gestão precisa mostrar que o crescimento também chegou ao resultado por cota.
Dark Horse: Delator relata fraude em pagamento a fundo ligado a Eduardo Bolsonaro nos EUA
Confira o resumo que a LE.IA, a IA do Estadão, fez pra você Gerando resumo Abrir o resumo BRASÍLIA - No primeiro depoimento de sua delação premiada, o empresário Antônio Carlos Freixo Júnior indicou à Polícia Federal que houve uma fraude na operação financeira para pagamento de 12,3 milhões de dólares a um fundo aberto nos Estados Unidos por um advogado de Eduardo Bolsonaro, porque achou que estava comprando cotas de um investimento em empreendimentos imobiliários nos EUA. Dono da Entre Investimentos, ele foi o responsável por transferir recursos ao fundo depois que o banqueiro Daniel Vorcaro acertou com o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) repasses sob justificativa de financiar o filme Dark Horse, mas disse que só depois ficou sabendo disso. PUBLICIDADE Em relatório sobre o depoimento, porém, a própria Polícia Federal menciona contradições de Freixo Júnior e diz que um dos documentos assinados por sua empresa mencionava a destinação dos recursos ao filme. “O documento está, assim, em aparente contradição com a afirmação do colaborador de que desconhecia a destinação cinematográfica dos recursos”, escreveu a PF, que solicitou autorização para ouvir novamente o colaborador. Flávio e Eduardo são investigados nesse inquérito. A PF enviou documentação ao Supremo Tribunal Federal (STF) com as diligências realizadas nas últimas semanas e pediu autorização para obter novos documentos e aprofundar o caso. Também foi feito pedido ao ministro André Mendonça para prorrogar o inquérito por 90 dias. Publicidade É a primeira vez que vem a público o depoimento de Antônio Carlos Freixo Júnior depois que ele fechou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Como antecipou o Estadão, ele entregou documentos e relatou que os recursos usados para pagamentos ao fundo ligado a Eduardo Bolsonaro no exterior tiveram como origem, no Brasil, o Banco Master. Logo depois dos pagamentos ao exterior, ele recebia repasses no Brasil para cobrir as remessas. Apenas posteriormente é que Freixo diz ter tomado conhecimento que a justificativa para envio dos valores seria financiar o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele disse que fez os repasses a pedido do dono do Banco Master porque houve um problema em uma conta no exterior do cunhado dele, Fabiano Zettel, e que iria transferir as cotas do empreendimento imobiliário para Vorcaro depois da regularização dessa conta. “Em momento algum lhe foi informado que os recursos se destinavam ao financiamento de um filme ou cinebiografia, ressaltando que jamais aceitaria participar de uma operação com esse viés em razão do elevado risco reputacional para seu portfólio de empresas”, afirmou no termo de depoimento. “A subscrição ocorreu em nome da Entre Investimentos com base na reação de confiança mantida com Daniel Vorcaro, havendo a perspectiva informal de que, após a regularização cadastral, a titularidade das cotas seria transferida para a pessoa física de Daniel ou para o Banco Master, sem a formalização de side letter”, complementou. Os documentos entregues por Freixo confirmam o pagamento de 12,3 milhões de dólares ao fundo Havengate entre fevereiro e setembro de 2025. A PF afirma que foram remetidos ao exterior R$ 72 milhões, enquanto Freixo recebeu R$ 90 milhões no Brasil. Ele entregou documentos indicando que fez os aportes por meio de subscrição a um fundo imobiliário. Freixo afirma que tomou conhecimento por reportagens na imprensa de que o fundo serviria para outro propósito que não era o mercado imobiliário e, por isso, solicitou a devolução dos valores, mas não obteve nenhuma resposta. Publicidade “Tomou conhecimento do verdadeiro propósito do fundo e da destinação dos recursos para a produção audiovisual apenas após a veiculação de matérias pela imprensa. Que diante dos fatos expostos, adotou os procedimentos formais de investidor ao encaminhar e-mails de notificação solicitando o resgate integral dos valores e a apresentação do balancete demonstrativo dos investimentos do fundo, não obtendo resposta dos gestores”, afirmou.
Perguntas Frequentes sobre BLOG11
Qual é a cotação de BLOG11 hoje na B3?
Quanto a BLOG11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de BLOG11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de BLOG11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.