APXR11 Apex Realty Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Apex Realty Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 52446271000179
APXR11 (Apex Realty Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de Fundos Imobiliários. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 95,95, registrando variação de +0.00% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 1.23x.
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 2 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de APXR11
O ativo APXR11 (Apex Realty Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 95,95, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 89,00 e a máxima de R$ 100,05. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1.23x.
Histórico de Cotação: APXR11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a APXR11
O APEX REALTY FII (APXR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
Dividendos
Nenhum dividendo
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Como avaliar um fundo de CRI além dos dividendos?
O dividend yield elevado nem sempre é sinal de um bom investimento. Para avaliar um fundo imobiliário de recebíveis (CRI), o investidor precisa ir além dos rendimentos distribuídos e analisar a qualidade dos ativos, os riscos de crédito e a estratégia da gestão. Em entrevista ao Clube FII, Lucas Costa Araújo e Rafael Giaretta, gestores da AF Invest, destacaram a importância da leitura dos relatórios gerenciais e da análise independente para desenvolver senso crítico e tomar decisões mais conscientes. Os especialistas também discutiram as mudanças na carteira do AFHI11, os desafios do mercado de crédito imobiliário e as perspectivas para o setor até 2027. A entrevista completa está disponível no canal do Clube FII no YouTube. Felipe Ribeiro conversa com Lucas Costa Araújo e Rafael Giaretta, ambos da AF Invest Para quem está começando a investir, Araújo recomenda não tomar decisões com base apenas no dividend yield, indicador que relaciona os rendimentos distribuídos ao preço da cota. Segundo ele, a busca pelos maiores retornos no curto prazo pode levar o investidor a ignorar riscos importantes. "Não comece por esse índice isoladamente", alerta. Em vez disso, a orientação é consultar o relatório gerencial do fundo e avaliar seu desempenho efetivo ao longo do tempo, comparando os retornos com os de outros FIIs. O gestor também ressalta a importância de acompanhar análises independentes. Para quem não tem tempo de estudar os relatórios por conta própria, contratar uma casa de análise pode ser uma alternativa para ter acesso a avaliações mais aprofundadas. A leitura desses materiais, porém, também ajuda o investidor a desenvolver senso crítico e a questionar as recomendações recebidas. Gestão de risco de crédito e os desafios do mercado de fundos imobiliários Desde seu IPO, em 2021, o AFHI11 triplicou de tamanho e multiplicou por dez o número de cotistas. Segundo os gestores, o crescimento está associado à filosofia de “pensar como cotista” e a uma gestão ativa, orientada pelo alinhamento de interesses com os investidores. A AF Invest também lançou o AFHF11, fundo multiestratégia voltado à exploração de outras oportunidades de investimento. Em um cenário de juros elevados e inflação persistente, a gestora promoveu mudanças na composição da carteira do AFHI11 para reduzir a exposição ao risco de crédito. Lucas Costa Araújo explicou que a participação de ativos high grade, de maior qualidade de crédito, passou de 55% para cerca de 72%. “A relação risco-retorno já não fazia mais sentido para o high yield”, afirmou o gestor, referindo-se aos ativos de maior risco. Segundo ele, muitos projetos não teriam condições de sustentar custos de financiamento equivalentes a IPCA mais 15% ou 16%. Diante desse cenário, a estratégia passou a priorizar operações de maior qualidade, com taxas reais próximas de 10% e prazos mais longos, além de ativos indexados ao CDI com vencimentos mais curtos. O objetivo é preservar uma relação mais favorável entre risco e retorno, sem abrir mão de oportunidades de remuneração atrativas. Outra mudança foi a redução da exposição ao risco de incorporação imobiliária. Rafael Giaretta explicou que a preferência atual recai sobre ativos já desenvolvidos, ou seja, empreendimentos concluídos, que tendem a apresentar menos riscos de execução do que projetos ainda em construção. Cerca de um terço da carteira é composto por CRIs que financiam a aquisição de cotas de outros fundos imobiliários, como TRXF11, GGRC11 e XP Log. De acordo com os gestores, essa estrutura oferece camadas adicionais de proteção ao investimento. Nos casos em que há exposição a obras, a gestora prioriza operações com grandes empresas do setor, como Direcional e MRV, e garantias robustas. "A gente gosta muito desse desse tipo de operação, a gente acredita que é um um risco muito bom e que por vezes tem taxas melhores do que o risco da própria empresa que está no no BTS em termos de taxa", aponta Araújo. Os gestores também chamaram a atenção para a dificuldade de compradores de imóveis conseguirem financiamento bancário para quitar a parcela final da compra, etapa conhecida como repasse. Esse processo é importante para que incorporadoras recebam os recursos previstos e mantenham o fluxo de pagamentos das operações de crédito. “Houve, sim, uma piora nesse ponto específico do repasse e uma piora ligeira também na inadimplência”, comentou Araújo. Segundo ele, a gestora acompanha esses indicadores de perto e analisa trimestralmente as carteiras de recebíveis para identificar possíveis problemas e reduzir o risco de surpresas. Perspectivas para o mercado de FIIs até 2027 Para os gestores da AF Invest, o ambiente econômico continuará desafiador em 2027, independentemente do cenário político. Entre os principais pontos de atenção estão a situação fiscal do país e o elevado endividamento das famílias, fatores que podem afetar as condições de crédito e a capacidade de pagamento dos devedores. Diante desse quadro, a gestora mantém uma postura cautelosa, com foco em operações bem estruturadas e controle de riscos. Para a indústria de fundos imobiliários, os especialistas apontam a necessidade de avançar em transparência, governança e disciplina na alocação de recursos, favorecendo um crescimento mais consistente e sustentável do setor. "Não não existe uma fórmula mágica ou um jeito certo de fazer, que alguém disse que é o certo. A indústria vai se moldando ao longo do tempo", conclui Giaretta.
Paulo Raimundo: «tudo faremos para derrotar lei dos despejos e do aumento das rendas»
Não é nova a posição do PCP, porém, o partido, acompanhando a luta do povo e dos trabalhadores, volta à carga com um conjunto de propostas que combatem a especulação imobiliária e as políticas da direita. Numa conferência de imprensa realizada hoje, dia 22 de Outubro, Paulo Raimundo considerou que «é justa a indignação, o protesto e a rejeição expressa na manifestação da CGTP do passado sábado e nas acções que, em particular em Lisboa e no Porto» e que «se exige ao Governo são medidas que enfrentam o grave problema que o País atravessa». Apesar desta última exigência, é o próprio secretário-geral do PCP que afirma que do Governo, no entanto, a política necessária não chega a quem precisa na medida em que essa insiste na promoção da especulação imobiliária e em servir os «interesses egoístas dos fundos imobiliários, da banca e da grande propriedade» Paulo Raimundo acusou ainda PSD, CDS, Chega e IL de serem «porta-vozes dos fundos imobiliários e testas de ferro da especulação e dos especuladores», dando como exemplos as medidas que levam a cabo e a forma como essas são antagónicas ao interesse da esmagadora maioria da população. «Querem acelerar ainda mais os despejos, querem aumentar ainda mais as rendas, querem precarizar ainda mais os contratos de arrendamento, querem desequilibrar ainda mais a relação entre senhorios e inquilinos, querem somar ainda mais dificuldades numa situação que já hoje é insustentável, querem deixar de fora os milhares de milhões de euros de lucros da banca à custa das famílias e das empresas, à custa de comissões e taxas de juro, à custa de prestações que não param de aumentar», acusou o comunista. Neste sentido, o PCP entende que não há volta a dar e o combate tem que ser travado, até porque o Governo com a direita e o PS não poderão continuar as suas propostas sem a luta daqueles que transpõem para a acção legislativa o combate que se assiste nas ruas. Paulo Raimundo anunciou, neste sentido, medidas que vão ser colocadas no quadro da discussão do Orçamento do Estado e em outros momentos legislativos, como medidas que regulem e façam baixar as rendas; garantam a estabilidade dos contratos a 10 anos; promovam a construção pública com a meta de 1%do PIB em média por ano; façam baixar spreads e acabem com comissões; reforcem o apoio às cooperativas de habitação; alterem a lei dos solos; e garantam a utilização do solo na estrita necessidade de responder às necessidades colectivas, incluindo da habitação.
Perguntas Frequentes sobre APXR11
Qual é a cotação de APXR11 hoje na B3?
Quanto a APXR11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de APXR11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de APXR11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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