XPID11 XP Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa – Cotação Hoje
XP Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa
Fonte: B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)·Atualizado em 06/11/2026 às 18:00
XPID11 (XP Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa) é um fundo de investimento imobiliário (FII) do setor de FI-Infra. No pregão de hoje, o ativo é negociado a R$ 48,53, registrando variação de -1.56% no dia. O índice Preço/Valor Patrimonial (P/VP) está avaliado em 0.49x. O Dividend Yield (DY) acumulado nos últimos 12 meses é de aproximadamente 15.97%.
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 10 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de XPID11
O ativo XPID11 (XP Fundo de Investimento em Cotas de Fundos Incentivados de Investimento em Infraestrutura Renda Fixa) está sendo negociado hoje a R$ 48,53, acumulando uma variação de -1.56% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 45,85 e a máxima de R$ 56,14. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 15.97% e indicador P/VP de 0.49x.
Histórico de Cotação: XPID11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a XPID11
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Duelos 1 contra 1 de valuation, dividendos, preço teto e múltiplos fundamentalistas.
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XP projeta crescimento próximo de zero para o Brasil em 2027
08 de novembro de 2026 – A economia brasileira poderá enfrentar uma desaceleração significativa em 2027, com crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) próximo de zero. A perspectiva foi apresentada pelo economista-chefe da XP, Caio Megale, durante encontro com clientes e investidores realizado na quinta-feira (5), no Espaço XP Fortaleza. Na palestra, o especialista analisou o cenário econômico nacional e internacional, abordando os desafios fiscais, as pressões inflacionárias, a trajetória dos juros e as perspectivas para diferentes setores da economia. A apresentação teve como base o estudo “Onde Investir”, produzido pela XP, que reúne projeções macroeconômicas e recomendações para diferentes classes de ativos. Segundo Megale, a desaceleração prevista para 2027 ocorre após um período de expansão econômica impulsionado pelo aumento da renda das famílias, pelo mercado de trabalho aquecido, pelas transferências de renda e pela ampliação do crédito. Na avaliação do economista, esses fatores estimularam o consumo e elevaram a demanda interna, pressionando a capacidade produtiva do país. Ele também chamou atenção para o comprometimento da renda das famílias com dívidas, que chegou a aproximadamente 30%, além dos sinais de preocupação relacionados aos índices de inadimplência. >>>SIGA O YOUTUBE DO PORTAL TERRA DA LUZ <<< Inflação e contas públicas preocupam mercado Outro ponto destacado durante o encontro foi a perspectiva de inflação de 5,5% para 2027. O cenário considera uma combinação de fatores externos, como as oscilações nos preços do petróleo, e questões internas, entre elas o nível de consumo, os gastos públicos e os custos de produção. O quadro fiscal brasileiro também foi apontado como um dos principais desafios para os próximos anos. Mesmo com a expectativa de arrecadação recorde em 2026, o país ainda enfrenta dificuldades para equilibrar as contas públicas. De acordo com a análise apresentada por Megale, a evolução da dívida pública e a capacidade do governo de estabilizá-la serão determinantes para a confiança dos investidores e para as condições econômicas do país. A trajetória dos juros também permanece no radar do mercado financeiro, especialmente diante das pressões inflacionárias e das incertezas sobre a política fiscal. Esses fatores podem influenciar as decisões de investimento, o acesso ao crédito e o ritmo da atividade econômica. Ceará pode atrair investimentos em data centers No cenário internacional, o economista destacou as tensões geopolíticas, as incertezas fiscais em grandes economias e a manutenção de juros globais elevados. Esse conjunto de fatores contribui para aumentar a volatilidade dos mercados e interfere nas condições de financiamento e investimento. Apesar das incertezas, o Brasil pode encontrar oportunidades no ambiente externo por sua diversidade na produção de commodities, como petróleo, grãos e minérios. Durante a apresentação em Fortaleza, Megale também destacou o potencial do Ceará para atrair investimentos em setores estratégicos, especialmente o de data centers. Na avaliação apresentada, a localização geográfica do estado, distante de regiões com maior concentração de tensões geopolíticas, pode representar uma vantagem competitiva para projetos que buscam ambientes considerados mais seguros para a instalação de estruturas tecnológicas. O setor de data centers tem ganhado relevância nas discussões sobre infraestrutura digital, especialmente diante da expansão da inteligência artificial, da computação em nuvem e da demanda por processamento e armazenamento de dados. Economista recomenda cautela nos investimentos Ao abordar as estratégias para investidores diante das perspectivas econômicas, Megale defendeu uma postura de cautela em relação às incertezas de curto prazo. Entre as alternativas discutidas no encontro, foram mencionadas aplicações de renda fixa pós-fixada, títulos atrelados à inflação e diversificação internacional. Para a renda variável, o economista apontou a existência de oportunidades, mas ressaltou que períodos de desvalorização dos ativos também podem se prolongar. O estudo “Onde Investir”, da XP, reúne análises sobre o ambiente macroeconômico, o cenário político e as perspectivas para diferentes classes de investimentos, servindo como referência para investidores que buscam planejar suas estratégias diante das mudanças previstas para 2027. Leia também | Enem 2026: portões fecham às 13h neste domingo (8) Tags: XP Investimentos, Caio Megale, economia brasileira, economia em 2027, PIB brasileiro, crescimento econômico, projeções econômicas, mercado financeiro, investimentos no Brasil, cenário econômico, inflação 2027, taxa de juros, política fiscal, dívida pública, arrecadação federal, renda fixa, renda variável, investimentos internacionais, mercado de capitais, economia do Ceará, investimentos no Ceará, Fortaleza, data centers no Ceará, tecnologia, infraestrutura digital, inteligência artificial, estudo Onde Investir, Espaço XP Fortaleza, investidores, Portal Terra da Luz
Casas na Finlândia se aquecem com mineração de Bitcoin
A empresa finlandesa SunBit tem 30 sistemas de aquecimento residencial e comercial que usam mineradores de Bitcoin no lugar de caldeiras a óleo, gás ou lenha. Todos menos um estão na Finlândia, e o primeiro lote comercial do equipamento, vendido como Bitcoin Boiler, foi entregue em 2025. Em Satakunta e Seinäjoki, sistemas da MARA já fornecem calor residual de mineradores a redes de aquecimento distrital que atendem cerca de 80 mil moradores. O princípio é simples: cada quilowatt-hora consumido pelo computador de mineração se transforma em calor, capturado em água a até 60°C e distribuído por radiadores e piso radiante. O dono do imóvel compra as máquinas, instala onde ficava a caldeira, paga a conta de luz e fica com os bitcoins minerados. O sistema custa cerca de US$ 20 mil ou mais, e a rentabilidade depende do preço do Bitcoin, do custo da energia e do poder computacional total que disputa as recompensas. Como é a conta O simulador da SunBit usa uma máquina Antminer S21 XP Hydro, da Bitmain, com 495 terahashes por segundo e firmware Braiins OS, operando sem parar a cerca de 5,3 kW, o equivalente a 46,4 mil kWh por ano. A 11 centavos de dólar o kWh, a energia custa aproximadamente US$ 5,2 mil ao ano. Com Bitcoin a US$ 82 mil e a rede em 1.040 exahashes por segundo, a estimativa é de 1/12 de bitcoin por ano: cerca de US$ 6,1 mil após a taxa de serviço de 10% da SunBit, sobre a qual incidem mais 0,5% de taxa do pool. Sem o serviço opcional, o dono fica com o 1/12 integral, perto de US$ 6,8 mil. Com o serviço, sobra aproximadamente US$ 900 sobre a conta de luz. O ponto de equilíbrio em que a receita de mineração cobre a conta de energia fica em pouco menos de US$ 70 mil por bitcoin, cerca de 15% abaixo dos cerca de US$ 81,5 mil registrados naquele momento, sem considerar o custo do equipamento. O cálculo também mantém o poder computacional da rede fixo; se mais máquinas entrarem, cada uma ganha menos.
Perguntas Frequentes sobre XPID11
Qual é a cotação de XPID11 hoje na B3?
Quanto a XPID11 paga de dividendos (Dividend Yield)?
Como calcular o Preço Teto de XPID11 pelo Método Barsi e Décio Bazin?
O que significam os indicadores fundamentalistas P/L e P/VP de XPID11?
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