VGIP11 – Cotação Valora CRI Indice de Preco Fundo de Investimento Imobiliario
Fundos ImobiliáriosValora CRI Indice de Preco Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 34197811000146
Resumo Fundamentalista de VGIP11
O ativo VGIP11 (Valora CRI Indice de Preco Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 72,39, acumulando uma variação de -0.15% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 72,12 e a máxima de R$ 85,54. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a VGIP11
O VALORA CRI FII RL (VGIP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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Bitcoin sobe acima dos US$ 64 mil mesmo com alta do petróleo e queda das bolsas
O bitcoin opera em alta nesta terça-feira, 18, consolidando um movimento descorrelacionado das bolsas internacionais. Hoje, o barril do petróleo tipo Brent sobe e supera os US$ 91 com a continuidade das tensões entre Estados Unidos e Irã. O principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, disse que o Estreito de Ormuz permanecerá fechado até que os EUA cumpram as condições do acordo firmado em junho e que incluem o fim do bloqueio aos portos do país persa. Já o presidente norte-americano, Donald Trump, postou uma imagem do estreito como “novo território dos EUA”. Às 10h36 (horário de Brasília) o bitcoin subia 0,6% em um período de 24 horas, a US$ 64.031 por unidade. Segundo Noah Cheung, country manager da corretora Bitget no Brasil, o bitcoin mostra uma resiliência importante ao permanecer acima dos US$ 64 mil em um ambiente macroeconômico que, em princípio, favorece a aversão ao risco. “A alta dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA, com a taxa de 30 anos atingindo 5,33%, combinada à disparada do petróleo, com o Brent acima de US$ 91, aumenta as preocupações com a inflação e mantém a perspectiva de juros elevados por mais tempo. Esse cenário tende a pressionar ativos de risco, incluindo o bitcoin”, lembra Cheung. Deste modo, a alta do bitcoin hoje mostra que os vendedores não estão conseguindo impor uma pressão proporcional à deterioração do ambiente macro. Análise gráfica do bitcoin Usando análise técnica, Pedro Fontes, analista do Mercado Bitcoin, afirma que o bitcoin voltou a operar acima da média móvel simples de 200 semanas, hoje próxima da própria região atual de preço. “Essa retomada é positiva, mas ainda precisa de confirmação. O ideal agora é observar novos fechamentos diários acima desse patamar para entender se o movimento foi apenas uma oscilação curta ou uma demonstração real de força” ETFs voltam a ter entrada de capital Ontem, foi registrado um saldo líquido positivo de US$ 297,5 milhões nos fundos negociados em bolsa (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista dos EUA, interrompendo uma sequência de três pregões de saída de capital. Os maiores alvos do fluxo comprador foram o IBIT, da BlackRock, com US$ 160,2 milhões de excesso de compras de cotas em relação às vendas; e o FBTC, da Fidelity, com US$ 111,9 milhões. Nos ETFs da criptomoeda ether, por sua vez, o saldo foi positivo em US$ 30,9 milhões. Entre os indicadores, o índice Fear & Greed (medo e ganância, na tradução literal) das criptomoedas subiu dois pontos, indo de 38 para 40 pontos. Com isso, o índice saiu da zona do “medo” para a que indica sentimento “neutro” no mercado. O Fear & Greed usa informações como momentum de preços, volatilidade e posições predominantes no mercado de derivativos para criar um score que vai de 0 a 100 pontos. Quanto mais próximo de zero maior é o medo dos investidores, ao passo que valores perto de 100 indicam predominância do otimismo e apetite por risco. Siga o Future of Money nas redes sociais: Instagram | X | YouTube | Tik Tok
Fabricantes de máquinas agrícolas investem em inovação contra queda nas vendas
Ribeirão Preto Para enfrentar um ano de redução nas vendas, incertezas econômicas e políticas e a crescente concorrência chinesa, fabricantes de máquinas, equipamentos e soluções voltadas ao agronegócio apostam em tecnologias que proporcionem reduções de perdas no campo, queda de custos e substituição de mão de obra. A receita líquida das vendas de máquinas e implementos alcançou R$ 4,21 bilhões no país em abril, segundo a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), o que fez o setor fechar o quadrimestre com redução de 17,9% —R$ 17,07 bilhões no total—, acentuando a queda nas vendas, que nos três primeiros meses do ano estava em 16,4%. Visitantes percorrem rua da Agrishow, principal feira agro do país, em Ribeirão Preto - Divulgação O cenário poderia ser pior se não houvesse crescimento de 20,1% nas exportações entre janeiro e abril, com US$ 583 milhões (cerca de R$ 2,94 bilhões). Ou seja, a dificuldade nos negócios está no mercado interno, segundo o setor. A previsão inicial indica que o ano terminará com queda de 8% nas vendas das indústrias de máquinas agrícolas. Por isso, equipamentos que permitam melhorar a qualidade da produção agrícola, aumentar a produtividade e reduzir custos são o foco do produtor rural que precisa comprar —até porque nem todos estão comprando. Desde o início das principais feiras agrícolas no país, em fevereiro, até a Bahia Farm Show, encerrada em 13 de junho em Luís Eduardo Magalhães (BA), o setor sofreu com revezes nos negócios, e alguns dos eventos nem divulgaram o volume financeiro gerado. Entre as inovações apresentadas pelos fabricantes está um novo implemento agrícola para a colheita de pimenta-do-reino, atividade totalmente manual até então e cultura na qual o país é o segundo maior exportador do mundo, atrás somente do Vietnã. Produzido pela Miac, empresa da Indústrias Colombo, o equipamento de 3,2 m de altura e 3,8 m de comprimento atua acoplado ao trator e opera com duas válvulas de controle remoto. Dados do Incaper (Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural) indicam que o Espírito Santo lidera a safra nacional da especiaria, com cerca de 60% da produção, a maior parte destinada à exportação. É o estado alvo do fabricante, que afirma ter detectado dificuldades de produtores em contratar mão de obra para atuar na colheita. Ele foi apresentado na Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), principal feira do agronegócio no país, que acontece em Ribeirão Preto e é o principal termômetro da situação do setor. Na edição encerrada em maio houve redução nas vendas pela primeira vez em 11 anos. Foram gerados R$ 11,4 bilhões em intenções de negócios —que podem ou não se concretizar posteriormente—, recuo de 25% em comparação aos R$ 15,2 bilhões, corrigidos pela inflação, do ano passado (R$ 14,6 bilhões em valor nominal). Folha Mercado Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes. Carregando... Já a Tecnoshow, maior evento do Centro-Oeste e realizado pela cooperativa Comigo em Rio Verde (GO), viu os negócios recuarem 30% neste ano, após gerar R$ 10 bilhões em 2025. Deixaram de ocorrer, portanto, R$ 6,8 bilhões em intenções de negócios só nas duas feiras agrícolas, as de maior lucratividade para o segmento no país. Segundo Pedro Estêvão, que preside a câmara setorial de máquinas e implementos agrícolas da Abimaq, o produtor rural que enfrenta dificuldades usará os recursos disponíveis para custeio da atividade, e não para investir em compras. A Solinftec, empresa com atuação global em inteligência artificial e soluções para o agro, ampliou sua família de robôs autônomos para operação no campo, com dois novos equipamentos. A proposta é não só gerar dados via inteligência artificial, mas também fazer com que ele execute as decisões. Um, o Solix XT, visa atuar na operação contínua ao longo do ciclo, com foco em frequência, consistência e aplicação seletiva. Pode operar por até 50 horas em culturas como a cana e tem condições de cobrir 500 hectares. O segundo modelo, Solix XC, prioriza velocidade e intensidade, podendo atuar por 70 horas em 1.000 hectares em culturas como soja, milho e algodão. Além do setor de máquinas, outras áreas ligadas ao agro estão lançando produtos, como a Ihara, especializada em pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, que levou para feiras agrícolas como a Showtec, em Maracaju (MS), e a Agrishow tecnologias de manejo fitossanitário de culturas como soja, milho e cana. Na feira em Ribeirão, apresentou um herbicida, Yamato, que atua antes da chegada de plantas daninhas às lavouras. "É um produto muito versátil. O grande ponto desse produto é um longo residual, muito seguro. Ele não traz fitotoxicidade para o cultivo nos diferentes períodos", disse Michel Tomazela, engenheiro agrônomo e gerente de marketing regional de cana da Ihara. A Toledo, fabricante de balanças para o agro, lançou tecnologias que unem automação e rastreabilidade, como um medidor de umidade de grãos. Controlar a umidade significa evitar, por exemplo, a proliferação de fungos ou a perda por deterioração no armazenamento. O objetivo da empresa é mostrar que tudo que envolve o agro é pesado —rastreio de cria e engorda de rebanho ou fluxo nas lavouras— e significa lucro ou prejuízo. TEMPESTADE PERFEITA Os lançamentos no setor ocorrem num período de incertezas econômicas e políticas, que incluem juros altos, guerra no Oriente Médio, a desvalorização do dólar e a China, cenário apontado como "tempestade perfeita" no segmento. As principais queixas são com a taxa de juros, que apesar das recentes quedas segue elevada (14% ao ano) e alvo de críticas de produtores, que também reclamam da pressão dos custos no campo. Preços do óleo diesel e de insumos como fertilizantes subiram devido à guerra no Irã, e já tinham sofrido pressão com a guerra na Ucrânia. Mas, além disso, a concorrência chinesa está cada dia mais forte. Um exemplo da ampliação da presença chinesa no agro brasileiro ocorreu na Agrishow. Um pavilhão só com empresas originárias do país asiático passou de 18 expositores, no ano passado, para 50, em 2026. Isso sem contar fabricantes com espaços próprios, como a Liu Gong, que já está em seu quarto ano seguido nas feiras do setor e foca seus lançamentos em produtos robustos e com aposta de baixo custo na operação. Quatro máquinas foram lançadas em Ribeirão, e a empresa afirma já ter uma rede com 12 distribuidores e 48 pontos de atendimento no país. A principal delas é um trator de esteiras, mas também foram apresentadas carregadeira elétrica, manipulador telescópico e empilhadeira com tração 4x4, com foco em conectividade por meio de um sistema de telemetria, para acompanhamento em tempo real das operações. PEQUENAS MÁQUINAS GERAM ALENTO A preocupação dos fabricantes em relação ao mercado tem, porém, um alento: a produção brasileira de grãos segue em alta e, portanto, demanda mais máquinas, e há setores que não sofreram queda na comercialização. O mercado de tratores recuou nos últimos anos, passando de 52.941 unidades vendidas, em 2021, para os atuais 46.700. Porém, tratores mais baratos, com até 100 cv de potência, não sentiram esse efeito, ao contrário: no mesmo período, o setor passou de 30.108 tratores para 31.403 vendidos. Crescimento modesto, de 4,3%, mas que mostra que o consumo segue aquecido para esses modelos. "O mercado cíclico faz parte da agricultura, altos e baixos. A nossa estimativa para o ano de 2026 é de ter vendas em torno de -5% a -10% [...] Tem coisas que andam bem, como tratores até 100 cv. Você tem cobertura familiar, tem corporações que já são pequenas, médias, grandes propriedades, depende muito da missão que esse trator tem para poder executar", afirmou Eduardo Kerbauy, vice-presidente de Marketing da CNH (que também tem a Case IH) para a América Latina. De olho nesse nicho de mercado de tratores, a Yanmar, especializada em pequenos tratores e com potência menor, apresentou neste ano versões cabinadas de dois modelos. A fabricante de origem japonesa buscou investir no sistema devido às mudanças climáticas, com o foco em melhorar o conforto técnico dos operadores.
FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo na Faria Lima
FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo na Faria Lima O fundo imobiliário BLCA11 (Catuaí VBI Triple A) recebeu proposta vinculante de R$ 474,99 milhões do TRXF11 (TRX Real Estate) para comprar os conjuntos comerciais remanescentes no Condomínio Pátio Victor Malzoni, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Se concluída, a alienação abrangerá a totalidade dos ativos imobiliários ainda detidos pelo fundo e poderá levar à sua posterior liquidação. A oferta foi divulgada em fato relevante de 14 de agosto. O negócio contempla aproximadamente 7.422 m² de área bruta locável (ABL) na Torre A do Condomínio Pátio Victor Malzoni, no Itaim Bibi. O preço proposto equivale a cerca de R$ 64 mil por metro quadrado. A operação ainda não está fechada. De acordo com o próprio BLCA11, o recebimento da proposta não assegura a realização do negócio, que depende do cumprimento — ou eventual renúncia, quando cabível — de condições precedentes e das aprovações necessárias. Cotistas do BLCA11 terão de aprovar operação Uma das etapas previstas é a aprovação da alienação pelos cotistas em assembleia. As condições de pagamento, as condições precedentes e demais informações serão detalhadas na Consulta Formal relativa à transação. O fato relevante informa que serão adotadas medidas para identificar e mitigar potenciais conflitos de interesses na estruturação e implementação da operação. Até o atendimento das condições previstas, os R$ 474,99 milhões devem ser considerados apenas como o preço de uma proposta vinculante recebida, e não como uma venda concluída. A oferta abrange todos os ativos imobiliários remanescentes na carteira do fundo, não se tratando de alienação parcial. Por contemplar a totalidade dos ativos, a implementação da transação poderá resultar na posterior liquidação do BLCA11, conforme o regulamento e a regulamentação aplicável. Fundo BLCA11 já vendeu parte do Pátio Victor Malzoni A proposta surge meses após uma primeira venda no mesmo empreendimento. Segundo o relatório gerencial de junho, o fundo alienou o conjunto nº 183 do Pátio Victor Malzoni, com 411,26 m² de ABL, por R$ 26,7 milhões à vista, o que corresponde a R$ 65 mil por metro quadrado. O preço ficou 10,3% acima do laudo de avaliação de 2025, de acordo com a gestão. A transação gerou lucro em regime de caixa de R$ 4,6 milhões, ou R$ 2,86 por cota. Aproximadamente R$ 17,6 milhões do valor recebido seriam destinados à amortização antecipada e parcial do CRI utilizado no financiamento do fundo. Há, assim, uma referência recente: enquanto o conjunto vendido foi negociado a R$ 65 mil/m², a nova proposta considera cerca de R$ 64 mil/m² para os aproximadamente 7,4 mil m² restantes. As operações, porém, têm características e dimensões distintas e, no caso da oferta mais recente, a conclusão ainda depende das condições e aprovações listadas no fato relevante. O relatório de junho também registrava que novas alienações estavam no radar, com a gestão buscando oportunidades para vender o restante do ativo dentro do prazo remanescente do fundo. Área do BLCA11 no condomínio está 100% locada Antes da proposta, o portfólio do BLCA11 tinha vacância física e financeira de 0%. O relatório apontava dois locatários e prazo médio remanescente dos contratos (WALE) de 4,5 anos. Google e Casa dos Ventos respondiam por 79% e 21% da receita contratada potencial, respectivamente, com vencimentos concentrados a partir de 2030. O documento mostra ainda que a aquisição original do ativo ocorreu por cerca de R$ 39 mil/m². A estrutura de financiamento compreendeu captação total de R$ 408 milhões, sendo R$ 138 milhões via oferta pública de cotas e R$ 270 milhões por meio de operação de securitização com custo de IPCA mais 5,9% ao ano. Na referência com data-base de 29 de maio, o patrimônio líquido do fundo era de R$ 201,7 milhões, equivalente a R$ 126,06 por cota. O valor de mercado somava R$ 159,4 milhões, com cota de fechamento a R$ 99,63 e relação preço/valor patrimonial (P/VP) de 0,79 vez. O LTV era de 63%, indicador que relaciona o saldo remanescente do CRI ao valor do ativo. O que acontece agora com o BLCA11 Os detalhes sobre condições precedentes, condições de pagamento e demais informações serão apresentados aos cotistas na Consulta Formal. A operação dependerá das aprovações necessárias — inclusive dos cotistas em assembleia — e do cumprimento ou da eventual renúncia, quando admissível, das condições previstas nos documentos definitivos. A confirmação da alienação ocorrerá somente após o atendimento das condições aplicáveis. Até lá, a transação permanece como proposta vinculante recebida pelo BLCA11. A liquidação do fundo também não é automática com o recebimento da oferta: como envolve todos os ativos imobiliários da carteira, a implementação poderá levar à sua posterior liquidação, observados os procedimentos regulatórios. Dessa forma, os cotistas do BLCA11 devem acompanhar a deliberação sobre a proposta de quase R$ 475 milhões. Se implementada, a operação encerrará a exposição imobiliária do FII aos ativos remanescentes no Pátio Victor Malzoni e poderá resultar na posterior liquidação do fundo.
Perguntas Frequentes sobre VGIP11
Qual é a cotação de VGIP11 hoje na B3?
Quanto a VGIP11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VGIP11?
O que significa o P/L e o P/VP de VGIP11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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