VANG11 Icatu Vanguarda Incentivado Em Infraestrutura Fic De Fi Rf Cp Lp - Resp. Limitada – Cotação Hoje
Icatu Vanguarda Incentivado Em Infraestrutura Fic De Fi Rf Cp Lp - Resp. Limitada
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de VANG11
O ativo VANG11 (Icatu Vanguarda Incentivado Em Infraestrutura Fic De Fi Rf Cp Lp - Resp. Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 99,10, acumulando uma variação de -0.37% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 99,10 e a máxima de R$ 103,06. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a VANG11
Dividendos
Nenhum dividendo
encontrado
Outros FIIs do Segmento FI-Infra
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
VISC11 sobe quase 2% e movimenta R$ 9,4 milhões no pregão
VISC11 sobe quase 2% e movimenta R$ 9,4 milhões no pregão Vinícius Alves 03/09/2026 às 16:00 3 minutos de leitura Atualizado em: 03/09/2026 às 16:02 O fundo imobiliário VISC11 registrou alta de 1,99% no pregão desta quarta-feira, com as cotas negociadas a R$ 104,98. O fundo apresentava uma das maiores valorizações entre os ativos acompanhados no momento. Com o avanço, o VISC11 se destacava também pelo volume financeiro negociado, que alcançava R$ 9,41 milhões. Ao longo do pregão, a cota chegou à mínima de R$ 102,44, indicando uma diferença de aproximadamente 2,5% entre o menor preço registrado e a cotação apresentada no momento da captura. O desempenho do VISC11 ocorreu em um cenário de alta do mercado de fundos imobiliários. Na mesma tela, o IFIX, principal índice de referência do segmento, avançou 0,32%, aos 3.753,9 pontos. BTG recomenda aumento de posição em VISC11; entenda o racional O BTG Pactual aumentou a exposição ao VISC11 em sua carteira recomendada de fundos imobiliários para setembro. O peso do fundo passou de 4% para 6%, em um movimento que, segundo a instituição, reflete a atratividade do portfólio de shopping centers e o potencial de reciclagem de ativos. Na mesma atualização, o banco também elevou as participações em KNCR11 e KNIP11, enquanto reduziu a exposição ao HSML11 e retirou o RBRR11 da carteira. No caso do VISC11, a mudança foi classificada como um ajuste estratégico diante do cenário macroeconômico e das perspectivas para o segmento de shoppings. Segundo o BTG, o VISC11 se destaca pela exposição a shoppings maduros, pela diversificação regional de seu portfólio e pela possibilidade de destravar valor por meio da reciclagem de ativos. Esses fatores, na avaliação da casa, tornam o fundo mais atrativo no atual ambiente de mercado. Na carteira apresentada pelo banco, o VISC11 aparece com preço de R$ 102,80 por cota e P/VP de 0,89 vez. O fundo apresenta dividend yield anualizado de 9,8%, enquanto o retorno acumulado em 12 meses chega a 8,1%. A liquidez média indicada na carteira é de aproximadamente R$ 5,8 milhões, reforçando a característica de um fundo com mercado secundário Reciclagem de ativos é um dos principais atrativos do VISC11 O racional do BTG para aumentar a posição está diretamente ligado à capacidade do VISC11 de administrar seu portfólio de forma dinâmica. A estratégia de reciclagem permite que o fundo venda participações em determinados empreendimentos e redirecione os recursos para ativos considerados mais atrativos ou para oportunidades que possam melhorar o retorno da carteira. Essa característica ganha importância em um portfólio composto por diferentes shopping centers, já que a gestão pode ajustar a exposição conforme o desempenho dos empreendimentos, condições de mercado e oportunidades de aquisição ou venda. O BTG também destaca a diversificação regional do VISC11 como um dos pontos positivos da tese. A distribuição dos ativos entre diferentes localidades reduz a dependência do desempenho de uma única região ou mercado consumidor. Na visão da casa, essa combinação entre ativos maduros e possibilidade de reciclagem ajuda a sustentar a atratividade do fundo mesmo em um cenário de maior seletividade por parte dos investidores de FIIs.
IFIX sobe 0,2%; índice encerra quinta-feira aos 3.761 pontos
IFIX sobe 0,2%; índice encerra quinta-feira aos 3.761 pontos O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (3) em 3.761,48 pontos, com alta de 0,20%. O desempenho representou avanço de 7,61 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.753,87 pontos, mantendo o índice de fundos imobiliários no campo positivo ao fim da sessão. Ao longo do dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.752,46 pontos e a máxima de 3.761,82 pontos. A abertura ocorreu nos mesmos 3.753,87 pontos do dia anterior, antes de o indicador firmar tendência de valorização até o fechamento. O movimento do dia refletiu uma sessão de ganhos moderados, com o índice consolidando a elevação percentual informada. No encerramento, os pontos do índice ficaram próximos da máxima intradiária registrada, após uma trajetória de pequenas variações positivas ao longo do pregão. IFIX registra variação intradiária Entre os fundos com maior giro, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou as negociações, movimentando 2,22 milhões de cotas e recuando 0,22% no dia. Na segunda posição em volume, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) somou 1,75 milhão de cotas e avançou 0,56% ao final dos negócios. Na sequência, o SNEL11 (Suno Energias Limpas) contabilizou 784,42 mil cotas, com queda de 1,09%. O CPTS11 (Capitania Securities II) registrou 545,98 mil cotas negociadas e subiu 0,27%, enquanto o HGBS11 (Hedge Brasil Shopping) somou 525,03 mil cotas, com alta de 0,32% no fechamento. Maiores altas e quedas do IFIX Nas maiores valorizações do dia, o PVBI11 (VBI Prime Properties) liderou com avanço de 4,19%. A cota encerrou as negociações a R$ 70,11, figurando como o principal destaque positivo do pregão entre os fundos imobiliários acompanhados. Na segunda colocação entre as altas, o CCME11 (Canuma Capital Multiestratégia) subiu 2,30%, com preço de fechamento de R$ 8,89. O desempenho colocou o fundo entre os melhores resultados do dia em termos percentuais. Do lado das quedas, o GZIT11 (Gazit Malls) recuou 3,07% no pregão, terminando o dia a R$ 36,26. O movimento negativo posicionou o fundo como a maior baixa na sessão entre os destaques monitorados. A segunda maior desvalorização ficou com o HSAF11 (HSI Ativos Financeiros), que apresentou retração de 2,46%. Ao fim do pregão, o fundo foi cotado a R$ 76,04, compondo o grupo de perdas do dia no segmento de fundos imobiliários. No recorte de liquidez, o fundo Maxi Renda liderou os negócios em número de cotas, seguido por Zagros Renda Imobiliária. Suno Energias Limpas, Capitania Securities II e Hedge Brasil Shopping completaram a lista dos cinco mais negociados, com variações que alternaram entre quedas e altas dentro da sessão. Entre as performances extremas, VBI Prime Properties e Canuma Capital Multiestratégia concentraram as maiores altas, enquanto Gazit Malls e HSI Ativos Financeiros registraram os principais recuos. Os percentuais e preços de fechamento refletem o comportamento das cotas ao fim da quinta-feira (3). No saldo do dia, o índice iniciou a sessão no mesmo patamar da véspera, em 3.753,87 pontos, e avançou até encerrar em 3.761,48 pontos. Durante o pregão, o indicador oscilou dentro da faixa informada, tocando a máxima de 3.761,82 pontos e mantendo-se acima da mínima de 3.752,46 pontos.
Tijolo responde por 43,2% da carteira de FIIs da XP em setembro
Carteira Viva de Renda com FIIs acumula alta de 10,6% em doze meses, contra 8,2% do IFIX no mesmo intervalo A XP Investimentos zerou as posições em KNHF11, KNRI11 e RBRR11 na Carteira Viva de Renda com FIIs de setembro e abriu espaço para dois nomes novos: LVBI11, com 2,0% da alocação, e BTCI11, com 1,5%. Ao todo, o portfólio recomendado reúne 27 fundos imobiliários (FIIs) distribuídos em quatro segmentos. O ajuste também mexeu nos pesos dos fundos que já estavam na carteira. SNEL11, CPTS11, RBRY11, VGIR11 e CPSH11 ganharam 1 ponto percentual cada, e MCCI11 subiu 0,65 ponto. Na direção oposta, MCRE11, BRCO11 e PVBI11 perderam 1 ponto percentual cada, enquanto JSAF11 recuou 0,5 ponto e BROF11, 0,15 ponto. “Selecionamos os FIIs com crescimento de patrimônio líquido, volatilidade baixa no pagamento de dividendos e boa negociabilidade”, afirmou Antonio Mello, estrategista quantitativo da XP Investimentos. Publicidade Publicidade Tijolo concentra 43,2% e papel fica com 28,4% Os fundos de tijolo, que investem diretamente em imóveis físicos, formam o maior bloco da carteira, com 43,2% do total. BTLG11 e GGRC11 dividem a maior alocação individual do portfólio, com 7,5% cada, seguidos por PVBI11, com 6,5%. Logo atrás vêm os fundos de papel, lastreados em títulos de crédito imobiliário, que respondem por 28,4%. Nesse grupo, MCCI11 aparece com 6,2%, e RBRY11 e VGIR11 empatam com 6,0%. O restante se divide entre FoF (fundos de fundos), com 14,8%, e híbridos, com 13,6%. CPTS11 lidera o primeiro grupo, com 6,5%, e ALZR11 puxa o segundo, com 5,0%. Nos últimos doze meses, a estratégia rendeu 10,6%, contra 8,2% do IFIX, índice que reúne os principais fundos imobiliários negociados na B3. O retorno em dividendos no mesmo intervalo ficou em 12,2%. O que está por trás do modelo A seleção mensal roda sobre cinco filtros: crescimento do patrimônio líquido, volatilidade dos dividendos pagos mês a mês, momentum de preços por segmento, desconto em relação ao P/VP (preço sobre valor patrimonial) e mudanças no cenário macroeconômico, que podem favorecer um segmento em detrimento de outro. Fundos de papel, por exemplo, tendem a render mais quando os juros estão altos. Todo começo de mês o processo se repete, o que garante giro no portfólio. “Eliminamos o viés humano: todos os ativos são selecionados seguindo uma metodologia 100% quantitativa, sem decisões subjetivas”, escreveu Mello. Na simulação histórica entre fevereiro de 2018 e março de 2024, a estratégia acumulou 70,3%, ou 9,0% ao ano, contra 49,1% do IFIX, equivalente a 6,7% ao ano. O beta, que mede a oscilação do portfólio em relação ao mercado, ficou em 1,02. A volatilidade da carteira no mesmo teste foi de 6,4%, acima dos 4,3% do índice, e o índice de Sharpe, que mede o retorno ajustado ao risco, terminou em 6,6, contra 5,0 do IFIX. “Tomar mais risco nos trouxe mais retorno ao longo do tempo”, observou o estrategista. O próprio relatório coloca um limite na leitura desses números. Resultados de simulação não se repetem necessariamente no mercado real, e a XP faz a ressalva de forma direta, sem rodeios, logo abaixo da tabela de desempenho histórico. “Reforçamos que resultado passado não é garantia de performance futura”, ponderou Mello.
Perguntas Frequentes sobre VANG11
Qual é a cotação de VANG11 hoje na B3?
Quanto a VANG11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de VANG11?
O que significa o P/L e o P/VP de VANG11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.