TR

TRXY11 – Cotação TRX Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

Fundos Imobiliários

TRX Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

CNPJ: 43985938000110

Preço Atual
R$ 7,38
-0.40%

Resumo Fundamentalista de TRXY11

O ativo TRXY11 (TRX Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 7,38, acumulando uma variação de -0.40% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 7,36 e a máxima de R$ 10,49. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 7,41
Fec. Ant: R$ 7,38
Variação Dia
Min: R$ 7,36
Max: R$ 7,46
52 Semanas
Mín: R$ 7,36
Máx: R$ 10,49
Volume
10.425
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.85
R$ 8,68
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a TRXY11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O TRX HEDGE FII (TRXY11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BRL TRUST DTVM S.A.
CNPJ
13486793000142
Telefone
(11) 3509-0600
Endereço
Rua Alves Guimarães, 1216, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 05410-002

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,1300
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 14/11/2025

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FIIs buscam espaço em índices e ETFs internacionais
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

FIIs buscam espaço em índices e ETFs internacionais

O mercado de Fundos Imobiliários (FIIs) vivenciou uma forte expansão nos últimos anos, ao oferecer proteção patrimonial e geração de renda aos investidores. No entanto, os motores que sustentaram o crescimento na última década podem não ser os mesmos a impulsionar o mercado no futuro, segundo gestoras e fundos que atuam no setor. A institucionalização seria a chave dessa nova fase, possibilitando a entrada de fundos locais em índices e ETFs internacionais. Nesse movimento, players de relevância trabalham para aprimorar a governança, ampliar a transparência e a qualidade dos dados e avançar na padronização de informações segundo padrões internacionais. Esses passos são considerados essenciais para que os fundos listados no Brasil (e na América Latina como um todo) se tornem mais atrativos tanto para o investidor estrangeiro quanto para o investidor institucional. Expansão e próximos passos do mercado O Brasil registra 438 FIIs e um estoque financeiro de R$ 196 bilhões em custódia no mercado de bolsa, segundo o último Boletim de Produtos da B3, referente a julho de 2026. A base de investidores segue em trajetória de expansão, atingindo 3,297 milhões, 47 mil a mais do que em junho. Ao longo do ano, são contabilizados mais de 200 mil novos investidores neste mercado. Leia também Dividendos dos FIIs: confira os fundos que pagam na terceira semana de agosto Ainda que o Brasil esteja entre os principais mercados de Real Estate Investment Trust (REITs) no cenário global, na comparação com mercados mais maduros, o setor ainda seria pouco institucionalizado. Na composição do volume de fundos negociados na B3, 33% dos investidores são pessoas físicas, 34,2% institucionais e 28,9% não residentes. Agora, a meta é buscar a atração do investidor estrangeiro e institucional, mirando a composição de índices e ETFs internacionais. Para coordenar esse movimento, gestoras e fundos formaram a Latin America REITs Association (LAREAL), entidade que passa a representar a América Latina na Global REIT Alliance, coalizão de associações de diversos países que busca o aprimoramento do mercado de REITs, a adequação aos padrões globais de governança e a divulgação de indicadores dos fundos. Fomento dos REITs na América Latina Após décadas de expansão do volume negociado, ampliação no número de fundos, aumento da liquidez e pulverização da base, o desafio atual da indústria é romper fronteiras. Por isso, fortalecer o mercado de FIIs no Brasil e na América Latina, harmonizar métricas para padrões internacionais e elevar a presença dos produtos na indústria global estão entre os objetivos da LAREAL, que deve fomentar o diálogo com reguladores, investidores, provedores de índices e entidades setoriais, além de outros participantes da indústria global de REITs. O núcleo fundador da entidade contempla gestoras como Alianza, Guardian, I2A Advogados, Suno, TRX Investimentos, Valora Investimentos e Vinci Compass, além de 13 FIIs com representação relevante da indústria. Atualmente, são 21 FIIs, e a meta é atingir 45 fundos membros no primeiro ano de criação, para promover o diálogo em nome da indústria de FIIs de forma ampla. Após o anúncio da criação, em maio deste ano, a entidade estruturou o escritório físico na Rua Dr. Bacelar, em São Paulo (SP). A LAREAL vem trabalhando em quatro esferas: atração de capital, desenvolvimento de dados e análise de critérios de elegibilidade para participação de FIIs em ETFs, aprimoramento do produto e advocacy, promovendo a aproximação com governos e órgãos reguladores. A entidade deve liderar o movimento de organização do mercado, para que os investidores institucionais tenham acesso a informações traduzidas para o inglês, claras e organizadas. A partir deste semestre, a LAREAL vai fazer parte do Grupo de Trabalho de Produtos da B3, que opera a bolsa de valores brasileira. “Nós temos uma pauta com a B3 que deve ser conversada ao longo do tempo. E um ponto relevante é como podemos facilitar o acesso dessas informações, desses relatórios em inglês que estão sendo desenvolvidos no mercado brasileiro para eles nos próprios sites”, conta o presidente da LAREAL, Potyguara Camargo. Além disso, Camargo entende que é preciso tornar o mercado mais propositivo em relação às pautas propostas pelos reguladores. “Quando vem a questão da taxação de fundos imobiliários, o mercado é muito reativo a essa pauta. Uma associação com esses fundos imobiliários precisa conseguir trazer as melhores propostas para desenvolver o mercado. E não só via insights locais, mas também via insights internacionais e pelo endosso da Global REIT Alliance”, completa. Inspiração em entidades como NAREIT (EUA) e EPRA (Europa) Entre as referências da LAREAL, estão associações internacionais como a National Association of Real Estate Investment Trusts (NAREIT), nos Estados Unidos, e a European Public Real Estate (EPRA), na Europa. De acordo com o representante da LAREAL, é preciso fomentar a aproximação com esses e outros players internacionais. “Na Europa, nos Estados Unidos, eles viveram o que a gente está vivendo agora, mas 30 anos atrás. A gente consegue um endosso desses players caso a gente precise de fato travar alguma pauta”, destaca. Em sua primeira agenda internacional, a LAREAL participou, em junho, do evento REIT Week, a maior conferência anual para investidores de REITs, organizada pela NAREIT em Nova York, nos EUA. “Participamos com o intuito de aprender o que é feito lá fora, entender como essas outras associações podem nos ajudar. E isso foi bem importante.” A partir de agora, a LAREAL possui agenda fixa de participação em fóruns globais e deve ampliar sua presença em eventos a partir do ano que vem. Diferenças relevantes entre REITs e FIIs Cada mercado tem sua particularidade. Enquanto os EUA utilizam REITs, o Brasil, os FIIs e o México, os FIBRAs, o momento seria de fomentar o mercado brasileiro e latino-americano frente à indústria mundial, sem descaracterizar suas especificidades. A natureza jurídica dos REITs está entre as principais diferenças do ativo internacional em relação aos FIIs. Enquanto os FIIs são constituídos como fundos, os REITs são empresas. No entanto, essa diferenciação, na visão do presidente da associação, não seria um problema, porque os FIIs são comparáveis aos REITs em nível internacional. “Tudo que é preciso é ser considerado como REIT, dado que cada país possui sua regulamentação, é muito difícil você conseguir trackear todos.” Mas, em algumas situações, essa diferença pode ser um limitador. “Mas pode ser que um desses investidores, por exemplo, pode haver hedge fund que não pode investir em cotas, só em ações. Então isso travaria o investimento dele em fundos imobiliários, enquanto se ele for investir nos REITs europeus ou americanos, eles poderiam, porque lá são empresas corporate, são ações e não fundos que ele estaria investindo.” Principais obstáculos para atrair grandes players O Brasil poderia ter maior participação em benchmarks globais de Real Estate, na visão da LAREAL. Ao analisar o FTSE EPRA Nareit Emerging Index, por exemplo, o Brasil teria somente 8,69% de participação, com market cap que ultrapassa US$ 14,04 bilhões. O potencial adicional chegaria a US$ 12 bilhões, levando a uma fatia de 13,45% e market cap de US$ 25,5 bilhões, segundo estimativas da entidade. Entre os desafios para aproximar os FIIs de alocadores estrangeiros e fomentar a entrada de capital externo via índices e ETFs, estão a falta de padronização e as dificuldades de comunicação. Neste momento, a entidade deve atuar no processo de transição para aproximar os FIIs locais dos critérios de liquidez, transparência, governança e comparabilidade exigidos no mercado internacional, mas também deve tornar mais compreensível o entendimento por parte de fundos multimercado, fundos de pensão, investidores institucionais latino-americanos, entre outros. A entrada de fundos brasileiros em índices e ETFs internacionais é uma oportunidade, mas requer adesão a critérios objetivos de elegibilidade. Entre os requisitos, a LAREAL cita tamanho, liquidez, free float, governança, composição da base de investidores, qualidade das informações e presença em benchmarks globais. Segundo o especialista, os FIIs deveriam ser mais escolhidos para fazer parte de ETFs em nível global, mas as dificuldades de comunicação tornam mais complicado o entendimento sobre os ativos. Cada mercado tem sua particularidade. “Os FIIs imobiliários brasileiros são diferentes, mexicanos e assim por diante. Mas existem coisas que você precisa desenvolver para que essas outras pessoas consigam analisar, olhar e entender do que se trata o produto aqui do Brasil. Entendo que, em relação a relatórios, à divulgação de dados, de fato, essa tradução é a principal. Você precisa falar a mesma língua que eles”, acredita. “Os nossos gestores precisam fazer essa tradução. Conforme essas pequenas padronizações forem acontecendo, esses índices internacionais acabam olhando mais para cá”, ressalta. Outra dificuldade, aponta Camargo, está relacionada à padronização de indicadores de performance. “Enquanto a gente está falando de P/VP, lá eles estão falando de FFO”, exemplifica. Consolidação do mercado e liquidez A entrada do capital profissional depende da profundidade do mercado e da liquidez dos fundos, principalmente para veículos com regras mais rígidas de concentração e controles de risco. Nesse contexto, o mercado brasileiro de FIIs passa por um movimento de consolidação, com fusões e aquisições de fundos que formam veículos maiores e mais líquidos, na argumentação das gestoras com essas estratégias. Ao reunir fundos com estratégias semelhantes, FIIs mais robustos se tornariam mais atrativos ao investidor institucional e internacional, na visão da LAREAL. Para compor índices, o fundo precisa ser representativo frente ao mercado, com alta liquidez, para que seja possível sair da posição, se necessário. “Então, se você tem um tamanho relevante, se você tem uma liquidez relevante, a probabilidade de ele entrar é muito maior.” Dessa forma, a consolidação é extremamente importante para os players institucionais, tema que foi discutido no último REIT Week. “O mercado brasileiro é um dos mais relevantes do mundo, ele é o mais relevante entre os emerging markets, mas ele é o que mais tem quantidade de fundos. Ele tem mais quantidade de fundos do que inclusive o mercado americano, que ultrapassa um market cap de trilhão de dólares. Então o que a gente precisa fazer é realmente entender qual que é o sweet spot aqui, qual que é o ideal entre a consolidação e a não consolidação”, conclui. *Matéria publicada originalmente em ClubeFII, parceiro de B3 Bora Investir Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! 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Fundos imobiliários movimentam R$ 3,47 bilhões em nova rodada de negócios com shoppings
Fundos Imobiliários Brasileiros 16/08/2026

Fundos imobiliários movimentam R$ 3,47 bilhões em nova rodada de negócios com shoppings

Os fundos imobiliários ampliaram sua presença no mercado brasileiro de shopping centers com uma sequência de operações que soma cerca de R$ 3,47 bilhões. No centro das negociações está o TRXF11, fundo administrado pela TRX Investimentos, que anunciou quatro acordos desde o início de agosto envolvendo participações em seis shoppings, além de galpões logísticos e um edifício corporativo. O movimento reforça uma estratégia adotada pelas grandes operadoras do setor para reduzir a concentração de capital nos imóveis sem necessariamente deixar a administração dos empreendimentos. As companhias vendem participações minoritárias, levantam recursos e permanecem à frente da operação, enquanto os fundos passam a dividir as receitas geradas pelos ativos. A negociação mais recente envolve a Multiplan, que acertou a venda de 9,33% do ParkShopping Barigüi, em Curitiba, por R$ 250 milhões ao TRXF11. O acordo foi estruturado como compromisso de compra e venda e ainda depende do cumprimento das condições previstas entre as partes. Iguatemi negocia R$ 876,1 milhões em participações Outra operação relevante envolve cinco empreendimentos da Iguatemi. O TRXF11 negocia a aquisição de 36% do Iguatemi Alphaville, em Barueri; 36% do I Fashion Outlet, em Novo Hamburgo; 35,55% do Praia de Belas, em Porto Alegre; e 10% do Iguatemi Ribeirão Preto e do Iguatemi São José do Rio Preto. O conjunto das participações foi avaliado em R$ 876,1 milhões. Do valor previsto no fechamento, R$ 350,5 milhões poderão ser compensados por créditos relacionados à subscrição de cotas do próprio fundo pelos vendedores. O restante será dividido em duas parcelas corrigidas pela Taxa DI. A conclusão ainda depende de etapas como auditorias, documentos definitivos e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Caso o negócio seja concluído, a Iguatemi ficará com 15% do Iguatemi Alphaville e 15% do I Fashion Outlet Novo Hamburgo, mas continuará responsável pela administração e operação dos dois empreendimentos. Maior negócio chega a R$ 2,13 bilhões A maior das quatro operações anunciadas pelo TRXF11, entretanto, está fora do segmento de shopping centers. O fundo negocia aproximadamente R$ 2,13 bilhões por participações em dois veículos administrados pela Cy.Capital, plataforma imobiliária do Grupo Cyrela. Os ativos incluem quatro galpões logísticos e um edifício corporativo. Em outra transação, o fundo acertou a aquisição de 70% de um galpão em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, por R$ 210 milhões. O imóvel possui contrato de locação válido até fevereiro de 2030. Para financiar parte da estratégia, o TRXF11 anunciou sua 13ª emissão de cotas, no valor de R$ 5 bilhões, com lote adicional que pode elevar significativamente o montante captado. Apesar do volume anunciado, os cerca de R$ 3,47 bilhões ainda não representam negócios concluídos. Três das quatro transações foram estruturadas inicialmente por meio de memorandos de entendimento, enquanto a negociação com a Multiplan é um compromisso de compra e venda. Fundos ganham espaço nos portfólios A aproximação entre fundos imobiliários e administradoras de shoppings não se limita ao TRXF11. Em março, o XP Malls concluiu a compra de participações em cinco centros comerciais por R$ 608,67 milhões. Quatro desses empreendimentos também fazem parte da negociação mais recente envolvendo o fundo da TRX. Na operação do XP Malls, R$ 308,6 milhões foram liquidados por meio da subscrição de cotas do próprio fundo pelos vendedores. Em outra transação do mercado, o Hedge Brasil Shopping assinou memorando para adquirir 20% do ParkShopping São Caetano por R$ 237 milhões, com pagamento integral em dinheiro. A estrutura permite às operadoras transformar participações imobiliárias em recursos para novos investimentos e, ao mesmo tempo, preservar a gestão dos empreendimentos. Para os fundos, representa acesso a ativos consolidados e às receitas de aluguel produzidas pelos centros comerciais. Ativos premium ficam fora das vendas As negociações também revelam uma seleção dos ativos que as empresas estão dispostas a dividir com novos investidores. Os principais shoppings dos portfólios de Iguatemi e Multiplan ficaram fora das transações. Segundo classificação do GS LatAm Property Compass, do Goldman Sachs, citada pela Bloomberg Línea, os cinco empreendimentos da Iguatemi envolvidos na negociação com o TRXF11 estavam na categoria B de uma escala entre AAA e C. O ParkShopping Barigüi aparece na categoria A. Nenhum dos quatro empreendimentos classificados como AAA entrou nos negócios: Iguatemi São Paulo e JK Iguatemi, da Iguatemi, e BarraShopping e MorumbiShopping, da Multiplan. A ocupação dos cinco ativos da Iguatemi negociados varia de 85,7% a 97,8%. No Iguatemi São José do Rio Preto, a vacância passou de 10,4% em 2024 para 14,3% em 2026, enquanto o Iguatemi Alphaville apresenta a maior ocupação entre os cinco. A sequência de operações sinaliza uma mudança na estrutura de capital do setor. Em vez de concentrar integralmente a propriedade dos imóveis, grandes administradoras passam a compartilhar participações com fundos, preservando a gestão e liberando recursos para expansão e novos projetos. Para o mercado de FIIs, o movimento amplia a oferta de participações em empreendimentos já estabelecidos e aproxima ainda mais o capital financeiro dos grandes portfólios de shopping centers do país.

Fundos imobiliários avançam sobre redes de shoppings em negócios de R$ 3,5 bilhões
Fundos Imobiliários Brasileiros 12/08/2026

Fundos imobiliários avançam sobre redes de shoppings em negócios de R$ 3,5 bilhões

Fundos imobiliários avançam sobre redes de shoppings em negócios de R$ 3,5 bilhões |Fachada do ParkShopping Barigüi, em Curitiba, onde a Multiplan (MULT3) acertou a venda de 9,33% ao fundo imobiliário TRXF11 por R$ 250 milhões (Foto: Divulgação)(Divulgação/Multiplan) O TRXF11, fundo da TRX Investimentos, acerta a compra de galpões logísticos, um edifício corporativo e fatias de seis shoppings. O mais recente é 9,33% do ParkShopping Barigüi, da Multiplan, em Curitiba Bloomberg Línea — Operadoras de shopping center estão vendendo fatias minoritárias de seus empreendimentos a fundos imobiliários, sem abrir mão da administração e recebendo parte do preço em cotas do próprio comprador. A Multiplan (MULT3) assinou compromisso de compra e venda de 9,33% do ParkShopping Barigüi, em Curitiba (PR), por R$ 250 milhões, divulgou a TRX Investimentos nesta quarta-feira (12). Foi o quarto negócio anunciado pelo TRXF11, fundo gerido pela TRX, desde o início de agosto. PUBLICIDADE Os quatro somam cerca de R$ 3,47 bilhões, e nenhum está concluído. Três são memorandos de entendimentos, que fixam termos preliminares, e o da Multiplan é compromisso de compra e venda, instrumento que vincula as partes e depende do cumprimento de condições previamente acertadas. ⟶ Assine as newsletters da Bloomberg Línea e receba as notícias do dia em primeira mão no e-mail. Na maior operação anunciada, o fundo se compromete a pagar cerca de R$ 2,13 bilhões por participação em dois veículos geridos pela Cy.Capital, plataforma imobiliária do Grupo Cyrela (CYRE3), que reúnem quatro galpões logísticos e um edifício corporativo. PUBLICIDADE No galpão de Jaboatão dos Guararapes (PE), comprado por R$ 210 milhões, a fatia é de 70%, com contrato de locação até fevereiro de 2030. Nos shoppings da Iguatemi (IGTI11), as frações variam conforme o ativo. São 36% do Iguatemi Alphaville, em Barueri (SP), 36% do I Fashion Outlet, em Novo Hamburgo (RS), 35,55% do Praia de Belas, em Porto Alegre (RS), e 10% de cada uma das unidades de Ribeirão Preto e São José do Rio Preto, no interior paulista, por R$ 876,1 milhões. Do valor pago no fechamento, R$ 350,5 milhões podem ser compensados com créditos da subscrição de cotas do próprio fundo pelos vendedores, e o saldo vem em duas parcelas corrigidas pela Taxa DI, segundo o fato relevante de 7 de agosto. PUBLICIDADE Leia também: Dior, H&M e Zara impulsionam ocupação de shoppings da rede Iguatemi com marcas de luxo O mesmo documento condiciona a operação à realização da oferta pública de cotas necessária para pagar essa parcela e à aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). A oferta já está em curso. O fundo comunicou ao mercado, na semana passada, a 13ª emissão de cotas, de R$ 5 bilhões, com lote adicional que pode dobrar a captação. O desenho não é exclusivo da TRX, e os mesmos ativos já passaram por ele. Em março, o XP Malls (XPML11) concluiu a compra de participações em cinco shoppings por R$ 608,67 milhões, quatro deles os mesmos que agora vão para o TRXF11, e liquidou R$ 308,6 milhões com subscrição de cotas do próprio fundo pelos vendedores. PUBLICIDADE Em novembro, o Hedge Brasil Shopping (HGBS11) assinou memorando por 20% do ParkShopping São Caetano, por R$ 237 milhões, esse pago apenas em dinheiro. O efeito da sequência aparece no que sobra para a vendedora. Concluída a operação com a TRX, a Iguatemi ficará com 15% do Iguatemi Alphaville e 15% do I Fashion Outlet Novo Hamburgo, segundo a apresentação anexa ao fato relevante. Nos dois casos, a companhia permanece responsável pela administração e pela operação, e é o seu nome que segue na fachada. Shoppings fora do topo de linha Nem a Iguatemi nem a Multiplan venderam seus melhores shoppings. Os cinco da Iguatemi estão na faixa B de uma escala que vai de AAA a C e mede a capacidade de atrair marcas premium, ampliar tráfego e reajustar aluguéis acima da inflação, segundo o relatório GS LatAm Property Compass, do Goldman Sachs, de junho de 2025. O ParkShopping Barigüi está uma faixa acima, em A. Nenhum dos quatro shoppings classificados como AAA naquele levantamento entrou nas operações. Dois pertencem à Iguatemi, o Iguatemi São Paulo e o JK Iguatemi, e dois à Multiplan, o BarraShopping e o MorumbiShopping. Leia também: Multiplan antecipa crédito de R$ 253 milhões antes da reforma tributária, diz CFO Entre os cinco ativos da Iguatemi, a ocupação vai de 85,7% a 97,8%. O Iguatemi São José do Rio Preto está na ponta baixa, com vacância em alta pelo segundo ano seguido, de 10,4% em 2024 para 14,3% em 2026, conforme a apresentação anexa ao fato relevante. O Iguatemi Alphaville está na ponta alta. “Com essa aquisição, o TRXF11 continua ampliando sua presença em imóveis que fazem parte do cotidiano das pessoas”, afirmou José Alves Neto, sócio-fundador e membro do comitê de investimentos da TRX, no comunicado sobre o ativo de Curitiba. O fato relevante da Iguatemi encerra com a ressalva de que o memorando estabelece termos preliminares e não representa, quanto à consumação da aquisição, compromisso definitivo e irrevogável entre as partes. A conclusão depende ainda das auditorias jurídica e técnica, da celebração dos documentos definitivos e do não exercício dos direitos de preferência aplicáveis. Leia também Allos projeta R$ 540 mi em receitas com 72 torres de ‘minicidades’ em shoppings

Perguntas Frequentes sobre TRXY11

Qual é a cotação de TRXY11 hoje na B3?
A cotação de TRXY11 hoje está em R$ 7,38. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 7,36 e máxima de R$ 7,46.
Quanto a TRXY11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de TRXY11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de TRXY11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de TRXY11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.