SNEL11
Fundos ImobiliáriosFundo de Investimento Imobiliario Suno Energias Limpas
CNPJ: 43741171000184
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a SNEL11
O FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO SUNO ENERGIAS LIMPAS (SNEL11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
Dividendos
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SNME11 supera IFIX e termina pregão com alta de 0,53% Vinícius Alves 10/08/2026 às 19:00 3 minutos de leitura Atualizado em: 10/08/2026 às 19:00 O SNME11 fechou o pregão desta segunda-feira (10) em alta de 0,53%, a R$ 9,44. A cota abriu a sessão em R$ 9,38 e chegou a alcançar R$ 9,44, encerrando o dia na máxima indicada na tela. O fundo apresentou comportamento positivo durante a sessão, enquanto o IFIX registrava queda de 0,76%. Com isso, o SNME11 terminou o pregão na contramão do principal índice de fundos imobiliários. A liquidez financeira também ganhou destaque. O fundo movimentou aproximadamente R$ 281 mil no pregão, com a cota oscilando entre R$ 9,38 e R$ 9,44. O volume negociado ficou acima do registrado pelo SNID11, de R$ 49,2 mil, mas abaixo do SNEL11, que movimentou R$ 1,97 milhão no mesmo pregão. SNME11 lucra R$ 1,81 milhão e mantém estratégia de ganho de capital O FII SNME11 fechou junho com resultado líquido de R$ 1,81 milhão, mantendo a estratégia focada na captura de ganhos de capital em operações estruturadas e arbitragem no mercado de fundos imobiliários. No mês, o fundo apurou resultado distribuível de R$ 0,244 por cota e pagou R$ 0,22 por cota em dividendos, com pagamento realizado em 27 de julho. Ao término do período, manteve R$ 0,0669 por cota em reservas distribuíveis acumuladas. Considerando a cotação de mercado de R$ 9,40, o fundo registrou dividend yield anualizado de 31,9%. A cota patrimonial encerrou a R$ 9,63, o que representa P/VP de 0,98 vez. De acordo com a gestora, a perspectiva para os próximos meses é distribuir apenas o resultado recorrente. A reserva acumulada será integralmente distribuída antes da conclusão da incorporação do SNFF11 e do KISU11 pelo próprio fundo. A carteira de CRIs encerrou o mês com yield médio de 19,24% e duration aproximada de 0,5 ano, preservando o perfil de ativos de curto prazo. Operações estruturadas sustentam desempenho do SNME11 O principal destaque de junho foi a conclusão de investimento no veículo originado da cisão do RELG11. A operação gerou taxa interna de retorno (TIR) anualizada de 52,5% e adicionou R$ 0,16 por cota ao resultado distribuível do fundo. Segundo a gestora, a tese começou em julho de 2024, quando foi identificado um portfólio negociado com desconto relevante frente ao valor considerado justo. Ao longo dos meses seguintes, a posição foi ampliada gradualmente até a maturação da estratégia em junho deste ano. Parte da liquidação do investimento ocorreu com o recebimento de cotas do GGRC11. Para mitigar a exposição às oscilações de mercado, o fundo executou uma operação de venda a descoberto (short), fixando antecipadamente o preço de alienação dos ativos. A iniciativa acrescentou R$ 146 mil ao resultado do mês e eliminou o risco de variação de preço entre o recebimento e a venda efetiva das cotas. “A boa oportunidade surgiu em um veículo momentaneamente estressado, cujo preço no mercado secundário oferecia margem de segurança e potencial relevante de ganho de capital”, destacou a gestão em sua carta mensal.
SNME11 supera IFIX; fundo encerra pregão da segunda-feira em alta de 0,53%
SNME11 supera IFIX; fundo encerra pregão da segunda-feira em alta de 0,53% O SNME11 encerrou o pregão desta segunda-feira (10) em alta de 0,53%, cotado a R$ 9,44. A cota abriu a sessão em R$ 9,38, alcançou R$ 9,44 ao longo do dia e terminou exatamente na máxima registrada na tela. O desempenho ficou na contramão do IFIX, que recuou 0,76% no mesmo período. Assim, o fundo avançou enquanto o principal índice de fundos imobiliários cedeu. A liquidez também chamou atenção: o fundo movimentou aproximadamente R$ 281 mil no dia, com as negociações oscilando entre R$ 9,38 e R$ 9,44. O volume superou o registrado por SNID11, de R$ 49,2 mil, mas ficou abaixo de SNEL11, que somou R$ 1,97 milhão no pregão. SNME11 lucra R$ 1,81 milhão e mantém ganho de capital O FII fechou junho com resultado líquido de R$ 1,81 milhão, preservando a estratégia de captura de ganhos de capital em operações estruturadas e arbitragem no mercado de fundos imobiliários. A diretriz segue orientada a identificar ineficiências e executar táticas específicas para monetização dessas assimetrias. No mês, o fundo apurou resultado distribuível de R$ 0,244 por cota e efetuou pagamento de R$ 0,22 por cota em dividendos, com crédito realizado em 27 de julho. Ao término do período, manteve R$ 0,0669 por cota em reservas distribuíveis acumuladas, reforçando o colchão para distribuição. Considerando a cotação de mercado de R$ 9,40, o fundo registrou dividend yield anualizado de 31,9%. A cota patrimonial encerrou a R$ 9,63, o que representa P/VP de 0,98 vez, indicador que sinaliza precificação próxima ao valor patrimonial. De acordo com a gestora, a perspectiva para os próximos meses é distribuir apenas o resultado recorrente. A reserva acumulada será integralmente distribuída antes da conclusão da incorporação de SNFF11 e KISU11 pelo próprio fundo, conforme cronograma indicado pela administração. A carteira de CRIs terminou junho com yield médio de 19,24% e duration aproximada de 0,5 ano, preservando o perfil de ativos de curto prazo e a flexibilidade para ajustes táticos quando necessário. Operações estruturadas impulsionam desempenho do SNME11 O principal destaque de junho foi a conclusão do investimento no veículo originado da cisão do RELG11. A operação gerou TIR anualizada de 52,5% e adicionou R$ 0,16 por cota ao resultado distribuível, refletindo a execução da tese em condições de mercado favoráveis à arbitragem. Segundo a gestora, a tese teve início em julho de 2024, ao identificar um portfólio negociado com desconto relevante frente ao valor considerado justo. Nos meses seguintes, a posição foi ampliada gradualmente até a maturação da estratégia em junho deste ano. Parte da liquidação do investimento ocorreu com o recebimento de cotas de GGRC11. Para mitigar a exposição às oscilações de mercado, o fundo executou uma venda a descoberto (short), fixando antecipadamente o preço de alienação dos ativos. A iniciativa acrescentou R$ 146 mil ao resultado do mês e eliminou o risco de variação de preço entre o recebimento e a venda efetiva das cotas. “A boa oportunidade surgiu em um veículo momentaneamente estressado, cujo preço no mercado secundário oferecia margem de segurança e potencial relevante de ganho de capital”, destacou a gestão em sua carta mensal.
SNEL11: fundo fecha em alta e renova máxima; liquidez chega a R$ 1,97 milhões
SNEL11: fundo fecha em alta e renova máxima; liquidez chega a R$ 1,97 milhões O SNEL11 fechou o pregão desta segunda-feira (10) em alta de 0,12%, a R$ 8,38. Ao longo da sessão, o fundo renovou a máxima histórica ao considerar retorno + dividendos, segundo os dados de fechamento. A cota variou entre R$ 8,36 e R$ 8,38 durante o dia, encerrando próxima do topo do intervalo, após uma sequência recente de valorização. A liquidez também se destacou: o fundo movimentou aproximadamente R$ 1,97 milhão em volume financeiro. O resultado ocorreu em um dia negativo para os fundos imobiliários. O IFIX recuou 0,76%, para 3.742,33 pontos, enquanto o FII terminou o pregão no campo positivo. Com a alta desta segunda-feira e a nova máxima histórica, o fundo mantém trajetória de valorização, mesmo em uma sessão mais pressionada para o mercado de FIIs. Oferta do SNEL11 pode ampliar patrimônio para R$ 3,29 bi Nos últimos meses, o fundo reportou avanços operacionais, com expansão do portfólio de usinas, redução de custos operacionais em parte dos ativos e o lançamento da quinta emissão de cotas, fatores que elevaram o interesse do mercado. De acordo com o prospecto da oferta do SNEL11, a operação pode aumentar o patrimônio líquido do fundo de R$ 889,9 milhões para até R$ 3,29 bilhões. A projeção considera a colocação integral das cotas e o eventual exercício do lote adicional, conforme os termos da emissão. O plano também contempla crescimento da capacidade instalada dos ativos, de 149,4 MWp para 635,2 MWp. O número de projetos no portfólio pode avançar de 37 para 224, com a incorporação de 187 novos projetos de geração solar, caso a oferta seja concluída nos parâmetros indicados. As estimativas dependem da efetivação da oferta e não constituem garantia de desempenho futuro. A execução do pipeline e a alocação dos recursos seguirão o cronograma e as condições estabelecidas no prospecto, sujeitas às etapas regulatórias e de mercado. Junho teve maior volume de negociação da história do FII Em junho, o FII registrou o maior volume de negociações desde o lançamento. Segundo a gestora, as cotas movimentaram mais de R$ 150 milhões ao longo do mês, marcando um novo recorde de liquidez no período. A combinação de maior negociação e expansão da base de investidores demonstra o engajamento do mercado com a oferta em andamento. As etapas de sobras e de montante adicional tendem a manter o cronograma dentro das datas já informadas ao mercado.