SELI11 BB ETF Tesouro Selic B3 Fundo de Indice Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
BB ETF Tesouro Selic B3 Fundo de Indice Responsabilidade Limitada
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 0 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de SELI11
O ativo SELI11 (BB ETF Tesouro Selic B3 Fundo de Indice Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 100,32, acumulando uma variação de +0.04% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 99,90 e a máxima de R$ 100,32. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a SELI11
Dividendos
Nenhum dividendo
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Índices
31/08/2026 Terceira prévia da carteira do Ibovespa B3 que entra em vigor em setembro conta com 76 ativos Bolsa também divulga hoje a terceira prévia das novas carteiras de 40 índices, que vão vigorar a partir de setembro São Paulo, 31 de agosto de 2026 – A terceira prévia da nova carteira do Ibovespa B3, principal indicador do desempenho das ações mais negociadas da Bolsa, que vai vigorar de 31/08/2026 a 07/09/2026, conta com 76 papéis de 74 empresas brasileiras (ações ordinárias, ON, e preferenciais, PN, de uma mesma companhia também podem integrar o indicador). A prévia, com base no fechamento do pregão de 27/08/2026, registra as saídas das ações RECV3 (PETRORECSA ON), SLCE3 (SLC AGRICOLA ON) e a entrada da ação TEND3 (TENDA ON). Os cinco ativos com maior peso na composição do índice na terceira prévia são: Vale ON (11,864%) Itaú Unibanco PN (8,489%) Petrobras PN (7,766%) Axia Energia ON (4,875%) Petrobras ON (4,698%) Prévia das carteiras dos índices B3 A composição das carteiras do Ibovespa B3 e dos demais índices de ações calculados pela bolsa do Brasil é revisada a cada quatro meses, em janeiro, maio e setembro, com a possibilidade de entrada e saída de empresas de acordo com a metodologia de cada índice. Além da carteira oficial, a B3 divulga três prévias das carteiras, antes da divulgação da carteira definitiva, para que investidores e gestores de fundos, por exemplo, tenham previsibilidade quanto à necessidade de fazer ajustes no peso de cada papel em suas alocações: 1ª prévia : no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira (03/08/2026); : no primeiro pregão do último mês de vigência da carteira (03/08/2026); 2ª prévia : no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira (17/08/2026); : no pregão seguinte ao dia 15 do último mês de vigência da carteira (17/08/2026); 3ª prévia : cinco dias antes da vigência da carteira anterior (31/08/2026); : cinco dias antes da vigência da carteira anterior (31/08/2026); Carteira definitiva (08/09/2026). Clique nos arquivos abaixo e faça download Composição da terceira prévia do Ibovespa e demais índices (clique aqui) Entradas e saídas (clique aqui) Ibovespa B3 O Ibovespa B3 reúne os ativos com maior volume negociado no pregão da bolsa do Brasil e serve de referência para investimentos como os ETFs (Exchange Traded Fund), fundos de investimentos listados em bolsa que replicam o desempenho de um índice de referência, além dos futuros de Ibovespa e as opções sobre Ibovespa. A porta de entrada, que vai definir se um papel será incluído ou não no índice, é a liquidez, ou seja, a capacidade que essa ação tem de ser comprada ou vendida rapidamente pelos investidores. Com os índices, os investidores conseguem acompanhar o desempenho de carteiras formadas por ações de diferentes segmentos da economia, além de poderem diversificar seus investimentos por meio de produtos financeiros referenciados a esses índices. + Saiba mais sobre a Metodologia do Ibovespa B3. Conheça a terceira prévia dos demais índices da Bolsa A B3 também divulga hoje a terceira prévia dos demais índices calculados pela bolsa do Brasil. Hoje, são 36 índices divididos em índices amplos, de governança, por setores da economia e ESG. Além dos índices amplos como o IBrX 100 B3 e o IBrX 50 B3, há índices setoriais, como o IFIX B3, que acompanha o desempenho médio das cotações dos fundos imobiliários negociados na bolsa; o IAGRO B3, ligado ao agronegócio; além dos índices ESG, como o ISE B3, que reúne as empresas com as melhores práticas de sustentabilidade, o IGPTW B3, que reúne as melhores empresas para trabalhar e o ICO2, que oferece aos investidores um indicador com empresas que medem suas emissões de gases de efeito estufa. + Conheça outros índices da B3 aqui.
Nadal conquista o bicampeonato consecutivo em torneio de golfe em Mallorca
Mallorca (Espanha) – Rafael Nadal, ganhador de 22 títulos de Grand Slam, conquistou mais um título para seu extenso currículo, mas desta vez em outra modalidade, o golfe. O ex-número 1 do mundo ganhou pela segunda vez consecutiva o 59º torneio anual do Clube de Golfe Son Servera, situado na Costa de los Pinos, em Mallorca. O Son Servera foi fundado há mais de 58 anos, em 1967, tornando-se o primeiro clube esportivo de Mallorca. Suas origens remontam às terras que faziam parte da propriedade Sant Jordi, pertencente à família Servera. Na década de 1960, um projeto imobiliário incluiu a construção de um campo de golfe de nove buracos, que teve início em 1963, sendo o Punta Rotja Golf Club fundado em 1965. No entanto, a empresa responsável pelo empreendimento faliu e foi dissolvida, colocando em risco o futuro do clube. Mas um grupo de membros residentes assumiu a tarefa de manter o clube em atividade e hoje o clube tornou-se um ponto de encontro para a vida social da região. Costa de los Pinos tornou-se um polo para famílias espanholas e estrangeiras abastadas. O campo de golfe onde Nadal se sagrou bicampeão é cercado por carvalhos, pinheiros, oliveiras e alfarrobeiras, com um traçado de par 72 e opções alternativas de jogada. O ídolo espanhol é um apaixonado pelo golfe e em abril deste ano realizou o sonho de acompanhar de perto o famoso Masters Augusta National, nos Estados Unidos. “Tenho muita sorte de visitar o Masters pela primeira vez. É uma sensação incrível, este lugar é mágico”, disse Nadal em entrevista no Augusta National Golf Club. Nadal, além de admirador do golfe, é um bom praticante da modalidade. Apesar das limitações físicas adquiridas no tênis, comentou: “Sou sólido o suficiente para ser muito competitivo no mundo amador.” Uma coisa que ele aprecia no golfe é o silêncio, a proibição de se usar celular no gramado, conforme revelou em entrevista à ESPN. “O fato de ninguém poder usar celular é uma ideia genial, uma regra genial, do meu ponto de vista, porque todos estão focados apenas no que os olhos podem ver. Este lugar é mágico.” O mundo do tênis conta com vários praticantes. Andy Murray joga golfe todos os dias depois de deixar os filhos na escola; Jimmy Connors, aos 73 anos, pratica o esporte seis vezes por semana; e Carlos Alcaraz pega os tacos sempre que pode, até mesmo durante torneios de Grand Slam. Roger Federer e Nadal foram vistos juntos em público, em um campo de golfe de 18 buracos. O golfe tornou-se uma boa forma de terapia para manter os nervos sob controle. Com tantos adeptos, promover um torneio de golfe para tenistas não seria má ideia. “Há vários jogadores com handicap abaixo de cinco. Por isso, deveria haver um torneio de golfe para tenistas, para ver quem ganha”, sugeriu o mexicano Santiago González.
Cyrela perde FII TRXF11 como comprador, mas analistas mostram otimismo com ativos
O TRXF11 desistiu da aquisição de um portfólio imobiliário da Cyrela avaliado em aproximadamente R$ 2,14 bilhões Publicidade O TRXF11 (TRX Real Estate) desistiu da aquisição de um portfólio imobiliário da Cyrela (CYRE3) avaliado em aproximadamente R$ 2,14 bilhões, encerrando o memorando de entendimento (MOU) firmado entre as companhias. O negócio havia sido anunciado em 5 de agosto e previa uma participação da Cyrela estimada entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,5 bilhão. Nesta segunda-feira (31), por volta das 14h30, as ações da Cyrela subiam 4,6%, cotadas a R$ 24,07, enquanto as cotas do FII TRXF11 avançavam 1,93%, a R$ 79,82. A decisão foi comunicada hoje pela Cyrela em fato relevante e ocorre após o fundo imobiliário informar que não pretendia avançar com a operação. Como o acordo tinha caráter não vinculante, o encerramento das tratativas não gera custos ou penalidades para nenhuma das partes. O TRXF11 tinha 105 dias de exclusividade para negociar a aquisição do portfólio, que ainda dependia do cumprimento de condições precedentes para ser efetivada. Com o fim das negociações, a Cyrela deverá buscar alternativas para a venda dos ativos. Na avaliação dos analistas do Itaú BBA, o desfecho é negativo para a Cyrela, já que a transação poderia destravar valor para a companhia. Parte dessa expectativa, contudo, já havia sido incorporada às ações na sexta-feira (28), quando os papéis da empresa recuaram 3,3%, enquanto o Ibovespa avançou 0,3%. A queda ocorreu em meio às dúvidas sobre a continuidade do negócio, depois que o estudo de viabilidade divulgado pelo TRXF11 não incluiu os ativos da Cyrela na tabela de operações em análise. Mesmo com o encerramento do MOU, os analistas avaliam que a companhia ainda pode encontrar um comprador para o portfólio. Portfólio reúne torre corporativa e quatro ativos logísticos Entre os imóveis que estavam envolvidos na negociação está uma torre corporativa de 45 mil metros quadrados de área bruta locável (GLA) em São Paulo. O empreendimento, desenvolvido pela Cyrela, tem conclusão prevista para o fim de 2026 e já possui aproximadamente 75% da área locada ao Nubank. Os 25% restantes do edifício serão destinados à própria Cyrela, que utilizará o espaço como sua nova sede. O ativo é considerado um dos principais componentes do portfólio que estava sendo negociado com o TRXF11. Além da torre corporativa, o pacote incluía quatro propriedades logísticas, que somam aproximadamente 220 mil metros quadrados de GLA. Dois empreendimentos estão localizados nas proximidades de São Paulo, enquanto os demais ficam em Extrema (MG) e no Rio de Janeiro. Continua depois da publicidade Segundo o BBA, com o encerramento do MOU, a Cyrela deverá agora buscar um novo comprador para os ativos, enquanto o TRXF11 segue com sua estratégia de expansão por meio de outras oportunidades de aquisição. BB-BI vê problema mais ligado ao financiamento do TRXF11 Para o Bradesco BB-BI, o encerramento do negócio também é levemente negativo para a Cyrela, principalmente porque elimina um potencial catalisador de monetização no curto prazo. O banco, contudo, considera limitado o impacto sobre a companhia. Na visão dos analistas, o desfecho está mais relacionado às condições do mercado de financiamento enfrentadas pelo TRXF11 do que a qualquer deterioração na qualidade dos ativos da Cyrela. Continua depois da publicidade Goldman Sachs mantém visão positiva para CYRE3 O Goldman Sachs também considera que o cancelamento não altera sua visão estrutural sobre a Cyrela. Para o banco, a avaliação positiva sobre as ações não dependia da venda dos ativos para o TRXF11. A tese do Goldman é sustentada principalmente pela expectativa de crescimento de 27% no lucro líquido da Cyrela em 2027 e pelo valuation considerado atrativo. As ações são negociadas a aproximadamente 4,5 vezes o lucro estimado para 2027, um dos menores múltiplos entre as empresas acompanhadas pelo banco. Leia Mais: TRXF11 cresceu rápido demais? Gestão explica dívida, patrimônio e queda de 20% no ano
Perguntas Frequentes sobre SELI11
Qual é a cotação de SELI11 hoje na B3?
Quanto a SELI11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de SELI11?
O que significa o P/L e o P/VP de SELI11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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