ROOF11 Fundo de Investimento Imobiliario Rooftop I – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Rooftop I
CNPJ: 38456598000109
Resumo Fundamentalista de ROOF11
O ativo ROOF11 (Fundo de Investimento Imobiliario Rooftop I) está sendo negociado hoje a R$ 249,99, acumulando uma variação de -9.03% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 249,99 e a máxima de R$ 350,00. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a ROOF11
O FII ROOFTOP I (ROOF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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Novo FI-Infra chega à bolsa: veja se vale a pena ter na carteira
Fundos de infraestrutura se destacam por oferecer renda passiva com isenção de IR para pessoa física; conheça o novo nome que chega ao pregão da B3 e veja a análise da Empiricus Research (imagem: Canva Pro/P.Chotthanawarapong) Os fundos incentivados de investimento em infraestrutura (FI-Infra) são uma classe capaz de oferecer algo que os investidores geralmente adoram: renda extra com isenção de Imposto de Renda (IR). A dinâmica é semelhante à dos fundos imobiliários, que pagam dividendos recorrentes aos seus cotistas. Porém, enquanto a venda de cotas de um FII pode ser taxada quando há ganhos, os FI-Infra se mantêm isentos de IR para pessoa física. Esses fundos também são negociados na bolsa de valores, com tickers terminados pelo número 11, e têm outras características próprias, que serão explicadas a seguir. Nesse texto, você ainda poderá conhecer um papel que acaba de chegar ao pregão da B3. Veja: Empiricus publica relatório gratuito sobre um FI-Infra que acaba de chegar à bolsa; confira O que é um FI-Infra, classe isentas de IR para pessoa física Os fundos de investimento em infraestrutura levam esse nome porque concentram seus aportes em títulos de renda fixa ligados ao desenvolvimento do setor no país. Com isso, aportam principalmente em debentures incentivadas – papéis criados para fomentar empresas privadas que desenvolvem projetos ligados à infraestrutura pública. Uma das principais características das debêntures incentivadas é a isenção de IR, uma vantagem que se estende aos FI-Infra. Aportes em FI-Infras estão sujeitos apenas ao Imposto sobre Operações Fiscais (IOF), que incide apenas caso a venda das cotas seja realizada menos de 30 dias após a compra. A cobrança do IOF segue a tradicional tabela regressiva. Se o aporte for mantido por apenas um dia, 96% do ganho obtido vai para o imposto. A alíquota diminui diariamente até atingir 3% para quem mantém o papel na carteira por 29 dias. A partir de então, o investidor fica livre da alíquota. As vantagens dos FI-Infra para além da isenção de IR Vale destacar novamente que os FI-Infra costumam distribuir seus ganhos aos cotistas com alguma periodicidade, de maneira semelhante aos dividendos dos FIIs. Além disso, como são negociados em bolsa, pode haver maior liquidez em comparação aos aportes feitos diretamente em debêntures incentivadas. Ou seja, se você precisar dos recursos de volta, tende a ser mais fácil negociar as cotas do fundo do que resgatar papéis de crédito privado. Porém, vale ressaltar que os FI-Infra estão expostos ao risco de crédito, que é a possibilidade de algum emissor dos ativos que compõem o fundo não honrar com os pagamentos acordados. Além disso, por serem negociados em bolsa, as cotas dos fundos podem enfrentar parte da volatilidade esperada da renda variável. Saiba mais: especialistas da Empiricus Research detalham as principais características de novo FI-Infra listado na B3 Novo FI-Infra na bolsa: vale a pena investir? Neste mês, o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11) fez sua estreia na bolsa brasileira. O fundo já era negociado no mercado de balcão desde 2024. Agora, com a listagem na B3, o intuito é aumentar sua liquidez e facilitar o acesso dos investidores. Com patrimônio de cerca de R$ 190 milhões, esse é um FI-Infra com hedge (proteção) em CDI, como destacado em relatório da Empiricus Research. O hedge, nesse caso, é uma forma de o fundo oferecer aos seus cotistas retornos atrelados ao CDI, mesmo que invista em debêntures e outros ativos atrelados à inflação (IPCA), por exemplo. Essa estratégia pode ser interessante, porque busca reduzir a exposição do fundo às oscilações da inflação e do juro real, oriundas dos papéis indexados ao IPCA, e entregar ao investidor um desempenho que acompanha o CDI de maneira mais estável. A proteção também busca garantir maior estabilidade na frequência com que os ganhos do fundo são distribuídos aos investidores. Desempenho do BCDI11 e para quem o fundo se destina Desde o início de suas operações ainda no mercado de balcão, entre julho de 2024 e julho de 2026, o BCDI11 acumulou retorno de 29,8%, frente aos 25,3% do CDI no mesmo período. É o equivalente a cerca de CDI + 1,9% ao ano – isento de Imposto de Renda. Os dados estão disponíveis em relatório elaborado pela Empiricus Research, repleto de outras informações sobre o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11). O relatório está aberto gratuitamente a investidores interessados. Essa é uma oportunidade para conhecer o que os especialistas do time têm a dizer sobre o investimento no fundo, e para quem ele faz mais sentido. A equipe ainda incluiu detalhes como os setores que fazem parte da carteira do BCDI11 e quais ativos a equipe de gestão prefere evitar. Basta clicar no link abaixo para conferir o material e entender se está no momento certo de incluir um FI-Infra na sua carteira. Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.
Fundo imobiliário conclui compra de conjuntos em SP; veja impacto
TEPP11: fundo imobiliário conclui compra de conjuntos comerciais em SP; veja impacto Redação FIIs 19/08/2026 às 11:20 2 minutos de leitura Atualizado em: 19/08/2026 às 11:20 O fundo imobiliário TEPP11 comunicou ao mercado a formalização das escrituras definitivas para a aquisição de conjuntos comerciais em dois edifícios de São Paulo. As escrituras foram outorgadas em 18 de agosto de 2026, em complemento aos fatos relevantes de 28 de maio e 28 de julho de 2026, já divulgados anteriormente pelo fundo imobiliário. No Edifício Parque Cultural Paulista, na Avenida Paulista, com entrada pela Alameda Santos, o fundo comprou os conjuntos 41 e 42, cada um com nove vagas indeterminadas de garagem. No Edifício Passarelli, na Rua Paes Leme, foram adquiridos pelo fundo imobiliário TEPP11 os conjuntos 43, 44, 45, 61, 62 e 66. Com a outorga das escrituras dos dois edifícios, o fundo TEPP11 foi imitido na posse dos imóveis. A partir disso, o fundo passa a responder pelos tributos e despesas incidentes sobre os ativos. Segundo a gestora e a administradora, as aquisições devem ter resultado positivo estimado em 3% sobre a receita corrente do fundo, o que representa um impacto de cerca de R$ 0,001 por cota no TEPP11. Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Entre em contato com nosso time de especialistas: https://lp.suno.com.br/redes/?utm_campaign=_SNCCCC9679B_formulario—portais&utm_source=portal_noticias&utm_medium=direct Detalhes do portfólio do fundo imobiliário TEPP11 O fundo imobiliário TEPP11 encerrou junho de 2026 com seis ativos em carteira, que somam 52,5 mil metros quadrados de área bruta locável e 47 locatários. A vacância física estava em 5,69% no fechamento do mês, com prazo médio remanescente dos contratos, medido pelo WAULT, de 5,4 anos. Segundo as informações mais recentes, uma das principais frentes da gestão é a venda de um imóvel anunciada em maio. As discussões sobre a documentação definitiva seguiam em junho, com expectativa de conclusão até setembro, condicionada ao cumprimento das condições precedentes acordadas entre as partes. O imóvel em negociação é o Edifício Passarelli, em Pinheiros, São Paulo, no qual o FII TEPP11 detém 52,8% do ativo, o equivalente a 7,1 mil metros quadrados de ABL. O fundo e o potencial comprador trabalhavam com a expectativa de assinar os instrumentos da transação em agosto, com prazo limite para liquidação em setembro. Junho também foi marcado pelo avanço da 5ª emissão de cotas. No exercício do direito de preferência, foram subscritas e integralizadas 12.090 novas cotas do fundo imobiliário TEPP11.
FII HSLG11 esclarece impacto da Casas Bahia após tombo de 15% e projeta dividendos
O HSLG11 opera em alta de 3,75% nesta quarta-feira (19), a R$ 75,23 Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) opera em alta de 3,75% nesta quarta-feira (19), a R$ 75,23, após a gestora divulgar esclarecimentos sobre os impactos do pedido de recuperação judicial da Casas Bahia sobre os imóveis locados pela varejista. A Casas Bahia protocolou o pedido de recuperação judicial em 16 de agosto, na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo. A companhia é locatária dos imóveis HSI Log. Contagem, em Minas Gerais, e HSI Log. São José dos Pinhais, no Paraná, ambos integrantes da carteira do HSLG11. Segundo a gestora, não houve até o momento manifestação da Casas Bahia sobre intenção de rescindir os contratos ou desocupar os imóveis. Pelo contrário, os dois contratos foram classificados pela própria varejista como essenciais no pedido de recuperação judicial, reforçando a intenção de manter as operações nos galpões. Ademais, os aluguéis referentes a julho de 2026 foram integralmente pagos, enquanto os vencimentos de agosto ainda não haviam sido quitados até a divulgação do comunicado. A Casas Bahia foi notificada sobre o atraso e sobre a possibilidade de aplicação das penalidades previstas nos contratos. Leia Mais: FIIs chegam a 3,3 milhões de investidores em julho, alta de 14% em nove meses, diz B3 FII manterá dividendo de R$ 0,75 por cota Apesar da incerteza envolvendo os pagamentos de agosto, o HSLG11 informou que manterá a distribuição de R$ 0,75 por cota na próxima divulgação de dividendos, prevista para 31 de agosto de 2026. Segundo a gestora, o fundo utilizará o resultado acumulado atualmente disponível para complementar a receita caso a integralidade dos aluguéis devidos pela Casas Bahia não seja recebida no período. HSLG11 quer mirar estratégia para diversificar carteira A situação envolvendo a Casas Bahia ocorre em meio a uma estratégia que o HSLG11 já vinha adotando para reduzir a concentração dos imóveis. Continua depois da publicidade Em abril de 2025, o fundo formalizou aditivos aos contratos dos dois ativos, aproximando os valores de locação aos praticados pelo mercado e iniciando a transformação dos galpões em empreendimentos multiusuários. Os imóveis de Contagem e São José dos Pinhais também são apontados pela gestão como ativos de qualidade, localizados em importantes hubs logísticos do país. Na avaliação da gestora, as características dos galpões e os valores de locação praticados colocam os empreendimentos em posição comercial favorável mesmo diante do cenário envolvendo a principal locatária. A gestora afirmou ainda que acompanha de forma diligente o processo de recuperação judicial e está preparada para adotar as medidas necessárias para preservar os interesses do fundo e dos cotistas. Continua depois da publicidade Em caso de atraso ou inadimplência dos contratos, o HSLG11 poderá recorrer às medidas previstas contratualmente e na legislação, incluindo eventual ação de despejo, caso essa seja considerada necessária. Leia Mais: FIIs nas eleições de 2026: o que o histórico indica para o investidor?
Perguntas Frequentes sobre ROOF11
Qual é a cotação de ROOF11 hoje na B3?
Quanto a ROOF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ROOF11?
O que significa o P/L e o P/VP de ROOF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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