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RCFF11 RBR Desenvolvimento Comercial Feeder FOF Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje

Fundos Imobiliários 📈 Ação B3

RBR Desenvolvimento Comercial Feeder FOF Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 35689670000141

Preço Atual
R$ 60,00
+3.45%

O ativo RCFF11 (RBR Desenvolvimento Comercial Feeder FOF Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 60,00, acumulando uma variação de +3.45% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 36,00 e a máxima de R$ 95,00. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Outros. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 60,00
Fec. Ant: R$ 60,00
Variação Dia
Min: R$ 60,00
Max: R$ 60,00
52 Semanas
Mín: R$ 36,00
Máx: R$ 95,00
Volume
8
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.56
R$ 103,31
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a RCFF11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Outros
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O RBR DESENVOLVIMENTO COMERCIAL FEEDER FOF FII (RCFF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040
RENDIMENTO R$ 0,5103
Pagamento: 20/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,4244
Pagamento: 21/01/2026
RENDIMENTO R$ 3,5498
Pagamento: 18/07/2025
RENDIMENTO R$ 5,3000
Pagamento: 21/01/2025
RENDIMENTO R$ 19,0000
Pagamento: 22/11/2024
RENDIMENTO R$ 0,4546
Pagamento: 18/07/2024
RENDIMENTO R$ 1,3597
Pagamento: 19/01/2024
RENDIMENTO R$ 1,2312
Pagamento: 19/01/2023
RENDIMENTO R$ 1,7510
Pagamento: 20/07/2022
RENDIMENTO R$ 0,8269
Pagamento: 20/01/2022

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Entre Despejos e Tombo de FIIs, Crise das Casas Bahia Põe sob Pressão 2,5 Milhões de M²
Fundos Imobiliários Brasileiros 20/08/2026

Entre Despejos e Tombo de FIIs, Crise das Casas Bahia Põe sob Pressão 2,5 Milhões de M²

Imersa em uma dívida de R$ 17,3 bilhões, a Casas Bahia pediu recuperação judicial nesta semana. Se vendesse todos seus ativos — incluindo o que ainda tem para receber — faltariam alguns bilhões para quitar o total do passivo. Já tendo anunciado demissões em massa e fechamento de lojas, a varejista deve causar um impacto direto e indireto no segmento de imóveis de lojas e galpões logísticos. Conforme o último resultado trimestral, a empresa somava 1.034 lojas consolidadas ao fim de junho, além de 24 Centros de Distribuição (CDs). No total, a Casas Bahia ocupa cerca de 2,57 milhões de metros quadrados, incluindo as lojas e os CDs. Giancarlo Nicastro, sócio-fundador e CEO da SiiLA (Sistema de Informação Imobiliária Latino-Americana), diz que o maior impacto deve ser nas lojas de rua. “As lojas físicas dentro de shoppings e centros comerciais representam um impacto menos temerário. Os shoppings em que eles estão tem uma demanda bem grande, eles conseguem realocar outro inquilino rápido. Galpões logísticos tem 4,4% de vacância, falta galpão no Brasil todo, a demanda é bem mais forte. Se a Casas Bahia sai hoje, em menos de três meses tem outro inquilino batendo na porta”, diz, em entrevista à Forbes. Leia Também Recuperação Judicial: O Que Acontece com o Dinheiro de Quem Investiu em Casas Bahia, GPA e Grupo Toky XPLG11 Aluga Galpão para E-commerce e Reduz Vacância para 3,9% Grupo Multi Anuncia Provisão de R$ 20 Mi para Perdas com Casas Bahia Ibovespa fracassa em reação e amplia sequência negativa em agosto BRCO11 Aluga Galpão na Rodovia Dutra para o Mercado Livre por Cinco Anos O Que Está por trás da Oferta Bilionária do TRXF11, Que Pode Se Tornar o Maior Fundo Imobiliário da Bolsa de Valores Um despacho no âmbito do processo de recuperação judicial da Casas Bahia, que tramita, na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) frisa que a continuidade da empresa “depende de centros de distribuição em pleno funcionamento, de sistemas digitais e meios de pagamento operantes, de contratos imobiliários vigentes (lojas fisicas) e de serviços de logística regulares.” Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. Assim, diferentemente de concorrentes, embora a empresa tenha empreendido alguns esforços para se digitalizar, a maior parte do faturamento vem das lojas físicas. Entre abril e junho deste ano, a companhia gerou R$ 8,32 bilhões em receita bruta, dos quais 65% foram de lojas físicas. A empresa já comunicou que fechará 298 lojas, quase um terço do seu total. Esse fechamento é mais de onze vezes superior à redução de 26 unidades observada nos 12 meses anteriores — movimento que deve levar centenas de imóveis de volta ao mercado e gerar um impacto indireto em galpões logísticos e operações regionais. As devoluções de CDs Dados da SiiLA, plataforma de inteligência de dados do mercado imobiliário, apontam que a varejista já encolheu cerca de 14 mil metros quadrados de sua ocupação logística e ainda mantém aproximadamente 328 mil metros quadrados. Ao longo do ano passado, o grupo devolveu aproximadamente 32 mil metros quadrados de áreas logísticas em Itajaí (SC) e Fortaleza (CE), aponta o Market Analytics da SiiLA. No entanto, ainda em 2025 a empresa locou cerca de 17,9 mil metros quadrados no estado do Pernambuco, o que compensou apenas parcialmente as devoluções. Os despejos Informações da Folha de S. Paulo indicam que a empresa sofreu dezenas de ações de despejo por parte de vários proprietários de imóveis no estado de São Paulo. Esses processos envolveriam lojas físicas de rua, lojas de shoppings e também galpões logísticos. As ações de despejo envolveriam imóveis em: São Paulo Osasco Mogi das Cruzes Cubatão Guarujá Diadema Santo André Jundiaí Itatiba Piracicaba São Bernardo do Campo Taboão da Serra Marília Itapevi Ubatuba Votorantim Guarulhos A Forbes procurou a assessoria das Casas Bahia para comentar o tema e detalhar a situação, mas a companhia não retornou até a publicação desta reportagem. O espaço segue aberto. O FII que tombou pela exposição às Casas Bahia Dentro da indústria de Fundos Imobiliários, o player mais exposto foi o fundo HSI Logística, o HSLG11. Atualmente, mais de 27% da receita do FII vem diretamente das áreas ocupadas pela Casas Bahia. O XP Logística (XPLG11) possui uma exposição menor à varejista, por meio do CD Via Varejo, localizado em Cachoeirinha (RS). É um imóvel de 38,4 mil metros quadrados que representa 2,2% da Área Bruta Locável (ABL) do fundo. Desde o pedido de recuperação judicial da varejista, as cotas do XPLG11 recuam cerca de 1%, apenas, com um impacto marginal. Já o HSLG11, mais atrelado à operação da empresa, vê seus papéis derreterem mais de 11% nesta semana. A gestora teve de emitir um fato relevante sobre o tema — que acalmou o mercado, ao menos parcialmente, mas não foi suficiente para reverter as perdas. Segundo o documento, a varejista mantém vigentes os contratos de locação de dois imóveis do fundo, localizados em Contagem (MG) e São José dos Pinhais (PR). Até o momento, a empresa não comunicou intenção de rescindir os contratos ou desocupar os galpões. Estes dois imóveis foram incluídos pela empresa em uma lista de contratos considerados essenciais para a continuidade das operações durante a recuperação judicial. Os aluguéis referentes a julho de 2026 foram pagos integralmente ao HSLG11, todavia os valores com vencimento em agosto ainda não haviam sido pagos até 18 de agosto, segundo o fundo, que notificou a Casas Bahia sobre o atraso. Nesse sentido, a gestão também comunicou sobre a possibilidade de aplicação das penalidades previstas nos contratos. Isso, considerando que a Lei de Recuperação Judicial prevê que os créditos referentes a obrigações contraídas durante o processo, incluindo aluguéis vencidos após o deferimento do processamento da recuperação, são considerados extraconcursais e não ficam sujeitos aos efeitos da recuperação judicial. Até a data do comunicado, porém, a Justiça ainda não havia decidido sobre o pedido da Casas Bahia. O HSLG11 também destacou que já vinha trabalhando, desde abril de 2025, na transformação dos dois imóveis em galpões multiusuários, com possibilidade de redução da área ocupada pela Casas Bahia e entrada de novos inquilinos. Segundo a gestora, os imóveis estão em hubs logísticos e a estratégia de diversificação da carteira continua mantida. Mesmo com o atraso no aluguel de agosto, o HSI Logística informou que pretende manter a distribuição de R$ 0,75 por cota no pagamento previsto para 31 de agosto de 2026. Para isso, caso a Casas Bahia não quite integralmente os aluguéis no período, o fundo poderá complementar a receita com o resultado acumulado disponível.

TRXF11: CEO da TRX fala sobre futuro dos dividendos e alavancagem após fundo acelerar crescimento – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 20/08/2026

TRXF11: CEO da TRX fala sobre futuro dos dividendos e alavancagem após fundo acelerar crescimento – Money Times

Luiz Augusto Amaral, sócio fundador e CEO da TRX Investimentos (Imagem: Divulgação) O TRX Real Estate (TRXF11) não pode garantir que continuará mantendo o atual patamar de dividendos, afirmou o sócio fundador e CEO da TRX, Luiz Augusto Amaral, durante o TRX Day, evento realizado pela gestora nesta quinta-feira (20), em São Paulo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A declaração veio em meio aos questionamentos de investidores sobre o futuro do fundo após uma sequência de aquisições, aumento da alavancagem e o lançamento da maior oferta de cotas já anunciada pela indústria brasileira de fundos imobiliários. “Eu não posso te prometer que a gente vai continuar mantendo o dividendo porque eu não tenho bola de cristal”, disse Amaral. O executivo, porém, ressaltou que a intenção da gestão permanece sendo ampliar os rendimentos ao longo do tempo. “O que eu posso te prometer é que, no nosso olhar e na estratégia construída, no nosso objetivo, vai, sim, continuar crescendo os dividendos num ritmo um pouco maior ou um pouco menor, dependendo do momento”. Atualmente, o TRXF11 distribui R$ 0,93 por cota. Em julho, o valor representou um dividend yield mensal de 1,02%, considerando a cotação de fechamento daquele mês. O fundo encerrou o período com patrimônio líquido de R$ 6,06 bilhões, 344,8 mil cotistas e 120 imóveis. A resposta de Amaral ocorreu após um investidor questionar justamente como a transformação do TRXF11 poderia afetar a previsibilidade de rendimentos que ajudou a atrair os cotistas mais antigos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nos últimos anos, o fundo deixou para trás uma carteira fortemente concentrada no varejo para avançar sobre logística, hospitais, educação, shoppings, hotéis e outros segmentos. Durante o TRX Day, Amaral citou como exemplo o próprio Grupo Pão de Açucar (GPA) , hoje em recuperação extrajudicial, que já chegou a representar grande parte do portfólio e atualmente responde por uma parcela bastante menor da carteira. Segundo o executivo, porém, a estratégia não se resume a reduzir a exposição às varejistas, mas em aumentar a diversificação e diluir o peso de cada locatário. Amaral reconheceu que juros elevados pressionam o ambiente de negócios, mas afirmou que a gestora busca trabalhar com as empresas consideradas mais sólidas de cada setor e que não vê, neste momento, sinais de problemas estruturais de crédito entre seus principais inquilinos. A transformação também tornou a estrutura do TRXF11 mais complexa. Além de deter imóveis diretamente, o fundo passou a realizar parte de suas alocações por meio de outros FIIs, estratégia que, segundo Amaral, permite à TRX atuar como alocadora de capital, recorrendo a gestores especializados em determinados segmentos imobiliários. E a alavancagem? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Outro tema que ganhou espaço no TRX Day foi a alavancagem. Amaral afirmou que gostaria de reduzir o indicador bruto dos atuais níveis próximos de 30% para algo entre 20% e 25%. No relatório gerencial de julho, o TRXF11 apresentava saldo devedor de securitizações de R$ 2,75 bilhões, equivalente a 29,05% dos ativos. Pela métrica líquida utilizada pela própria gestora, que desconta os investimentos com liquidez, a alavancagem era de 20,14%. Para Amaral, um nível de endividamento próximo de 30% não representa, por si só, um problema para a estrutura do fundo. Ainda assim, o executivo reconheceu que a dívida gera desconforto em parte dos investidores, fator que também pesa na decisão de buscar um patamar menor. “Se o fundo fosse só meu, eu alavancaria 60%, 50%. Mas eu tenho ciência de que estou pilotando um Boeing 787 com 350 mil passageiros”, afirmou. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo ele, a responsabilidade vai além de avaliar se a dívida oferece risco financeiro. É preciso considerar também a percepção dos milhares de investidores que utilizam os rendimentos do fundo como fonte de renda. Ele afirmou que a gestão pretende atuar em diferentes frentes para reduzir a alavancagem ao longo do tempo, entre elas a reciclagem de ativos, refinanciamentos e eventual valorização do portfólio. Amaral também defendeu a estratégia de manter temporariamente algumas dívidas ligadas ao CDI enquanto alguns imóveis estão em construção. A ideia, segundo ele, é migrar posteriormente esses financiamentos para estruturas mais longas e indexadas ao IPCA, quando o risco de desenvolvimento dos empreendimentos tiver ficado para trás. Em julho, 47,37% das securitizações do TRXF11 estavam ligadas ao CDI, com custo médio de CDI mais 1,94% ao ano, enquanto 52,63% estavam indexadas à inflação, com custo médio de IPCA mais 7,12%. Pequeno investidor no centro das cobranças CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O crescimento acelerado do TRXF11 também trouxe cobranças por mais transparência, especialmente por parte do investidor pessoa física. Durante o evento, analistas e cotistas questionaram a TRX sobre a necessidade de detalhar melhor, nos relatórios gerenciais, os compromissos financeiros assumidos pelo fundo e a estrutura dos FIIs nos quais o TRXF11 passou a investir. Hoje, 11,41% do patrimônio está alocado em cotas de outros fundos imobiliários, enquanto imóveis respondem por 78,03%, CRIs, por 8,20%, e renda fixa, por 2,36%. Amaral afirmou que a gestora pretende aumentar o nível de detalhamento dos relatórios. Segundo ele, a TRX está aprendendo com a transformação do fundo e com as demandas de uma base de investidores cada vez maior. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O executivo também admitiu que, olhando em retrospectiva, a gestora poderia ter realizado uma reavaliação extraordinária dos imóveis antes da atual emissão de cotas, diante da oscilação do valor patrimonial do TRXF11. “A vida é um aprendizado contínuo. A gente tem que ter a humildade de olhar uma situação e reconhecer que não conseguiu olhar sob todos os prismas”, disse. Segundo ele, realizar a avaliação extraordinária em operações desse porte é uma prática que poderá ser considerada em movimentos futuros. Uma oferta de até R$ 10 bilhões As discussões acontecem justamente quando a TRX tenta dar seu maior salto de escala. No início de agosto, o TRXF11 lançou sua 13ª emissão de cotas, com volume inicial de aproximadamente R$ 5 bilhões, por meio da distribuição de 53 milhões de novas cotas a R$ 94,25 cada. A oferta pode ser ampliada em até 100%, chegando a R$ 10 bilhões, caso haja demanda. Se chegar ao teto, a operação pode transformar o TRXF11 no maior fundo imobiliário do país. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A gestora argumenta que o tamanho da oferta acompanha o volume de oportunidades que chegou à mesa. Em entrevista anterior ao Money Times, Raul Grego Lemos, gerente de portfólio da TRX, afirmou que a casa possui um pipeline capaz de absorver uma captação de R$ 10 bilhões. Entre os negócios já anunciados está um memorando para a aquisição de cinco imóveis da Cyrela (CYRE3) por cerca de R$ 2,14 bilhões, com metade do pagamento prevista em dinheiro e metade em cotas do TRXF11. Também há uma transação com a LOG Commercial Properties (LOGG3) para a compra de 70% do Log Recife II, por R$ 210 milhões, novamente combinando dinheiro e cotas do fundo. A utilização das próprias cotas como moeda para aquisições é uma das estratégias que ganharam força no TRXF11. Para a gestão, o modelo permite acessar ativos que, em condições normais, poderiam nem sequer estar disponíveis para venda, ao mesmo tempo em que oferece aos vendedores a possibilidade de trocar um imóvel individual por participação em um portfólio mais diversificado. O tamanho das operações, porém, colocou uma lupa sobre a capacidade da TRX de transformar escala em retorno, sem comprometer os dividendos ou aumentar excessivamente o endividamento. De fundo imobiliário a porto do investidor global CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para Amaral, o salto de tamanho tem um objetivo que vai além do próprio TRXF11. O CEO afirmou durante o evento que a emissão deve tirar o fundo de uma condição mais próxima de uma micro cap e levá-lo ao universo das small caps, aumentando a possibilidade de entrar no radar de investidores institucionais, inclusive estrangeiros. Na visão da TRX, fundos maiores, líquidos e diversificados são necessários para que a indústria imobiliária brasileira passe a receber volumes mais relevantes de capital global. A ambição é ainda maior. Durante o TRX Day, Amaral defendeu que a indústria brasileira de fundos imobiliários pode sair dos atuais poucos milhões de investidores para 20 milhões ou 30 milhões de pessoas ao longo do tempo. O crescimento do TRXF11, segundo ele, faz parte desse processo. “A gente não está aqui para dividir um bolo que já existe. A gente está aqui para crescer o bolo”, afirmou. A gestora enxerga espaço para que o mercado brasileiro de FIIs alcance R$ 1 trilhão, com maior participação tanto do pequeno investidor doméstico quanto de fundos de pensão, gestores institucionais e capital estrangeiro. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

HSLG11 responde B3 após tombo de cotas e crise da Casas Bahia
B3 20/08/2026

HSLG11 responde B3 após tombo de cotas e crise da Casas Bahia

HSLG11 responde à B3 após tombo das cotas em meio à crise da Casas Bahia Marcelo Monteiro 20/08/2026 às 16:50 7 minutos de leitura Atualizado em: 20/08/2026 às 16:50 O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística FII) entrou formalmente no radar da B3 depois da forte queda das cotas e da disparada das negociações em meio à crise envolvendo a Casas Bahia, sua principal locatária. Em resposta a um questionamento da Bolsa, a administradora do fundo afirmou nesta quarta-feira (19) desconhecer qualquer fato ou evento adicional que justificasse o aumento do número de negócios e da quantidade negociada. O comunicado é o capítulo mais recente de uma sequência que começou com o pedido de recuperação judicial da Casas Bahia e rapidamente chegou ao caixa, às cotas e aos cotistas do FII. A varejista ocupa dois imóveis do HSLG11, está relacionada a 30,9% da receita contratada e não havia pago os aluguéis vencidos em agosto até a última atualização divulgada pelo FII. A reação na Bolsa foi intensa. Na terça-feira (18), o HSLG11 chegou a R$ 70,57 durante o pregão e movimentou R$ 6,49 milhões até as 17h46. No dia seguinte, recuperou parte das perdas e fechou a R$ 74,80, alta de 3,16%. Nesta quinta-feira (20), porém, voltou a operar no campo negativo: às 15h31, aparecia a R$ 73,91, queda de 1,19%, segundo dados da B3. B3 cobra explicações do HSLG11 O questionamento da B3 foi enviado à administradora em 18 de agosto. A Bolsa chamou atenção não apenas para a desvalorização das cotas, mas também para o crescimento do número de negócios e da quantidade negociada. Os dados incluídos no ofício mostram a dimensão da mudança. Em 14 de agosto, foram negociadas 10.837 cotas do HSLG11, com giro financeiro de R$ 910,3 mil. No dia 17, a quantidade saltou para 23.382 cotas e o volume chegou a R$ 1,86 milhão. A cota encerrou aquele pregão a R$ 79,80, queda de 4,35%. O movimento se intensificou no dia seguinte. Em 18 de agosto, até as 17h46, foram negociadas 89.119 cotas, com volume de R$ 6,49 milhões. O HSLG11 abriu a R$ 76,80, atingiu R$ 70,57 na mínima e estava em R$ 73,00 no horário considerado pela B3, recuo de 8,52%. Em apenas quatro dias, portanto, a quantidade negociada havia aumentado mais de oito vezes em relação ao pregão de 14 de agosto. Na resposta encaminhada em 19 de agosto, a Apex Group afirmou que as cotas podem ser livremente negociadas pelos investidores por intermédio de suas corretoras, independentemente da anuência da administradora. Ao final, disse desconhecer fato ou evento que justificasse especificamente o crescimento do número e da quantidade de negócios. Casas Bahia pediu recuperação judicial no domingo A turbulência acontece em meio a uma sequência de acontecimentos envolvendo a maior locatária do fundo. No domingo, 16 de agosto, a Casas Bahia protocolou pedido de recuperação judicial. Para o HSLG11, a situação ganhou relevância particular porque a companhia ocupa dois ativos de seu portfólio: o HSI Log Contagem, em Minas Gerais, e o HSI Log São José dos Pinhais, no Paraná. A Casas Bahia respondia diretamente por 27,6% da receita contratada do fundo. Outros 3,3% estavam associados a áreas sublocadas a terceiros, mas cujo pagamento integral dos aluguéis continuava sob responsabilidade da varejista. A exposição relacionada à companhia chegava, assim, a 30,9% da receita. Essa concentração ajuda a dimensionar por que a situação financeira da empresa passou a ocupar o centro das atenções dos cotistas. Aluguéis de agosto não foram pagos Na terça-feira (18), o HSLG11 divulgou novos esclarecimentos sobre os efeitos do pedido de recuperação judicial. O fundo informou que os aluguéis com vencimento em julho haviam sido integralmente pagos. Os valores vencidos em agosto, porém, ainda não tinham sido recebidos. A Casas Bahia foi notificada sobre a inadimplência e sobre a possibilidade de aplicação das penalidades previstas nos contratos. Apesar do atraso, o HSLG11 afirmou não ter recebido manifestação da companhia indicando intenção de rescindir as locações ou deixar os empreendimentos. Os contratos permaneciam vigentes e, no próprio pedido de recuperação judicial, a varejista incluiu essas locações entre os contratos considerados essenciais cuja manutenção foi solicitada à Justiça. O fundo explicou ainda que, conforme a legislação aplicável à recuperação judicial, obrigações contraídas após o deferimento do processamento do pedido, incluindo aluguéis que vencerem posteriormente, são consideradas créditos extraconcursais e não ficam submetidas aos efeitos da recuperação judicial. Na ocasião do comunicado, ainda não havia decisão sobre o processamento do pedido. HSLG11 decidiu preservar dividendo de R$ 0,75 O mesmo esclarecimento trouxe uma decisão diretamente relacionada aos cotistas. A gestão confirmou a intenção de anunciar, em 31 de agosto, rendimento de R$ 0,75 por cota. Caso os aluguéis da Casas Bahia não sejam recebidos integralmente dentro do período, o fundo prevê utilizar resultado acumulado para complementar a receita necessária à distribuição. A administração ressalvou que a projeção não constitui promessa ou garantia de rentabilidade. A sinalização foi seguida por uma recuperação parcial das cotas. Depois de dois pregões de forte pressão, o HSLG11 avançou 3,16% na quarta-feira (19) e encerrou o dia a R$ 74,80, registrando a terceira maior alta entre os integrantes do IFIX naquela sessão. Ainda assim, a recuperação não devolveu as cotas aos níveis anteriores à crise. Nesta quinta-feira, o fundo seguia negociado perto de R$ 74. Cota patrimonial ficou praticamente parada A resposta mais recente à B3 acrescentou outro elemento ao episódio: enquanto o preço negociado em Bolsa sofreu uma queda acentuada, o valor patrimonial informado pela administradora praticamente não se alterou. A cota patrimonial estava em R$ 110,01 em 5 de agosto. Em 14 de agosto, havia recuado para R$ 109,88 e, no dia 18, estava em R$ 109,85. Na mínima de R$ 70,57 registrada no dia 18, portanto, o preço negociado na B3 estava cerca de 35,8% abaixo do valor patrimonial informado para a mesma data. O desconto, por si só, não indica qual deveria ser o preço do fundo nem permite antecipar o efeito financeiro da recuperação judicial. Ele mostra, contudo, a distância que se abriu entre o valor patrimonial informado pelo HSLG11 e o preço pelo qual investidores passaram a negociar suas cotas durante o período de maior turbulência. Dependência da Casas Bahia já estava sendo reduzida A concentração na varejista não surgiu agora. Antes da recuperação judicial, a gestão já havia iniciado uma estratégia para reduzir a dependência dos dois imóveis em relação a um único ocupante. Em abril de 2025, foram assinados aditivos contratuais que aproximaram os aluguéis dos valores de mercado e deram início à transformação dos empreendimentos em galpões multiusuários. Na prática, o modelo permite reduzir a área ocupada pela Casas Bahia e receber outros inquilinos. Segundo informações anteriores da gestão, novas locações poderiam diminuir em aproximadamente 12 pontos percentuais a concentração da receita ligada à varejista. A exposição, nesse cenário, poderia sair dos atuais 30,9% para perto de 19%. O processo de diversificação, entretanto, ainda estava em andamento quando a Casas Bahia pediu proteção judicial. Crise agora reúne três frentes para o cotista A sequência dos últimos dias colocou três questões simultâneas diante do HSLG11: o recebimento dos aluguéis atrasados, a continuidade dos pagamentos futuros da Casas Bahia e o comportamento das cotas na B3. A cronologia ajuda a mostrar a velocidade com que o episódio avançou. A Casas Bahia entrou com o pedido de recuperação judicial no domingo (16). Na segunda-feira (17), o HSLG11 caiu 4,35%. Na terça-feira (18), a pressão aumentou, a cota chegou a R$ 70,57, o fundo esclareceu que os aluguéis de agosto estavam atrasados e sinalizou a manutenção do rendimento de R$ 0,75. No mesmo dia, a B3 pediu explicações sobre as negociações. Na quarta-feira (19), a administradora respondeu à Bolsa dizendo desconhecer fato adicional capaz de justificar o aumento das negociações. No mercado, as cotas recuperaram 3,16% e fecharam a R$ 74,80. Nesta quinta-feira (20), às 15h31, o HSLG11 voltava a cair e era negociado a R$ 73,91. A resposta à B3 encerra uma dúvida específica — a administradora afirma não conhecer outro evento que explique a movimentação —, mas não resolve a principal questão operacional aberta pela crise: quando e em que condições os aluguéis da Casas Bahia voltarão a ser pagos integralmente ao fundo imobiliário.

Perguntas Frequentes sobre RCFF11

Qual é a cotação de RCFF11 hoje na B3?
A cotação de RCFF11 hoje está em R$ 60,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 60,00 e máxima de R$ 60,00.
Quanto a RCFF11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de RCFF11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de RCFF11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de RCFF11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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