RBRP11 Patria Properties – Cotação Hoje
Patria Properties
CNPJ: 21408063000151
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Portfólio de Imóveis & Vacância Física
| Imóvel & Tipo | Endereço / Cidade | Área (ABL) | Vacância | Part. Receita |
|---|---|---|---|---|
| Edíficio River One Imóveis para renda acabados | Rua Gerivatiba, esquina com a Rua Pirajussara, nºs 71,87 e 95, com frente também para a Rua Desembargador Armando Fairbanks, nº 32,Pinheiros, São Paulo - SP. | 23.625 m² | 5,98% | 30,17% |
| Edíficio Celebration Imóveis para renda acabados | Rua Casa do Ator, 1.155 - Vila Olímpia - São Paulo - SP | 6.458 m² | 0,00% | 11,17% |
| Edifício Delta Plaza Imóveis para renda acabados | Rua Cincinato Braga, 340 - Bela Vista - São Paulo - SP | 4.059 m² | 21,21% | 6,36% |
| Edíficio Mario Garneiro Torre Sul Imóveis para renda acabados | Av. Brigadeiro Faria Lima nº 1.461, Pinheiros, São Paulo/SP | 2.722 m² | 0,00% | 2,25% |
| Ed. Castello Branco Imóveis para renda acabados | Av. República do Chile, 230 - Centro, Rio de Janeiro - RJ | 1.065 m² | 0,00% | 0,92% |
| Edifício Cerp - Venezuela Imóveis para renda acabados | Avenida Venezuela, 43 - Saúde - Rio de Janeiro - RJ | 4.488 m² | 100,00% | 0,00% |
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do RBRP11.
Resumo Fundamentalista de RBRP11
O ativo RBRP11 (Patria Properties) está sendo negociado hoje a R$ 49,26, acumulando uma variação de -1.46% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 41,10 e a máxima de R$ 56,98. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.54% e indicador P/VP de 0.64x.
Histórico de Cotação: RBRP11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a RBRP11
O FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO RBR PROPERTIES (RBRP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Lajes Corporativas
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REITs: saiba como investir no mercado imobiliário americano
Empresas que atuam no setor de imóveis buscam renda e diversificação, mas estão sujeitas à vacância e aos riscos do mercado Investir no mercado imobiliário não exige, necessariamente, a compra direta de um imóvel. Nos Estados Unidos, os investidores podem ter exposição ao setor por meio dos REITs (Real Estate Investment Trusts), empresas que possuem ou financiam imóveis e buscam gerar renda a partir dessas operações. Com uma estrutura semelhante à dos FIIs (Fundos Imobiliários) brasileiros, os REITs permitem acessar diferentes segmentos do mercado, como galpões logísticos, hospitais, escritórios, shopping centers e até data centers, que ganharam relevância por conta da IA. O tema foi destaque no quadro “Papo de Investidor”, apresentado por Thiago Godoy no Resenha do Dinheiro desta semana. Uma das características dos REITs é a exigência de distribuição de renda prevista na legislação americana. Para manter o enquadramento tributário como REIT, a empresa deve distribuir, em geral, pelo menos 90% de seu lucro tributável aos acionistas, observadas as regras e os ajustes previstos na legislação. “Por isso, muitos investidores utilizam REITs buscando geração de renda e exposição ao mercado imobiliário sem precisar comprar diretamente um imóvel nos Estados Unidos”, afirma. No entanto, a distribuição de dividendos não significa que o investidor receberá um valor fixo ou garantido. "A empresa pode se endividar, perder inquilinos, sofrer com vacância e até reduzir seus dividendos”, alerta o apresentador. Como o investidor pode investir em REITs? O investidor brasileiro pode buscar exposição aos REITs por meio de uma corretora que ofereça acesso ao mercado americano. Uma das possibilidades é comprar ações de REITs negociados em bolsas dos Estados Unidos, desde que a instituição disponibilize esse tipo de ativo e sejam atendidos os requisitos de acesso e operação. Outra alternativa é investir em ETFs que reúnem diferentes REITs. Nesse caso, o investidor adquire participação em um fundo que acompanha uma carteira de empresas do setor, em vez de selecionar individualmente cada companhia. Para escolher uma alternativa, é importante considerar os custos de negociação, a conversão de reais para dólares e a tributação aplicável. O nível das taxas de juros dos EUA é um dos fatores que podem afetar o desempenho dos REITs. Quando os juros sobem, as empresas do setor enfrentam um custo maior para financiar suas operações. “Além disso, títulos do governo americano pagando juros elevados passam a competir com ativos imobiliários pela atenção do investidor”, explica. Resenha do Dinheiro Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
“Fundos imobiliários: por que a queda dos juros ainda não produziu uma alta generalizada?” – Por Fabiano Mapurunga
“Produtos de renda fixa, prosseguem ofertando retornos interessantes, ao passo que, quem vem aportando em fundos imobiliários, acaba assumindo riscos de mercado, de crédito ou de ocupação dos imóveis”, aponta o administrador de empresas Fabiano Mapurunga Confira: Com a atual redução da Selic para 13,75% ao ano, veio à tona nos círculos de debates dos investidores, o assunto “fundos imobiliários”. A questão principal destes debates, tem sido a seguinte: Já que os juros base, começaram a cair, qual o motivo pelo qual as cotas dos FIIs não crescem todas ao mesmo tempo? Entendo que a resposta possa estar, no distanciamento existente entre o corte na taxa básica e a real situação das condições de financiamento, no valor venal dos imóveis e no potencial de produção de renda de cada fundo. Observemos que, na ata de setembro, o Banco Central destacou a necessidade de se ter muita cautela nos próximos passos que nossa economia precisa dar, pois a inflação ainda ver pressionando pela necessidade de uma política monetária restritiva. Considero que o atual mercado de FIIs, está vivendo um momento de seleção. Produtos de renda fixa, prosseguem ofertando retornos interessantes, ao passo que, quem vem aportando em fundos imobiliários, acaba assumindo riscos de mercado, de crédito ou de ocupação dos imóveis. O que justificaria esta escolha, seria a perspectiva de contrair rendimentos capazes de justificar o risco, assim como a sua cotação deve fazer mais sentido, conforme a qualidade dos ativos. Daí talvez se possa chegar à conclusão sobre o porquê um mesmo ambiente de juros, acaba produzindo efeitos diferentes. Para os fundos de tijolo, que são compostos por imóveis como galpões, shopping centers e escritórios, o comportamento de queda dos juros torna favorável a avaliação das cotas. Porém seus resultados dependem também de ocupação, reajuste dos aluguéis, qualidade dos locatários e capacidade de financiar novas aquisições. Um imóvel bem localizado pode atravessar o ciclo com mais força; um prédio com vacância elevada pode continuar pressionando a receita mesmo quando a Selic cai. Nos fundos de papel, concentrados em títulos de crédito imobiliário, o ponto decisivo é outro. Taxas elevadas podem sustentar a remuneração de parte da carteira, mas um rendimento mensal atraente perde valor quando há deterioração das garantias ou dificuldade de pagamento dos devedores. O investidor precisa olhar além do dividendo anunciado: importa saber de onde ele vem e se pode ser mantido. Há também uma diferença entre o preço das cotas e a atividade do setor. Segundo a ANBIMA, as ofertas de FIIs captaram aproximadamente R$ 5,1 bilhões em agosto, após R$ 11,7 bilhões em julho. A queda entre os dois meses mostra que a disposição para aportar capital oscila, mas o volume de emissões confirma que os fundos continuam sendo usados para financiar e adquirir ativos imobiliários. Captação, contudo, não equivale automaticamente a ganho para o cotista: cada emissão precisa ser avaliada pelo preço, pelo destino dos recursos e pelo retorno esperado. É igualmente necessário interpretar corretamente o IFIX. O índice reúne fundos negociados na B3 e considera o retorno total, incluindo os rendimentos distribuídos. Observar apenas a variação da cota, portanto, pode levar a uma leitura incompleta do desempenho. E observar somente o índice pode esconder diferenças relevantes entre fundos e segmentos. Na minha avaliação, a questão central para os próximos meses não é tentar adivinhar o dia em que os FIIs voltarão a subir. É identificar quais fundos conseguem transformar seus ativos em renda recorrente, sustentável e proporcional ao risco assumido. Isso exige examinar contratos, vacância, concentração de inquilinos ou devedores, endividamento, qualidade da gestão e preço pago pela cota. O corte da Selic abre espaço para uma reavaliação do setor, mas não substitui essa análise. Em um mercado mais exigente, dividendos altos chamam a atenção; a consistência do fluxo de caixa é o que merece confiança.
O desconto dos FIIs de shopping conta toda a história? Entenda os riscos e veja um fundo imobiliário do segmento para investir agora
Existem hoje duas fotografias possíveis do mesmo shopping. Na primeira, os corredores continuam movimentados, a praça de alimentação segue ocupada e a vacância permanece próxima das mínimas históricas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na segunda, as vendas reais perdem força e os lojistas enfrentam um ambiente de crédito mais restritivo e maior comprometimento da renda das famílias. As duas imagens são verdadeiras. Juntas, mostram um setor operacionalmente saudável, mas ainda bastante sensível ao ciclo econômico. É essa combinação — operação resiliente, vendas mais fracas e preços descontados na Bolsa — que define a análise dos fundos imobiliários (FIIs) de shopping. Um setor defensivo e com perfil “beta” A indústria brasileira tem escala: segundo a Abrasce, são 658 shopping centers, 18,3 milhões de metros quadrados de área bruta locável, cerca de 471 milhões de visitantes por mês e faturamento de R$ 200,9 bilhões em 2025. Do ponto de vista imobiliário, os ativos reúnem características defensivas. A diversificação da base de lojistas e a pulverização entre segmentos reduzem os riscos de crédito e de vacância. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mediana de vacância dos shoppings do Brasil Fontes: Abrasce e BTG Pactual. Em ambientes favoráveis, contratos reajustados e aluguéis percentuais permitem capturar crescimento real. É justamente aí que aparece o “beta”: vendas, receitas variáveis e negociações de aluguel respondem ao consumo, à renda, ao emprego e à confiança das famílias. Leia Também A proteção existe, mas não é infinita Por outro lado, as vendas dos lojistas vêm apresentando perda de fôlego há algum tempo. O movimento reforça os sinais de enfraquecimento do consumo, em um ambiente de juros elevados, crédito mais restritivo e maior comprometimento da renda das famílias. Segundo estudo da Abrasce, mais da metade dos motivos de visita está ligada a experiências e serviços, como lazer, alimentação, cinema e eventos. Essa transformação ajuda a explicar por que o tráfego pode permanecer firme mesmo quando o varejo desacelera. Até o momento, essa desaceleração não foi observada nos indicadores operacionais mais sensíveis, como inadimplência e custo de ocupação, que permanecem em níveis controlados. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A inadimplência, contudo, é um indicador mais tardio e pode reagir somente após um período prolongado de enfraquecimento das vendas. Caso essa divergência persista, poderá pressionar, na margem, os aluguéis percentuais, os spreads das renovações e a capacidade de repassar reajustes reais. Os níveis de vacância, custo de ocupação e inadimplência oferecem proteção no curto prazo, mas não eliminam a sensibilidade do segmento à desaceleração do consumo. Com isso, a estimativa é que o crescimento dos resultados fique mais próximo da inflação. Em 2027, a Reforma Tributária entra na conta Há ainda uma variável que ganhará relevância em 2027. A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) entra em regime integral, enquanto o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) permanece com alíquota de transição. Para as operações de locação sujeitas ao regime regular, a legislação prevê redução de 70% das alíquotas de IBS e CBS. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Fundos listados que atendam aos requisitos relativos ao número e à concentração de cotistas não serão automaticamente contribuintes, mas poderão optar, de forma irretratável, pelo regime regular. Ficar fora significa não recolher os tributos sobre a receita de locação, mas também não aproveitar créditos sobre despesas e investimentos. Para shopping centers — ativos intensivos em energia, segurança, limpeza, manutenção, publicidade e obras —, os tributos pagos ao longo da cadeia podem se transformar em custos definitivos. Optar pelo regime regular permite aproveitar créditos, mas traz incidência sobre as receitas. Não existe uma resposta única: a estrutura de custos, o volume de capex, a capacidade de aproveitar créditos e o eventual repasse aos lojistas determinarão o efeito sobre o resultado distribuível. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE QUER INVESTIR MELHOR? Comece o dia descobrindo o que move o mercado financeiro e os seus investimentos, de forma 100% gratuita! Telefone VEJA AQUI Desconto não é tudo Na Bolsa, a fotografia parece convidativa. Os FIIs de shopping sob cobertura negociam perto de 0,85 vez o valor patrimonial, abaixo da média histórica de aproximadamente 0,93 vez. A combinação de custo de capital elevado, atratividade da renda fixa e moderação do consumo ajuda a explicar o desconto. Se a queda dos juros e dos prêmios domésticos ganhar consistência, existe espaço para reprecificação. FIIs de Shopping Centers: histórico P/VP Fontes: Economatica e BTG Pactual. O dividend yield também mostra atratividade, mas exige uma segunda leitura. Embora permaneça em patamar historicamente elevado, parte dos proventos recentes foi sustentada por receitas não recorrentes, como ganhos de capital com vendas de ativos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na média ponderada pelo valor de mercado, o resultado distribuído pelos fundos analisados está cerca de 13% acima do resultado recorrente, medido pelo FFO (Funds From Operations). O yield de tela, portanto, pode superestimar a renda estrutural que o portfólio é capaz de gerar. FIIs de Shopping Centers: histórico de Dividend Yield (12M) Fontes: Economatica e BTG Pactual. O momento pede seletividade: portfólios dominantes, baixa vacância, custo de ocupação equilibrado, valuation atrativo e dividendos cobertos pelo resultado recorrente. O desconto pode representar uma oportunidade, especialmente se os juros caírem, mas o curto prazo permanece sob observação, sobretudo na ponta dos rendimentos. Em relatório especial no Empiricus+, atualizamos a cobertura dos fundos do setor e apontamos nossas preferências, com portfólios de qualidade e potencial de captura de valor por meio de ganhos de capital e/ou distribuição de rendimentos. O resumo de um deles está disponível abaixo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE VISC11: momento favorável O Vinci Shopping Centers (VISC11) é um fundo de shopping centers gerido pela Vinci Compass, com participação em 32 empreendimentos distribuídos por 15 estados e pelo Distrito Federal, totalizando aproximadamente 310 mil m² de ABL própria. O portfólio combina diversificação geográfica e exposição a diferentes administradoras, com gestão ativa voltada à aquisição, à exploração e à reciclagem de ativos. O desempenho operacional permanece favorável, enquanto a gestão avançou na ampliação da participação no Midway Mall e na reciclagem do portfólio. A venda de participações em cinco shoppings e a potencial alienação de participações em nove empreendimentos somam cerca de R$ 830 milhões, com ganho líquido estimado de R$ 3,04 por cota, condicionado à conclusão da segunda transação e à monetização das cotas recebidas. Esses movimentos reforçam a flexibilidade financeira e o potencial de distribuição do fundo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE VISC11: Distribuição de rendimentos Fontes: Economatica e BTG Pactual. Mantemos um viés positivo para o VISC11, apoiado na diversificação do portfólio e no bom desempenho operacional dos shoppings. Entre as principais avenidas de valor, destacamos a potencial captura dos resultados decorrentes das aquisições recentes e a reciclagem de ativos, que pode combinar ganhos de capital com maior flexibilidade financeira, contribuindo para elevar o patamar de rendimentos. Um abraço, Caio CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre RBRP11
Qual é a cotação de RBRP11 hoje na B3?
Quanto a RBRP11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de RBRP11?
O que significa o P/L e o P/VP de RBRP11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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