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PRIF11 Patria Credito Infra Renda FI – Cotação Hoje

🏢 FII FI-Infra

Patria Credito Infra Renda FI

Preço Atual
R$ 99,96
+7.37%
Cotação oficial B3 em tempo real
Análise de Fundos Imobiliários • Geração de Renda Passiva

Selo de Investimento:

⚠️ Atenção

Atende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.

Pontuação dos Critérios 6/11 (54.5%)
Mínimo Renda Sólida: 7/10 Status: Atenção

Checklist Fundamentalista de 11 Critérios

Critérios de consistência e valuation auditados
Dividend Yield > 6% a.a.
DY 12M atual: 13.21% a.a.

Retorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano

Distribuição Mensal Consistente
15 meses com distribuição registrada nos últimos 12 meses

Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses

P/VP até 1.10 (Sem ágio excessivo)
P/VP não disponível

Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial

P/VP acima de 0.70
P/VP não disponível

Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito

Estabilidade nos Proventos
Variação trimestral estável: +0.0%

Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente

Patrimônio > R$ 500 Milhões
Patrimônio Líquido não disponível

Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência

Liquidez Diária > R$ 500 mil
Volume médio diário: R$ 1 mil

Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book

Segmento Consolidado
Segmento: FI-Infra

Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária

Mais de 3 anos na Bolsa
Data de IPO/listagem não mapeada

Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos

DY Sustentável (≤ 18% a.a.)
DY sustentável: 13.21% a.a. (Abaixo de 18%)

Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias

Vacância Física < 10%
Fundo de Papel/Financeiro (Não possui imóveis físicos diretos)

Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)

ℹ️ Análise algorítmica de FIIs calculada em tempo real com base em dados de proventos e patrimônio B3/CVM. Não constitui recomendação de compra ou venda.
🏢
Valuation de Rendimentos

Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)

Abaixo do Teto

Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.

Preço Teto Projetado (Yield 6%)
R$ 220,00
Rendimento Anual (12M) R$ 13,20
Margem de Segurança +54.56%
Ajustar parâmetros na Calculadora de Preço Teto
Fórmula: Rendimento Anual ÷ 0,06 Alvo: Yield ≥ 6% a.a.
⚠️ Aviso Legal: As estimativas do Método Barsi são modelos matemáticos teóricos baseados em dados públicos da B3/CVM. Não constituem recomendação de investimento, compra ou venda.

O ativo PRIF11 (Patria Credito Infra Renda FI) está sendo negociado hoje a R$ 99,96, acumulando uma variação de +7.37% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 88,02 e a máxima de R$ 127,51. O fundo atua no segmento de FI-Infra, registrando um Dividend Yield (12M) de 13.21% e indicador P/VP de 1,00x.

Abertura
R$ 99,96
Fec. Ant: R$ 99,96
Variação Dia
Min: R$ 99,96
Max: R$ 99,96
52 Semanas
Mín: R$ 88,02
Máx: R$ 127,51
Volume
12
Moeda: BRL

Histórico de Cotação: PRIF11

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
Carregando cotações históricas...

Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)

Patrimônio Líquido
-
Último Rendimento
R$ 1.1000
Pagto: 2026-09-08
Rendimento Médio (12M)
R$ 1.1000
por cota / mês
Rendimento 12M
R$ 13.2000
acumulado no ano
Quantidade de Cotas
-
Liquidez Diária
12

Sobre a PRIF11

Categoria / Segmento
FI-Infra
Tipo de Ativo
Fundo de Investimento Imobiliário (B3)
Market Cap
N/A
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 08/09/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 07/08/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 07/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 1,1000
Pagamento: 12/12/2025

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Dividendos de 12,2%: Santander recomenda 11 FIIs para outubro; veja quais (Imagem: watchara ritjan/istock) O Banco Santander manteve inalterada sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs) para o mês de outubro, que segue composta por 11 veículos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório, o analista sênior da casa, Flávio Pires, afirmou que, em linhas gerais, o ambiente macroeconômico continua incerto, exigindo maior acompanhamento e diligência por parte dos investidores. Nesse contexto, o especialista destacou que os ativos de risco devem continuar apresentando volatilidade acima da média até o fim do ano. Apesar disso, segundo Pires, os fundos imobiliários com fundamentos operacionais sólidos e portfólios robustos devem continuar pagando rendimentos mensais sem variações relevantes. Carteira recomendada A carteira recomendada do Santander é revisada mensalmente e pode passar ou não por alterações a cada atualização. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Sem mudanças para outubro, a composição por segmento permanece distribuída da seguinte forma: Recebíveis: 35% 35% Multiestratégia: 20% 20% Logística/Industrial: 16% 16% Híbrido: 13% 13% Shoppings: 10% 10% Lajes corporativas: 7% Em setembro, o portfólio escolhido pelo banco registrou queda de 0,92%, desempenho inferior ao do IFIX, que recuou 0,20%. Já no acumulado de 2026, a carteira sobe 2%, contra desvalorização de 0,53% do indicador referencial (benchmark). A seleção também apresenta dividend yield (retorno em dividendos) estimado em 12 meses de 12,2%. Confira os FIIs recomendados pelo Santander para outubro: Fundo imobiliário Código Segmento Peso Mauá Capital Rec. Imobiliários MCCI11 Recebíveis 11,5% Pátria Recebíveis Imobiliários HGCR11 Recebíveis 11,5% Kinea Rend. Imobiliários KNCR11 Recebíveis 11,5% BTG Pactual Hedge Fund BTHF11 Hedge fund 10% Kinea Hedge Fund KNHF11 Hedge fund 10% XP Malls XPML11 Shoppings 9,5% Vinci Logística VILG11 Logístico 9% BTG Pactual Logística BTLG11 Logístico 7% Guardian Real Estate GARE11 Híbrido 8% TRX Real Estate TRXF11 Híbrido 5% Tellus Properties TEPP11 Escritórios 7% CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

2026-2031: o quinquênio que pode mudar a magnitude dos fundos de investimento na América Latina
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2026-2031: o quinquênio que pode mudar a magnitude dos fundos de investimento na América Latina

A América Latina tem capital, empresários, projetos, ativos reais e enormes necessidades de investimento. No entanto, ainda existe uma distância importante entre quem precisa de financiamento e quem está disposto a investir. O desafio dos próximos anos não será apenas criar mais fundos; será construir melhores estruturas capazes de transformar oportunidades dispersas em ativos financiáveis, escaláveis e confiáveis para o investidor. A indústria já está evoluindo. A LAVCA registrou 78 fundos dedicados à América Latina com fechamentos durante 2025 e outros 40 durante o primeiro semestre de 2026. Ao mesmo tempo, o crédito privado ganhou espaço como alternativa para empresas, infraestrutura e projetos que nem sempre encontram uma resposta adequada no financiamento bancário tradicional. O fenômeno é particularmente significativo: 63% dos gestores de private credit identificados pela LAVCA haviam captado seu fundo mais recente entre 2021 e o primeiro semestre de 2025. Mas mais capital disponível não significa automaticamente mais investimento. Esse é, provavelmente, um dos grandes aprendizados para o quinquênio 2026–2031. Entre o investidor e o projeto existe uma arquitetura financeira que muitas vezes ainda precisa ser construída: due diligence, avaliação, estrutura jurídica, governança corporativa, contratos, garantias, fluxos verificáveis, mitigadores de risco, mecanismos de saída, relatórios e uma distribuição correta dos riscos entre os participantes. O verdadeiro gargalo pode deixar de ser o dinheiro e passar a ser a estruturação. Um terreno pode ter valor, mas ainda não constituir um projeto imobiliário financiável. Uma empresa pode gerar vendas, mas não necessariamente estar preparada para receber capital privado. Um projeto de infraestrutura pode responder a uma necessidade evidente e, ainda assim, não ter uma estrutura contratual que permita atrair investidores. Até mesmo uma carteira de créditos pode ter bons ativos individuais e ainda precisar de padronização, dados e governança antes de se transformar em um veículo institucional. É aí que surge uma segunda transformação: os veículos precisarão se especializar. Nem todos os ativos deveriam ser financiados com a mesma estrutura. Equity, dívida privada, mezzanine, fundos imobiliários, fundos de infraestrutura, estruturas fiduciárias, securitizações, joint ventures e SPVs respondem a diferentes perfis de risco, prazo, fluxo e retorno. A sofisticação não consiste em criar estruturas complexas; consiste em selecionar a estrutura correta para cada ativo. Um SPV, por exemplo, pode isolar riscos e organizar direitos econômicos. Um fundo pode permitir diversificação e administração profissional. A dívida privada pode oferecer soluções onde o crédito bancário tradicional tem restrições de prazo, garantias ou apetite por risco. O equity pode acompanhar empresas que precisam de capital para crescer, e não de uma obrigação adicional de pagamento. A estrutura deve seguir a lógica econômica do projeto, e não o contrário. A originação também mudará radicalmente. Durante anos, muita atenção foi dedicada à captação de capital. Entre 2026 e 2031, será igualmente importante desenvolver capacidade profissional para encontrar, selecionar, preparar e acompanhar ativos. Um bom originador não é quem apresenta mais projetos ao investidor. É quem evita que cheguem aqueles que ainda não estão preparados. Isso exige filtros financeiros, jurídicos, comerciais e operacionais antes de buscar capital. Implica perguntar, desde o início, quanto vale o ativo, como gerará caixa, quem assumirá cada risco, qual será a estrutura de garantias, qual retorno corresponde ao risco assumido e como o provedor de capital recuperará seu investimento. O quarto componente será inevitável: governança e transparência. À medida que entrarem family offices, investidores institucionais, fundos internacionais, multilaterais e novos veículos privados, também crescerão as exigências em relação a comitês de investimento, conflitos de interesse, avaliações independentes, gestão de riscos, custódia, conformidade e relatórios. A confiança institucional será um ativo financeiro. O Peru pode encontrar uma oportunidade nesse cenário. Seu mercado ainda tem espaço para desenvolver veículos especializados no setor imobiliário, infraestrutura, empresas médias, dívida privada, energia, turismo, agroindústria e outros ativos reais. Mas tornar-se uma plataforma atraente para o capital regional e internacional dependerá menos de declarar que existem oportunidades e mais de apresentá-las com padrões que o capital possa entender, avaliar e financiar. Brasil, México, Colômbia, Chile e Peru partem de escalas e ecossistemas distintos, mas compartilham uma transição: bancos, gestores de fundos, family offices, fintechs, incorporadores, investidores institucionais e provedores de dívida privada começarão a conviver cada vez mais dentro de arquiteturas de financiamento complementares. Por isso, o período de 2026 a 2031 pode representar muito mais do que um ciclo de crescimento para os fundos de investimento latino-americanos. Pode ser o momento em que passemos de buscar dinheiro para projetos a construir ativos para o capital. Porque o próximo salto de escala dos fundos na América Latina não dependerá apenas de quanto capital existe. Dependerá de quem tiver a capacidade de originar, estruturar, governar e transformar oportunidades dispersas em investimentos confiáveis, rentáveis e escaláveis. O capital existe. As oportunidades também. A próxima vantagem competitiva estará em construir a ponte entre ambos.

FIIs em garantia e termo ampliam opções ao investidor
Fundos Imobiliários Brasileiros •

FIIs em garantia e termo ampliam opções ao investidor

A aceitação de fundos imobiliários (FIIs) como garantia e a expansão das operações a termo ampliaram as possibilidades de negociação desses ativos na B3. A mudança permite que cotas de FIIs sejam utilizadas como garantia em determinadas operações e que investidores contratem compras para liquidação futura, mediante o cumprimento das exigências e dos custos previstos. O mercado a termo conta atualmente com 164 fundos imobiliários habilitados, após a inclusão de 99 novos ativos, conforme detalhado por Thalita Fornes, Head Sales Produtos Listados da B3, em entrevista ao Clube FII. FIIs passam a ser aceitos como garantia A aceitação dos fundos imobiliários como garantia pela B3 ampliou as possibilidades de uso das cotas em operações no mercado. Segundo Thalita Fornes, Head Sales Produtos Listados da B3, a mudança permite que o investidor utilize FIIs de sua carteira para cumprir exigências de garantia em determinadas operações, em vez de recorrer apenas a dinheiro ou ações. A medida atende também investidores com carteiras concentradas em fundos imobiliários, pois, com os FIIs aceitos como garantia, essas posições podem ser utilizadas para viabilizar outras operações, como compras de ativos e estratégias que envolvam alavancagem. “É sim uma facilidade para o investidor, porque quando você consegue colocar o seu ativo em garantia, você libera as suas posições para que você consiga vender ativos, para que você consiga, eventualmente, uma alavancagem na compra de um outro produto. Então, sem dúvida, é um baita diferencial e é uma melhoria que retroalimenta a liquidez dos fundos imobiliários”, aponta a especialista. Leia também Agenda de dividendos dos FIIs: confira os fundos que pagam na primeira semana de outubro A entrevista também aborda o mercado de empréstimo de cotas. Nele, investidores podem disponibilizar seus FIIs para empréstimo e receber uma remuneração pela operação. As cotas emprestadas podem ser utilizadas por outros participantes em estratégias que envolvam posições vendidas. Um dos exemplos citados é o long and short, em que o investidor mantém uma posição comprada em um ativo e uma posição vendida em outro, com expectativa de desempenho relativo entre os dois fundos, e não necessariamente à queda do ativo vendido. Mercado a termo permite compra de FIIs a prazo A ampliação do mercado a termo foi apresentada na entrevista como uma etapa posterior à aceitação dos FIIs em garantia e ao desenvolvimento do mercado de empréstimo. Inicialmente, poucos fundos estavam disponíveis para esse tipo de operação. Agora, outros 99 ativos foram adicionados, levando o total a 164 FIIs habilitados para operações a termo. “Toda vez que a gente fala que uma operação é a termo, você pode, com uma licença poética aqui, falar que é uma operação a prazo. Isso já facilita muito para o investidor”, destaca. No mercado a termo, o investidor pode contratar hoje a compra de um fundo para liquidação em uma data futura. Para realizar a operação, precisa apresentar as garantias exigidas pela corretora e pela infraestrutura de mercado. O preço acordado no termo é definido no momento da contratação, incorpora uma taxa referente ao período da operação e, de acordo com a entrevistada, essa taxa tem relação com as condições de juros vigentes. Os prazos podem variar, e a entrevista cita operações com vencimento em 30, 60 ou 90 dias, entre outras possibilidades. A liquidação também pode ocorrer antes do vencimento, mas nesse caso, a taxa contratada permanece a mesma, sem desconto proporcional ao período antecipado, conforme ressaltado pela especialista da B3. A principal característica da operação é o compromisso assumido pelo investidor. Se o FII se valorizar até o vencimento, o investidor poderá vender o ativo e utilizar os recursos para liquidar o termo. Mas, se a cota cair, o valor estabelecido no contrato continua sendo devido. No exemplo apresentado, uma compra contratada por R$ 105 mil continua tendo esse valor como referência para a liquidação, mesmo que as cotas estejam valendo R$ 95 mil no mercado na data do vencimento, sendo que a diferença representa um risco da operação. “O risco aqui é chegar no vencimento e o fundo imobiliário não ter se valorizado, ele ter caído, as cotas terem se depreciado”, alerta Fornes. A expansão das operações a termo e a aceitação dos FIIs como garantia ampliam o conjunto de ferramentas disponíveis para o investidor, mas também envolvem compromissos financeiros e condições específicas. No mercado a termo, o investidor assume desde a contratação o valor que deverá ser pago no vencimento, independentemente da variação da cota no período, enquanto o uso dos FIIs como garantia permite utilizar posições já existentes para viabilizar outras operações. Nesse contexto, a escolha da modalidade depende da compreensão sobre prazo, taxa, garantias, liquidação e exposição ao ativo, pontos destacados por Thalita Fornes durante a entrevista ao Clube FII. *Matéria publicada originalmente em ClubeFII, parceiro de B3 Bora Investir Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! Mais tempo para você, mais inteligência para seus investimentos

Perguntas Frequentes sobre PRIF11

Qual é a cotação de PRIF11 hoje na B3?
A cotação de PRIF11 hoje está em R$ 99,96. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 99,96 e máxima de R$ 99,96.
Quanto a PRIF11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de PRIF11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PRIF11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de PRIF11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.