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PLRI11 – Cotação Polo FII - FII Recebiveis Imobiliarios I Cotas

Fundos Imobiliários

Polo FII - FII Recebiveis Imobiliarios I Cotas

CNPJ: 14080689000116

Preço Atual
R$ 7,94
-0.13%

Resumo Fundamentalista de PLRI11

O ativo PLRI11 (Polo FII - FII Recebiveis Imobiliarios I Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 7,94, acumulando uma variação de -0.13% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 5,50 e a máxima de R$ 12,39. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 7,94
Fec. Ant: R$ 7,94
Variação Dia
Min: R$ 7,94
Max: R$ 7,94
52 Semanas
Mín: R$ 5,50
Máx: R$ 12,39
Volume
5
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.59
R$ 13,49
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a PLRI11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O POLO FII RECEBIVEIS IMOBILIARIOS I (PLRI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
OLIVEIRA TRUST DTVM S.A.
CNPJ
36113876000191
Telefone
(21) 3514-0000
Endereço
Av. das Américas, 3434 - Bl. 7 Grupo 201, Barra da Tijuca — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22640-102

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,6602
Pagamento: 07/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,2515
Pagamento: 08/01/2026
AMORTIZAÇÃO R$ 0,1100
Pagamento: 07/08/2025
AMORTIZAÇÃO R$ 0,0845
Pagamento: 07/04/2025
AMORTIZAÇÃO R$ 1,8862
Pagamento: 07/02/2025
RENDIMENTO R$ 1,3622
Pagamento: 08/01/2025
AMORTIZAÇÃO R$ 0,2096
Pagamento: 08/01/2025
AMORTIZAÇÃO R$ 0,0262
Pagamento: 07/10/2024
RENDIMENTO R$ 0,0262
Pagamento: 07/10/2024
AMORTIZAÇÃO R$ 1,8338
Pagamento: 06/09/2024

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🚨 O Vinci Logística FII (VILG11) assinou um documento vinculante para a aquisição de um condomínio logístico em Campinas (SP) por R$ 140 milhões, equivalente a R$ 3.024 por metro quadrado de área bruta locável (ABL), conforme fato relevante divulgado nesta segunda-feira (17). O pagamento será dividido em três parcelas: 40% (R$ 56 milhões) no fechamento da operação, 30% (R$ 42 milhões) após seis meses e os 30% restantes (R$ 42 milhões) em 12 meses, com as duas últimas corrigidas pela variação do IPCA Considerando o cronograma de pagamentos a valor presente, a aquisição representa um cap rate de entrada de 9,7%, com yield médio estimado de 17,1% no primeiro ano. O retorno é uma estimativa e não representa garantia de rentabilidade. Galpão de 46 mil m² fica próximo a Viracopos e está 100% locado O imóvel possui 46.296 m² de ABL e está localizado em Campinas, um dos principais polos logísticos do país, próximo ao Aeroporto Internacional de Viracopos, maior aeroporto de cargas do Brasil. O ativo está 100% locado para empresas dos segmentos de e-commerce e transporte e logística. Como proteção adicional, o vendedor oferecerá ao fundo uma garantia de renda mínima (RMG) por até 12 meses após o fechamento, assegurando a manutenção do fluxo de receita mensal contratado em caso de desocupação parcial ou total durante o período. Com a conclusão da compra, a fatia de imóveis paulistas na receita de locação do fundo deve subir de aproximadamente 17% para 25%, tornando São Paulo o estado com maior peso na carteira. A operação também reforça a realocação dos recursos obtidos com a venda de parte do portfólio concluída em dezembro de 2025.

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Em entrevista ao InfoMoney, o gestor Gabriel Barbosa explica como as aquisições bilionárias estão mudando o perfil do portfólio Publicidade As recentes operações do TRXF11 (TRX Real Estate) com a Cy.Capital, plataforma ligada ao Grupo Cyrela, e com a Iguatemi marcam uma nova etapa na estratégia do fundo imobiliário. Para Gabriel Barbosa, gestor do TRXF11, as transações não representam apenas crescimento de patrimônio, mas uma mudança estrutural na qualidade dos ativos que compõem a carteira. Na operação com a Cy.Capital, o fundo anunciou um investimento de aproximadamente R$ 2,13 bilhões na aquisição de participações em dois fundos imobiliários, em um portfólio formado por quatro galpões logísticos e um edifício corporativo de alto padrão. Os imóveis estão distribuídos entre São Paulo, Rio de Janeiro e Extrema (MG). Já com a Iguatemi, o TRXF11 firmou um memorando para adquirir participações em cinco shopping centers, em uma operação de R$ 876,1 milhões. O portfólio inclui ativos como o Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre, o Iguatemi Alphaville, em Barueri, além de empreendimentos em Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Novo Hamburgo. Segundo Barbosa, as duas transações fazem parte de uma mudança planejada no perfil da carteira. “A gente está mudando de forma estrutural a qualidade do portfólio do TRXF11“, afirmou o gestor ao InfoMoney. A estratégia, explica ele, é ampliar a participação de imóveis considerados mais sofisticados, bem localizados e difíceis de replicar. “A gente vem trazendo esses edifícios que são, na nossa visão, imóveis basicamente replicáveis, que têm uma condição de edificação muito mais complexa”, disse Barbosa. Leia Mais: Corte da Selic já está na cota dos FIIs? Veja o que pode mover os fundos agora Do varejo aos “imóveis-troféus” A estratégia representa uma evolução em relação à carteira que marcou o crescimento do TRXF11 nos últimos anos. O fundo construiu uma posição em grandes lojas de varejo, geralmente ocupadas por grandes empresas e com contratos de longo prazo, mas agora busca adicionar ativos de padrão mais elevado. “A gente está mudando de forma estrutural a qualidade do portfólio do TRXF11. A gente começou com aquelas grandes lojas de varejo, que eram lojas grandes, com grandes empresas, contratos longos, mas muitas vezes não eram imóveis de alto padrão, não eram imóveis em grandes centros. E a gente vem trazendo esses edifícios que são, na nossa visão, imóveis basicamente replicáveis, que têm uma condição de edificação muito mais complexa. A gente chama alguns deles de imóveis-troféus, que são imóveis que você não consegue replicar facilmente”, diz Barbosa. Continua depois da publicidade No caso dos shopping centers, a parceria com a Iguatemi segue essa mesma lógica. A operação envolve participações em cinco empreendimentos administrados pela companhia, que continuará responsável pela gestão dos ativos. “Quando você fala em Iguatemi, você já pensa num shopping bom. É um shopping que tem um mix de lojas muito bom, tem entretenimento, é um shopping muito voltado para a classe A e para a classe média alta. A gente gosta muito do perfil da empresa, das pessoas que estão lá e acho que essa é uma parceria que a gente está começando agora e que pode, eventualmente, gerar outras oportunidades para o TRXF11“, comenta. Fora as operações com a Iguatemi, o TRXF11 também adquiriu 9,33% do ParkShoppingBarigüi, em Curitiba (PR), por R$ 250 milhões. A fatia foi comprada da Multiplan. Continua depois da publicidade Logística ganha protagonismo na expansão Além das aquisições com Cy.Capital e Iguatemi, a estratégia do TRXF11 tem sido marcada por uma forte expansão no segmento logístico. Com as novas operações, a logística passa a representar 45,11% da ABL do fundo, tornando-se a principal classe de ativos da carteira. A concentração não ocorreu por acaso. “A gente buscou isso de forma ativa”, afirmou Barbosa. A TRX atua no mercado logístico desde 2007 e, segundo o gestor, nunca havia observado um ciclo tão positivo quanto o atual em termos de demanda e preços de locação. O gestor cita a evolução dos aluguéis em regiões como Guarulhos como exemplo dessa mudança. Segundo ele, valores que durante anos ficaram próximos de R$ 20 por metro quadrado agora chegam a cerca de R$ 50 em imóveis novos. Continua depois da publicidade Na aquisição dos galpões em Guarulhos, o fundo buscou justamente capturar essa diferença entre o aluguel atual dos ativos e os preços praticados em novos empreendimentos. Para o gestor, essa combinação entre localização, qualidade construtiva e aluguel potencialmente defasado pode permitir ao fundo capturar crescimento de receita em eventuais revisões futuras dos contratos. Extrema entra na estratégia apesar da reforma tributária A operação envolvendo a Cy.Capital também levou o TRXF11 a ampliar sua exposição a Extrema (MG), região que passou a ser observada com mais cautela pelo mercado diante das mudanças previstas pela reforma tributária. Continua depois da publicidade Barbosa afirma que a gestora historicamente tinha ressalvas em relação à região porque os incentivos fiscais acabavam influenciando a precificação dos imóveis. Com o novo cenário, porém, a redução do número de novos empreendimentos criou uma oportunidade de compra. “É um pouco um movimento contra-maré”, diz Barbosa, Na avaliação da TRX, a menor oferta de novos galpões e a necessidade de venda por parte de alguns proprietários podem gerar condições mais favoráveis para quem tem capital disponível. “A gente entende que talvez o mercado esteja exagerando nessa questão da reforma tributária em Extrema, mas já é um polo logístico importante. Tem grandes empresas lá, a vacância é muito baixa e a gente está conseguindo encontrar ativos com um preço por metro quadrado interessante e um cap rate interessante justamente porque existe esse prêmio relacionado à dúvida da reforma tributária. Então a gente acha que pode ser uma oportunidade interessante para o fundo”, acrescenta. Leia Mais: Mercado imobiliário vai bem, mas os FIIs nem sempre acompanham; entenda por quê Estratégia combina ativos para longo prazo e posições táticas O TRXF11 não pretende transformar sua carteira em um fundo especializado em uma única classe de ativos. Barbosa explica que a estratégia passa pela combinação entre um portfólio estratégico, formado por imóveis considerados excepcionais e destinados a permanecer na carteira, e um portfólio tático, no qual a gestora pode comprar e vender ativos para capturar oportunidades. “O estratégico são esses grandes imóveis, muito bem localizados, bem locados, que a gente pretende manter no longo prazo. E os táticos são imóveis que entram, são também bons imóveis, têm também bons inquilinos”, explicou. A venda de três imóveis locados ao Grupo Pão de Açúcar, anunciada recentemente, é um exemplo dessa reciclagem. Para Barbosa, operações desse tipo permitem realizar ganhos de capital e direcionar os recursos para ativos considerados mais estratégicos. “Acho que esse é o benefício de a gente ter um fundo híbrido”, afirmou. A proposta é que o TRXF11 possa mudar sua composição conforme os ciclos imobiliários, direcionando capital para os segmentos que apresentarem as melhores oportunidades. Nesse cenário, a logística deve continuar como uma das principais exposições do fundo no curto e médio prazo, mas a gestão deixa claro que a composição da carteira poderá mudar ao longo dos próximos anos conforme surgirem novas oportunidades de geração de valor para os cotistas. Leia Mais: Shopee avança em MG com projeto logístico de R$ 400 milhões

Perguntas Frequentes sobre PLRI11

Qual é a cotação de PLRI11 hoje na B3?
A cotação de PLRI11 hoje está em R$ 7,94. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 7,94 e máxima de R$ 7,94.
Quanto a PLRI11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de PLRI11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de PLRI11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de PLRI11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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