PEMA11 – Cotação Performa Real Estate Fundo de Investimento Imobiliario
Fundos ImobiliáriosPerforma Real Estate Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 34736510000143
Resumo Fundamentalista de PEMA11
O ativo PEMA11 (Performa Real Estate Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 29,06, acumulando uma variação de -1.79% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 24,72 e a máxima de R$ 44,98. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
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Sobre a PEMA11
O PERFORMA REAL ESTATE - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (PEMA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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A ordem do dragão: O sucesso da China leva o Ocidente a rever suas políticas de desenvolvimento
Há uma ironia histórica em curso na economia mundial que merece ser contada com calma. Durante três décadas, o mundo em desenvolvimento foi catequizado por uma cartilha batizada com o nome da capital norte-americana: o Consenso de Washington. Privatize, abra, desregule, deixe o mercado escolher os vencedores – e o desenvolvimento virá como consequência natural. Pois bem, em 2026, quem menos acredita nessa cartilha é justamente Washington. Os Estados Unidos tarifaram, subsidiaram, bloquearam exportações de tecnologia, compraram participações em empresas estratégicas e agora discutem abertamente a criação de um fundo soberano de investimento industrial. A Europa, tradicional guardiã das regras de livre concorrência, aprovou pacotes bilionários de subsídios verdes e digitais e impôs tarifas sobre carros elétricos chineses. O que emerge dessa grande reviravolta não é um novo Consenso de Washington, como muitos têm chamado. É, na prática, a vitória intelectual do Consenso de Pequim, a constatação de que estrutura produtiva importa, que o Estado precisa investir e coordenar, e que nenhuma potência sobrevive terceirizando sua indústria. O velho consenso Vale recuperar o ponto de partida. O termo “Consenso de Washington” foi cunhado por John Williamson, em 1989, para sistematizar o receituário que o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e o Tesouro dos EUA recomendavam às nações em desenvolvimento: disciplina fiscal, liberalização comercial e financeira, privatizações, desregulamentação, proteção fraca à indústria nascente e a crença de que a melhor política industrial é não ter política industrial. A tese de fundo era ricardiana. Cada país deveria especializar-se em suas vantagens comparativas estáticas. Se a vocação da periferia era exportar soja, minério e petróleo, que assim fosse – o mercado mundial cuidaria do resto. Nós, latino-americanos, fomos os alunos mais aplicados da turma. A Argentina seguiu a cartilha ao pé da letra nos anos 1990 e colecionou crises. A Rússia aplicou a terapia de choque e viveu uma década de colapso econômico e demográfico. O Brasil abriu sua economia de forma abrupta, sobrevalorizou o câmbio e assistiu ao início de uma desindustrialização precoce, da qual nunca mais se recuperou. A indústria de transformação, que chegou a representar mais de 25% do nosso PIB nos anos 1980, definhou para pouco mais de 10%. Nosso Índice de Complexidade Econômica despencou no ranking mundial. Trocamos máquinas, bens de capital e química fina por soja, minério de ferro e petróleo. Viramos uma economia que não aprende. Sob a direção de Xi Jinping, a China aposta na tecnologia e na transição energética – Imagem: Maxim Shemetov/Pool/AFP Enquanto isso, do outro lado do Pacífico… E a China? A China leu a cartilha, agradeceu – e fez exatamente o contrário. Em 1990, o país exportava perto de 45 bilhões de dólares por ano. Em 2021, chegou a 3,6 trilhões, salto de 80 vezes em três décadas. Esse desempenho não foi obra do acaso nem de adesão ao receituário dominante. Enquanto o mundo em desenvolvimento era pressionado a privatizar em massa e abrir suas economias da noite para o dia, a China trilhou o caminho do planejamento estatal, do pragmatismo e das políticas industriais ativas. O modelo combinou três elementos que sintetizam o que podemos chamar de Consenso de Pequim. Primeiro, gradualismo: a transição da economia planificada para a economia de mercado deu-se pelo sistema dual track, mantendo cotas e planejamento nos setores estratégicos, enquanto o excedente ia para o mercado livre. Nada de terapia de choque. Em vez de aceitar a lógica das vantagens comparativas estáticas, a China construiu vantagens competitivas dinâmicas Segundo: Estado forte nos setores-chave, entre eles energia, telecomunicações, infraestrutura e bancos permaneceram sob controle estatal, funcionando como alavancas da estratégia nacional. Terceiro, abertura seletiva: o capital estrangeiro foi bem-vindo, mas mediante contrapartidas – joint ventures obrigatórias, transferência de tecnologia, exigências de conteúdo local. O mercado a serviço da estratégia nacional, não o contrário. A inspiração veio do próprio Leste Asiático. Deng Xiaoping visitou Cingapura nos anos 1980 e decidiu criar “várias Cingapuras” em território chinês, as Zonas Econômicas Especiais, verdadeiros laboratórios do milagre, com incentivos fiscais, terrenos subsidiados, infraestrutura de classe mundial e uma agressiva desvalorização cambial nos anos 1990 que tornou os produtos chineses imbatíveis. Em vez de aceitar a lógica das vantagens comparativas estáticas, a China construiu vantagens competitivas dinâmicas. Seu Índice de Complexidade Econômica saiu de -1,0 nos anos 1980 para território positivo nas décadas seguintes, com domínio crescente em eletrônicos, autopeças, painéis solares, baterias e veículos elétricos. Shenzhen, uma vila de pescadores, virou uma metrópole tecnológica de 15 milhões de habitantes. E o instrumental foi ficando cada vez mais sofisticado. Hoje são mais de 1,7 mil fundos de orientação governamentais, com quase 700 bilhões de dólares em capital, combinando estratégia centralizada com experimentação descentralizada. Assim nasceram CATL, LONGi, DJI, Huawei e BYD, que ultrapassou a Tesla em vendas globais, enquanto a China superava o Japão como maior exportadora de automóveis do planeta. Shenzen é o retrato da China futurista. Ao impor tarifas, Trump tenta reativar a in dústria norte-americana. Williamson cunhou o termo “Consenso de Washington”. Deng Xiaoping colocou a economia chinesa em uma bissetriz diferente – Imagem: Acervo Banco Mundial, Arquivo Casa Branca Oficial, Brendan Smialowiski/AFP e iStockphoto O caso de Shenzhen com a BYD é a miniatura perfeita do método. Ao determinar a eletrificação da frota de ônibus e táxis da cidade, o governo local deu à então emergente montadora demanda garantida, fluxo de caixa e aprendizado de produção que nenhum mercado ofereceria – enquanto as estatais de energia montavam a infraestrutura de recarga e as universidades formavam os engenheiros. Programas como o Made in China 2025 e o “Big Fund” de semicondutores elevaram essa lógica à escala nacional: metas explícitas de domínio tecnológico setor por setor, capital paciente estatal absorvendo o risco das fases iniciais e o setor privado competindo ferozmente nas balizas definidas pela estratégia. Não é economia planificada à moda soviética, nem livre mercado à moda de Chicago. É um Estado desenvolvimentista operando com instrumentos de mercado, a essência do Consenso de Pequim. A conversão dos EUA O primeiro ato público da conversão norte-americana veio em abril de 2023, quando Jake Sullivan, então conselheiro de Segurança Nacional de Joe Biden, subiu ao púlpito da Brookings Institution e enterrou oficialmente o velho consenso. Sullivan reconheceu que a base industrial dos EUA havia sido esvaziada, que a crença de que “o tipo de crescimento não importava” fora um erro, e anunciou uma estratégia industrial moderna – investimentos públicos direcionados a setores fundamentais para o crescimento e estratégicos para a segurança nacional, nos quais o capital privado, sozinho, não faria os aportes necessários. O “CHIPS and Science Act” despejou dezenas de bilhões de dólares em subsídios para fábricas de semicondutores em solo norte-americano. O “Inflation Reduction Act” mobilizou centenas de bilhões em créditos fiscais para energia limpa, baterias e veículos elétricos. Os controles de exportação cortaram o acesso chinês aos chips mais avançados da nVidia e aos equipamentos de litografia. Política industrial, protecionismo tecnológico e segurança nacional fundidos num único pacote. O Estado norte-americano voltou a agir como acionista, comprador e planejador E o movimento só se aprofundou, atravessando, aliás, governos de partidos opostos, o que mostra que se trata de mudança estrutural, não de capricho ideológico. Sob Trump, as tarifas viraram instrumento universal de política econômica, e Washington passou a fazer o que seria impensável dez anos atrás: tomar participações acionárias diretas em empresas estratégicas, de mineradoras de terras-raras a fabricantes de chips, além de reter golden shares em operações sensíveis. O Estado norte-americano voltou a agir como acionista, comprador e planejador. Na Foreign Affairs de julho último, Sullivan propôs a criação de um Fundo de Investimento Estratégico para coordenar os instrumentos de política industrial e tecnológica, com o recado direto de que isenções fiscais e tarifas, sozinhas, não levam à reindustrialização. O mais notável é o arcabouço teórico. Sullivan resgata Alexander Hamilton e seu Relatório sobre Manufaturas de 1791, para lembrar que, desde a fundação, os Estados Unidos trataram o crédito público como instrumento de soberania. Lembra a “Reconstruction Finance Corporation” dos anos 1930, que construiu milhares de fábricas depois transferidas ao setor privado, e o papel do programa Minuteman e das missões Apollo na criação do ecossistema de semicondutores – o Estado como comprador de primeira instância, o mercado como consequência. E faz o diagnóstico de que a teoria da complexidade econômica sempre sustentou. Quando um setor de fronteira é perdido, é dificílimo reconstruí-lo, porque capacidades produtivas são como tecidos vivos que se degradam quando param de ser exercitados. Cada decisão individual de offshoring fazia sentido isolada. Somadas, corroeram o núcleo produtivo da nação. O mercado de capitais mais sofisticado do mundo foi otimizado para retornos rápidos e risco diversificável – e por isso mesmo subinveste cronicamente em usinas nucleares, fábricas de chips e refinarias de terras-raras, exatamente o que sustenta o poder estratégico de um país. As montadoras chinesas ignoraram os motores de combustão e apostaram na eletrificação. Hoje, são as maiores exportadoras de veículos. A nVidia, dos EUA, depende do fornecimento de terras-raras – Imagem: Redes Sociais e Jade Gao/AFP Repare no espelho: fundos de orientação, compras públicas garantindo demanda, financiamento absorvedor de risco, participações estatais em campeãs nacionais. É a gramática de Pequim escrita com sotaque norte-americano. A Europa corre atrás A conversão europeia é ainda mais reveladora, pois a União Europeia construiu sua identidade econômica em torno das regras de concorrência e da proibição de ajudas estatais. Essa arquitetura tem sido desmontada peça por peça. O “European Chips Act” mobilizou dezenas de bilhões de euros para dobrar a participação europeia na produção mundial de semicondutores. O “Green Deal Industrial Plan” e o “Net-Zero Industry Act” flexibilizaram as regras de subsídios para acelerar a manufatura de tecnologias limpas em solo europeu, numa resposta explícita ao IRA norte-americano e ao domínio chinês. O “Critical Raw Materials Act” estabeleceu metas de extração, processamento e reciclagem de minerais estratégicos para reduzir a dependência da China. Os grandes projetos de interesse comum europeu – os IPCEIs – canalizaram subsídios coordenados para baterias, hidrogênio e microeletrônica. E Bruxelas, guardiã do livre comércio, impôs tarifas compensatórias sobre veículos elétricos chineses, acusando Pequim de subsidiar sua indústria – o que é verdade, e é justamente o ponto, os subsídios funcionaram. Sullivan, ex-conselheiro de Biden, sugere um fundo de investimento estratégico – Imagem: Ludovic Marin/AFP O documento que mais bem sintetiza o espírito do tempo na Europa é o Relatório Draghi sobre competitividade, de 2024. Mario Draghi, ex-presidente do Banco Central Europeu, dificilmente um heterodoxo de carteirinha, diagnosticou que o continente ficou para trás em produtividade e inovação, e receitou investimentos anuais adicionais da ordem de 750 bilhões a 800 bilhões de euros, algo próximo de 5% do PIB europeu, além de política industrial coordenada, compras públicas estratégicas e financiamento comum. Quando o establishment de Frankfurt e Bruxelas fala em mobilizar poupança continental para objetivos industriais definidos politicamente, o velho consenso não mora mais ali. A Alemanha, que elevou a austeridade à cláusula constitucional, reformou seu freio da dívida para bancar centenas de bilhões em infraestrutura e defesa. A França fala abertamente em soberania industrial e autonomia estratégica. O tabu acabou. A ironia final e a lição para o Brasil Eis, portanto, o quadro completo: os Estados Unidos e a Europa adotando, cada um a seu modo, os instrumentos que a China usou para se tornar potência industrial – os mesmos instrumentos que Washington passou 30 anos proibindo à periferia. O Consenso de Pequim venceu não porque a China o exportou como doutrina, mas porque os resultados falaram mais alto do que a teoria. Não há hoje potência relevante que trate estrutura produtiva como detalhe irrelevante. Reindustrializar deixou de ser escolha ideológica para virar condição de sobrevivência estratégica. Hamilton lançou em 1791 o Relatório sobre Manufaturas, marco da expansão dos EUA – Imagem: Biblioteca do Congresso EUA A ironia amarga é que os países que mais precisariam abandonar a velha cartilha são aqueles que continuam agarrados a ela. A América Latina segue presa à armadilha dos recursos naturais: câmbio cronicamente sobrevalorizado pelas commodities, doença holandesa corroendo a competitividade industrial e uma elite econômica que ainda repete o catecismo de que “o Estado deve apenas regular”, doutrina que o próprio país que a exportou acaba de jogar no lixo. O Brasil, décima economia do mundo, discute política industrial com a timidez de quem pede desculpas, enquanto norte-americanos, europeus e chineses disputam a fronteira tecnológica com fundos soberanos, compras públicas e subsídios trilionários. E não se trata de nostalgia da substituição de importações, é bom que se diga. A boa política industrial do século XXI, aquela que Sullivan propõe, a que Draghi desenha, a que Pequim pratica há décadas, não é fechar a economia e proteger a ineficiência para sempre. É identificar setores estratégicos, garantir demanda e financiamento paciente nas fases em que o capital privado não entra, exigir contrapartidas de desempenho e exportação, e deixar a concorrência fazer a seleção dentro das balizas da estratégia. A Coreia do Sul fez isso com seus Chaebols exportadores, a China, com suas campeãs disciplinadas por metas, os EUA, com a Darpa, a Nasa e, agora, com a proposta de um fundo estratégico. O Brasil tem os ativos para jogar esse jogo: Embraer, complexo agroindustrial sofisticado, Sirius, capacidade instalada em energia limpa que o mundo inteiro inveja, mercado interno continental. O que falta não é ativo, é estratégia, a decisão política de tratar a estrutura produtiva como questão de Estado, atravessando governos, como fazem todos os que estão vencendo. O Brasil discute política industrial com a timidez de quem pede desculpas A economia da complexidade nunca deixou de afirmar o que agora virou consenso global: países ricos são ricos porque produzem coisas sofisticadas, e ninguém sobe a escada tecnológica sem um Estado capaz de planejar, investir e aprender. O que a China faz com seus fundos de orientação, o que os EUA propõem com o fundo estratégico de Sullivan, o que a Europa desenha com o Relatório Draghi – tudo isso é a mesma lição contada em três línguas. A pergunta que fica para nós é a de sempre: vamos finalmente aprender ou seguiremos a ser uma economia que não aprende? E aqui vale ser justo com o Brasil: o diagnóstico já não é o problema. Temos hoje uma Nova Indústria Brasil desenhada por missões, à moda de Mariana Mazzucato, com metas de neoindustrialização em saúde, defesa, agroindústria, transição energética e digitalização. Temos o BNDES e a Finep de volta ao jogo com centenas de bilhões anunciados, um complexo econômicoindustrial da saúde tratado como questão de soberania depois da pandemia, e uma nova lei de licitações que finalmente permite usar o poder de compra do Estado como instrumento de desenvolvimento tecnológico. O vocabulário está correto. O problema é que a política industrial brasileira opera em uma macroeconomia que a contradiz todos os dias. De que adianta oferecer crédito direcionado para uma fábrica de semicondutores se o título público paga juro real entre os mais altos do planeta, sem risco e com liquidez diária? De que adianta subsidiar manufatura avançada se o câmbio, empurrado pelo boom de commodities, torna qualquer bem industrial brasileiro caro em dólar antes mesmo de sair da linha de montagem? A China desvalorizou o yuan e manteve crédito barato e paciente por três décadas. A Coreia fez o mesmo. Nenhuma política industrial sobrevive a uma macroeconomia que premia o rentismo e pune quem produz. Doença holandesa e juro alto são, no fim, a nossa política industrial de fato, só que às avessas. Os líderes europeus tateiam caminhos. Draghi propõe investimentos públicos pesados para tirar o continente do atraso. O Brasil tem a Embraer como exemplo. Alckmin no lançamento do programa NIB, passo tímido – Imagem: Agência Brasil, Embraer, Palácio Chigi/Governo da Itália e Jewel Samad/AFP Falta ainda o segundo ingrediente, e talvez o mais difícil: disciplina. O que distinguiu o Leste Asiático não foi o subsídio – subsídio a América Latina também deu, e muito. Foi a contrapartida. O crédito era barato, mas condicionado a desempenho exportador. A proteção era generosa, mas temporária e com prazo de validade. Quem não performava perdia o benefício. Aqui, historicamente, protegemos sem cobrar. Da Lei de Informática ao regime automotivo, garantimos reserva de mercado e renúncia fiscal sem exigir escala, exportação ou domínio tecnológico, e o resultado foi ineficiência cara e permanente. O Consenso de Pequim que os norte-americanos agora copiam não é “o Estado gastador”, é “o Estado que escolhe, financia, compra… E cobra”. E os dados de complexidade nos dizem com precisão onde escolher: não em qualquer setor, mas naqueles adjacentes às capacidades que temos, o que no nosso caso significa aeronáutica, bioeconomia amazônica, fármacos e imunobiológicos, defesa, máquinas agrícolas, química verde, minerais críticos processados aqui, não embarcados brutos. Embraer, Embrapa e Petrobras não nasceram de um plano de quatro anos, nasceram de decisões de Estado sustentadas por décadas, atravessando governos, ideologias e crises. É exatamente isso que hoje fazem chineses, norte-americanos e europeus, cada um a seu modo, todos com a mesma partitura. • *Professor da FGV-SP, foi economista-chefe, gestor de fundos e CEO de instituições financeiras. Publicado na edição n° 1426 de CartaCapital, em 19 de agosto de 2026. Este texto aparece na edição impressa de CartaCapital sob o título ‘A ordem do dragão’
Tempo real: Ibovespa recua com mau humor doméstico, mesmo após PPI dos EUA; dólar sobe – Money Times
Acompanhe o Ibovespa e os mercados em Tempo Real. (Imagem: REUTERS/Amanda Perobelli) Resumo: O Ibovespa (IBOV) recua ainda com o ‘risco Brasil’ no radar dos investidores, após sete quedas consecutivas do índice. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No exterior, o clima é de otimismo em Wall Street após o dado mais fraco da inflação ao produtor nos Estados Unidos, o PPI, apresentar estabilidade na margem em julho. O número fez com que uma aposta por alta nos juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) fosse adiada de outubro para dezembro. Destaques: 12h38 >> EUA: S&P renova recorde intradia aos 7,816.70 pontos 12h37 Petróleo reduz queda com notícia de ataque houthi à refinaria saudita Os preços do petróleo reduziram o ritmo de queda diante da notícia de que os houthis do Iêmen, aliados do Irã, atacaram uma refinaria da Saudi Aramco, a petrolífera da Arábia Saudita. Confira as cotações, por volta das 12h35 (horário de Brasília): Brent para outubro 2026: -0,97%, a US$ 88,12 o barril; WTI para setembro 2026: -1,03%, a US$ 82,41 o barril 12h36 Moura Dubeux (MDNE3) sobe na bolsa após balanço do 2T26; analistas veem potencial de alta de até 80% para ação As ações da incorporadora Moura Dubeux (MDNE3) operam em alta nesta quinta-feira (13), um dia após a companhia divulgar o seu balanço financeiro do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, a avaliação é majoritariamente positiva, com destaque para a expansão das margens, crescimento do lucro e baixa alavancagem da empresa. Leia mais. 12h34 Houthis atacam refinaria da petrolífera saudita Saudi Aramco De acordo com a agência de notícias do Iêmen, Saba, os houthis atingiram a refinaria da Saudi Aramco, petrolífera da Arábia Saudita, com uso de dois drones. Segundo a Saba, os houthis devem continuar com os ataques a alvos sauditas. 12h33 Após aposta em inteligência artificial, BitGo vê receita subir — mas não no segmento que esperava; veja balanço A empresa de infraestrutura de criptomoedas BitGo Holdings registrou forte crescimento da receita no segundo trimestre de 2026 (2T26), apesar de apresentar prejuízo líquido decorrente da desvalorização de ativos digitais. De acordo com o comunicado enviado ao mercado na noite da última quarta-feira (12), a empresa de infraestrutura para ativos digitais registrou receita trimestral de US$ 4,33 bilhões, alta de 79,6% ante os US$ 2,41 bilhões registrados um ano antes e de 14,7% em relação ao trimestre anterior. Leia mais. 12h15 Suzano (SUZB3): Geração de caixa é destaque no 2T26, apesar de alavancagem e celulose desafiarem a tese A Suzano (SUZB3) apresentou um segundo trimestre de 2026 (2T26) marcado por forte geração de caixa, mas com desafios operacionais que devem continuar no radar dos investidores. Analistas destacaram o fluxo de caixa livre, enquanto custos mais altos, alavancagem e uma perspectiva menos favorável para os preços da celulose devem limitar a melhora da tese no curto prazo. BTG Pactual, XP Investimentos e Itaú BBA avaliaram os resultados como amplamente em linha com as expectativas. As casas destacaram o desempenho da divisão de celulose e a forte geração de caixa, mas apontaram que parte relevante do fluxo veio de fatores menos recorrentes. Leia mais. 12h13 Minerva (BEEF3): BofA corta preço-alvo após balanço O Bank of America (BofA) cortou o preço-alvo das ações da Minerva (BEEF3) de R$ 6,00 para R$ 5,50, o que ainda implica em um potencial de valorização de 67,2% sobre o preço de fechamento anterior. A revisão acontece após os resultados do 2T26 e deve-se, segundo os analistas, à perspectiva de geração de fluxo de caixa mais limitada no curto prazo. A recomendação neutra foi mantida. “O 3T pode ser particularmente desafiador do ponto de vista de margens e fluxo de caixa, diante do vácuo deixado pelo esgotamento da cota de importação de carne bovina da China para o Brasil e dos preços do gado ainda elevados no Brasil e na maior parte da América do Sul”, afirmaram os analistas. 12h12 >> Ibovespa bate mínima, aos 166.820,52 pontos, com recuo de 0,40% 11h58 Mesmo com lucro melhor que o esperado, ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam no negativo As ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam entre as maiores quedas do Ibovespa (IBOV), pressionando o setor de bancos. Por volta de 11h40 desta quinta-feira (13), BBAS3 caía 1,37%, a R$ 18,74. Na mínima intradia, os papéis chegaram a recuar 2,11%, a R$ 18,60. Leia mais. 11h54 Azzas 2154 (AZZA3) ainda não convence: 2T26 mais fraco mantém mercado à espera de sinais de recuperação Os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26) da Azzas 2154 (AZZA3) não agradaram o mercado. No Ibovespa (IBOV), as ações performam entre os destaques negativos no pregão desta quinta-feira (13). Entre analistas, a leitura é de um trimestre fraco e negativo. Por volta de 11h40 (horário de Brasília), as ações recuavam 2,58%, cotadas a R$ 15,47. Acompanhe o tempo real. Leia mais. 11h41 Flávio Dino diz ser alvo de ‘agressões e injustiças’ após operação contra fonte de jornalista O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta quinta-feira (13) que é alvo de “agressões e injustiças” após a operação da Polícia Federal (PF) que mirou fonte de jornalista por suposta perseguição a ele. Na última terça-feira (11), o ministro Alexandre de Moraes determinou busca e apreensão contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de informações de um jornalista que havia publicado reportagem sobre o uso de carros oficiais pela família de Dino. Leia mais. 11h36 SLC Agrícola (SLCE3): Guidance do algodão melhora, enquanto alavancagem ofusca resultado do 2T26; o que dizem os analistas? A SLC Agrícola (SLCE3) apresentou resultados operacionais sólidos no segundo trimestre de 2026 (2T26), mas a maior alavancagem ofuscou parte do desempenho e deve continuar no radar dos investidores no curto prazo. Ao mesmo tempo, a melhora nas projeções para o algodão trouxe um contraponto positivo para a tese. BTG Pactual, XP Investimentos e Itaú BBA destacaram o aumento dos volumes comercializados e as perspectivas mais favoráveis para o algodão. Por outro lado, as casas chamaram atenção para a geração de caixa, a alavancagem e os riscos de produtividade associados ao El Niño. Leia mais. 11h34 Banco do Brasil (BBAS3), Vale (VALE3), Braskem (BRKM5) e outros destaques desta quinta (13) Os balanços e pagamento de juros sobre capital próprio do Banco do Brasil (BBAS3), o novo projeto de de Flotação de Partículas Grossas (CPF) da Vale (VALE3) e a possível recuperação extrajudicial da Braskem (BRKM5) são alguns dos destaques corporativos desta quinta-feira (13). Confira o Radar do Mercado Banco do Brasil (BBAS3): Lucro sobe 3,3%, chega a R$ 3,9 bilhões e vem melhor que esperado no 2T26 O Banco do Brasil (BBAS3) terminou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões, alta de 3,3% ante mesmo período de 2025. Em relação ao primeiro trimestre, a elevação é de 13,9%. Leia mais. 11h21 Ministério Público aciona o TCU para cobrar ação do governo pelo descontrole das bets A suposta omissão do governo federal na fiscalização e controle das bets levou o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) a protocolar uma representação que exige a abertura imediata de auditoria sobre os órgãos reguladores. A peça jurídica, assinada pelo subprocurador-geral Lucas Furtado, mira a inércia estatal e aponta a falta de governança sobre as plataformas digitais que se transformaram em um gargalo financeiro capaz de sobrecarregar o Sistema Único de Saúde (SUS) e desestabilizar a economia popular. A representação do subprocurador-geral Lucas Furtado aponta que a falta de fiscalização no setor de apostas ameaça a economia popular e sobrecarrega o SUS. O órgão cobra do TCU a apuração de falhas de governança dos órgãos reguladores federais. Leia mais. 11h21 Resultado da Equatorial (EQTL3) vem em linha e ações reagem, mas será que é hora de comprar? As ações da Equatorial (EQTL3) chegaram a figurar entre as principais quedas do Ibovespa nesta quinta-feira (13), após a divulgação dos resultados do segundo trimestre de 2026. Ao longo do pregão, porém, os papéis reduziram as perdas e passaram a mostrar recuperação. Por volta das 11h, os papéis avançavam 0,23%, a R$ 35,58. Leia mais. 11h17 Cogna (COGN3) salta quase 5% após resultados do 2T26; hora de comprar? Veja o que dizem os analistas As ações da Cogna (COGN3) despontam entre as maiores altas do Ibovespa nesta quinta-feira (13), com avanço de quase 5% por volta das 10h45. Leia mais. 11h08 Minerva (BEEF3): 2T26 vem em linha, mas queima de caixa e China preocupam A Minerva Foods (BEEF3) entregou um resultado do segundo trimestre de 2026 (2T26) amplamente em linha com as expectativas dos analistas, mas a forte queima de caixa e as incertezas envolvendo as exportações para a China devem manter os investidores cautelosos no segundo semestre. XP Investimentos, BTG Pactual e Itaú BBA avaliaram o balanço como consistente, com destaque para a resiliência operacional da companhia mesmo diante de um cenário menos favorável para os frigoríficos. Os três bancos, porém, mantiveram recomendação neutra para as ações. Leia mais. 10h51 >> Banco do Brasil (BBAS3) recua 0,5% no Ibovespa após balanço do 2T26 10h48 Direcional (DIRR3) entrega receita recorde, reduz dívida e reforça potencial de alta da ação A Direcional (DIRR3) entregou mais um trimestre robusto no segundo trimestre de 2026 (2T26), reforçando a consistência operacional observada nos últimos períodos. Os lançamentos somaram R$ 2,1 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), alta de 8% em relação ao 2T25 e mais que o dobro do volume do trimestre anterior, enquanto as vendas líquidas alcançaram R$ 1,65 bilhão, praticamente estáveis na comparação anual e 5% acima do 1T26. Leia mais. 10h46 >> CSN (CSNA3) sobe quase 3% com Ebitda melhor no 2T26 10h45 >> Rumo (RAIL3) sobe 4% com resultado do 2T26 10h44 >> Cogna (COGN3) avança quase 4% após balanço do 2T26 10h43 >> Rede D’Or (RDOR3) avança mais de 5% com balanço do 2T26 10h42 >> Copasa (CSMG3) cai mais de 2% após resultado do 2T26 10h41 Wall Street avança após inflação melhor do que o esperado adiar apostas de alta nos juros pelo Fed Os índices de Wall Street começam o dia em alta com dados de inflação em linha com o esperado e alívio nos preços do petróleo. O S&P 500 opera próximo das máximas históricas. Confira o desempenho dos índices logo após a abertura: Leia mais. 10h41 >> Azzas (AZZA3) recua quase 3% após recuo do lucro líquido do 2T26 10h40 MRV (MRVE3): Ações saltam 10% após balanço do 2T26, mas analistas divergem sobre resultado; veja preços-alvo e recomendações As ações da MRV&Co (MRVE3), conglomerado que reúne empresas imobiliárias como MRV Incorporação, Urba, Luggo e Resia, operam em alta nesta quinta-feira (13), um dia após a companhia divulgar o balanço do segundo trimestre de 2026 (2T26). Entre analistas, porém, a avaliação dos números é mista. Por volta das 10h50 (de Brasília), os papéis, que são negociados dentro do índice Ibovespa (IBOV), avançavam 10%, cotados a R$ 4,62, após abrirem o pregão a R$ 4,20. Acompanhe o tempo real. Leia mais. 10h39 >> Sabesp (SBSP3) recua mais de 3% com pressão das dívidas no lucro do 2T26 10h39 >> Hapvida (HAPV3) chega a tombar mais de 17% após balanço do 2T26 10h38 Hapvida (HAPV3) despenca mais de 17% após balanço do 2T26 As ações da Hapvida (HAPV3) têm a pior performance do Ibovespa (IBOV) nos primeiros minutos do pregão desta quinta-feira (13) em reação ao balanço do segundo trimestre. Por volta de 10h30 (horário de Brasília), HAPV3 entrou em leilão por oscilação máxima permita após cair 17,22%, a R$ 7,93. Leia mais. 10h38 >> MRV (MRVE3) lidera altas do Ibovespa (+6%) após balanço do 2T26 10h35 Plano de Governo é obrigatório, mas eleito pode descumprir propostas A apresentação do plano de governo é uma exigência legal e obrigatória para o registro de candidaturas aos cargos do Poder Executivo, prefeito, governador e presidente, na Justiça Eleitoral. No entanto, a legislação brasileira não prevê punição, perda de mandato ou sanção jurídica para o gestor eleito que deixar de cumprir as propostas registradas. A obrigação de protocolar o documento para candidatos a cargos executivos – prefeitos, governadores e presidente – passou a vigorar com a lei 12.034/2009, que alterou a Lei das Eleições. Candidatos a vereador, deputado e senador não possuem a obrigação de entregar o documento. Leia mais. 10h33 Mini índice pode aprofundar queda se perder os 168,8 mil pontos, avalia BTG; mini dólar mantém recuperação acima das médias O mini índice (WINV26) recuou 0,77% no pregão da véspera e mantém a pressão vendedora que domina o curto prazo desde o início de agosto, segundo relatório de análise técnica do BTG Pactual divulgado nesta quinta-feira (13). No gráfico de 60 minutos, o ativo opera abaixo das médias móveis de 21 e 50 períodos, em 170.787 e 172.453 pontos, respectivamente. As médias atuam como resistências dinâmicas para uma eventual recuperação. Leia mais. 10h22 Ibovespa opera perto da estabilidade após inflação benigna nos EUA e balanço do BB; 5 coisas para saber antes de investir hoje (13) O Ibovespa (IBOV) opera perto da estabilidade, ainda com o mau humor no mercado doméstico com os riscos fiscais e eleitorais no radar dos investidores. Nos dados macro, a inflação ao produtor dos Estados Unidos fez com que a aposta de alta nos juros fosse adiada de outubro para dezembro, enquanto a atividade brasileira segue em trajetória de desaceleração. Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em leve baixa de 0,09%, aos 167.337,46 pontos. Leia mais. 10h08 Bitcoin hoje: mercado cripto acompanha dado que pode mexer com os juros dos EUA O bitcoin (BTC) é negociado a cerca de US$ 63,5 mil na manhã desta quinta-feira (13), com queda em torno de 1% nas últimas 24h. O mercado global de criptomoedas se mantém na estabilidade, enquanto acompanha divulgação do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos, um dos principais indicadores de inflação do país e que deve ser olhado de perto pelos investidores e Federal reserve. Leia mais. 10h03 Swing trade: BB Investimentos recomenda a compra de SLC (SLCE3) e a venda de Petrobras (PETR4) nesta quinta (13) Nesta quinta-feira (13), o BB Investimentos recomenda a compra de SLC (SLCE3). O relatório de análise técnica aponta a “expectativa da captura de possível movimento de alta rastreado pelo algoritmo”. A orientação é que a compra aconteça na abertura do mercado, com preço limite de até 1% acima do preço de abertura. Leia mais. 10h00 Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA têm alta moderada e indica mercado de trabalho estável O número de norte-americanos que solicitaram auxílio-desemprego aumentou moderadamente na semana passada, sugerindo que o mercado de trabalho permanece estável apesar das perdas inesperadas de empregos em julho. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego subiram em 9.000, para 209.000 em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 8 de agosto, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 202.000 pedidos para a última semana. Leia mais. 9h57 Day trade: Compre Fras-le (FRAS3) e venda Engie (EGIE3) para ganhar até 1,45% hoje (13), segundo a Ágora A Fras-le (FRAS3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta quinta-feira (13). As ações da empresa fecharam a sessão da última quarta-feira (12) cotadas a R$ 21,98. O potencial de ganho é de 1,45% e o stop sugerido é de R$ 21,87. Leia mais. 9h55 Plano&Plano (PLPL3): Bradesco BBI corta preço-alvo para R$ 12 O Bradesco BBI cortou o preço-alvo das ações da Plano&Plano (PLPL3) de R$ 21 para R$ 12, o que ainda implica em um potencial de valorização de 85,7% sobre o preço de fechamento anterior. Apesar do corte, a recomendação de compra foi mantida. Para os analistas, a construtura reportou números fracos no segundo trimestre. “Avaliamos os resultados como fracos e de menor qualidade, com a queda na margem desencadeando um corte de 40% em nossas estimativas de lucro por ação para os próximos anos e redução do preço-alvo”, afirmaram os analistas. 9h50 Ultrapar (UGPA3): Bradesco BBI fixa preço-alvo de R$ 41 no fim de 2027 Após os resultados do segundo trimestre, considerados fortes pelos analistas do Bradesco BBI, o banco fixou um novo preço-alvo para as ações da Ultrapar (UGPA3) no fim de 2027 em R$ 41. A recomendação é de compra. “Os resultados reforçam nossa visão construtiva para a Ultrapar, que combina execução sólida na Ipiranga com perspectivas de dividendos consistentes”, afirmaram os analistas. 9h47 Swing trade: BTG Pactual recomenda compra de SpaceX (SPCX34) com potencial de alta de 33,66% O BTG Pactual recomendou a compra de SpaceX (SPCX34) como nova operação para sua estratégia de swing trade. Segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (13), o papel tem potencial de valorização de 33,66%, com preço-alvo de R$ 67,50. O stop sugerido pelo banco é de R$ 44,00. De acordo com os analistas Lucas Costa e Gabriela Sporch, SPCX34 reverteu a dinâmica de curto prazo após formar fundo na região de R$ 35,20 e passou a construir topos e fundos ascendentes no gráfico horário. Leia mais. 9h43 Varejo no Brasil registra alta das vendas acima do esperado em junho O setor de varejo do Brasil encerrou o segundo trimestre com aumento das vendas maior do que o esperado em junho, acelerando o ritmo em relação ao mês anterior. As vendas varejistas subiram 0,5% em junho na comparação com o mês anterior, informou nesta quinta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Leia mais. 9h42 Gafisa (GFSA3) adia divulgação do balanço do 2T26 após auditoria solicitar prazo adicional A Gafisa (GFSA3) adiou a divulgação de suas informações financeiras (ITR) referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26), mostra fato relevante divulgado nesta quinta-feira (13). De acordo com o documento enviado ao mercado, os resultados agora estão previstos para serem publicados até 31 de agosto. Leia mais. 9h39 Atlas/Focus: No Ceará, Ciro Gomes tem 49,3% e Elmano de Freitas, 44,6%, em disputa no 1º turno Pesquisa do instituto Atlas/Focus divulgada nesta quarta-feira (12) mostra que o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a corrida pelo governo do Ceará com 49,3% das intenções de voto no cenário principal da disputa em primeiro turno. Já o atual governador, Elmano de Freitas (PT), possui 44,6%. O delegado Hugo Leonardo (Missão) possui 2,8% das intenções de voto. O advogado Pedro Brito (Novo) possui 0,8%, porém ele desistiu de concorrer nesta terça-feira (11). Os candidatos Serley Leal (UP), Danilo Soares (Democrata) e Zé Batista (PSTU) não pontuaram. Brancos e nulos somam 1,6% e 0,9% estão indecisos. Leia mais. 9h35 Shopee acirra guerra do e-commerce com entregas em até 4 horas As investidas na já conhecida “guerra do e-commerce” seguem ocorrendo por todos os lados. A Shopee anunciou nesta quinta-feira (13) o “Turbo“, nova opção de entrega em até quatro horas para vendedores elegíveis. Inicialmente, o recurso está disponível na Grande São Paulo, com mais de quatro mil lojas parcerias, entre negócios locais e varejistas como Americanas, Daki e Heineken Express. Leia mais. 9h27 Para Tarcísio, vídeo antivacina de Eduardo Bolsonaro não atrapalhou campanha contra sarampo O atual governador de São Paulo e candidato à reeleição, Tarcísio de Freitas, negou, em entrevista na CNN, que o vídeo antivacina publicado pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro tenha atrapalhado a atual campanha contra sarampo no Estado. “Sinceramente, as pessoas estão muito esclarecidas acerca da vacina”, disse ele, completando: “As pessoas estão muito conscientes de que elas têm que se vacinar. Então isso acaba rodando em vazio e não vai fazer efeito”. Leia mais. 9h27 Ibovespa futuro sobe aos 170 mil pontos com varejo e espera pelo PPI dos EUA O Ibovespa futuro (INDFUT) subiu 0,13%, aos 170.635 pontos, após a abertura, às 9h (horário de Brasília), com os dados da venda do varejo de junho, último número necessário para ter uma fotografia mais clara da atividade no segundo trimestre. Dólar à vista abriu a R$ 5,1867, com alta de 0,13%. Leia mais. 9h18 Zema critica Bolsa Família e diz que obrigará ‘homens saudáveis com idade de trabalhar’ a aceitar proposta de emprego O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) publicou vídeo nesta quarta-feira (12) criticando o modelo atual do Bolsa Família e diz que vai obrigar “homens saudáveis com idade de trabalhar” a aceitarem propostas de emprego. “Essas cenas vergonhosas estavam acontecendo em plena Luz do dia. Moradores de rua usando energia que nós pagamos e gastando dinheiro do auxílio em bet”, diz o candidato à Presidência no vídeo. Nas imagens, aparecem pessoas apostando enquanto estão sentadas no chão. Leia mais. 9h16 Espaçolaser (ESPA3): diretor financeiro e de RI renuncia; empresa registrou prejuízo de R$ 134 mil no 2T26 A Espaçolaser (ESPA3) informou na quarta-feira (12) que seu diretor financeiro e de Relações com Investidores, Fabio Itikawa, renunciou aos cargos, com efeitos imediatos. Segundo fato relevante divulgado pela companhia, o Conselho de Administração tomou conhecimento da renúncia e, na mesma reunião, elegeu Magali Rogéria de Moura Leite, atual diretora-presidente, para assumir interinamente e de forma cumulativa as funções de diretora financeira e de Relações com Investidores. Leia mais. 9h09 >> Ibovespa futuro sobe 0,13%, aos 170.635 pontos, após aberura 9h08 >> Dólar à vista abre a R$ 5,1867, com alta de 0,13% 9h05 Irã e EUA apresentam reivindicações conflitantes sobre controle do Estreito de Ormuz O Estreito de Ormuz está “sob o controle e a gestão do Irã”, afirmou nesta quinta-feira (13) o chefe da unidade paramilitar iraniana Basij, Hossein Taeb, um dia depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que os norte-americanos tinham “controle total” sobre a via navegável estratégica. Taeb disse que os Estados Unidos tentaram minar o que ele descreveu como a popularidade da República Islâmica na região, iniciando mais uma guerra no Estreito de Ormuz, mas foram mais uma vez derrotados, apesar de alegarem que o Irã não possui nem força aérea nem marinha. Leia mais. 8h59 Orizon (ORVR3) adquire 51% do Aterro de Rondonópolis no Mato Grosso; veja detalhes da operação A Orizon (ORVR3) informou ao mercado nesta quinta-feira (13) a aquisição de 51% do Aterro Sanitário de Rondonópolis, no Mato Grosso, por meio de sua subsidiária Orizon Meio Ambiente. O valor da firma (enterprise value) atribuído à participação de 51% é de R$ 45,4 milhões, a serem pagos à vista no fechamento da operação. O ativo possui Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) anual corrente estimado entre R$ 16 milhões e R$ 18 milhões. Leia mais. 8h35 Vale (VALE3) informa que projeto no Pará será antecipado em cerca de um ano A Vale (VALE3) informou que a Vale Base Metals (VBM), sua subsidiária, está avançando com o projeto de Flotação de Partículas Grossas (CPF) no Complexo de Cobre Salobo, no Pará, com expectativa de início de operação no primeiro semestre de 2028, antecipando-se ao cronograma original em cerca de um ano. Em comunicado, a mineradora explica que o projeto vai adicionar 6 milhões de toneladas à capacidade anual de processamento de minério da unidade de Salobo, elevando o total para 42 milhões de toneladas por ano. A produção anual de cobre deve subir em até aproximadamente 30 mil toneladas contidas em concentrado, além de cerca de 15 mil onças de ouro como subproduto. Leia mais. 8h31 PIB do Reino Unido cresce 0,4% no 2º trimestre ante os três meses anteriores O Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido cresceu 0,4% no segundo trimestre de 2026 ante os três meses anteriores, segundo dados preliminares divulgados nesta quinta-feira, 13, pelo ONS, como é conhecido o escritório de estatísticas do país. O resultado veio em linha com a expectativa de analistas consultados pela FactSet. O desempenho indica desaceleração da economia britânica, que teve expansão de 0,6% no primeiro trimestre de 2026. Na comparação anual, o PIB britânico teve alta de 1,2% entre abril e junho, ligeiramente acima do consenso da FactSet, de alta de 1,1%. 8h30 Zona do euro: produção industrial fica estável em junho ante maio A produção industrial na zona do euro ficou estável em junho ante maio, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (13) pela Eurostat, a agência oficial de estatísticas da União Europeia. O resultado veio acima da mediana das estimativas de analistas consultados pela FactSet, que apontava queda de 0,1%. Na comparação anual, a produção do bloco teve alta de 0,1% em junho, também acima da previsão de recuo de 0,5%. A Eurostat revisou os dados de maio: a variação mensal passou a indicar alta de 0,3%, e a anual, queda de 0,1%. 8h28 Fundo imobiliário vende imóvel de alto padrão por R$ 15 milhões e registra ganho por cota; IFIX recua O fundo imobiliário Pátria Plus Multiestratégia Real Estate (RBRX11) anunciou, por meio de fato relevante, que concluiu a venda de uma unidade do empreendimento residencial “Kalea Jardins”, localizado em São Paulo (SP), por R$ 15 milhões. Trata-se de um projeto de alto padrão. Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o preço da transação equivale a R$ 40,6 mil por metro quadrado, já que o imóvel, situado no 16º andar da torre 1 do edifício, soma cerca de 368 metros quadrados. Leia mais. 8h22 H&M anuncia quatro novas lojas no Brasil e expande operação para o Nordeste A varejista sueca H&M anunciou nesta quinta-feira a abertura de quatro novas lojas no Brasil, incluindo duas no Nordeste, inaugurando sua presença na região, um ano após o início das operações no país. As novas unidades no Nordeste serão em shoppings de Recife e Fortaleza e as inaugurações acontecerão ao longo do segundo semestre. Leia mais. 8h14 Lucro da CSN Mineração (CMIN3) sobe para R$ 219,4 milhões no 2° trimestre A CSN Mineração (CMIN3) registrou lucro líquido de R$ 219,4 milhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de quase 90% em relação ao mesmo trimestre de 2025, segundo balanço divulgado na noite de quarta-feira (12). O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou cerca de 20% ano a ano, alcançando a cifra de R$ 1,02 bilhão. Leia mais. 8h05 Minério de ferro oscila pouco com redução de perdas das siderúrgicas e fretes firmes Os futuros de minério de ferro foram negociados dentro de uma faixa estreita nesta quinta-feira (13), com a redução das perdas das siderúrgicas e os custos de frete firmes sendo contrabalançados pela queda nas exportações de aço da China. O contrato de minério de ferro para janeiro mais negociado na Bolsa de Commodities de Dalian (DCE) da China encerrou o pregão diurno com queda de 0,21%, a 705 iuanes (US$104,52) por tonelada, após ser negociado entre 703,50 e 712 iuanes. O contrato mais ativo mudou de setembro para janeiro nesta semana. Leia mais. 8h01 Plano&Plano (PLPL3) lucra R$ 67,3 milhões no 2T26, queda anual de 34,5% A Plano&Plano (PLPL3) registrou lucro líquido de R$ 67,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), queda de 34,5% em relação ao apurado no mesmo intervalo de 2025, mas 44,1% acima do 1T26. Segundo balanço divulgado ao mercado, a receita líquida da construtora somou R$ 914,8 milhões entre abril e junho, alta de 16,7% na comparação com um ano antes. Leia mais. 8h00 CSN (CSNA3) tem prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2º trimestre, 495% maior que o de um ano atrás A CSN (CSNA3) registrou prejuízo líquido de R$ 773 milhões no segundo trimestre de 2026, aumentando as perdas em 494,6% ante os R$ 130 milhões apurados entre abril e junho de 2025. De acordo com a companhia, o resultado representa uma piora quando comparado com o trimestre anterior, como consequência das maiores despesas financeiras relacionadas à variação cambial que acabou por anular a melhor performance operacional verificada no período. Leia mais. 7h44 PGR pede que STF mantenha proibição de visitas de Flávio a Jair Bolsonaro O procurador-geral da República, Paulo Gonet, recomendou nesta quarta-feira (12) que o Supremo Tribunal Federal (STF) mantenha as decisões que restringiram as visitas familiares a Jair Bolsonaro durante o cumprimento de sua prisão domiciliar. Em 13 de julho, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio Bolsonaro ao pai após o senador divulgar uma carta de Jair pedindo votos à sua candidatura. Leia mais. 7h28 MRV&Co (MRVE3): Prejuízo líquido consolidado é de R$ 626,3 milhões no 2T26, perda 22,7% menor A MRV&Co (MRVE3), conglomerado de empresas imobiliárias com MRV, Urba, Luggo e Resia, teve prejuízo líquido consolidado de R$ 626,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26). O resultado representa uma perda 22,7% menor na comparação com igual período de 2025. O que mais pesou no balanço foi a já esperada baixa contábil (impairment) de US$ 110 milhões da Resia, empresa do grupo nos Estados Unidos que está sendo fechada. Leia mais. 7h27 Alguns investimentos esperam a definição das eleições, diz presidente da Stellantis A Stellantis, dona de marcas como Fiat, Jeep, Citroën e Peugeot, aguarda definições sobre eleições, reforma tributária e regras de importação para decidir quais tecnologias receberão mais investimentos no Brasil. As possibilidades no radar vão da retomada de modelos movidos exclusivamente a etanol aos carros elétricos. A montadora quer, porém, mais clareza sobre quais soluções de descarbonização o País pretende abraçar e qual será a agenda do próximo governo. Leia mais. 7h18 Google eleva preços de novos smartphones com avanço da escassez de memórias O Google oficializou na quarta-feira (12) a sua mais nova geração de smartphones Pixel 11 a um preço US$ 100 mais caro, citando uma escassez “sem precedentes” de chips de memória. Os novos aparelhos têm preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começam a ser vendidos a partir do dia 20 de agosto. Leia mais. 7h13 Bolsas da Europa sobem majoritariamente com balanços, dados e petróleo em queda As bolsas europeias operam majoritariamente em alta na manhã desta quinta-feira (13), enquanto investidores digerem balanços corporativos e dados econômicos. A queda do petróleo, após os ganhos recentes em meio às tensões entre EUA e Irã, também está no radar. Por volta das 6h45 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,21%, a 660,87 pontos. Leia mais. 7h03 Resultado acima do esperado e JCP colocam Banco do Brasil no radar do mercado; Ibovespa em dólar sobe hoje (13) O mercado brasileiro repercute nesta sessão o balanço do Banco do Brasil (BBAS3). A estatal registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,9 bilhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), avanço de 3,3% na comparação anual e de 13,9% em relação aos três meses anteriores. Nos últimos trimestres, o banco enfrentou pressão por conta do aumento da inadimplência no agronegócio e dos impactos da Resolução CMN nº 4.966/2021, que elevou as exigências de provisões para perdas com crédito. Esse cenário contribuiu para que o BB perdesse o status de “porto seguro” entre os investidores e acumulasse seis trimestres seguidos de deterioração nos resultados. Leia mais. 7h00 Quais são as top picks na bolsa para atravessar o 2º semestre com ‘tranquilidade’, segundo bancões Com fatores de volatilidade no radar dos investidores, como eleições presidenciais, gastos elevados nas contas públicas, o conflito no Oriente Médio e a política monetária dos Estados Unidos, fica a dúvida: quais são as recomendações de grandes instituições para atravessar esse cenário conturbado na bolsa brasileira? O Itaú BBA segue com recomendação de compra para o Brasil e vê o país como o mais atrativo na América Latina, devido ao desconto no valuation do Ibovespa (IBOV). Leia mais. 6h48 Lucro líquido da Copasa (CSMG3) soma R$ 275,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 4,8% O lucro líquido ajustado da Copasa (CSMG3) atingiu R$ 275,5 milhões no segundo trimestre de 2026, o que representa um recuo de 4,8% em relação ao verificado em igual período de 2025. A receita líquida da empresa de saneamento totalizou R$ 2 bilhões no segundo trimestre, avanço de 8,9% na comparação anual. Já o Ebitda ajustado somou R$ 762 milhões, acréscimo de 11,7% ante um ano, com margem ajustada de 39,0%. Leia mais. 6h41 >> Bitcoin (BTC) cai 0,1%, a US$ 63.617,94; Ethereum (ETH) cai 0,1%, a US$ 1.885,34 6h40 >> Petróleo tipo Brent cai 1,73%, a US$ 87,44 por barril; WTI recua 1,80%, a US$ 81,77 por barril 6h39 >> Wall Street: Futuros operam mistos com S&P 500 (+0,13%), Dow Jones (+0,25%) e Nasdaq (-0,05%) 6h39 Mater Dei (MATD3) tem lucro líquido de R$ 45 milhões no 2º trimestre, alta de 66% A Rede Mater Dei (MATD3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 45 milhões no segundo trimestre de 2026, alta de 66% em relação aos R$ 27 milhões registrados em igual intervalo de 2025. No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido ajustado somou R$ 81,3 milhões, avanço anual de 71,9%. O desempenho foi impulsionado pela evolução operacional, com destaque para a elevada taxa de ocupação dos leitos, que chegou a 83,9% ao final de junho e 84,1% na média do semestre, além do avanço da tese de oncologia. A companhia também destaca a expansão do uso de cirurgia robótica e a implementação da ferramenta de inteligência artificial para apoiar médicos na elaboração de prontuários eletrônicos. Leia mais. 6h38 >> ADR da Petrobras (PBR) sobe 0,28% a US$ 17,81 no pré-market nos EUA 6h38 >> ADR da Vale (VALE) cai 3,26% a US$ 13,95 no pré-market nos EUA 6h37 >> Ibovespa em dólar (EWZ) sobe 0,89% a US$ 34,16 no pré-market nos EUA 6h22 Lucro da Equatorial (EQTL3) recua 83,5% no 2º trimestre O grupo de energia e saneamento Equatorial (EQTL3) teve lucro líquido ajustado de R$ 110 milhões no segundo trimestre de 2026, recuo de 83,5% sobre o desempenho de um ano antes, segundo balanço publicado nesta quarta-feira (12). A companhia teve resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 2,9 bilhões, praticamente estável ante o segundo trimestre de 2025. Leia mais. 6h10 Bolsas da Ásia fecham mistas; Kospi lidera ganhos e entra em mercado altista As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quinta-feira (13), com a Coreia do Sul na liderança dos ganhos: o Kospi saltou 3,56% e superou o patamar que caracteriza mercado altista. O apetite por ações de tecnologia e de inteligência artificial (IA), após a alta do setor em Nova York na véspera, ajudou a sustentar parte dos mercados da região. Em Seul, o Kospi terminou aos 6.813,34 pontos e passou a acumular alta de mais de 20% desde a mínima de 30 de julho. A Samsung Electronics avançou 4,9%, apesar da notícia de que virou alvo de uma investigação tarifária nos EUA, enquanto a rival SK Hynix disparou 5,9%. Leia mais. 6h06 Azzas (AZZA3) tem lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no 2º trimestre, queda anual de 62,5% A Azzas 2154 (AZZA3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 106,5 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 62,5% em relação a igual período do ano anterior. O lucro líquido contábil somou R$ 29,8 milhões, recuo de 94,5% na comparação anual. O Ebitda recorrente atingiu R$ 379,6 milhões, redução de 29,1%. A margem Ebitda recorrente ficou em 14,2%, baixa de 4,3 pontos porcentuais (p.p.) ante o segundo trimestre de 2025. Leia mais. 5h48 Trump assina memorando para permitir uso de ferramentas cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais, diz Casa Branca O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta quarta-feira (12) um memorando que, segundo a Casa Branca, tem como objetivo capacitar as autoridades federais a utilizar ferramentas cibernéticas contra organizações criminosas transnacionais que operam em jurisdições estrangeiras para atacar cidadãos norte-americanos. Trump assinou o memorando presidencial de segurança nacional instruindo seu governo a “aproveitar a capacidade e a inovação do setor privado para ajudar a conduzir essas operações cibernéticas sob a direção, o controle e a autoridade do governo dos EUA”, informou a Casa Branca. Leia mais. 5h34 Senado aprova PLP dos combustíveis com travas para gasto público, que segue à sanção O Senado aprovou na noite desta quarta-feira (12) projeto de lei complementar que, além de trazer regras para compensar renúncia de receitas da União para amenizar impacto da alta dos preços do petróleo, acabou incorporando novos mecanismos de controle dos gastos públicos que podem gerar cerca de R$ 10 bilhões em economia no próximo ano. O texto, que segue para sanção presidencial, incorpora temas adicionais como minerais críticos, fertilizantes, Copa do Mundo Feminina de Futebol e diferimento do IBS e da CBS sobre produtos agropecuários in natura, além de ajustar critérios para a classificação de empresas preponderantemente exportadoras. Leia mais. 5h24 Brasil tem fluxo cambial positivo de US$ 652 milhões em agosto até dia 7, diz BC O Brasil registrou fluxo cambial total positivo de US$ 652 milhões em agosto até o dia 7, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Banco Central. Pelo canal financeiro, houve saídas líquidas de US$ 2,2 milhões em agosto até o dia 7. Por este canal são realizados os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, as remessas de lucro e o pagamento de juros, entre outras operações. Leia mais. 5h01 Petróleo recua com perspectiva de demanda mais fraca e preocupações com oferta no Oriente Médio Os preços do petróleo recuam nesta quinta-feira (13), enquanto investidores avaliavam as perspectivas de uma demanda global mais fraca neste ano, embora os preços tenham sido sustentados pela falta de avanços significativos nas negociações sobre o bloqueado Estreito de Ormuz e pelas interrupções no fornecimento. Os contratos futuros do Brent recuavam US$ 1,16, ou 1,30%, para US$ 87,82 por barril às 5h (horário de Brasília), reduzindo os ganhos acumulados nas seis sessões anteriores. Leia mais. 4h28 Consumidores poderão escolher fornecedores de energia a partir de 2027 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (12) o decreto que regulamenta o funcionamento do mercado livre de energia, que permite a venda direta a pequenos e médios consumidores de energia elétrica. Na prática, a medida permitirá aos consumidores escolher de quem comprará sua energia, de forma semelhante à que ocorre com a telefonia. A medida vale para clientes atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV). Para consumidores industriais e comerciais, a regra começa a partir de novembro de 2027. Para os demais clientes, incluindo os residenciais, a escolha poderá ser feita a partir de novembro de 2028. Leia mais.
Perguntas Frequentes sobre PEMA11
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