PDBM11 PDB Malls Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
PDB Malls Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 56978773000100
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de PDBM11
O ativo PDBM11 (PDB Malls Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 115,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 100,00 e a máxima de R$ 115,00. O fundo atua no segmento de Tijolo - Shoppings, registrando um Dividend Yield (12M) de 15.72% e indicador P/VP de 1.02x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a PDBM11
O PDB MALLS FII RESPONSABILIDADE LTDA (PDBM11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Tijolo - Shoppings
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Bitcoin na carteira: alocação responsável não é especulação
Um dos maiores mal-entendidos que eu vejo por aí é achar que ter Bitcoin na carteira significa estar especulando. Isso pode até ser verdade para quem entra numa criptomoeda qualquer buscando multiplicar patrimônio da noite pro dia. Mas alocação estratégica de Bitcoin, feita com percentual definido e horizonte de longo prazo, é outra história completamente diferente. Hoje, gestoras internacionais sérias já tratam o Bitcoin como classe de ativo, não como aposta. A VanEck recomenda uma faixa de 1% a 3% da carteira, construída de forma gradual, com aportes durante quedas e moderação em momentos de euforia. O Morgan Stanley, através do braço de gestão de fortunas, indica algo entre 2% e 4%. Já a Hashdex vai além e defende uma fatia de 5%. Ou seja, mesmo instituições que discordam do tamanho ideal concordam num ponto central: existe um percentual saudável, e ele é pequeno perto do total da carteira. Veja também Alberto Pompeu A parcela cabe, mas a vida não Alberto Pompeu A eleição te paralisa, mas os dados dizem o contrário Esse é o ponto que muita gente ignora. Ninguém sério está falando em colocar 30%, 50% do patrimônio em Bitcoin. Está se falando de uma fatia entre 1% e 5%, no máximo 10% pra perfis mais arrojados, funcionando como um tempero de diversificação, não como o prato principal. Por que isso funciona? Porque o Bitcoin tem baixa correlação com os ativos tradicionais da sua carteira, ações, renda fixa, fundos imobiliários. Quando o resto do mercado sofre por um motivo específico, o Bitcoin nem sempre sofre pelo mesmo motivo, e às vezes até se comporta de forma oposta. Isso é diversificação de verdade, no sentido técnico da palavra, não é só "ter mais um ativo diferente" pra parecer moderno. Só que diversificação de verdade exige disciplina. A volatilidade do Bitcoin é real e precisa ser respeitada. Quedas de 30%, 40% em poucos meses fazem parte da história do ativo, e quem aloca sem estar preparado emocionalmente pra isso acaba vendendo no pior momento possível, exatamente o oposto do que a estratégia pede. Por isso a regra de ouro aqui é simples, aloque só uma fatia pequena, defina o percentual antes de comprar, nunca mexa na reserva de emergência pra isso, e pense em anos, não em meses. O erro não é ter Bitcoin na carteira. O erro é não ter regra nenhuma pra isso, comprar por impulso quando está subindo, vender no desespero quando cai, e chamar isso de estratégia. Alocação responsável é exatamente o oposto de especulação. É definir o tamanho, fixar o horizonte, e deixar o tempo trabalhar. O feijão com arroz também vale pro Bitcoin, só que numa porção bem menor no prato. *Este texto reflete, exclusivamente, a opinião do autor.
Fundo imobiliário vende imóvel locado à Dasa (DASA3) e estima lucro de R$ 3,6 milhões; IFIX amplia perdas – Money Times
Fundo imobiliário vende imóvel locado à Dasa (DASA3) e estima ganho de R$ 0,06 por cota; IFIX amplia perdas (Imagem: Facebook/ DASA) O fundo imobiliário TRX Real Estate (TRXF11) firmou um memorando de entendimentos (MoU) para a venda de um imóvel localizado na Vila Mariana, em São Paulo (SP), atualmente alugado para a Diagnósticos da América (DASA3). CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo comunicado divulgado ao mercado, o negócio foi acertado por R$ 77 milhões, com pagamento à vista na data da assinatura da escritura pública de compra e alienação. A expectativa é que o documento seja formalizado em até 45 dias. Caso a transação seja concluída nos termos atualmente acordados, o TRXF11 estima conseguir um lucro de aproximadamente R$ 3,6 milhões, equivalente a R$ 0,06 por cota. Ainda de acordo com o comunicado, a operação representará uma taxa interna de retorno (TIR) estimada em 16,28%. O valor de venda também está 12,23% acima do último laudo de avaliação do imóvel e corresponde a um cap rate (taxa de capitalização) de 7,03%, considerando o aluguel mensal vigente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A conclusão da transação, contudo, ainda depende da confirmação da viabilidade da compra pelo interessado e da formalização da escritura pública. Caso o documento não seja assinado dentro do prazo estimado, de 45 dias, o preço poderá ser reajustado pelo IPCA ou o acordo poderá ser desfeito pelo FII. “Reciclagem de portfólio” O TRXF11 informou que adquiriu o empreendimento no âmbito da sua 11ª emissão de cotas, há cerca de um ano e três meses, por meio da compensação de créditos na oferta – isto é, sem desembolso de caixa pelo fundo para a aquisição. De acordo com a TRX Investimentos, gestora do veículo, a transação está alinhada à estratégia de reciclagem do portfólio, permitindo transformar o imóvel em novos investimentos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “A operação materializa um ciclo completo de reciclagem de capital. O fundo adquiriu um ativo de qualidade preservando sua liquidez, capturou a valorização do imóvel em prazo inferior a 18 meses e converteu essa posição em caixa disponível para novos investimentos”, afirmou a casa, no comunicado. Desempenho do IFIX Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a quarta-feira (9) aos 3.744,75 pontos, com queda de 0,44%. Desde o início de setembro, o indicador acumula desvalorização de 0,48%, enquanto, no acumulado de 2026, recua 0,81%. Destaques do último pregão (9) O CCME11 liderou as altas, com +2,82%. Na sequência, o BTAL11 ganhou 1,83%, enquanto o JSRE11 subiu 1,22%. Ticker Variação Último CCME11 +2,82% R$ 9,13 BTAL11 +1,83% R$ 83,98 JSRE11 +1,22% R$ 60,40 HSAF11 +0,97% R$ 75,90 RZTR11 +0,93% R$ 84,84 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já o MFII11 liderou as quedas, com -4,96%. Na sequência, o HCTR11 recuou 4,30%, enquanto o TGAR11 caiu 3,81%. Ticker Variação Último MFII11 -4,96% R$ 38,17 HCTR11 -4,30% R$ 12,90 TGAR11 -3,81% R$ 44,40 HSLG11 -3,78% R$ 79,57 BRCR11 -3,09% R$ 40,71 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CDB mantém liderança entre investimentos mais buscados, mas ativos de risco despontam na lista
Os ativos de menor risco continuaram entre os mais buscados pelos investidores brasileiros em agosto. Motivos não faltam: da guerra no Oriente Médio, que já se prolonga por seis meses, às eleições presidenciais que ficam mais incertas a cada pesquisa. A novidade é que, mesmo em meio a tamanha turbulência, os brasileiros não deixaram de procurar oportunidades de ganhos acima da média quando o vento virou a favor dos ativos de risco, de acordo com levantamento do buscador Yubb. Foi o caso das criptomoedas, que despontaram em segundo lugar na lista, e as ações, em quarto. Confira a lista completa. Títulos bancários no topo O primeiro lugar ficou, como foi comum ao longo de todo o ano, com os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), instrumentos de dívida usados pelos bancos para financiar suas operações. São ativos considerados conservadores, pela garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e pelas regras especiais de provisionamento que os bancos precisam cumprir. Em segundo, vieram as criptomoedas. Além da alta do Bitcoin (BTC), que saiu do marasmo e ganhou cerca de 27% no mês, outras criptos também subiram forte em agosto. Foi o caso da Solana (SOL), cuja alta de cerca de 46% garantiu para o mês o seu melhor desempenho desde 2024. Analistas ouvidos pelo Valor Investe atribuíram o resultado acima da média das criptos à mudança do cenário macroeconômico, em especial à mudança de rota do dólar e dos juros nos Estados Unidos. O Tesouro Direto garantiu o terceiro lugar em um cenário de juros ainda elevados, mas em queda ao longo de agosto. Assim como os títulos bancários, os papéis do Tesouro são considerados refúgio para os investidores em meio a incertezas, pela garantia que a dívida do Tesouro oferece em relação ao crédito privado, no qual há risco de falência das empresas e mais volatilidade na marcação a mercado (a variação diária dos títulos negociados no mercado secundário). Investimentos mais buscados em agosto Ordem de mais buscados Tipo de investimento 1º CDB 2º Criptomoedas 3º Tesouro Direto 4º Ações livres 5º LC/RDB 6º BDRs EUA 7º Fundos de índice (ETFs) 8º LCI/LCA 9º Fundos de ações 10º Fundos multimercado Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) Os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) são como um "empréstimo" do investidor ao banco emitidor daquele ativo. A forma de rentabilidade mais comum é atrelada ao CDI (Certificado Depósito Interbancário, taxa que segue de perto a Selic). Os bancos maiores e mais tradicionais geralmente oferecem uma remuneração abaixo ou até 100% do CDI para produtos com liquidez, por terem menor risco. Os bancos pequenos e médios, por outro lado, podem pagar até mais de 120% do CDI. Essa rentabilidade é pré-determinada. Portanto, você sabe o tamanho da parcela que receberá sobre o CDI no momento em que investir. Há também os CDBs pós-fixados e os que pagam um juro real acima do IPCA. Nesses dois casos, o investidor costuma abrir mão de liquidez em troca de uma perspectiva de ganho levemente acima do CDI. Criptoativos Esses investimentos são um tipo de ativo digital de negociação descentralizada (ou seja, não são emitidos por nenhum governo ou banco central). Além de funcionarem como um "dinheiro", podendo ser usados na compra de produtos e serviços, também funcionam como um investimento, uma vez que seu valor de mercado muda de acordo com alguns critérios, sendo o principal deles a oferta e a demanda. Tesouro Direto Os títulos públicos negociados pela plataforma on-line do Tesouro Direto nada mais são do que títulos de dívida emitidos pelo governo. Na prática, eles são como um empréstimo do investidor ao próprio governo brasileiro para financiar suas atividades. O governo, por sua vez, vai devolver o valor no futuro, acrescido de juros. Os títulos do Tesouro podem ser prefixados (em que o rendimento nominal já é determinado na hora da compra), pós-fixados (em que o retorno é atrelado à Selic, seja ela qual for) ou híbrido, com uma parcela pós-fixado indexado ao IPCA (no qual o rendimento acompanha a variação da inflação) mais um componente de juro real fixo. Ações As ações negociadas na bolsa de valores são como "pedaços" daquela empresa. Portanto, ao ser acionista de uma companhia, o investidor é dono de uma pequena parte dela. As ações podem ser preferenciais (PN) ou ordinárias (ON). Quem tem ações ordinárias tem direito de voto nas assembleias de acionistas. Normalmente os acionistas recebem um voto por ação para eleger os membros do conselho que supervisionam a administração. Já quem tem as ações preferenciais, tem maiores direitos sobre os lucros e ativos de uma empresa. Letras de câmbio (LCs) e os Recibos de Depósito Bancário (RDBs) As letras de câmbio (LCs) e os Recibos de Depósito Bancário (RDBs) têm uma lógica semelhante à dos CDBs. Mas nesse caso, eles são emitidos por instituições financeiras que não são bancos tradicionais, e normalmente não dão liquidez antes do vencimento. Portanto, o investidor precisa esperar finalizar o prazo para ter seu dinheiro de volta. Brazilian Depositary Receipts (BDRs) Os Brazilian Depositary Receipts (BDRs) funcionam como um "espelho" de ações listadas em bolsas estrangeiras, mas que são negociados na bolsa brasileira. Portanto, por meio deles um brasileiro consegue investir em empresas como as gigantes da tecnologia Amazon, Alphabet e Meta. Além disso, os BDRs também permitem o acesso a ações de companhias brasileiras que abriram capital no exterior, como Nubank e XP. Fundos de índices (ETFs) Esses fundos costumam ter gestão passiva e acompanham a composição de um determinado índice negociado na bolsa brasileira ou estrangeira. Esses índices podem ser de ações ou renda fixa. Os ETFs, por sua vez, são negociados em bolsa e podem ser comprados e vendidos como uma ação, por exemplo. Justamente por ter gestão passiva (ou seja, "exigir menos trabalho do gestor") eles costumam ter uma taxa de administração mais barata para os investidores. Letras de crédito isentas (LCIs e LCAs) As letras de crédito imobiliário (LCIs) e as letras de crédito do agronegócio (LCAs) são títulos de crédito emitidos por instituições financeiras para financiar atividades do setor imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA). Elas são isentas de imposto de renda e têm garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Fundos de ações Como o próprio nome sugere, esses fundos têm a maior parte de sua "cesta" composta por ações escolhidas por aquele gestor. Fundos multimercados Os fundos multimercados funcionam como uma "cesta de ativos" que reúne diferentes tipos de papéis dentro dela, como ações, títulos públicos, dólar, contratos de juros etc. Eles são escolhidos por um gestor profissional, que é remunerado com parte das taxas que os investidores pagam para ter o seu dinheiro naquele fundo.
Perguntas Frequentes sobre PDBM11
Qual é a cotação de PDBM11 hoje na B3?
Quanto a PDBM11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de PDBM11?
O que significa o P/L e o P/VP de PDBM11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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