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NVHO11 Fundo de Investimento Imobiliario Novo Horizonte Cotas – Cotação Hoje

Fundos Imobiliários 📈 Ação B3

Fundo de Investimento Imobiliario Novo Horizonte Cotas

CNPJ: 17025970000144

Preço Atual
R$ 12,90
+6.17%

Resumo Fundamentalista de NVHO11

O ativo NVHO11 (Fundo de Investimento Imobiliario Novo Horizonte Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 12,90, acumulando uma variação de +6.17% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 10,16 e a máxima de R$ 14,75. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Hospital. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 12,21
Fec. Ant: R$ 12,90
Variação Dia
Min: R$ 12,21
Max: R$ 12,90
52 Semanas
Mín: R$ 10,16
Máx: R$ 14,75
Volume
7.010
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.73
R$ 16,59
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a NVHO11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Hospital
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIARIO - FII NOVO HORIZONTE (NVHO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Hospital, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BANCO GENIAL S.A.
CNPJ
45246410000155
Telefone
(21) 3923-3000
Endereço
Praia de Botafogo, 228 - 9º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22250-906

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,0866
Pagamento: 10/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,0834
Pagamento: 08/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,0885
Pagamento: 09/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0896
Pagamento: 11/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0898
Pagamento: 09/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0891
Pagamento: 09/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0896
Pagamento: 09/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0896
Pagamento: 09/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0917
Pagamento: 08/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0900
Pagamento: 10/11/2025

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O HGLG11 (Patria Log) anunciou nesta terça-feira (18) sua 12ª emissão de cotas, com potencial de captar até R$ 1,5 bilhão. Os recursos serão destinados à aquisição de novos ativos imobiliários. A oferta prevê até 9.012.799 novas cotas. No entanto, o fundo poderá reduzir o volume emitido caso não alcance a captação máxima. Ainda assim, a operação seguirá válida se atingir o valor mínimo estabelecido. HGLG11 define preço de R$ 166,50 por cota O preço de emissão foi fixado em R$ 166,43 por cota, com base no patrimônio líquido das cotas em circulação em 31 de julho de 2026. Além disso, haverá uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota. Com isso, o preço de subscrição ficará em R$ 166,50 por nova cota. Oferta pode encerrar com mínimo de R$ 1 milhão A emissão terá um valor mínimo de R$ 1.000.077,87, correspondente a 6.009 novas cotas.

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Análise: O mercado de capitais brasileiro finalmente percebeu o protagonismo dos FIDCs? – Money Times

(Imagem: iStock/Rmcarvalho) Durante muitos anos, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ocuparam uma posição discreta no mercado de capitais brasileiro. Enquanto debêntures, fundos imobiliários e ofertas de ações concentravam a atenção de investidores, analistas e da imprensa especializada, os FIDCs avançavam de forma constante, ampliando patrimônio, número de operações e relevância econômica. A questão que se impõe agora é simples: o mercado já percebeu a dimensão que essa indústria já alcançou e o quanto deverá crescer nos próximos anos? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os números indicam que ela deixou de ser um segmento complementar. Os FIDCs encerraram o primeiro semestre de 2026 com patrimônio líquido de R$ 770,3 bilhões. No mesmo período, as emissões somaram R$ 53,1 bilhões distribuídos em 559 operações. Apenas em julho, as ofertas alcançaram R$ 6,7 bilhões, crescimento de 16,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Mais do que volumes expressivos, esses dados revelam uma mudança estrutural na forma como o crédito e o financiamento vêm sendo organizados no país. O mercado de capitais brasileiro atingiu recorde de captação em 2026, superando R$ 361 bilhões no primeiro semestre e R$ 429 bilhões entre janeiro e julho. Nesse contexto, os FIDCs passaram a ocupar uma posição que vai muito além da securitização tradicional de recebíveis. O aspecto mais relevante talvez não esteja apenas no crescimento do segmento, mas na diversidade que ele representa. Enquanto parte dos instrumentos do mercado opera por meio de estruturas mais padronizadas, os FIDCs se expandem por meio de centenas de operações voltadas para diferentes formas de originação de crédito e financiamento nos mais diferentes segmentos econômicos. Essa característica permite que empresas e setores encontrem soluções mais aderentes às suas necessidades. O avanço dos FIDCs também está inserido em uma transformação mais ampla do sistema financeiro brasileiro. O país vive um processo gradual de migração de um modelo historicamente concentrado na intermediação bancária para uma estrutura em que o mercado de capitais assume participação crescente na distribuição de crédito. Esse movimento é acompanhado pela expansão das gestoras independentes, pelo desenvolvimento de novos veículos de investimento e pelo amadurecimento da indústria de crédito estruturado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dado mais emblemático dessa evolução talvez seja justamente o número de operações. Foram 559 emissões de FIDCs apenas no primeiro semestre. Trata-se de um mercado cada vez mais pulverizado, com múltiplos originadores, diferentes perfis de risco e modelos de negócio específicos. Essa dinâmica amplia a capacidade do sistema financeiro de direcionar recursos para a economia real sem depender exclusivamente dos canais tradicionais de crédito. Outro ponto que merece atenção é o fato dessa expansão ocorrer em um ambiente de juros elevados, incertezas fiscais e crescimento econômico moderado. Em tese, esse cenário tenderia a restringir a atividade financeira. O desempenho da indústria sugere, entretanto, que existe demanda crescente por instrumentos capazes de conectar investidores e tomadores de recursos de forma mais eficiente e segmentada. Isso não significa que os FIDCs substituirão outros instrumentos do mercado de capitais. Debêntures, fundos imobiliários, ações e certificados de recebíveis continuam cumprindo funções distintas e relevantes. O que os números mostram é algo diferente: os FIDCs já fazem parte do núcleo do sistema de financiamento privado brasileiro. Quando uma indústria reúne patrimônio superior a R$ 770 bilhões, movimenta dezenas de bilhões de reais em novas emissões e realiza centenas de operações em poucos meses, dificilmente pode ser considerada um segmento secundário. O protagonismo já aparece nos indicadores. O reconhecimento dessa realidade, porém, ainda caminha em velocidade inferior à do próprio mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os FIDCs deixaram de ser uma aposta para o futuro. Tornaram-se uma das principais engrenagens do mercado de capitais brasileiro. A pergunta, portanto, não é se ganharam relevância. A pergunta é: por que uma indústria desse porte ainda recebe menos atenção do que efetivamente representa para o financiamento da economia nacional? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre NVHO11

Qual é a cotação de NVHO11 hoje na B3?
A cotação de NVHO11 hoje está em R$ 12,90. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 12,21 e máxima de R$ 12,90.
Quanto a NVHO11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de NVHO11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de NVHO11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de NVHO11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

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