MANA11 Manati Capital Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Manati Capital Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 42888583000189
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 9 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de MANA11
O ativo MANA11 (Manati Capital Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 9,15, acumulando uma variação de +0.55% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 8,67 e a máxima de R$ 9,53. O fundo atua no segmento de Papel / CRI, registrando um Dividend Yield (12M) de 14.81% e indicador P/VP de 0.98x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a MANA11
O MANATÍ CAPITAL HEDGE FUND FII (MANA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Definida.
Dividendos
Outros FIIs do Segmento Papel / CRI
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FIIs de shoppings devem seguir resilientes nos próximos meses? Analistas avaliam cenário
Os fundos imobiliários (FIIs) de shoppings entram na reta final de 2026 puxados por fatores que vão em direções opostas. De um lado, os empreendimentos operam com ocupação em máximas, receita corrigida pela inflação e um calendário que costuma ser o melhor do varejo, com datas comemorativas como o Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Do outro, as cotas dos fundos negociam pressionadas por uma variável que foge ao desempenho dos shoppings. É o peso do juro real longo, que voltou para a faixa entre 7% e 8% ao ano. Foi por isso que apesar dos cortes na taxa Selic promovidos pelo Banco Central nas últimas quatro reuniões, os fundos imobiliários de tijolo continuaram caindo. Mafê Violatti, analista de fundos imobiliários e economista, explica que quem precifica o FII de tijolo não é a Selic corrente e sim a ponta longa da curva de juros. “O Copom pode até cortar a taxa, mas o mercado está exigindo um prêmio maior por causa do risco fiscal”, destaca ela. Leia também Por que as lajes corporativas perderam espaço no IFIX? Na visão da analista, com NTN-B (títulos do Tesouro IPCA+) pagando 7,5% de juro real, todo fundo precisa se reprecificar para ser competitivo. No caso dos FIIs de shoppings existe um diferencial dos outros fundos de tijolo, principalmente na forma como geram receita. Isso porque estes fundos representam um condomínio de investidores que compram frações de shoppings centers. E estes fundos são donos o metro quadrado, que é alugado aos lojistas e recebe a renda do empreendimento. Mas a diferença dos FIIs de shoppings com outros fundos é como estes geram renda. Os especialistas consultados pelo Bora Investir explicam que os FIIs de shoppings conseguem ganhar dinheiro por meio de cinco fontes. A primeira é o aluguel mínimo das lojas, que tem contratos corrigidos pelo IGP-M ou IPCA. Já a segunda é um aluguel percentual, uma fatia das vendas dos lojistas quando o faturamento supera o piso. Há ainda a receita com estacionamento, mídia e quiosques, além da cessão de direitos ou luvas. “Os contratos são formulados para que o shopping receba um aluguel fixo e, em momentos de fortes vendas, como Dia das Mães ou Natal, receba um percentual das vendas”, explica Egbert Chaves, analista de fundos imobiliários do Dica de Hoje Research. Descontados os custos, o que sobra é o resultado imobiliário, e os fundos são obrigados a distribuir aos cotistas 95% do lucro em caixa cada semestre. É por conta dessa estrutura, que os FIIs de shoppings são os únicos dentro da classe de tijolo que possuem receitas indexadas à inflação e que é alavancada pelo consumo. Segundo Rodrigo Medeiros, analista de FIIs do Desmitificando Research, nos shoppings quando a inflação sobe as vendas crescem. “Em um contrato normal, só no fim de um ano a receita sobe. No shopping, você consegue elevar ela mês a mês”. O que esperar dos FIIs de shoppings nos próximos meses? Para Violatti, a visão é construtiva, mas exige seletividade por parte do investidor. A analista cita que o erro mais comum é confundir o resultado operacional do fundo com o desempenho da cota. “São coisas diferentes e obedecem a variáveis diferentes”, diz. Na operação, a expectativa é positiva. O segundo semestre concentra as datas mais fortes do varejo, o que tende a puxar o aluguel percentual. Ainda assim, Violatti não projeta salto abrupto na receita. Já para a distribuição de proventos ela espera estabilidade, com eventual complemento de ganho de capital nos fundos que reciclarem portfólio. Para as cotas, a história muda. Segundo a analista, se a curva de juros de longo prazo fechar, os FIIs de shopping reprecificam com força na bolsa, porque estão atualmente negociando com desconto patrimonial. Já se a curva de juros subir, o segmento tende a cair, na visão de Violatti. A analista acrescenta que os juros reais longos, o risco fiscal, eleições e transações de ativos acima do valor estimado, também podem destravar o desconto patrimonial. Para Medeiros, do Desmistificando Research, em termos de cotação o setor de shopping não deve se descolar dos FIIs de um modo geral, e qualquer valorização dependerá da queda dos juros, movimento que espera se concretize após as eleições. “Um Natal muito forte poderia puxar o setor acima da média”, avalia. Contudo, faz a ressalva que os dados de varejo atual não parecem projetar essa situação. Chaves é o mais otimista entre os analistas e aposta no consumidor como alavanca. Para ele, se a economia vai bem, a população tem mais dinheiro para gastar e o shopping center é um destino de fim de semana do brasileiro, o que impulsiona a receita. O risco central, contudo, seria o crédito caro e sinais de deterioração do varejo, segundo os analistas. Como ficam os dividendos? Para os analistas, a queda dos juros vai ajudar o mercado de fundos imobiliários como um todo, com rendimentos de proventos mais estáveis. Mas Chaves não enxerga um aumento da remuneração do acionista. Violatti acredita que como boa parte da receita vem do aluguel mínimo contratual, o consumo tende a pesar menos no dividendo do que o esperado, mas pesa muito no valor da cota. “O contrato influencia no dividendo no curto prazo. E o consumo define se esse contrato sobrevive para uma próxima renovação”, avalia. Para os próximos 12 meses, Violatti espera que a distribuição de dividendos seja sustentada com crescimento das receitas acompanhando o IPCA, mas reforça que não basta a taxa de juros cair e sim que esta queda precisa chegar ao lojista. Já Chaves enxerga oportunidade no pessimismo atual do mercado, com investidores trocando um dividend yield (retorno em proventos) de entre 10% e 12% nos fundos de shoppings por renda fixa que oferece 14%. Com isso, as cotas ficam ainda mais descontadas, podendo elevar o yield. Para Violatti, muito mais do que observar o dividendo, o investidor precisa entender qual shopping ele está comprando, a que preço e o retorno exigido para assumir esse risco. Como escolher um FII de shopping Violatti reforça que muitos investidores cometem o erro de olhar apenas para o retorno em dividendos, o dividend yield, quando estes são consequência da qualidade do fundo, do preço pago pela cota e da gestão por trás dos FIIs. “Um dividend yield alto pode significar um ativo bom comprado barato, mas também um dividendo insustentável de um ativo ruim”, pontua. Para a analista é importante observar a posição competitiva dos shoppings que estão dentro do fundo, o adensamento em torno a estes shoppings, se tem muitos consumidores morando perto, além do tamanho da participação, dado que os cotistas minoritários têm pouco poder de decisão sobre o mix ou expansão. Ela também cita o custo de ocupação das lojas e adverte que se este sufoca os lojistas é um sinal de alerta para o investidor, porque pode gerar vacância futura. O endividamento também é um fator apontado pelos analistas, principalmente se for indexado ao CDI (que segue a Selic). Medeiros, do Desmistificando Research, reforça que alguns FIIs do setor de shoppings estão com endividamento elevado, o que pressiona os resultados. “O ponto mais importante é entender se o gestor é apenas um comprado de imóveis ou se ele realmente entende do setor”, destaca. Chaves acrescenta que o investidor também deve observar se os shoppings estão bem localizados em regiões adensadas e com diversificação em várias capitais. Quer analisar os seus investimentos em um só lugar? Baixe o APP B3! Mais tempo para você, mais inteligência para seus investimentos
Citi quer dobrar equipe na China e aguarda licença para disputar mercado com rivais de Wall Street
Banco americano aguarda aprovação regulatória para oferecer serviços financeiros na China em meio ao crescimento do lucro de concorrentes como Goldman Sachs, J.P. Morgan e Morgan Stanley no mercado chinês A CEO do Citi, Jane Frases, pressiona por metas de lucratividade mais ambiciosas, enquanto o banco se beneficia de um aumento nas receitas de negociação de títulos. A expansão ocorre em um mercado competitivo, onde os lucros das unidades de valores mobiliários de concorrentes cresceram significativamente. O Citi busca aprovação para realizar operações de corretagem e negociação de ações A, focando em setores como tecnologia e saúde. O banco, que já oferece serviços bancários no país, planeja dobrar seu número de funcionários para cerca de 100 até o final do ano, visando competir com rivais como J.P. Morgan e Goldman Sachs. Às vésperas da visita de Xi Jinping a Washington para se encontrar com Donald Trump, o Citi aguarda a aprovação regulatória para operar como corretora na China, após solicitar a licença no final de 2021. Às vésperas da visita do presidente chinês Xi Jinping a Washington, para um encontro com Donald Trump, no fim de setembro, o Citi aguarda a aprovação regulatória para operar como corretora na China. A expectativa é que essa licença saia em outubro. A instituição financeira, que já oferece serviços bancários corporativos, institucionais e outros na China, solicitou uma licença para operar como corretora integralmente na China no fim de 2021, como parte de sua estratégia para ampliar sua presença na segunda maior economia do mundo. O Citi, que vem realizando contratações nos últimos dois anos como uma forma de preparação para a obtenção da licença, pretende praticamente dobrar o número de funcionários no país, para cerca de 100 pessoas até o final deste ano, segundo fontes consultadas pela Reuters. A expansão no mercado chinês, caso se concretize nas próximas semanas, vai fazer com que o Citi possa competir com seus principais rivais, que já possuem a licença de corretora no país, como J.P. Morgan, Goldman Sachs e Morgan Stanley. E significa avançar em um negócio que tem se tornado cada vez lucrativo, nos últimos anos. O lançamento previsto da corretora ocorre em um momento em que a China vê um número crescente de empresas de tecnologia e de outros setores recorrendo aos mercados de ações para arrecadar fundos e atrair mais capital para as bolsas de valores. Mesmo com o aumento recente das tensões geopolíticas entre a Casa Branca e Pequim, o governo chinês tem expandido o acesso das companhias de Wall Street no setor financeiro asiático, justamente para buscar novos recursos. Jinping, inclusive, ainda segundo fontes da Reuters, está preparando uma grande delegação de líderes empresariais para acompanhá-lo na visita aos Estados Unidos. Devem estar presentes CEOs das principais companhias dos setores de tecnologia, educação, imobiliário, entre outros segmentos importantes no país asiático. Na iniciativa do aumento de contingente na China, por parte do banco sediado em Nova York, está a ampliação de profissionais de diversas áreas, desde banqueiros seniores da linha de frente até equipes de suporte. Para isso, serão realocados funcionários que já atuam no Citi, além de novas contratações de mercado. Neste sentido, o Citi pretende remanejar, para a unidade chinesa de corretagem, assim que conquistar a autorização, parte de executivos que hoje atuam em Hong Kong e de outros mercados da Ásia. Recentemente, o banco americano anunciou um aumento de 25% no número de funcionários na África do Sul, Europa e Ásia para atender às necessidades bancárias internacionais de seus clientes na região, incluindo a China. A questão é que a ampliação dos serviços financeiros para o Citi chega em um momento de um mercado extremamente competitivo no país, especialmente por concorrentes diretos que já atuam nesta mesma prateleira. Em 2025, os lucros da unidade de valores mobiliários da Goldman Sachs na China praticamente triplicaram, atingindo US$ 217,39 milhões, enquanto os do J.P. Morgan quadruplicaram, chegando a US$ 147 milhões, segundo seus últimos relatórios anuais para a China. O lucro do Morgan Stanley aumentou sete vezes, atingindo US$ 20,5 milhões no ano passado, segundo seu relatório anual, à medida que os bancos americanos se beneficiam do aumento da receita com negociação de títulos, principalmente de clientes institucionais. Segundo fontes, a nova unidade de negócios da Citi na China está buscando aprovação regulatória para conduzir operações de corretagem, subscrição, pesquisa e negociação de ações A no mercado local. Essas ofertas complementariam a equipe de banco de investimento focada em operações offshore na China, que já conta com suporte às atividades de financiamento de empresas nacionais em mercados estrangeiros. O banco planeja inicialmente avançar em sua base de clientes de serviços bancários corporativos e comerciais em território nacional, que já atende em áreas como câmbio, gestão de caixa e financiamento comercial, para conquistar contratos de ações da classe A e fusões e aquisições. Para a nova unidade, o Citi se concentrará em setores como tecnologia, saúde, consumo e instituições financeiras, visando tanto as grandes empresas já estabelecidas na China quanto os players emergentes, incluindo empresas de IA e de semicondutores. Além dos rivais de Wall Street, o Citi competiria com as corretoras chinesas. Algumas empresas financeiras estrangeiras deixaram o país recentemente devido ao ambiente de negócios extremamente competitivo. A expansão planejada para a China ocorre em um contexto em que a CEO do Citi, Jane Frases, a única mulher chefe de banco global a acompanhar Trump durante sua visita a Pequim, em maio, pressiona por metas de lucratividade mais ambiciosas para os próximos dois anos. No acumulado de 2026, as ações do Citi na Nyse acumulam alta de 17%. Em 12 meses, a valorização alcança 40,5%. O banco americano tem valor de mercado de US$ 228,5 bilhões.
Fundos imobiliários: BTLG11, ALZR11, TRXF11 e mais nomes trazem novidades nesta semana; confira
Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Alianza Trust (ALZR11), TRX Real Estate (TRXF11) e outros. Confira: Alianza Trust (ALZR11) A consulta aos cotistas sobre a transferência da administração do ALZR11 do BTG Pactual para a Vórtx não atingiu o quórum mínimo necessário. Os votos representaram 12,35% das cotas emitidas, ante exigência mínima de 25%, de forma que a alteração da administradora e dos demais prestadores de serviços não foi aprovada. BTG Pactual Logística (BTLG11) O BTLG11 concluiu a aquisição do BTLG Guarulhos I, ativo logístico com 95,3 mil m² de ABL e 100% de ocupação, por R$ 375 milhões. O pagamento foi estruturado em R$ 225 milhões à vista e R$ 150 milhões em 18 meses, corrigidos pelo IPCA. A operação apresenta cap rate de entrada de 9,1% e yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses. Além disso, assinou MoU (memorando de entendimento) não-vinculante para adquirir três ativos logísticos AAA, locados para Amazon e Mercado Livre, localizados em São Paulo e na região metropolitana de Curitiba. O portfólio soma 182,5 mil m² de ABL, sendo um ativo concluído e dois em desenvolvimento no modelo BTS. O valor indicativo da operação é de R$ 918,5 milhões, com cap rate de aproximadamente 9,0% e yield médio estimado de 12,6% nos próximos 24 meses. O pagamento prevê 70% à vista e 30% em até 12 meses, corrigidos por IPCA + 6,0% ao ano. Por fim, o fundo concluiu a locação de 13,5 mil m² no BTLG Santo André para uma empresa de e-commerce, pelo prazo de cinco anos. A nova locação reduziu a vacância física do portfólio de 2,1% para 1,2%, restando 4,2 mil m² disponíveis no imóvel. Pátria Escritórios (HGRE11) O HGRE11 assinou compromisso para vender a totalidade do Edifício Alegria, no Brás (SP), atualmente 100% vago, por R$ 115,5 milhões. O pagamento prevê R$ 5,5 milhões de sinal e R$ 110 milhões em cinco parcelas anuais corrigidas pelo IPCA. O valor de venda representa ganho de 95,6% sobre o investimento realizado e está 102,1% acima do último laudo de avaliação. Além disso, o fundo definiu os termos de sua 10ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 700 milhões, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão será de R$ 146,64 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,07 por cota, equivalente a aproximadamente 0,05%, totalizando R$ 146,71. Os atuais cotistas terão direito de preferência pelo fator de 0,4039 nova cota para cada cota detida. Kinea Unique (KNUQ11) O KNUQ11 aprovou sua 5ª emissão de cotas, com oferta inicial de aproximadamente R$ 351,9 milhões, ao preço de R$ 100,55 por cota. A oferta poderá ser ampliada em até 25%, enquanto os atuais cotistas terão direito de preferência pelo fator de 0,1629 nova cota para cada cota detida. Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11) O KORE11 registrou novas movimentações de locação e desocupação em agosto. Ao final do mês, a vacância física ficou em 5,70%, ante 5,61% em julho, enquanto a vacância financeira recuou para 4,19%, ante 4,74%. A vacância financeira ajustada pelas carências ficou em 5,92%. Pátria Crédito Imobiliário (PCIP11) O PCIP11 aprovou sua 9ª emissão de cotas, com oferta de até R$ 4,0 bilhões, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão foi fixado em R$ 92,45 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,04, equivalente a cerca de 0,04%. Os cotistas terão direito de preferência pelo fator de 2,5433 novas cotas para cada cota detida. Os recursos serão destinados prioritariamente à consolidação das carteiras de RPRI11, RBRR11 e VCJR11 no PCIP11. Tivio Renda Imobiliária (TVRI11) O TVRI11 definiu os termos de sua 2ª emissão de cotas, com oferta inicial de aproximadamente R$ 500 milhões. O preço de emissão será de R$ 100,60 por cota, acrescido de taxa de distribuição de 0,55%, resultando em preço de subscrição de R$ 101,15 por cota. Além disso, o fundo anunciou a renovação de seis contratos de locação de agências com o Banco do Brasil por mais 10 anos, mantendo os atuais valores de aluguel. TRX Real Estate (TRXF11) O TRXF11 encerrou o período de direito de preferência de sua 13ª emissão com a subscrição de 425,3 mil cotas, equivalentes a R$ 40,1 milhões.
Perguntas Frequentes sobre MANA11
Qual é a cotação de MANA11 hoje na B3?
Quanto a MANA11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de MANA11?
O que significa o P/L e o P/VP de MANA11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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