LS

LSOP11

Fundos Imobiliários

CP Special Opportunities III Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

CNPJ: 63429256000139

Preço Atual
R$ 10,00
+0.00%
Abertura
R$ 10,00
Fec. Ant: R$ 10,00
Variação Dia
Min: R$ 10,00
Max: R$ 10,00
52 Semanas
Mín: R$ 10,00
Máx: R$ 10,70
Volume
50.000
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

Dividend Yield
4.00%
P/VP
0.92
VPA
R$ 10,83
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Sobre a LSOP11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O LCP SPECIAL OPPORTUNITIES III (LSOP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
VÓRTX DTVM LTDA
CNPJ
22610500000188
Telefone
11 3030-7177
Endereço
Rua Gilberto Sabino, 215 - 4º ANDAR, Pinheiros — São Paulo/SP - CEP 5425020

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,2673
Pagamento: 08/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1155
Pagamento: 09/01/2026

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A sede da Rede Globo, na Chucri Zaidan, na capital paulista, representa mais de 50% da receita de aluguel do veículo (Imagem: Montagem Giovanna Figueiredo) A equipe de analistas do Banco Safra elevou de neutra para compra a recomendação para o fundo imobiliário Vinci Offices (VINO11), embora tenha reduzido o preço-alvo das cotas de R$ 5,24 para R$ 5,15 para os próximos 12 meses. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O novo valor representa um potencial de valorização (upside) de aproximadamente 16,3% em relação à cotação atual, de R$ 4,43. Em relatório, o Safra afirmou que a revisão da recomendação reflete o avanço da estratégia de desalavancagem do fundo, apoiada na reciclagem de ativos e na queda gradual da vacância do “Haddock Lobo 347“, um dos imóveis do portfólio do veículo. De fato, o edifício chegou a uma ocupação contratada de aproximadamente 58% em julho. Em janeiro, estava na casa dos 20%. Além disso, o banco destacou que o VINO11 apresenta uma precificação “bastante descontada” em relação ao seu valor patrimonial e à média histórica. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Pelas contas dos analistas, o fundo negocia, atualmente, a 0,47 vez seu valor patrimonial, ante média de cinco anos de 0,70 vez. Segundo o Safra, esse desconto sustenta tanto o potencial de valorização das cotas na bolsa de valores quanto um dividend yield de 12,8% projetado para 2027. “Reconhecemos que o VINO11 ainda carrega alavancagem elevada e um portfólio concentrado, mas entendemos que a execução das vendas de ativos já anunciadas, novas locações e desalavancagem reduzem significativamente os principais riscos para a tese”, escreveu a equipe de análise. O principal pilar da recomendação De acordo com o Safra, a desalavancagem por meio da reciclagem de ativos é o principal pilar da recomendação do veículo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Isso porque, segundo o banco, o fundo vem executando um plano consistente de venda de imóveis menos aderentes à sua estratégia, com o objetivo de reforçar o caixa, antecipar o pagamento de dívidas e elevar a qualidade média do portfólio remanescente. Os analistas lembraram que, em julho, o VINO11 anunciou a alienação do “Cardeal Corporate” por R$ 40 milhões — nível aproximadamente 12% acima do laudo de avaliação —, a um cap rate de 8,75% sobre a receita vigente. Pelas contas da casa, a transação gerou ganho de capital de cerca de R$ 1,5 milhão (R$ 0,018 por cota) ao FII, com 80% do valor recebido à vista. Além disso, o Safra destacou que o fundo celebrou, recentemente, um contrato para vender uma participação de 66,7% no “Oscar Freire 585”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE No caso dessa segunda operação, o veículo receberá aluguel adicional de R$ 250 mil mensais durante o período de cumprimento das condições precedentes. “Entendemos que essas negociações podem gerar ganhos aos cotistas por reduzir a percepção de risco do VINO11, sem comprometer a capacidade de geração de renda recorrente do portfólio”, disseram os analistas. “As duas transações devem, em conjunto, reduzir a relação dívida líquida/patrimônio líquido do fundo de 46% para 33% até o final de 2027”, prosseguiram. Hoje, a dívida líquida do VINO11 soma aproximadamente R$ 370 milhões, equivalente a cerca de 32% do valor dos seus imóveis — um patamar “elevado, mas administrável”, na avaliação do Safra. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “O cronograma de vencimentos é alongado, não há descasamento entre ativo e passivo, e o CRI [Certificado de Recebível Imobiliário] Sede Globo SP, que representa 85% do passivo total, contém o mesmo indexador e vencimento do contrato de locação”, afirmou o banco. “As vendas de imóveis devem reduzir essa alavancagem, gerando também um ganho com o rendimento do carrego do caixa superior ao custo financeiro dos passivos no curto prazo. Vemos o fundo diminuindo gradualmente a exposição financeira e ampliando a flexibilidade para pagamentos de dividendos à frente.” A recuperação do ‘Haddock Lobo 347’ No caso do “Haddock Lobo 347“, o Safra afirmou que a recuperação da ocupação é o segundo vetor de destravamento de valor para a tese de investimento. Segundo os analistas, após um período de vacância elevada, o edifício vem apresentando avanços comerciais com a assinatura de novos contratos, o que tende a melhorar a receita recorrente e reduzir os custos condominiais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Atualmente, vale ressaltar, o VINO11 possui 85,7% de participação no empreendimento. Haddock Lobo 347 no portfólio do VINO11 (Imagem: divulgação/ VINO11) Mas para além do Haddock Lobo 347, o Safra avalia que o VINO11 possui um portfólio de lajes corporativas de boa qualidade, embora reconheça a concentração da carteira. Isso porque o fundo detém participações em nove imóveis, que somam mais de 75 mil metros quadrados (m²) de área própria, localizados em São Paulo e no Rio de Janeiro. No entanto, desse nove, a sede da Rede Globo, na Chucri Zaidan, na capital paulista, representa mais de 50% da receita de aluguel do veículo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE “A carteira do VINO11 reúne empreendimentos bem localizados e locatários de perfil sólido, com destaque para a Sede Globo, principal ativo e responsável por cerca de 57% da receita de aluguel”, disse o Safra. “Reconhecemos que essa concentração representa um risco, mas também confere previsibilidade à receita, dado o caráter atípico e de longo prazo do principal contrato”, prosseguiu. Portfólio do VINO11 (Imagem: divulgação/ Banco Safra) Dividendos Em relação aos dividendos, o banco afirmou que, para projetar a distribuição futura, considerou que o fundo concretizará a venda do Oscar Freire 585 pelo valor do laudo, que a vacância financeira decorrerá apenas do fim das carências dos contratos já assinados e que os contratos não terão aumentos reais nos valores de locação. “Essas premissas, que consideramos conservadoras dadas as possibilidades de aumento das receitas do FII, geram um incremento no resultado distribuível à frente de 27% em relação aos valores operacionais atuais”, disseram os analistas. Pontos de atenção CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Quanto aos principais riscos para a tese de investimento, o Safra citou a não conclusão ou o atraso nas vendas de ativos, sobretudo do Oscar Freire 585, cuja alienação está sujeita ao cumprimento de condições precedentes e poderia comprometer o plano de desalavancagem do fundo. O banco apontou também um potencial ritmo de locação do Haddock Lobo 347 abaixo do esperado, a elevada concentração de receita em um único locatário, um eventual aperto monetário adicional ou a manutenção dos juros em níveis elevados por período prolongado, pressionando o custo da dívida, além de novas vacâncias ou inadimplências. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fundo imobiliário vende imóvel de alto padrão por R$ 15 milhões e registra ganho por cota; IFIX recua – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 13/08/2026

Fundo imobiliário vende imóvel de alto padrão por R$ 15 milhões e registra ganho por cota; IFIX recua – Money Times

Fundo imobiliário vende imóvel de alto padrão por R$ 15 milhões e registra ganho por cota; IFIX recua (imagem: iStock/dabldy) O fundo imobiliário Pátria Plus Multiestratégia Real Estate (RBRX11) anunciou, por meio de fato relevante, que concluiu a venda de uma unidade do empreendimento residencial “Kalea Jardins”, localizado em São Paulo (SP), por R$ 15 milhões. Trata-se de um projeto de alto padrão. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Segundo o comunicado divulgado ao mercado, o preço da transação equivale a R$ 40,6 mil por metro quadrado, já que o imóvel, situado no 16º andar da torre 1 do edifício, soma cerca de 368 metros quadrados. O RBRX11 detém 56,52% de participação direta na unidade e, por isso, terá direito a receber R$ 8,47 milhões da venda. De acordo com o fundo, a operação foi realizada em conjunto com o Pátria Crédito Imobiliário Special Opportunities (Special Opp). Do valor destinado ao RBRX11, R$ 3,95 milhões já foram pagos e correspondem a título de sinal, sendo que, desse montante, R$ 452,2 mil serão repassados a corretores como comissão de intermediação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Já R$ 1,97 milhão será recebido em até 30 dias como uma parcela intermediária, enquanto os R$ 2,54 milhões restantes serão pagos na data da entrega das chaves da unidade, que ainda está em construção. As parcelas intermediária e final estão garantidas por meio de alienação fiduciária do imóvel em favor do RBRX11 e do Special Opp. Ganho por cota Segundo o fato relevante, o lucro total da venda totaliza R$ 4,85 milhões. Para o RBRX11, o ganho de capital é de R$ 3,71 milhões, o equivalente a R$ 0,025 por cota. Dessa cifra, R$ 0,019 por papel correspondem ao resultado obtido diretamente pelo fundo, enquanto R$ 0,006 vêm de forma indireta, por meio da participação no Special Opp. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A operação, de acordo com o veículo, apresenta taxa interna de retorno líquida de aproximadamente IPCA +14% ao ano e múltiplo sobre o capital investido (MOIC) de 1,52 vez. A partir da conclusão da venda, a compradora passa a assumir os direitos e obrigações relacionados ao imóvel, tornando-se titular do direito de recebê-lo diretamente da incorporadora. Segundo a Patria Investimentos, gestora do RBRX11, a alienação está alinhada à estratégia do portfólio, com foco na reciclagem de ativos e na realização de ganhos imobiliários. Resumo da transaçaõ (Imagem: divulgação/ RBRX11) Desempenho do IFIX Ainda no mercado de FIIs, o IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a quarta-feira (12) aos 3.715,09 pontos, com queda de 0,18%. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Desde o início de agosto, o indicador acumula desvalorização de 2,71%, enquanto, desde janeiro, recua 1,60%. Destaques do último pregão (12) O MFII11 liderou as altas, com +6,71%. Na sequência, o PVBI11 ganhou 1,48%, enquanto o HGRE11 subiu 1,44%. Ticker Variação Último MFII11 +6,71% R$ 30,52 PVBI11 +1,48% R$ 66,31 HGRE11 +1,44% R$ 116,01 URPR11 +1,37% R$ 20,00 AIEC11 +1,35% R$ 60,00 Já o BLMG11 liderou as quedas, com baixa de 2,23%. Na sequência, o VGHF11 caiu 1,95%, enquanto o CYCR11 recuou 1,65%. Ticker Variação Último BLMG11 -2,23% R$ 31,11 VGHF11 -1,95% R$ 5,04 CYCR11 -1,65% R$ 8,32 BROF11 -1,61% R$ 56,25 VGIR11 -1,46% R$ 9,42 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Índice Futuro de Boi Gordo lidera ganhos da B3 no 1º semestre
B3 13/08/2026

Índice Futuro de Boi Gordo lidera ganhos da B3 no 1º semestre

Indicador de retorno teve maior alta do período, de 16,38%; Ibovespa avançou 6,76% Os índices ligados ao agronegócio, às empresas estatais e a segmentos considerados defensivos lideraram os ganhos da B3 no primeiro semestre de 2026, segundo levantamento divulgado pela bolsa nesta quarta-feira (12). O Índice Futuro Boi Gordo registrou a maior valorização do período, de 16,38%, seguido pelo Índice de Estatais, com alta de 15,96%, e pelo Índice de Utilidade Pública, que avançou 10,89%. O índice de Utilidade Pública reúne empresas dos segmentos de energia elétrica, saneamento e gás. Entre os dez índices com melhor desempenho entre janeiro e junho também aparecem o Índice de Governança, com alta de 8,37%; o MidLarge Cap, que subiu 7,92%; e o IDEB Ultra Qualidade DI, com avanço de 7,64%. Completam a lista o IBrX 50, com alta de 7,43%; o índice Letra Financeira S1 D1, que avançou 7,30%; e os índices Tesouro Selic Low Turnover e Tesouro Selic, ambos com valorização de 7,05%. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, acumulou alta de 6,76% no semestre. O ranking também mostra uma participação relevante da renda fixa entre os ativos de melhor desempenho. Dos dez índices que mais subiram no período, quatro pertencem à categoria, em um cenário de juros ainda elevados e busca dos investidores por alternativas de menor risco. Mudança de perfil O desempenho do primeiro semestre de 2026 contrasta com o registrado no mesmo período do ano passado. Em 2025, os maiores ganhos ficaram concentrados em índices ligados ao setor imobiliário, governança corporativa e instituições financeiras. Naquele período, o Índice Imobiliário liderou a lista, com alta de 46,41%, seguido pelo IGPTW (34,76%), Ibov BR+ Cap 5% (32,95%), Financeiro (31,96%) e Ibov BR+ Equal Weight (31,54%). O Ibovespa havia avançado 15,44% nos primeiros seis meses daquele ano. “Em 2026, os melhores desempenhos passaram a se concentrar em segmentos mais específicos da economia, como agronegócio, empresas estatais e utilidade pública, além de índices de renda fixa ligados a títulos públicos e privados”, afirma Hênio Scheidt, gerente de Produtos na B3. Índices como referência para ETFs Os índices da B3 também funcionam como referência para os ETFs (Exchange Traded Funds), fundos negociados em bolsa que buscam reproduzir o desempenho de uma carteira de ativos. Por meio desses produtos, o investidor pode ter exposição a uma cesta diversificada de ativos em uma única aplicação, sem precisar adquirir individualmente cada ação ou título que compõe determinado índice. O Ibovespa e o IBrX 50, por exemplo, possuem ETFs que reproduzem suas respectivas carteiras. Também há produtos atrelados a índices setoriais e de renda fixa. Segundo a B3, a criação de novos índices que ganham relevância entre os investidores pode servir de base para o lançamento de novos ETFs e outras estratégias de investimento, ampliando o acesso a diferentes classes e segmentos de ativos.