LSOP11 CP Special Opportunities III Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
CP Special Opportunities III Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 63429256000139
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 4 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do LSOP11.
Resumo Fundamentalista de LSOP11
O ativo LSOP11 (CP Special Opportunities III Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 11,10, acumulando uma variação de +3.74% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 10,00 e a máxima de R$ 11,10. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 3.45% e indicador P/VP de 0.99x.
Histórico de Cotação: LSOP11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a LSOP11
O LCP SPECIAL OPPORTUNITIES III (LSOP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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VRTA11: o mercado ainda não reagiu totalmente
Conforme destacado em FIIs.com.br, o fundo imobiliário VRTA11 encerrou o pregão da última sexta-feira (25) com uma expressiva alta de 2,16%, cotado a R$ 71,82. Este desempenho o posicionou como um dos destaques no mercado de FIIs. O volume financeiro da negociação alcançou R$ 903 mil, refletindo um interesse crescente dos investidores. Rendimentos e Expectativas para VRTA11 O VRTA11 distribuiu R$ 0,85 por cota, o que representa um rendimento de 124% do CDI. As expectativas para os próximos períodos indicam uma distribuição entre R$ 0,85 e R$ 0,95 por cota, mostrando uma sólida reserva de R$ 1,26 por cota. Essa combinação de fatores demonstra a resiliência do fundo em um cenário de incertezas. Análise e Recomendações do Mercado De acordo com a Suno Research, em 30/03/2026, VRTA11 foi classificado como “aguardar”. Essa recomendação reflete a preocupação com a inadimplência do CRI Fragnani, que tem impactado o patrimônio líquido do fundo. Portanto, enquanto não há recomendação de venda, a orientação é para que os investidores mantenham suas posições. Contexto de Risco e Perspectivas Neutras Segundo a análise realizada pelo BB Investimentos em 26/06/2026, a perspectiva para o VRTA11 é considerada neutra, com um risco elevado associado ao setor de construção. Este fator deve ser monitorado de perto pelos investidores que buscam se posicionar no fundo. Oportunidades no Mercado Enquanto o VRTA11 enfrenta desafios, o mercado de FIIs apresenta outras oportunidades. O relatório da Itaú BBA recomenda fundos com dividend yield acima da média, como XPML11 e VISC11, que podem ser considerados por aqueles que buscam diversificação. Publicidade Quanto cada ação pagou no 2T26? Lista grátis aqui Monitore o consenso do mercado As recentes movimentações e as análises sobre o VRTA11 indicam a importância de acompanhar as recomendações do consenso. O Clube Acionista oferece ferramentas avançadas para rastrear oportunidades, permitindo que você monitore as tendências do mercado e tome decisões mais informadas. Acompanhe as recomendações e aproveite as análises de especialistas para filtrar suas opções de investimento. Fontes Texto elaborado com base na fonte e com uso de inteligência artificial – a Lya do Clube Acionista.
MP-GO recomenda que Câmara esclareça pontos antes de votar fundo imobiliário
O Ministério Público de Goiás (MP-GO) recomendou que a Câmara Municipal de Goiânia esclareça pontos do Projeto de Lei nº 420/2026 antes de levar a proposta à votação. O texto, enviado pelo prefeito Sandro Mabel (União Brasil), autoriza o Município a alienar e transferir imóveis públicos para a constituição de Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs). As recomendações foram expedidas na quinta-feira (24) pela promotora Leila Maria de Oliveira, da 50ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público, após uma representação apresentada pela vereadora Aava Santiago (PSB). Os documentos foram encaminhados ao presidente da Câmara, Romário Policarpo (Cidadania), e ao presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR), Luan Alves (MDB). O MP-GO deu prazo de 48 horas para que os dois informem quais providências serão adotadas. A recomendação não impede, por si só, a continuidade da tramitação, mas o órgão alerta que o eventual descumprimento poderá ser considerado na adoção de outras medidas, inclusive relacionadas ao controle de constitucionalidade. Falta de lista dos imóveis Um dos principais questionamentos do MP-GO é que o projeto não apresenta a relação dos imóveis que poderão ser transferidos para os fundos. Pelo texto, essa definição ficaria para um decreto da Prefeitura após a aprovação e eventual sanção da lei. Para a promotoria, a ausência de informações prévias impede que vereadores e população conheçam quais bens, onde estão localizados e qual é a destinação atual deles antes da votação. O Ministério Público recomenda que os imóveis sejam individualizados previamente, com informações como localização, metragem, situação registral e destinação atual, ou que sejam estabelecidos critérios objetivos para a seleção dos bens, submetidos ao controle do Legislativo. Licitação e análise dos imóveis Outro ponto questionado é a previsão de procedimentos competitivos. Segundo o MP-GO, o projeto estabelece a necessidade de licitação para a escolha do administrador e do gestor do fundo, mas não deixa clara a exigência de procedimento competitivo para o ingresso dos imóveis nos FIIs ou para operações posteriores, como venda, locação ou permuta. A promotoria também cobra uma análise técnica individualizada antes da inclusão de cada imóvel no fundo. O objetivo é verificar se a área está reservada ou poderá ser necessária futuramente para equipamentos públicos, como escolas, creches, postos de saúde, hospitais ou praças. Essa preocupação já havia sido registrada pela Secretaria Municipal de Planejamento e Urbanismo Estratégico (Seplan) no Parecer Técnico nº 56/2026. O órgão recomendou que os imóveis fossem submetidos a uma análise prévia, mas a medida não foi incluída na versão final do projeto encaminhada à Câmara. O MP-GO também apontou a ausência de regras detalhadas sobre fiscalização dos fundos. A recomendação pede a definição de procedimentos de transparência, fiscalização e prestação periódica de contas à Câmara Municipal e ao Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás (TCM-GO). A promotoria considera que essas regras são necessárias para permitir o acompanhamento da gestão dos imóveis e dos resultados financeiros dos fundos. Projeto prevê receitas para o GoiâniaPrev O PL 420/2026 foi encaminhado pelo prefeito Sandro Mabel e chegou à Câmara em 9 de setembro. A proposta busca permitir que imóveis públicos sejam utilizados na constituição de FIIs, com a geração de receitas destinadas, entre outros objetivos previstos na justificativa, à redução do déficit previdenciário do GoiâniaPrev. Segundo informações divulgadas durante a tramitação, o Executivo considera que o déficit previdenciário municipal representa um impacto significativo nas contas da Prefeitura. A proposta prevê ainda que o Município mantenha o controle majoritário das cotas dos fundos. Questionamentos na tramitação A proposta já vinha sendo questionada por vereadores antes das recomendações do MP-GO. Em reunião realizada no Paço Municipal em 14 de setembro, o prefeito Sandro Mabel buscou apoio dos parlamentares para a aprovação do projeto. A definição dos imóveis, porém, ainda não havia sido apresentada. A secretária municipal de Governo, Sabrina Garcêz, informou que o levantamento e a avaliação dos imóveis seriam realizados posteriormente. A Prefeitura também defende que a medida pode melhorar a gestão do patrimônio municipal e gerar receitas a partir de imóveis públicos. A Procuradoria-Geral do Município (PGM), por meio do Parecer Jurídico nº 4435/2026, considerou o projeto constitucional e juridicamente viável. O documento defende que uma autorização legislativa geral poderia ser complementada posteriormente pela individualização dos imóveis por decreto. Com as recomendações emitidas pelo MP-GO, a Câmara deverá informar quais medidas pretende adotar em relação aos pontos levantados pela promotoria antes do avanço da proposta. O Jornal O HOJE entrou em contato com a Prefeitura de Goiânia e o MP-GO , mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.
REITs: saiba como investir no mercado imobiliário americano
Empresas que atuam no setor de imóveis buscam renda e diversificação, mas estão sujeitas à vacância e aos riscos do mercado Investir no mercado imobiliário não exige, necessariamente, a compra direta de um imóvel. Nos Estados Unidos, os investidores podem ter exposição ao setor por meio dos REITs (Real Estate Investment Trusts), empresas que possuem ou financiam imóveis e buscam gerar renda a partir dessas operações. Com uma estrutura semelhante à dos FIIs (Fundos Imobiliários) brasileiros, os REITs permitem acessar diferentes segmentos do mercado, como galpões logísticos, hospitais, escritórios, shopping centers e até data centers, que ganharam relevância por conta da IA. O tema foi destaque no quadro “Papo de Investidor”, apresentado por Thiago Godoy no Resenha do Dinheiro desta semana. Uma das características dos REITs é a exigência de distribuição de renda prevista na legislação americana. Para manter o enquadramento tributário como REIT, a empresa deve distribuir, em geral, pelo menos 90% de seu lucro tributável aos acionistas, observadas as regras e os ajustes previstos na legislação. “Por isso, muitos investidores utilizam REITs buscando geração de renda e exposição ao mercado imobiliário sem precisar comprar diretamente um imóvel nos Estados Unidos”, afirma. No entanto, a distribuição de dividendos não significa que o investidor receberá um valor fixo ou garantido. "A empresa pode se endividar, perder inquilinos, sofrer com vacância e até reduzir seus dividendos”, alerta o apresentador. Como o investidor pode investir em REITs? O investidor brasileiro pode buscar exposição aos REITs por meio de uma corretora que ofereça acesso ao mercado americano. Uma das possibilidades é comprar ações de REITs negociados em bolsas dos Estados Unidos, desde que a instituição disponibilize esse tipo de ativo e sejam atendidos os requisitos de acesso e operação. Outra alternativa é investir em ETFs que reúnem diferentes REITs. Nesse caso, o investidor adquire participação em um fundo que acompanha uma carteira de empresas do setor, em vez de selecionar individualmente cada companhia. Para escolher uma alternativa, é importante considerar os custos de negociação, a conversão de reais para dólares e a tributação aplicável. O nível das taxas de juros dos EUA é um dos fatores que podem afetar o desempenho dos REITs. Quando os juros sobem, as empresas do setor enfrentam um custo maior para financiar suas operações. “Além disso, títulos do governo americano pagando juros elevados passam a competir com ativos imobiliários pela atenção do investidor”, explica. Resenha do Dinheiro Realizado com o apoio da B3 e da gestora de investimentos BlackRock, o programa é apresentado por Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, Bernardo Pascowitch, fundador e CEO do Yubb e Thiago Godoy, o “Papai Financeiro”; e propõe uma abordagem leve, direta e descomplicada sobre temas ligados a educação financeira e investimentos. A atração aborda semanalmente os principais temas da economia com a informalidade de uma conversa entre amigos — sem abrir mão da análise. O Resenha do Dinheiro vai ao ar todas as sextas-feiras, às 19h, no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos, às 15h, na CNN Brasil.
Perguntas Frequentes sobre LSOP11
Qual é a cotação de LSOP11 hoje na B3?
Quanto a LSOP11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de LSOP11?
O que significa o P/L e o P/VP de LSOP11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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