KNPR11 Kinea Premium Properties Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Kinea Premium Properties Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 42737059000107
Resumo Fundamentalista de KNPR11
O ativo KNPR11 (Kinea Premium Properties Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 29,54, acumulando uma variação de +1.03% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 25,51 e a máxima de R$ 92,17. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a KNPR11
O KINEA PREMIUM PROPERTIES FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNPR11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
Dividendos
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HGLG11 anuncia 12ª emissão de cotas de até R$ 1,5 bilhão
O HGLG11 (Patria Log) anunciou nesta terça-feira (18) sua 12ª emissão de cotas, com potencial de captar até R$ 1,5 bilhão. Os recursos serão destinados à aquisição de novos ativos imobiliários. A oferta prevê até 9.012.799 novas cotas. No entanto, o fundo poderá reduzir o volume emitido caso não alcance a captação máxima. Ainda assim, a operação seguirá válida se atingir o valor mínimo estabelecido. HGLG11 define preço de R$ 166,50 por cota O preço de emissão foi fixado em R$ 166,43 por cota, com base no patrimônio líquido das cotas em circulação em 31 de julho de 2026. Além disso, haverá uma taxa de distribuição primária de R$ 0,07 por cota. Com isso, o preço de subscrição ficará em R$ 166,50 por nova cota. Oferta pode encerrar com mínimo de R$ 1 milhão A emissão terá um valor mínimo de R$ 1.000.077,87, correspondente a 6.009 novas cotas.
MCRE11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; confira valor
MCRE11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; confira valor Redação FIIs 18/08/2026 às 8:40 2 minutos de leitura Atualizado em: 18/08/2026 às 8:40 Os cotistas do fundo imobiliário MCRE11 vão receber R$ 0,10 por cota em dividendos referentes a julho de 2026, com pagamento em 24 de agosto. Para entrar na distribuição, era preciso ter as cotas ao fim do pregão de 17 de agosto de 2026, data de corte definida para o provento. O valor equivale a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,16%, calculado sobre a cotação de R$ 8,65 em que o papel fechou julho. Os dividendos do MCRE11 são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física dentro das condições da legislação. Onde o MCRE11 está investido Ao fim de junho de 2026, o fundo imobiliário MCRE11 tinha 95% dos recursos em ativos-alvo, conforme o relatório mais recente. A carteira reunia 11 CRIs, um imóvel, cinco fundos estruturados e 15 fundos imobiliários listados. A maior fatia era dos CRIs, com 45% do portfólio, seguidos pelos FIIs estruturados (28%), pelos imóveis (16%), pelos FIIs líquidos (6%) e pelo caixa (5%). No book de crédito e ativos estruturados, 93% das posições estavam atreladas ao IPCA e 7% ao CDI. Fiel ao perfil multiestratégia, o FII MCRE11 combina crédito imobiliário, ativos estruturados, imóveis e posições em fundos listados. Entre os CRIs e estruturados, o residencial lidera com 33% da exposição, à frente do comercial (27%), do logístico (23%), do shopping (16%) e dos loteamentos (1%). São Paulo concentra 71% das garantias dessa parcela. As movimentações recentes do MCRE11 Em junho, o fundo integralizou mais R$ 2 milhões no CRI MSB Axis, papel ligado ao financiamento de um empreendimento residencial no Campo Belo, em São Paulo, contratado a IPCA + 11% ao ano. O fundo MCRE11 também informou que todos os CRIs da carteira seguiam adimplentes, com as parcelas de vencimento em julho já quitadas até a publicação do relatório. Na parcela de FIIs líquidos, a gestão manteve a diversificação entre segmentos, inclusive com alocações em ofertas destinadas a investidores profissionais do MCRE11.
Análise: O mercado de capitais brasileiro finalmente percebeu o protagonismo dos FIDCs? – Money Times
(Imagem: iStock/Rmcarvalho) Durante muitos anos, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ocuparam uma posição discreta no mercado de capitais brasileiro. Enquanto debêntures, fundos imobiliários e ofertas de ações concentravam a atenção de investidores, analistas e da imprensa especializada, os FIDCs avançavam de forma constante, ampliando patrimônio, número de operações e relevância econômica. A questão que se impõe agora é simples: o mercado já percebeu a dimensão que essa indústria já alcançou e o quanto deverá crescer nos próximos anos? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os números indicam que ela deixou de ser um segmento complementar. Os FIDCs encerraram o primeiro semestre de 2026 com patrimônio líquido de R$ 770,3 bilhões. No mesmo período, as emissões somaram R$ 53,1 bilhões distribuídos em 559 operações. Apenas em julho, as ofertas alcançaram R$ 6,7 bilhões, crescimento de 16,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Mais do que volumes expressivos, esses dados revelam uma mudança estrutural na forma como o crédito e o financiamento vêm sendo organizados no país. O mercado de capitais brasileiro atingiu recorde de captação em 2026, superando R$ 361 bilhões no primeiro semestre e R$ 429 bilhões entre janeiro e julho. Nesse contexto, os FIDCs passaram a ocupar uma posição que vai muito além da securitização tradicional de recebíveis. O aspecto mais relevante talvez não esteja apenas no crescimento do segmento, mas na diversidade que ele representa. Enquanto parte dos instrumentos do mercado opera por meio de estruturas mais padronizadas, os FIDCs se expandem por meio de centenas de operações voltadas para diferentes formas de originação de crédito e financiamento nos mais diferentes segmentos econômicos. Essa característica permite que empresas e setores encontrem soluções mais aderentes às suas necessidades. O avanço dos FIDCs também está inserido em uma transformação mais ampla do sistema financeiro brasileiro. O país vive um processo gradual de migração de um modelo historicamente concentrado na intermediação bancária para uma estrutura em que o mercado de capitais assume participação crescente na distribuição de crédito. Esse movimento é acompanhado pela expansão das gestoras independentes, pelo desenvolvimento de novos veículos de investimento e pelo amadurecimento da indústria de crédito estruturado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dado mais emblemático dessa evolução talvez seja justamente o número de operações. Foram 559 emissões de FIDCs apenas no primeiro semestre. Trata-se de um mercado cada vez mais pulverizado, com múltiplos originadores, diferentes perfis de risco e modelos de negócio específicos. Essa dinâmica amplia a capacidade do sistema financeiro de direcionar recursos para a economia real sem depender exclusivamente dos canais tradicionais de crédito. Outro ponto que merece atenção é o fato dessa expansão ocorrer em um ambiente de juros elevados, incertezas fiscais e crescimento econômico moderado. Em tese, esse cenário tenderia a restringir a atividade financeira. O desempenho da indústria sugere, entretanto, que existe demanda crescente por instrumentos capazes de conectar investidores e tomadores de recursos de forma mais eficiente e segmentada. Isso não significa que os FIDCs substituirão outros instrumentos do mercado de capitais. Debêntures, fundos imobiliários, ações e certificados de recebíveis continuam cumprindo funções distintas e relevantes. O que os números mostram é algo diferente: os FIDCs já fazem parte do núcleo do sistema de financiamento privado brasileiro. Quando uma indústria reúne patrimônio superior a R$ 770 bilhões, movimenta dezenas de bilhões de reais em novas emissões e realiza centenas de operações em poucos meses, dificilmente pode ser considerada um segmento secundário. O protagonismo já aparece nos indicadores. O reconhecimento dessa realidade, porém, ainda caminha em velocidade inferior à do próprio mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os FIDCs deixaram de ser uma aposta para o futuro. Tornaram-se uma das principais engrenagens do mercado de capitais brasileiro. A pergunta, portanto, não é se ganharam relevância. A pergunta é: por que uma indústria desse porte ainda recebe menos atenção do que efetivamente representa para o financiamento da economia nacional? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Perguntas Frequentes sobre KNPR11
Qual é a cotação de KNPR11 hoje na B3?
Quanto a KNPR11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KNPR11?
O que significa o P/L e o P/VP de KNPR11?
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