KNHF11 Kinea Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Kinea Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 42754342000147
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 9 de 11 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do KNHF11.
Resumo Fundamentalista de KNHF11
O ativo KNHF11 (Kinea Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 94,60, acumulando uma variação de +1.95% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 87,51 e a máxima de R$ 100,33. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 13.74% e indicador P/VP de 0.94x.
Histórico de Cotação: KNHF11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a KNHF11
O KINEA HEDGE FUND FII RESPONSABILIDADE LIMITADA (KNHF11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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IFIX avança 0,43% e fecha semana em alta de 0,81% O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (2) em 3.771,85 pontos, alta de 0,43%. O avanço corresponde a 15,99 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.755,86 pontos, confirmando desempenho positivo na sessão. Durante o dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.755,93 pontos e a máxima de 3.777,60 pontos. A abertura ocorreu em 3.755,93 pontos, e o fechamento ficou 5,75 pontos abaixo do pico intradiário. A amplitude entre a mínima e a máxima foi de 21,67 pontos. Na base semanal, o IFIX acumulou ganho de 30,28 pontos, equivalente a 0,81%, ao comparar os fechamentos das duas sextas-feiras. O índice saiu de 3.741,57 pontos em 25 de setembro para 3.771,85 pontos nesta sexta-feira, 2 de outubro. IFIX fecha em alta de 0,43% O desempenho intradiário mostrou variação moderada, com a maior parte das negociações concentrada acima do patamar de abertura. Ao final da sessão, o índice manteve-se próximo das máximas do dia, embora sem superar o maior nível registrado. O comportamento semanal refletiu a recuperação entre os dois últimos fechamentos, com avanço consistente em pontos e em percentual. A leitura de 0,81% na semana consolida a melhora em relação ao patamar observado em 25 de setembro. Liderança nos negócios do pregão Entre os fundos com maior giro, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) registrou 2,01 milhões de cotas negociadas e valorização de 0,22% no dia. O KNSC11 (Kinea Securities Fundo de Investimento Imobiliário) avançou 1%, com 1,45 milhão de cotas transacionadas. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) subiu 0,34%, com volume de 1,22 milhão de cotas. O SNEL11 (Suno Energias Limpas FII) teve alta de 0,38%, com 1,12 milhão de cotas negociadas no pregão. Já o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate FII) encerrou o dia com ganho de 1,59%, em um total de 830,41 mil cotas movimentadas. O sobe-e-desce dos FIIs No campo das altas, o HGCR11 (Pátria Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos, com valorização de 2,31% no dia, equivalente a R$ 2,16, fechando a R$ 95,99. Na sequência, o KNHF11 (Kinea Hedge Fund) avançou 1,95% ou R$ 1,81, com preço de encerramento em R$ 94,85, compondo o grupo de destaques positivos do pregão. Entre as quedas, o RBRR11 (RBR Rendimento High Grade) registrou o maior recuo, de 2,56%, o que representa R$ 1,80, terminando a sessão cotado a R$ 68,54. Logo atrás, o BCRI11 (Banestes Recebíveis Imobiliários) caiu 2,43%, ou R$ 1,31, fechando a R$ 53,00. Esses dois fundos compuseram as maiores desvalorizações percentuais do dia.
Fundos imobiliários: BRCR11, HGBS11, TRXF11 e outros FIIs trazem novidades nesta semana; confira
Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como Hedge Brasil Shopping (HGBS11), Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), TRX Real Estate (TRXF11) e outros. Confira: BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) O BRCR11 concluiu a venda da totalidade do veículo detentor do Edifício Mayrink Veiga 9, localizado no Centro do Rio de Janeiro, com 15,2 mil m² de ABL, por R$ 93,1 milhões, a um cap rate de 10%. O ativo representava cerca de 4% da receita de locação do fundo e concentrava aproximadamente 18% da área vaga do portfólio. Hedge Brasil Shopping (HGBS11) O HGBS11 concluiu a aquisição de 75% do Shopping Jaraguá Araraquara (SP) por R$ 216,3 milhões, sendo R$ 295 mil pagos com recursos do caixa e R$ 216,0 milhões por meio de securitização via CRI da 3ª emissão da B.SEC, com taxas de CDI + 1,50% ao ano e prazo de 15 anos. Com a operação, o fundo passou a deter 100% do shopping, cujo preço ficou em linha com o laudo da Capright e representa cap rate de 9,4%. O guidance de rendimentos para o segundo semestre de 2026 foi mantido em R$ 0,17 por cota. Pátria Recebíveis Imobiliários (HGCR11), Patria Logística (HGLG11), Pátria Escritórios (HGRE11), Patria Renda Urbana (HGRU11) Os fundos informaram que suas administrações fiduciárias foram transferidas, com efeitos a partir de outubro de 2026, para a Genial Investimentos Corretora de Valores Mobiliários S.A., em razão de reorganização societária e operacional do Grupo Genial. A substituição não altera a equipe, os sistemas, os controles, a política de investimento, as taxas nem os direitos e obrigações dos cotistas. Os serviços de custódia, escrituração, controladoria, tesouraria e processamento de ativos passarão a ser prestados pelo novo administrador ou por terceiro por ele contratado, permanecendo o Banco Genial responsável por essas atividades até a atualização cadastral. Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11) O KNCR11 anunciou a aprovação, em AGE, da 13ª emissão de cotas, com oferta de até 24,4 milhões de novas cotas, podendo ser acrescida de lote adicional de até 25% (6,1 milhões de cotas). A emissão poderá ocorrer em até duas séries, admitindo distribuição parcial desde que atingido o montante mínimo de 300 mil cotas. O preço de emissão foi fixado em R$ 102,63 por cota, correspondente ao valor patrimonial em 31 de agosto de 2026; na 2ª série, a integralização ocorrerá pelo valor patrimonial do dia útil anterior, acrescido de taxa de distribuição primária de até 2%. Os cotistas terão direito de preferência pelo fator de proporção de até 0,2277, com possibilidade de cessão a outros cotistas ou a terceiros, além de direito de sobras, e a oferta será coordenada pelo Itaú BBA, sob o regime de melhores esforços. Adicionalmente, o fundo informou que realizará sua 13ª emissão de cotas com oferta pública primária inicial de até R$ 2,5 bilhões, correspondente a até 24,4 milhões de cotas ao preço de R$ 102,63 por cota. A oferta admite lote adicional de até 25% do volume inicial e prevê captação mínima de R$ 30,8 milhões, sendo que os investidores pagarão ainda taxa de distribuição de 2,00% por cota. VBI Logístico (LVBI11) O LVBI11 concluiu a alienação do imóvel logístico localizado em Itapevi (SP), com 60,3 mil m² de terreno e 35,8 mil m² de área construída, pelo valor total de R$ 103,7 milhões. O pagamento será feito em R$ 34,1 milhões à vista, R$ 34,1 milhões em até 6 meses e R$ 35,6 milhões em até 12 meses, com correção pelo IPCA sobre as parcelas vincendas, sendo R$ 1,5 milhão da segunda parcela mantido em conta escrow para custear pendências e retificação de área. A operação gerará lucro em regime de caixa de R$ 14,9 milhões, equivalente a R$ 0,93 por cota, com TIR de 10,3% ao ano e MOIC de 1,77x, e a compradora assumiu a posse indireta do imóvel, passando a receber os aluguéis e demais recebíveis dos contratos de locação vigentes. Pátria Securities (PSEC11) O fundo informou a proposta de reorganização com o RBRX11, que, se aprovada, resultará na consolidação dos ativos da carteira do PSEC11 no RBRX11, na migração dos cotistas e na posterior liquidação do fundo. A estrutura prevê: (i) oferta pública de cotas do RBRX11 pelo valor patrimonial para viabilizar a aquisição dos ativos; (ii) AGE do PSEC11, por consulta formal, para deliberar sobre a dissolução e liquidação mediante alienação da carteira ao RBRX11; e (iii) liquidação do PSEC11 com entrega proporcional de cotas do RBRX11 e/ou caixa aos cotistas. Após a definição dos termos, serão divulgados o fator de proporção e o valor de liquidação, e, em caso de aprovação, os cotistas deverão informar o custo de aquisição das cotas para fins tributários. Adicionalmente, o fundo convocou consulta formal para deliberar sobre a dissolução e liquidação, mediante alienação da totalidade dos ativos ao RBRX11 pelo valor patrimonial contabilizado no balanço na data da alienação, com subscrição e integralização de cotas do RBRX11 emitidas em oferta destinada a essa finalidade. A liquidação poderá ocorrer mediante entrega aos cotistas de cotas do RBRX11 e/ou moeda corrente, após o pagamento das despesas, e a aprovação exige maioria dos votantes representando no mínimo 25% das cotas emitidas. A votação fica aberta até 21 de outubro de 2026, com resultado até 22 de outubro de 2026, e, se aprovada, as cotas do PSEC11 serão bloqueadas para negociação na B3 até a liquidação. RBR Plus Multiestrategia (RBRX11) O gestor informou a proposta de reorganização envolvendo a aquisição, pelo RBRX11, da totalidade dos ativos do PSEC11 pelo valor patrimonial, seguida da liquidação do PSEC11. Para viabilizar a operação, está prevista oferta pública de cotas do RBRX11 pelo valor patrimonial, a ser divulgada oportunamente, e a conclusão depende da aprovação pelos cotistas do PSEC11 e do encerramento da oferta. Caso implementada, os ativos do PSEC11 passam a integrar a carteira do RBRX11, e os cotistas do PSEC11 poderão receber cotas do RBRX11 na liquidação. TRX Real Estate (TRXF11) O TRXF11 celebrou acordo para aquisição indireta de duas lajes corporativas em São Paulo, por meio do HIRE11, no valor total de R$ 143,8 milhões. A operação envolve o Edifício JFL Rebouças, na Av. Rebouças, nº 3.084, e o Ed. Passarelli, na Rua Pais Leme, nº 524, ambos em Pinheiros, com ABL adquirida de 9.690,88 m² e taxa de ocupação de 100%. O pagamento será feito com R$ 82,6 milhões na data de fechamento, R$ 8,7 milhões em moeda corrente e R$ 52,5 milhões em três parcelas pagas em até 24 meses. Adicionalmente, o fundo celebrou os documentos definitivos de venda de 15 imóveis ao BRC Renda Urbana FII, com transmissão da posse na mesma data. O portfólio inclui ativos locados a Americanas/Dasa, Caixa Econômica Federal, Extra (CBD) e o Stripmall Grande Center, entre outros, e o preço total foi de R$ 207,3 milhões, quitado por compensação com créditos de subscrição e integralização de cotas do BRC. O lucro estimado é de aproximadamente R$ 0,51 por cota, com TIR aproximada de 38,49% ao ano (cerca de 107% do CDI no período), e o valor de venda está em linha com os últimos laudos, a um cap rate de 8,13% ao ano sobre os aluguéis vigentes. Por fim, o fundo encerrou a 13ª emissão de cotas, com a subscrição e integralização de 33,5 milhões de novas cotas, equivalentes a R$ 3,16 bilhões no preço de subscrição de R$ 94,39 por cota. Vinci Logística (VILG11) O VILG11 concluiu a aquisição do Multimodal Campinas, condomínio logístico AAA em Campinas (SP), por R$ 140,0 milhões, equivalente a aproximadamente R$ 3.024/m² de ABL. O pagamento será feito em três parcelas, sendo R$ 56,0 milhões à vista, R$ 42,0 milhões em 6 meses corrigidos pelo IPCA e R$ 42,0 milhões em 12 meses corrigidos pelo IPCA. Considerando o fluxo de pagamento a valor presente, a operação reflete cap rate de entrada de 9,9% e yield médio estimado de 18,5% no primeiro ano, com a vendedora prestando garantia de renda mínima por até 12 meses; o ativo possui 46.296 m² de ABL e conta com cinco locatários, incluindo Shopee e Grupo MBRF.
Carteiras de FIIs de outubro do BB repete os 16 fundos
Banco segue com as duas estratégias, Renda e Ganho, sem trocas e prefere fundos de menor risco de crédito ou tijolo diversificado O BB Investimentos manteve sem alterações suas duas carteiras de fundos imobiliários (FIIs) para outubro. A Carteira Renda e a Carteira Ganho de Capital seguem com oito fundos cada, e juntas formam a carteira consolidada de 16 FIIs com pesos iguais. A decisão vem depois de mais um mês negativo para o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), que caiu 0,20% em setembro. Foi o quinto mês seguido de queda, sequência que só se repetiu uma vez desde a criação do indicador, em 2011. Juros em queda não bastaram para o IFIX O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, por unanimidade. A curva de juros recuou em praticamente todos os vencimentos, o que ajudou boa parte dos fundos de tijolo, aqueles que investem em imóveis físicos, a fechar o mês no azul. Publicidade Publicidade Os fundos de recebíveis, contudo, puxaram o índice para baixo. O mesmo ocorreu com os multiestratégia expostos a CRIs (certificados de recebíveis imobiliários) e com os híbridos, ainda afetados pela fase negativa do TRXF11. No ano, o IFIX acumula queda de 0,54%, mas sobe 4,61% em 12 meses. A inflação ajuda a explicar a fraqueza do papel. Depois do pico de 4,72% em 12 meses em maio, o IPCA teve leituras de 0,16%, 0,07% e -0,32% e fechou agosto com alta acumulada de 4,22%. Como boa parte dos CRIs é corrigida pelo índice, os rendimentos encolhem. Lá fora, o conflito no Oriente Médio voltou a pressionar o petróleo, e o Federal Reserve elevou os juros americanos em 0,25 ponto, para a faixa entre 3,75% e 4%. Por aqui, o boletim Focus projeta IPCA de 4,99% em 2026 e de 4,31% em 2027. “Seguimos cautelosos para o segundo semestre, com preferência por fundos considerados top players que combinam menor risco de crédito ou portfólio de tijolo bem diversificado e com contratos bem amarrados”, afirmam os analistas André Oliveira e Victor Penna, do BB Investimentos. A cautela convive com uma leitura de preço favorável. O IFIX negocia abaixo de um desvio padrão da média de cinco anos na relação entre preço e valor patrimonial (P/VP), o que os analistas veem como uma possível janela de oportunidade. Carteira Renda resiste à queda do índice A Carteira Renda variou 0,01% em setembro, 0,21 ponto percentual acima do IFIX. No ano, sobe 1,28%, e em 12 meses, 6,09%, à frente do índice nos dois recortes. O dividend yield (rendimento em dividendos) anualizado ficou em 12,61%, ante 12,53% do IFIX. O XPCI11, fundo de recebíveis da XP, liderou com alta de 1,68%. A carteira de CRIs é high grade, de menor risco de crédito, e a cota negociava com desconto de 10% no fim de agosto, maior que a média de 6% do segmento. Os dividendos também oscilam menos que os de pares. O Kinea Hedge Fund (KNHF11) subiu 1,04% e recuperou a queda de agosto, que havia sido mais forte que a dos concorrentes. O GARE11 avançou apoiado em imóveis estratégicos alugados por prazos longos a empresas consolidadas, enquanto o HGCR11 reforçou a previsão de dividendos de R$ 1 por cota no trimestre. Na outra ponta, o Kinea Índices de Preços (KNIP11) caiu 1,59% e foi o pior da carteira. O fundo negociava acima dos principais pares e, com a inflação mais fraca reduzindo dividendos no curto prazo, parte dos investidores realizou lucros. Hoje a cota está a 0,97 vez o valor patrimonial. “Seguimos confiantes na estratégia do fundo de alocar em ativos mais qualificados, ainda que remunerem um pouco menos o cotista no curto prazo”, dizem Oliveira e Penna. O KNIP11 é restrito a investidores qualificados. Para quem não pode comprá-lo, o banco sugere distribuir o valor entre os demais fundos de crédito da carteira. Ganho de Capital fica atrás do IFIX A Carteira Ganho de Capital, formada majoritariamente por fundos de tijolo com maior desconto sobre o valor patrimonial, recuou 0,74% em setembro, 0,54 ponto percentual abaixo do IFIX. Em 12 meses, no entanto, acumula 5,48%, contra 4,61% do índice. O Capitânia Shoppings (CPSH11) subiu 3,15% e foi o destaque. O fundo projeta dividendos lineares até o fim de 2027 e tem feito aquisições que elevam o cap rate implícito, a relação entre a renda dos imóveis e o valor pago. Com isso, depende menos da venda de ativos. O Pátria Securities (PSEC11) avançou 0,52% e chamou atenção por outro motivo. O portfólio passa por reestruturação para se alinhar ao RBRX11, multiestratégia também gerido pelo Pátria, etapa anterior à futura fusão dos dois. Enquanto a união não sai, o PSEC11 negocia a 0,73 vez o valor patrimonial, um dos maiores descontos entre os multiestratégia do IFIX, e elevou os dividendos recentemente. As maiores quedas vieram do Riza Arctium (RZAT11), com recuo de 3,32%, e do REC Recebíveis (RECR11), com baixa de 4,63%. Assim como o KNIP11, os dois têm desempenho bastante ligado às leituras do IPCA. O RECR11 tem cerca de 100 CRIs, um dos portfólios mais diversificados do segmento, e negocia com desconto elevado. Os analistas também projetam normalização da inflação no quarto trimestre de 2026. “Consideramos que está bem posicionado para entregar bons dividendos e ainda alguma valorização de cota”, avaliam os analistas. No ano, a Ganho de Capital ainda cai 2,58%, ante queda de 0,54% do IFIX. É o preço de uma estratégia mais volátil: a oscilação da carteira em 12 meses foi de 7,73%, contra 5,40% do índice.
Perguntas Frequentes sobre KNHF11
Qual é a cotação de KNHF11 hoje na B3?
Quanto a KNHF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de KNHF11?
O que significa o P/L e o P/VP de KNHF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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