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HSML11 – Cotação HSI Malls Fundo de Investimento Imobiliario

Fundos Imobiliários

HSI Malls Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 32892018000131

Preço Atual
R$ 82,05
-0.81%

Resumo Fundamentalista de HSML11

O ativo HSML11 (HSI Malls Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 82,05, acumulando uma variação de -0.81% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 78,75 e a máxima de R$ 96,01. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Shoppings. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 82,89
Fec. Ant: R$ 82,05
Variação Dia
Min: R$ 81,50
Max: R$ 82,89
52 Semanas
Mín: R$ 78,75
Máx: R$ 96,01
Volume
29.379
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.83
R$ 99,67
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a HSML11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Shoppings
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O HSI - MALLS FII RESP. LIMITADA (HSML11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Shoppings, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
SANTANDER CACEIS BRASIL DTVM S.A.
CNPJ
62318407000119
Telefone
(11) 5538-5489
Endereço
Rua Amador Bueno, 474, Santo Amaro — São Paulo/SP - CEP 04752-005

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,7500
Pagamento: 07/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,7500
Pagamento: 07/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,7500
Pagamento: 08/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,7100
Pagamento: 08/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 08/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 06/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 06/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 08/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 05/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 07/11/2025

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(Imagem: Divulgação/Mercado Livre) O Bresco Logística (BRCO11) fechou um contrato de locação com o Mercado Livre para ocupar 100% da área bruta locável (ABL) do imóvel Bresco Resende, no Rio de Janeiro. O contrato contempla uma área de 25.487,73 metros quadrados e terá prazo de cinco anos, com início na data de assinatura. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com a nova locação, o imóvel passa a operar com vacância física zero, enquanto a vacância física do portfólio do fundo cai para 1,6%. O ativo representa 4,3% da ABL total do BRCO11. Segundo o fato relevante, após o encerramento do período de descontos previsto no contrato, o aluguel corresponderá a R$ 0,034 por cota do fundo ao mês, valor 25% superior ao aluguel do contrato anterior para o imóvel. O acordo também prevê regras para uma eventual rescisão antecipada. Nesse caso, o Mercado Livre deverá comunicar a devolução do imóvel com pelo menos cinco meses de antecedência e pagar uma indenização equivalente a três vezes o aluguel vigente, proporcional ao prazo restante do contrato e corrigida pelo IPCA. Caso a rescisão ocorra até o 36º mês, a locatária também deverá devolver integralmente os descontos concedidos, corrigidos pelo índice de inflação. A partir do 37º mês, essa restituição será proporcional ao prazo remanescente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o fundo, a entrada do Mercado Livre reforça a ocupação do portfólio e melhora a receita potencial do ativo, além de reduzir a exposição à vacância. Ifix recua mais uma vez O IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a segunda-feira (18) aos 3.654,70 pontos, com queda de 0,86%, no sexto pregão consecutivo de baixa. Com isso, desde o início de agosto, o indicador acumula desvalorização de 4,33%, enquanto, desde janeiro, recua 3,22%. Entre as maiores altas dos FIIs, o destaque ficou com o Kilima Volcano Recebíveis (KIVO11), que avançou 1,98%, a R$ 53,69. Na sequência, o Itaú Crédito Imobiliário IPCA (ICRI11) subiu 1,79%, para R$ 88,86, enquanto o WHG Real Estate (WHGR11) teve alta de 1,69%, a R$ 8,44. Ticker Variação Último KIVO11 +1,98% R$ 53,69 ICRI11 +1,79% R$ 88,86 WHGR11 +1,69% R$ 8,44 CACR11 +0,86% R$ 14,12 HFOF11 +0,82% R$ 6,12 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as maiores quedas, o BB Premium Malls (BBPO11) liderou as perdas, recuando 4,72%, a R$ 4,64. Na sequência, o HSI Logística (HSLG11) caiu 4,35%, para R$ 79,80, enquanto o HSI Ativos Financeiros (HSAF11) registrou baixa de 3,57%, a R$ 72,08. Ticker Variação Último BBPO11 -4,72% R$ 4,64 HSLG11 -4,35% R$ 79,80 HSAF11 -3,57% R$ 72,08 ZAVT11 -2,99% R$ 9,09 VGHF11 -2,98% R$ 4,88 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

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FII cai quase 5% com temor sobre Casas Bahia; fundo tem 31% da receita exposta
Fundos Imobiliários Brasileiros 17/08/2026

FII cai quase 5% com temor sobre Casas Bahia; fundo tem 31% da receita exposta

Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) recua 4,69% nesta segunda-feira (17), a R$ 79,52, em meio às preocupações do mercado com os possíveis efeitos da recuperação judicial da Casas Bahia sobre os fundos imobiliários que possuem imóveis alugados à companhia. O movimento colocou o fundo entre os principais pontos de atenção do segmento logístico diante da exposição relevante ao varejista. De acordo com dados apresentados pelo fundo, a Casas Bahia responde diretamente por 27,6% da receita contratada, enquanto as sublocações relacionadas à companhia representam outros 3,3%. Com isso, a exposição chega a aproximadamente 30,9% da receita contratada do HSLG11. Para Otmar Schneider, analista de valores mobiliários da Nord Investimentos, essa concentração faz do HSLG11 o caso mais sensível entre os fundos imobiliários logísticos diante da situação da varejista. Ao mesmo tempo, ele ressalta que o risco enfrentado pelo FII é diferente daquele assumido pelos acionistas da companhia. “O FII mais exposto é o HSLG11, em torno de 30% da carteira de imóveis alugados para Casas Bahia. O contrato típico e o atípico são dois imóveis, de um total de seis. Então ele é o mais impactado. Lógico que Casas Bahia é uma empresa muito grande, então outros fundos imobiliários também têm pequenas participações, como, por exemplo, o XPLG11 (XP Malls), em torno de 3% a 4%”, comenta Schneider. A própria estrutura da carteira do HSLG11, contudo, pode reduzir parte dessa exposição no futuro. O material do fundo indica um potencial de redução de aproximadamente 12 pontos percentuais após novas comercializações, levando a participação da Casas Bahia para algo próximo de 19% da receita contratada. Procurada pelo InfoMoney, a HSI, gestora do HSLG11, não respondeu aos pedidos de comentário até o fechamento desta matéria. O espaço permanece aberto. Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender Risco para os FIIs é diferente do risco para acionistas das Casas Bahia Schneider explica que, em uma recuperação judicial, é importante separar os aluguéis já vencidos daqueles que ainda serão pagos no futuro. Eventuais valores em atraso podem entrar no processo de recuperação, enquanto os contratos de locação que permanecem vigentes seguem outra dinâmica. “Os fundos imobiliários são muito menos impactados do que a própria empresa. Então o acionista da empresa acaba muito exposto a um pedido de recuperação judicial. No caso do fundo imobiliário, esse pedido de recuperação judicial ocorre de duas formas. Os créditos, ou seja, se aquela empresa atrasou aluguéis, então isso vai entrar como um crédito concursal, o fundo imobiliário vai ter que pleitear isso na Justiça dentro da recuperação judicial, então é mais complexo de receber”, explica o analista. Continua depois da publicidade Segundo o analista, os aluguéis a vencer não entram automaticamente na recuperação judicial. Caso a companhia deixe de pagar os valores futuros, o proprietário do imóvel pode buscar medidas previstas no contrato, inclusive a retomada do ativo. Isso significa que, embora exista risco de inadimplência, o fundo mantém mecanismos para reagir à deterioração do crédito do locatário. “Estando em dia esse aluguel, que é o caso aí na maioria dos fundos imobiliários, os aluguéis a vencer, ou seja, os aluguéis que vão vir nos próximos meses, eles não entram na recuperação judicial. Então, se a empresa não paga esses aluguéis, ela pode ser retirada do imóvel”, acrescenta. O histórico recente do mercado também mostra que uma recuperação ou renegociação financeira não necessariamente significa interrupção imediata dos pagamentos de aluguel. Schneider cita o caso do GPA, que passou por um processo de recuperação extrajudicial e também tinha exposição relevante em fundos imobiliários. Continua depois da publicidade Leia Mais: O que Cyrela e empresas de shopping revelam sobre a “nova carteira” do FII TRXF11? Varejo é um ponto de alerta para os FIIs Gabriel Pereira, head de fundos imobiliários da AVIN, coloca o HSLG11 como o principal caso de atenção no segmento logístico, mas alerta que a análise não deve se limitar à participação direta da Casas Bahia. Para Pereira, é necessário observar também a exposição dos fundos ao varejo como um todo. Um fundo pode ter pouca receita proveniente da Casas Bahia, mas ainda assim concentrar parte importante de sua carteira em outros grandes varejistas, criando um risco mais amplo caso haja deterioração do setor. Continua depois da publicidade “Nos outros grandes fundos logísticos, como XPLG11 (XP Log), BRCO11 (Bresco Logística), BTLG11 (BTG Pactual Logística), VILG11 (Vinci Logística) e HGLG11 (Patria Log), eu não olharia apenas para a participação da Casas Bahia, mas também para a exposição agregada ao varejo, pensando em um eventual problema estrutural no segmento.” Pereira comenta ainda que dois fundos com a mesma exposição percentual a determinado locatário podem apresentar riscos completamente diferentes. O tipo de contrato, prazo remanescente, multas de rescisão, garantias e, principalmente, a facilidade de encontrar um novo inquilino para o imóvel são fatores determinantes. “A mesma exposição de 10% da receita pode representar riscos completamente diferentes dependendo de ser um contrato típico ou atípico, do prazo remanescente, das multas de rescisão e, principalmente, da especificidade do imóvel. Um galpão construído sob medida para a Casas Bahia, por exemplo, pode ser muito mais difícil de recolocar do que um imóvel logístico padrão. Portanto, para medir o impacto efetivo, eu cruzaria concentração de receita, prazo contratual, tipo de contrato, garantias e facilidade de reposição do imóvel”, conclui. Continua depois da publicidade Leia Mais: Crescimento do mercado de FIIs está menos dependente do ciclo de juros, diz B3

Perguntas Frequentes sobre HSML11

Qual é a cotação de HSML11 hoje na B3?
A cotação de HSML11 hoje está em R$ 82,05. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 81,50 e máxima de R$ 82,89.
Quanto a HSML11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HSML11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HSML11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HSML11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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