HJCT11 Hedge JHSF Capital Prime Offices Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Hedge JHSF Capital Prime Offices Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada
CNPJ: 62082124000110
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 7 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Relatório Mensal CVM & Composição Patrimonial
Resumo Fundamentalista de HJCT11
O ativo HJCT11 (Hedge JHSF Capital Prime Offices Fundo de Investimento Imobiliario de Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 130,00, acumulando uma variação de +0.78% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 98,53 e a máxima de R$ 130,00. O fundo atua no segmento de Tijolo - Lajes Corporativas, registrando um Dividend Yield (12M) de 9.28% e indicador P/VP de 1.24x.
Histórico de Cotação: HJCT11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a HJCT11
O HEDGE JHSF CAPITAL PRIME OFFICES FII RESP LTDA (HJCT11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Ativa.
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Investigadores avaliam fatiar 'Dark Horse' e só apurar caso de Flávio após concluir suspeitas sobre Vorcaro
Brasília Investigadores que trabalham no inquérito do caso "Dark Horse" analisam a possibilidade de fatiamento das apurações e de uma conclusão célere da parte mais avançada, que trata de suspeitas relacionadas a evasão de divisas por Daniel Vorcaro, do Banco Master. Só depois desta etapa, relatam pessoas que participam das apurações, seria avaliado se há indícios de crimes praticados por Flávio Bolsonaro (PL). Ele é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e, assim como Vorcaro, por evasão de divisas. A avaliação é que o mapeamento do dinheiro que foi enviado aos Estados Unidos a pedido de Flávio e possíveis conexões com o senador dependem de informações que ainda estão em fase inicial de análise. Por outro lado, os investigadores afirmam que já há elementos técnicos que apontam para a prática de evasão de divisas cometida pelo ex-banqueiro, com a remessa ao exterior dos recursos que seriam usados para financiar o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Jim Caviezel em cena de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro - Reprodução O crime de evasão de divisas consiste na transferência de dinheiro ou ativos para fora do país sem a devida declaração aos órgãos competentes. Caso Flávio Bolsonaro se torne presidente da República, ele terá uma imunidade temporária a respeito do caso, enquanto estiver no cargo. Presidentes não podem ser processados criminalmente por fatos anteriores ao mandato e que não tenham relação com o cargo. A investigação, porém, pode continuar mesmo após a posse, e os prazos de prescrição são suspensos. Se forem encontradas provas de irregularidades, ele pode ser denunciado após deixar a Presidência. A avaliação de integrantes tanto da Polícia Federal quanto da PGR (Procuradoria-Geral da República) a respeito das investigações aponta que o rastreamento do dinheiro que foi enviado aos Estados Unidos é a parte mais difícil das apurações. Uma das razões para isso é que a cooperação com os Estados Unidos já é naturalmente complexa e pode ser dificultada por eventuais entraves políticos do governo Donald Trump. A PF pediu formalmente a cooperação, por meio do Ministério da Justiça, nesta sexta (9). Além disso, a coleta de informações a respeito da localização do dinheiro é mais complexa devido ao sistema bancário americano, que é descentralizado. Investigadores entendem que isso torna mais difícil provar a hipótese investigativa de que o dinheiro foi usado para outro fim que não a produção do filme —como custear as despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, nos EUA. A apuração desses dados poderia ser facilitada por meio de uma colaboração premiada, mas os acordos firmados até o momento com delatores ligados ao caso Master não dão elementos que avancem sobre o tema. Procurado por meio da assessoria da sua campanha desde as 16h30 de quarta-feira (7), Flávio Bolsonaro não comentou o teor da reportagem. A defesa de Vorcaro também não quis se posicionar. Antes, Flávio negou qualquer irregularidade em relação ao caso e disse que o filme só tem recursos privados. Também já disse que defende "transparência total sobre o assunto" e que "não tem nada de errado em relação ao filme". Como mostrou o site The Intercept Brasil, Flávio negociou diretamente com o ex-banqueiro, Daniel Vorcaro, o repasse de pelo menos US$ 24 milhões (hoje, aproximadamente R$ 122,7 milhões) para a produção do filme. A investigação que relaciona o caso Master a Dark Horse está sob relatoria de André Mendonça no STF (Supremo Tribunal Federal), mas o presidente da corte, Edson Fachin, determinou em setembro a remessa dos procedimentos para o seu gabinete. Desde então, Fachin cobrou informações sobre o andamento dos casos, que têm sido prestadas pela PGR, mas ele ainda não decidiu o que será feito com os inquéritos. Há outra investigação sobre emendas parlamentares que poderiam ter sido desviadas para financiar Dark Horse, sob relatoria do ministro Flávio Dino, mas Flávio Bolsonaro não é investigado neste caso. Esse inquérito tem como principal alvo o deputado Mário Frias (PL-SP). Um dos elementos que ajudaram a fechar o cerco sobre Vorcaro nas suspeitas de evasão de divisas foi a delação de Antônio Carlos Freixo Júnior, o Mineiro, um dos responsáveis por fazer remessas financeiras e conseguir dinheiro vivo para o dono do Master. A colaboração premiada foi validada por Mendonça em 9 de setembro. Entre as remessas feitas por Mineiro estão recursos destinados ao fundo dos Estados Unidos usado para financiar Dark Horse. Esse fundo, chamado Havengate Development Fund, é administrado por Paulo Calixto, advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Mineiro, porém, disse ter apenas executado as remessas e que não sabia o destino final do dinheiro. Ele desconfiava que seria para um empreendimento imobiliário para brasileiros no Texas, que era a finalidade original do fundo. Essa foi a segunda delação fechada no caso do Banco Master pela PGR. A primeira foi com o ex-dono da gestora de fundos Reag, o empresário João Carlos Mansur. O material também foi encaminhado a Mendonça, mas o ministro não chegou a validar antes de Fachin pedir a remessa do material para o seu gabinete. Segundo pessoas com conhecimento da colaboração, Mansur descreve na proposta a participação da gestora e dos fundos de investimento usados no esquema do Master, assim como a de indivíduos que operavam como laranjas de Vorcaro.
Investigadores avaliam fatiar 'Dark Horse' e só apurar caso de Flávio após concluir suspeitas sobre Vorcaro
Brasília Investigadores que trabalham no inquérito do caso "Dark Horse" analisam a possibilidade de fatiamento das apurações e de uma conclusão célere da parte mais avançada, que trata de suspeitas relacionadas a evasão de divisas por Daniel Vorcaro, do Banco Master. Só depois desta etapa, relatam pessoas que participam das apurações, seria avaliado se há indícios de crimes praticados por Flávio Bolsonaro (PL). Ele é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e, assim como Vorcaro, por evasão de divisas. A avaliação é que o mapeamento do dinheiro que foi enviado aos Estados Unidos a pedido de Flávio e possíveis conexões com o senador dependem de informações que ainda estão em fase inicial de análise. Por outro lado, os investigadores afirmam que já há elementos técnicos que apontam para a prática de evasão de divisas cometida pelo ex-banqueiro, com a remessa ao exterior dos recursos que seriam usados para financiar o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Jim Caviezel em cena de 'Dark Horse', filme sobre Jair Bolsonaro - Reprodução O crime de evasão de divisas consiste na transferência de dinheiro ou ativos para fora do país sem a devida declaração aos órgãos competentes. Caso Flávio Bolsonaro se torne presidente da República, ele terá uma imunidade temporária a respeito do caso, enquanto estiver no cargo. Presidentes não podem ser processados criminalmente por fatos anteriores ao mandato e que não tenham relação com o cargo. A investigação, porém, pode continuar mesmo após a posse, e os prazos de prescrição são suspensos. Se forem encontradas provas de irregularidades, ele pode ser denunciado após deixar a Presidência. A avaliação de integrantes tanto da Polícia Federal quanto da PGR (Procuradoria-Geral da República) a respeito das investigações aponta que o rastreamento do dinheiro que foi enviado aos Estados Unidos é a parte mais difícil das apurações. Uma das razões para isso é que a cooperação com os Estados Unidos já é naturalmente complexa e pode ser dificultada por eventuais entraves políticos do governo Donald Trump. A PF pediu formalmente a cooperação, por meio do Ministério da Justiça, nesta sexta (9). Além disso, a coleta de informações a respeito da localização do dinheiro é mais complexa devido ao sistema bancário americano, que é descentralizado. Investigadores entendem que isso torna mais difícil provar a hipótese investigativa de que o dinheiro foi usado para outro fim que não a produção do filme —como custear as despesas do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio, nos EUA. A apuração desses dados poderia ser facilitada por meio de uma colaboração premiada, mas os acordos firmados até o momento com delatores ligados ao caso Master não dão elementos que avancem sobre o tema. Procurado por meio da assessoria da sua campanha desde as 16h30 de quarta-feira (7), Flávio Bolsonaro não comentou o teor da reportagem. A defesa de Vorcaro também não quis se posicionar. Antes, Flávio negou qualquer irregularidade em relação ao caso e disse que o filme só tem recursos privados. Também já disse que defende "transparência total sobre o assunto" e que "não tem nada de errado em relação ao filme". Como mostrou o site The Intercept Brasil, Flávio negociou diretamente com o ex-banqueiro, Daniel Vorcaro, o repasse de pelo menos US$ 24 milhões (hoje, aproximadamente R$ 122,7 milhões) para a produção do filme. A investigação que relaciona o caso Master a Dark Horse está sob relatoria de André Mendonça no STF (Supremo Tribunal Federal), mas o presidente da corte, Edson Fachin, determinou em setembro a remessa dos procedimentos para o seu gabinete. Desde então, Fachin cobrou informações sobre o andamento dos casos, que têm sido prestadas pela PGR, mas ele ainda não decidiu o que será feito com os inquéritos. Há outra investigação sobre emendas parlamentares que poderiam ter sido desviadas para financiar Dark Horse, sob relatoria do ministro Flávio Dino, mas Flávio Bolsonaro não é investigado neste caso. Esse inquérito tem como principal alvo o deputado Mário Frias (PL-SP). Um dos elementos que ajudaram a fechar o cerco sobre Vorcaro nas suspeitas de evasão de divisas foi a delação de Antônio Carlos Freixo Júnior, o Mineiro, um dos responsáveis por fazer remessas financeiras e conseguir dinheiro vivo para o dono do Master. A colaboração premiada foi validada por Mendonça em 9 de setembro. Entre as remessas feitas por Mineiro estão recursos destinados ao fundo dos Estados Unidos usado para financiar Dark Horse. Esse fundo, chamado Havengate Development Fund, é administrado por Paulo Calixto, advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Mineiro, porém, disse ter apenas executado as remessas e que não sabia o destino final do dinheiro. Ele desconfiava que seria para um empreendimento imobiliário para brasileiros no Texas, que era a finalidade original do fundo. Essa foi a segunda delação fechada no caso do Banco Master pela PGR. A primeira foi com o ex-dono da gestora de fundos Reag, o empresário João Carlos Mansur. O material também foi encaminhado a Mendonça, mas o ministro não chegou a validar antes de Fachin pedir a remessa do material para o seu gabinete. Segundo pessoas com conhecimento da colaboração, Mansur descreve na proposta a participação da gestora e dos fundos de investimento usados no esquema do Master, assim como a de indivíduos que operavam como laranjas de Vorcaro.
Perguntas Frequentes sobre HJCT11
Qual é a cotação de HJCT11 hoje na B3?
Quanto a HJCT11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de HJCT11?
O que significa o P/L e o P/VP de HJCT11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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