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HAAA11 – Cotação Hedge AAA Fundo de Investimento Imobiliario

Fundos Imobiliários

Hedge AAA Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 27445482000140

Preço Atual
R$ 55,99
+0.00%

Resumo Fundamentalista de HAAA11

O ativo HAAA11 (Hedge AAA Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 55,99, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 45,01 e a máxima de R$ 64,94. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Escritórios. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 55,99
Fec. Ant: R$ 55,99
Variação Dia
Min: R$ 55,99
Max: R$ 56,00
52 Semanas
Mín: R$ 45,01
Máx: R$ 64,94
Volume
33
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.86
R$ 65,08
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a HAAA11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Escritórios
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O HEDGE AAA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (HAAA11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
HEDGE INVESTMENTS DTVM LTDA
CNPJ
07253654000176
Telefone
(11) 5412-5400
Endereço
AVENIDA BRIGADEIRO FARIA LIMA, 3600 - 11º ANDAR CJ 112, ITAIM BIBI — SÃO PAULO/SP - CEP 04538-132

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,8800
Pagamento: 31/12/9999
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 14/11/2025

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Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 17/08/2026 - 11:11 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Dados de taxas DI e indicadores financeiros da B3 mostram tesourarias reforçando posições defensivas diante da Selic mantida em 13,75% e da volatilidade cambial. O que aconteceu Taxas DI futuras estressadas: Os contratos de Depósito Interfinanceiro (DI1) de médio e longo prazo negociados na B3 operam em patamares elevados nesta segunda-feira (17), alinhados às projeções do mercado que fixam a Selic em 13,75% até o fim de 2026. Cupom Cambial e liquidez: Os indicadores de Cupom Cambial (DDI) registram volatilidade, refletindo a busca contínua de grandes empresas e instituições por proteção contra a oscilação do dólar futuro. Baliza para a Renda Fixa: A taxa DI Over e o Ibovespa Futuro consolidam-se como as principais referências de precificação para debêntures, títulos do Tesouro Direto e rebalanceamento de fundos institucionais. Sinalização de risco: A movimentação das taxas indicativas da B3 evidencia uma postura de forte cautela dos grandes players do mercado financeiro frente ao cenário fiscal e pré-eleitoral do segundo semestre. O acompanhamento diário dos indicadores financeiros de derivativos da B3 funciona como o painel de bordo da economia real e do mercado de capitais brasileiro. Nesta segunda-feira (17), os dados de negociação dos contratos futuros de juros (DI1) e de câmbio expõem uma estratégia clara adotada por tesourarias corporativas e gestores institucionais: a busca por proteção e a precificação de um custo de capital elevado por um período prolongado. A taxa DI Over — que serve de base para a rentabilidade da maioria dos fundos DI e CDBs do país — segue rodando alinhada à taxa Selic, fixada em 13,75% ao ano. O comportamento dos contratos com vencimento mais longo (2027 e 2028) na curva de juros futuros reflete o impacto dos dados econômicos mais recentes. Com as projeções de inflação do Relatório Focus consolidadas acima da meta central (projetando IPCA de 5,02% para 2026), o mercado de derivativos eliminou apostas de cortes iminentes na taxa básica de juros. Esse estresse no DI futuro eleva diretamente a taxa cobrada para a emissão de dívidas corporativas, tornando o crédito privado mais caro para empresas que planejam captações no mercado doméstico. Outro indicador de relevância crítica disponibilizado na plataforma de Market Data da B3 é o Cupom Cambial (DDI), que representa a taxa de juros em dólares praticada no mercado brasileiro. A dinâmica do cupom reflete o custo que bancos e multinacionais enfrentam para captar moeda estrangeira localmente ou travar operações de exportação e importação. Diante da oscilação do dólar futuro — negociado na faixa de R$ 5,54 nesta manhã —, a demanda por contratos de DDI permanece aquecida como mecanismo de hedge patrimonial. A precificação desses derivativos indica que o mercado busca neutralizar os efeitos da volatilidade externa, intensificada pelas incertezas quanto ao ritmo de ajuste de juros pelo Federal Reserve (Fed) nos Estados Unidos, e do ambiente político nacional. Para empresas alavancadas em moeda forte, monitorar o cupom cambial da B3 é essencial para calcular o custo real de rolagem de dívidas e proteger as margens operacionais contra solavancos cambiais no encerramento do terceiro trimestre de 2026. Guia do Investidor Entender e acompanhar os indicadores de derivativos financeiros da B3 permite ao investidor antecipar movimentos de mercado e proteger o patrimônio pessoal em 2026: Avalie o impacto nos títulos pré e indexados: A alta das taxas na curva de DI futuro eleva os rendimentos oferecidos por papéis como Tesouro Pré-fixado e Tesouro IPCA+. Se você busca alocar no Tesouro Direto, lembre-se de que a compra de títulos pré-fixados em momentos de estresse da curva garante taxas nominais atrativas para carregamento até o vencimento, embora cause volatilidade negativa na marcação a mercado no curto prazo. Atenção aos fundos de Renda Fixa e Crédito Privado: As taxas de juros elevadas no mercado de derivativos impactam a precificação de debêntures e Letras Financeiras. Monitore a liquidez dos fundos de crédito privado da sua carteira e priorize emissores com rating elevado (AAA) para evitar riscos de inadimplência em um cenário de crédito mais caro. Proteção patrimonial contra a volatilidade cambial: Para investidores com despesas em dólares ou carteiras expostas à renda variável internacional, o acompanhamento do dólar futuro e do cupom cambial sinaliza os melhores momentos para realizar aportes em ETFs dolarizados sem pagar prêmios excessivos de volatilidade. Uso de derivativos para cobertura (Hedge): Investidores qualificados podem utilizar minicontratos de dólar (WDO) ou de índice (WIN) negociados na B3 para blindar carteiras de ações contra correções severas do mercado à vista em períodos de instabilidade política. Leia mais Dólar futuro nesta manhã (17): contrato em R$ 5,54 reflete juros e exterior; entenda Ouro nesta manhã (17): cotação opera em US$ 4.400 com juros nos EUA; veja quanto custa a grama B3 nesta manhã (17): Ibovespa cede aos 166 mil pontos com saída de R$ 13,5 bi e nova prévia Abono Salarial PIS/Pasep: é pago hoje (17), valor de até R$ 1.621; veja quem recebe Loterias Caixa hoje (17): confira prêmios, jogos e horários na Mega-Sena, Lotofácil e Quina Simples Híbrido na Reforma Tributária: MPEs têm até setembro para escolher modelo de impostos para 2027 Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

Fundos imobiliários movimentam R$ 3,47 bilhões em nova rodada de negócios com shoppings
Fundos Imobiliários Brasileiros 16/08/2026

Fundos imobiliários movimentam R$ 3,47 bilhões em nova rodada de negócios com shoppings

Os fundos imobiliários ampliaram sua presença no mercado brasileiro de shopping centers com uma sequência de operações que soma cerca de R$ 3,47 bilhões. No centro das negociações está o TRXF11, fundo administrado pela TRX Investimentos, que anunciou quatro acordos desde o início de agosto envolvendo participações em seis shoppings, além de galpões logísticos e um edifício corporativo. O movimento reforça uma estratégia adotada pelas grandes operadoras do setor para reduzir a concentração de capital nos imóveis sem necessariamente deixar a administração dos empreendimentos. As companhias vendem participações minoritárias, levantam recursos e permanecem à frente da operação, enquanto os fundos passam a dividir as receitas geradas pelos ativos. A negociação mais recente envolve a Multiplan, que acertou a venda de 9,33% do ParkShopping Barigüi, em Curitiba, por R$ 250 milhões ao TRXF11. O acordo foi estruturado como compromisso de compra e venda e ainda depende do cumprimento das condições previstas entre as partes. Iguatemi negocia R$ 876,1 milhões em participações Outra operação relevante envolve cinco empreendimentos da Iguatemi. O TRXF11 negocia a aquisição de 36% do Iguatemi Alphaville, em Barueri; 36% do I Fashion Outlet, em Novo Hamburgo; 35,55% do Praia de Belas, em Porto Alegre; e 10% do Iguatemi Ribeirão Preto e do Iguatemi São José do Rio Preto. O conjunto das participações foi avaliado em R$ 876,1 milhões. Do valor previsto no fechamento, R$ 350,5 milhões poderão ser compensados por créditos relacionados à subscrição de cotas do próprio fundo pelos vendedores. O restante será dividido em duas parcelas corrigidas pela Taxa DI. A conclusão ainda depende de etapas como auditorias, documentos definitivos e aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Caso o negócio seja concluído, a Iguatemi ficará com 15% do Iguatemi Alphaville e 15% do I Fashion Outlet Novo Hamburgo, mas continuará responsável pela administração e operação dos dois empreendimentos. Maior negócio chega a R$ 2,13 bilhões A maior das quatro operações anunciadas pelo TRXF11, entretanto, está fora do segmento de shopping centers. O fundo negocia aproximadamente R$ 2,13 bilhões por participações em dois veículos administrados pela Cy.Capital, plataforma imobiliária do Grupo Cyrela. Os ativos incluem quatro galpões logísticos e um edifício corporativo. Em outra transação, o fundo acertou a aquisição de 70% de um galpão em Jaboatão dos Guararapes, em Pernambuco, por R$ 210 milhões. O imóvel possui contrato de locação válido até fevereiro de 2030. Para financiar parte da estratégia, o TRXF11 anunciou sua 13ª emissão de cotas, no valor de R$ 5 bilhões, com lote adicional que pode elevar significativamente o montante captado. Apesar do volume anunciado, os cerca de R$ 3,47 bilhões ainda não representam negócios concluídos. Três das quatro transações foram estruturadas inicialmente por meio de memorandos de entendimento, enquanto a negociação com a Multiplan é um compromisso de compra e venda. Fundos ganham espaço nos portfólios A aproximação entre fundos imobiliários e administradoras de shoppings não se limita ao TRXF11. Em março, o XP Malls concluiu a compra de participações em cinco centros comerciais por R$ 608,67 milhões. Quatro desses empreendimentos também fazem parte da negociação mais recente envolvendo o fundo da TRX. Na operação do XP Malls, R$ 308,6 milhões foram liquidados por meio da subscrição de cotas do próprio fundo pelos vendedores. Em outra transação do mercado, o Hedge Brasil Shopping assinou memorando para adquirir 20% do ParkShopping São Caetano por R$ 237 milhões, com pagamento integral em dinheiro. A estrutura permite às operadoras transformar participações imobiliárias em recursos para novos investimentos e, ao mesmo tempo, preservar a gestão dos empreendimentos. Para os fundos, representa acesso a ativos consolidados e às receitas de aluguel produzidas pelos centros comerciais. Ativos premium ficam fora das vendas As negociações também revelam uma seleção dos ativos que as empresas estão dispostas a dividir com novos investidores. Os principais shoppings dos portfólios de Iguatemi e Multiplan ficaram fora das transações. Segundo classificação do GS LatAm Property Compass, do Goldman Sachs, citada pela Bloomberg Línea, os cinco empreendimentos da Iguatemi envolvidos na negociação com o TRXF11 estavam na categoria B de uma escala entre AAA e C. O ParkShopping Barigüi aparece na categoria A. Nenhum dos quatro empreendimentos classificados como AAA entrou nos negócios: Iguatemi São Paulo e JK Iguatemi, da Iguatemi, e BarraShopping e MorumbiShopping, da Multiplan. A ocupação dos cinco ativos da Iguatemi negociados varia de 85,7% a 97,8%. No Iguatemi São José do Rio Preto, a vacância passou de 10,4% em 2024 para 14,3% em 2026, enquanto o Iguatemi Alphaville apresenta a maior ocupação entre os cinco. A sequência de operações sinaliza uma mudança na estrutura de capital do setor. Em vez de concentrar integralmente a propriedade dos imóveis, grandes administradoras passam a compartilhar participações com fundos, preservando a gestão e liberando recursos para expansão e novos projetos. Para o mercado de FIIs, o movimento amplia a oferta de participações em empreendimentos já estabelecidos e aproxima ainda mais o capital financeiro dos grandes portfólios de shopping centers do país.

Do Tesouro Direto para outros investimentos? Veja onde reinvestir o Tesouro IPCA+ 2026 para ter renda passiva
Fundos Imobiliários Brasileiros 15/08/2026

Do Tesouro Direto para outros investimentos? Veja onde reinvestir o Tesouro IPCA+ 2026 para ter renda passiva

O Tesouro Nacional vai desembolsar cerca de R$ 260 bilhões na segunda-feira (17) para pagar os investidores do Tesouro IPCA+ 2026, o título principal e o com juros semestrais. Para milhares de investidores, é o fim da linha com esse papel. Entretanto, se o objetivo é construir patrimônio, a missão continua. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A possibilidade de reinvestir em títulos do Tesouro Direto é a mais óbvia. No entanto, os analistas da Empiricus Research sugerem uma outra estratégia para esse dinheiro: renda passiva. E há diversas formas de diversificar esses aportes: renda fixa com pagamentos semestrais, fundo imobiliário e de infraestrutura com dividendos mensais, ação "vaca leiteira" e uma ação internacional para uma pequena parcela de renda em dólar. Essa é a seleção de ativos da Empiricus para reinvestir o valor que será pago à pessoa física pelo título do Tesouro Direto. Em relatório, eles afirmam que as opções contemplam diferentes perfis: do conservador ao sofisticado. Não é necessário aplicar em todas as sugestões. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "A ideia não é encontrar um substituto perfeito para o título que venceu, mas mostrar onde enxergamos boas relações entre risco e retorno para colocar esse dinheiro novamente para trabalhar", diz o texto. Leia Também A nova jornada do dinheiro Se para você quando o dinheiro cai na conta significa missão cumprida, você não está sozinho. Muitos investidores veem o vencimento de um título de renda fixa como o ponto final daquela aplicação. No caso de um dinheiro carimbado para uma viagem, a compra de um bem ou outros motivos, de fato, é o fim do rendimento. Porém, se o objetivo é construir ou preservar patrimônio, a jornada continua. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os analistas da Empiricus afirmam que este momento do vencimento é tão importante quando o da decisão da aplicação inicial. Afinal, a pergunta é a mesma: o que fazer com esse dinheiro agora? O reinvestimento é importante para que os rendimentos se somem ao valor que foi aplicado lá atrás é produzam ainda mais rendimento. É o efeito "bola de neve" dos juros compostos. "Quanto mais tempo essa engrenagem permanece funcionando, maior tende a ser a diferença", diz a Empiricus. E, aqui, os analistas estão falando da estratégia principal de reinvestir o dinheiro do vencimento do título do Tesouro Direto, mas também faz a diferença ao reinvestir a renda e os dividendos recebidos com os ativos escolhidos para a aplicação. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Pode parecer pouco relevante no curto prazo, mas cobra seu preço quando pensamos em horizontes de dez, vinte ou trinta anos." Reinvestindo fora do Tesouro Direto Renda fixa: debênture Equatorial Goiás (CGOSA2) A Equatorial Energia é um dos principais grupos privados do setor de energia brasileiro, com atuação em distribuição, transmissão e geração renovável, além de saneamento. A subsidiária de Goiás, antiga CELG-D, foi adquirida em 2022 e trabalha para 237 municípios, somando 7 milhões de habitantes no estado. A debênture CGOSA2 vence em janeiro de 2038 e faz pagamentos semestrais de juros. Na sexta-feira (14), a taxa indicativa no mercado secundário das plataformas era de IPCA+ 8,10%. A Equatorial é uma empresa com rating AAA pela S&P Global e AA+ pela Fitch. A subsidiária de Goiás tem rating AAA pela S&P. FII: Kinea Hedge Fund (KNHF11) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O KNHF11 é um fundo imobiliário multiestratégia, com foco em gerar renda investindo em CRIs, FIIs, imóveis e ações do setor. Neste momento, o fundo está mais concentrado em ativos de crédito, o que favorece o pagamento de dividendos. O fundo tem R$ 1,95 bilhão de patrimônio líquido e negocia na bolsa com um valor de cota menor do que o do seu patrimônio, o que configura um "desconto" de preço de cerca de 8,5%. Até agosto, o dividend yield do KNHF11 era de 13,41% em 12 meses. FI-Infra: BTG Dívida Infra (BCDI11) O BCDI11 é um fundo de crédito incentivado (com isenção de IR) listado em bolsa. Ele investe em debêntures isentas, que são títulos de renda fixa indexados à inflação para proteger o patrimônio do investidor. Entretanto, o FI-Infra tem como benchmark o CDI, o que torna ele um ativo menos volátil, focado no investidor conservador. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os FI-Infra pagam dividendos mensais e tem isenção de IR sobre a rentabilidade e o ganho de capital com a cota. O BCDI11 é um fundo recém-listado, com um dividend yield próximo de 14,3%. Ele também está negociando com "desconto" na cota. Ações: Axia (AXIA3) A Axia Energia (Ex-Eletrobras) é uma empresa tradicional do mercado de energia, muita ativa nos setores de geração e transmissão. Atualmente, a companhia está focada na eficiência operacional e em diminuir seu endividamento após o processo de privatização. Analistas esperam a otimização da operação nos próximos anos. Com isso, há uma expectativa de valorização do preço das ações e de elevação nos pagamentos de dividendos. A projeção do Itapu BBA é de que a Axia pode distribuir até R$ 20 bilhões por ano entre 2027 e 2030, o que equivale a um dividend yield médio de cerca de 13%. Internacional: Nvidia (NVDA/NVDC34) CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Por fim, a última recomendação é a ação da Nvidia, que pode ser adquirida em contas internacionais, direto na bolsa norte-americana (NVDA) ou via B3, por meio de recibos de ações (BDR/ NVDC34 ). A empresa tem uma posição central no fornecimento de infraestrutura que sustenta o desenvolvimento da inteligência artificial (IA). Seu valor de mercado já chegou a US$ 5,25 trilhões e, atualmente, é a companhia de capital aberto mais valiosa do mundo. Diferentemente das recomendações anteriores, a Nvidia não representa uma tese de renda passiva. A empresa paga dividendos, mas é um valor pequeno, quase significativo. A alocação nessa ação está mais relacionada a diversificação em moeda estrangeira (dólar) e na principal tese da atualidade, que é a IA. Em quais ativos investir? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A recomendação dos analistas da Empiricus não é investir em todos os ativos, necessariamente. A ideia é que cada investidor se exponha dentro do que o seu perfil de investimento permite. As alocações vão ficando mais arriscadas e sofisticadas progressivamente: da renda fixa à ação internacional. Teses mais conservadoras, centradas em títulos públicos, você encontra aqui. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Perguntas Frequentes sobre HAAA11

Qual é a cotação de HAAA11 hoje na B3?
A cotação de HAAA11 hoje está em R$ 55,99. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 55,99 e máxima de R$ 56,00.
Quanto a HAAA11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de HAAA11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de HAAA11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de HAAA11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.