FPAB11 Fundo De Investimento Imobiliario Projeto Agua Branca – Cotação Hoje
Fundo De Investimento Imobiliario Projeto Agua Branca
CNPJ: 03251720000118
Resumo Fundamentalista de FPAB11
O ativo FPAB11 (Fundo De Investimento Imobiliario Projeto Agua Branca) está sendo negociado hoje a R$ 197,98, acumulando uma variação de +0.01% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 190,00 e a máxima de R$ 239,94. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Escritórios. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a FPAB11
O FII PROJ AGUA BRANCA (FPAB11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Definida.
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Hui Ka Yan se declarou culpado em abril de múltiplas acusações, incluindo fraude e uso indevido de fundos, encerrando uma queda dramática Quem é o fundador da Evergrande condenado à prisão perpétua na China O fundador do gigante imobiliário em dificuldades Evergrande e ex-um dos homens mais ricos da China foi condenado à prisão perpétua na quinta-feira, de acordo com a mídia estatal, o mais recente capítulo de ignomínia para um símbolo outrora representativo do boom econômico do país. Hui Ka Yan se declarou culpado em abril de múltiplas acusações relacionadas ao seu período como presidente da maior incorporadora imobiliária da China, incluindo fraude e uso indevido de fundos. Isso completa uma queda dramática para Hui — também conhecido como Xu Jiayin —, que emergiu de origens humildes durante uma era política turbulenta para alcançar os mais altos níveis de influência e riqueza. O Evergrande Group de Hui está sobrecarregado por dívidas desde 2021, com US$ 300 bilhões em passivos. Sua crise — junto com as de outros gigantes do setor imobiliário — está no centro de um abalo mais amplo no mercado imobiliário chinês, que tem testado a segunda maior economia do mundo e ameaçado desencadear um efeito de contágio global. Além da prisão perpétua, Hui também foi obrigado a confiscar seus bens pessoais e teve todos os seus direitos políticos cassados, informou a agência de notícias oficial chinesa Xinhua, citando um veredicto proferido por um tribunal na metrópole sulista de Shenzhen. O Evergrande Group foi multado em 8,82 bilhões de yuans (US$ 1,23 bilhão), e a Evergrande Real Estate foi multada em 7 bilhões de yuans, informou a agência — algumas das maiores multas criminais corporativas já aplicadas pelo governo chinês. Hui e o Evergrande Group foram considerados culpados de diversas acusações, incluindo fraude financeira; inflação de ativos e ocultação de passivos; captação ilegal de depósitos públicos; fraude em captação de recursos; e divulgação ilegal de informações importantes. As sentenças marcam um momento-chave na contínua crise imobiliária da China, que abalou a confiança dos consumidores no país — e causou dor de cabeça para um governo que fundamenta sua legitimidade na prosperidade crescente. "A conduta criminosa do China Evergrande Group, da Evergrande Real Estate e de Hui Ka Yan perturbou gravemente a ordem da economia de mercado socialista, violou os direitos de propriedade pública e privada e comprometeu a integridade dos funcionários públicos no exercício de suas funções", dizia o veredicto. A história de Hui é um clássico conto de ascensão da pobreza à riqueza. Nascido no final da década de 1950 em uma pequena aldeia na província de Henan, no centro da China, ele foi criado pela avó paterna. Após concluir o ensino médio em 1975, trabalhou em uma fazenda e como segurança. Passou no exame de admissão à faculdade na segunda tentativa, em 1978, e estudou metalurgia no Instituto de Ferro e Aço de Wuhan, dependendo de bolsas de estudo e auxílios financeiros para custear seus estudos. Iniciou sua vida profissional em uma usina siderúrgica. Mas em 1992, com 20.000 yuans (ou menos de US$ 3.000) em economias, partiu para a cidade em expansão de Shenzhen, na fronteira com a então colônia britânica de Hong Kong, para realizar seus sonhos no mercado imobiliário. Dois anos depois, executou seu primeiro projeto em Guangzhou, também na província de Guangdong. Em 1996, fundou a empresa que o projetaria à relevância nacional e a riquezas inimagináveis. Ao longo das duas décadas seguintes, a Evergrande construiu muitas das residências, edifícios comerciais e estruturas urbanas que impulsionaram o crescimento econômico miraculoso da China. Em seu auge, contava com cerca de 200.000 funcionários, arrecadava mais de US$ 110 bilhões em vendas e possuía mais de 1.300 empreendimentos em mais de 280 cidades. Financiou um clube de futebol, o Guangzhou Evergrande, que se tornou campeão da China e da Ásia. O setor imobiliário e as indústrias relacionadas chegaram a representar até 30% do PIB da China. Analistas há muito temiam que um colapso da Evergrande pudesse desencadear riscos mais amplos para o mercado imobiliário chinês, prejudicando proprietários de imóveis e o sistema financeiro global em geral. Durante os anos de boom imobiliário na China, muitas incorporadoras, incluindo a Evergrande, acumularam enormes dívidas para construir moradias, alimentando a demanda à medida que o país enriquecia. Um excesso de oferta de habitações acabou levando ao surgimento de distritos fantasmas inteiros e projetos abandonados em muitos lugares. No ano passado, as vendas de imóveis novos na China caíram ao menor valor desde 2014, de acordo com estatísticas oficiais, totalizando apenas 7,3 trilhões de yuans (US$ 1,06 trilhão), em comparação com 16,2 trilhões de yuans (US$ 2,3 trilhões) em 2021, no auge do boom. Pequim adotou diversas medidas ao longo dos últimos anos para estabilizar o mercado imobiliário; no entanto, não há fim à vista para a crise.
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XPML11 anuncia dividendos e mantém carteira em expansão
Fundo imobiliário combina distribuição de rendimentos com gestão ativa e portfólio diversificado O fundo imobiliário XPML11 anunciou a distribuição de R$ 0,92 por cota em dividendos, com pagamento previsto para 25 de agosto de 2026. Terão direito aos proventos os investidores que mantiveram posição no fundo até 18 de agosto, data-base da distribuição. Considerando a cotação de fechamento de julho, de R$ 104,78, o rendimento anunciado representa um dividend yield de aproximadamente 0,88%. Os proventos têm julho de 2026 como período de referência e são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidas as condições previstas na legislação. O relatório gerencial de julho, com dados operacionais referentes a junho, mostra que o XPML11 possui um portfólio formado por 26 shopping centers. Os empreendimentos somam cerca de 1,14 milhão de metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) e mais de 5,2 mil lojas. A ABL própria do fundo corresponde a aproximadamente 274 mil metros quadrados. A carteira permanece concentrada na região Sudeste, que responde por 72% da ABL. O Nordeste representa 16%, enquanto Sul e Norte correspondem a 9% e 3%, respectivamente. Entre os administradores, a SYN concentra 21% da ABL, seguida por Allos, com 17%, Iguatemi, com 16%, JHSF, com 10%, e Alqia, com 8%. Em junho, a vacância da carteira estava em 4,9%. Publicidade Publicidade Gestão ativa orienta novas movimentações do fundo A estratégia do XPML11 segue baseada na gestão ativa dos empreendimentos, com foco na otimização do mix de operações, no relacionamento com lojistas e na disciplina na alocação de capital. Na composição por classe de ativo, os imóveis representavam 94,7% da carteira. O caixa correspondia a 3,2%, enquanto as cotas de outros fundos imobiliários representavam 1,5%. O portfólio também contava com 0,6% alocado em um CRI conversível. Um dos empreendimentos destacados no relatório foi o Shopping Cidade São Paulo, localizado na Avenida Paulista e no qual o XPML11 possui participação de 40%. O shopping reúne cerca de 17 mil metros quadrados de ABL, 150 lojas e aproximadamente 12 milhões de visitantes por ano. O fundo destacou investimentos recentes em gastronomia, áreas de convivência e experiências, além da utilização do empreendimento como plataforma de mídia e conexão entre consumidores e marcas. No histórico mais recente de movimentações, março de 2026 foi marcado pela aquisição de participações no Shopping Pátio Higienópolis, Iguatemi Alphaville, Iguatemi Ribeirão Preto, Iguatemi Rio Preto e Praia de Belas. Em maio, o fundo vendeu uma participação de 30% no Shops Jardins. O XPML11 ainda possui compromissos financeiros relacionados a aquisições já realizadas. Entre os pagamentos previstos estão R$ 40,1 milhões referentes ao Portfólio Capitânia, com vencimento em outubro de 2026. Para 2027, estão programadas parcelas relacionadas aos portfólios Allos e Iguatemi, ao Pátio Higienópolis e novamente ao Portfólio Capitânia. Segundo a gestão, essas operações fazem parte da estratégia de ampliar a diversificação e elevar a qualidade do portfólio do fundo.
Perguntas Frequentes sobre FPAB11
Qual é a cotação de FPAB11 hoje na B3?
Quanto a FPAB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de FPAB11?
O que significa o P/L e o P/VP de FPAB11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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