FAMB11 Fundo de Investimento Imobiliario Edificio Almirante Barroso Cotas – Cotação Hoje
Fundo de Investimento Imobiliario Edificio Almirante Barroso Cotas
CNPJ: 05562312000102
Resumo Fundamentalista de FAMB11
O ativo FAMB11 (Fundo de Investimento Imobiliario Edificio Almirante Barroso Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 675,22, acumulando uma variação de +0.58% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 670,00 e a máxima de R$ 1.500,00. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Residencial. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a FAMB11
O FII EDIFÍCIO ALMIRANTE BARROSO (FAMB11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Definida.
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CVM marca julgamento de processo que envolve Banco Master e Daniel Vorcaro
Redação RedeTV! Sessão presencial foi agendada para o dia 8 de setembro, às 15h, no Rio de Janeiro Foto: Divulgação/Banco Master A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) marcou para o dia 8 de setembro o julgamento do processo administrativo que apura supostas fraudes no mercado de capitais. A sessão presencial será realizada às 15h, no Rio de Janeiro, sob a relatoria do diretor João Accioly. Entre os acusados no processo estão a instituição financeira Banco Master, atualmente em liquidação extrajudicial, e o banqueiro Daniel Vorcaro. A pauta da autarquia também inclui familiares do executivo, como o pai Henrique Moura Vorcaro e o primo Felipe Cançado Vorcaro, além de empresas ligadas ao grupo. A entidade reguladora do mercado informou os detalhes do caso. "Apurar irregularidades atreladas à 3ª emissão de cotas do Brazil Realty FII, sob a alegação de operação fraudulenta no mercado de capitais, cumulada com violação de deveres fiduciários e informacionais e prática de embaraço à fiscalização" Segundo a acusação, algumas companhias receberam cotas do fundo imobiliário em troca de terrenos, ações e participações societárias avaliados acima do valor real. O colegiado vai analisar suspeitas de operação fraudulenta, violação de deveres fiduciários e de prestação de informações, além de embaraço à fiscalização. Os investigados e seus advogados foram notificados sobre a possibilidade de participar do julgamento e realizar sustentação oral, presencialmente ou por videoconferência. Caso sejam responsabilizados, os envolvidos podem sofrer sanções administrativas, multas e inabilitação para exercer cargos no setor financeiro. O escândalo do grupo financeiro começou a ganhar dimensão em 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação da empresa e o empresário se tornou alvo de apurações sobre fraude. Em março, a Polícia Federal prendeu o investigado na Operação Compliance Zero sob suspeita de gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, corrupção e manipulação de mercado. Fique informado com a RedeTV! - Clique aqui para entrar no nosso canal de notícias no WhatsApp - Clique aqui para acessar o Notícias RedeTV! no Youtube - Assista AO VIVO à programação da RedeTV!
Grupo PGA capta R$ 25 milhões pelo Regime Fácil da B3
São Paulo (SP) – O Grupo PGA realizou, nesta terça-feira (18), um toque de campainha na sede da B3, para marcar sua estreia no mercado de capitais. Sediada em Ipojuca (PE) e responsável pela construção e operação de empreendimentos hoteleiros no Nordeste, companhia captou R$ 25 milhões por meio da emissão de notas comerciais, utilizando as novas regras do Regime Fácil. A operação contou com assessoria do Itaú Empresas na definição estratégica e na estruturação. Em vigor desde 16 de março de 2026, o Regime Fácil foi criado para ampliar o acesso de companhias de menor porte ao mercado de capitais e diversificar as alternativas de financiamento. O modelo é destinado a empresas com faturamento bruto anual inferior a R$ 500 milhões e estabelece procedimentos simplificados para reduzir as barreiras de entrada nesse mercado. As notas comerciais utilizadas na operação são títulos de crédito por meio dos quais empresas captam recursos junto a investidores, incluindo pessoas físicas e jurídicas, fundos de investimento e instituições financeiras. Segundo o Grupo PGA, a operação representa uma nova possibilidade de acesso a capital para a companhia e amplia o espectro de credores com os quais poderá trabalhar. Durante a cerimônia, Eduardo Malheiros, diretor do Grupo PGA, afirmou que a operação representa uma mudança na estratégia de financiamento da empresa. “Hoje não estamos celebrando apenas uma operação financeira. Estamos abrindo uma nova avenida para o crescimento da nossa empresa. Estamos aproximando bons projetos do capital necessário para realizá-los”, declara. No discurso, Malheiros também associou a entrada no mercado de capitais à trajetória de expansão do grupo e às parcerias construídas ao longo dos anos. Ao falar sobre a relação com a Marriott International, destacou o acesso a conhecimento, distribuição e marcas da companhia, além da identificação com o princípio de colocar as pessoas em primeiro lugar. “Hotel não é apenas um hotel. Hotel é um emprego que é gerado, cria oportunidades, movimenta fornecedores, desenvolve pessoas e transforma a região aonde ele está inserido”, pontua. Segundo o executivo, a expansão da atividade hoteleira deve ser acompanhada pelo desenvolvimento das pessoas envolvidas nos empreendimentos e das comunidades no entorno. Parceria com a Marriott A presença de executivos da Marriott International no evento também evidenciou a estratégia de expansão conjunta com o Grupo PGA. Paulo Manso, vice-presidente de desenvolvimento de negócios Brasil da Marriott International, afirmou que a empresa considera a família Malheiros e o Grupo PGA um de seus principais parceiros no país. Segundo Manso, a Marriott tem como um dos pilares de sua estratégia global a expansão de sua presença no Brasil. “Ter parceiros importantes como a família Malheiros, PGA, e trazer toda a força da Marriott, mais do que nunca, acreditamos realmente nesse novo momento da Marriott”, comentou durante a coletiva. O executivo também antecipou que a companhia avalia novos negócios no país em conjunto com o grupo pernambucano, embora não tenha detalhado eventuais novas marcas ou projetos. Atualmente, entre os empreendimentos mencionados estão o The Westin Porto de Galinhas e o projeto do The Westin João Pessoa, cuja construção já está em andamento. O relacionamento entre as empresas também inclui a operação de hotéis da marca City Express. Manso destaca ainda que a parceria não se limita ao desenvolvimento imobiliário, mas envolve a permanência dos investidores na operação hoteleira. “É muito importante para o hotel que nós tenhamos um investidor também que fique no negócio, que continue operando”, ressalta. Para o executivo, a movimentação representa uma mudança no perfil do investidor brasileiro, que estaria mais especializado e interessado na continuidade dos negócios hoteleiros. Investimentos e novos projetos Malheiros reforça que o grupo trabalha continuamente na renovação de seus empreendimentos e citou investimentos previstos para o The Westin Porto de Galinhas. Segundo o executivo, o hotel deverá inaugurar em setembro um rooftop, além de um Club Lounge da Westin voltado aos hóspedes elegíveis ao programa de fidelidade da Marriott e um novo restaurante. O investimento mencionado para as intervenções é superior a R$ 30 milhões. Malheiros também afirmou que o grupo trabalha com tecnologias de inteligência artificial aplicadas à operação hoteleira e mantém um departamento dedicado ao tema. “Acho que hotelaria é isso, é dinâmica. Você não pode ter nenhum momento que você fique parado no tempo e espere a coisa acontecer. Hotelaria é se renovar todo dia, é trazer novidades, é trazer mais tecnologia”, sintetiza. Ana Helena Malheiros, diretora do The Westin Porto de Galinhas, também destacou a relação com a Marriott e a troca de experiências proporcionada pela parceria. Segundo ela, a operação é pautada pela construção de conexões e pelo aprendizado diário. “Eu acredito nessa conexão, eu acredito na verdade, eu acredito que a gente está ouvindo verdadeiramente as histórias. É sempre uma troca, diariamente é uma troca”, afirma. A executiva também comenta a ampliação dos mercados trabalhados pelo hotel, com destaque para o público europeu. Portugal, segundo Ana Helena, ganhou importância na estratégia comercial, enquanto a conectividade aérea contribui para a chegada de estrangeiros a Pernambuco. “Temos ampliado bastante o mercado europeu, ainda mais com o novo voo de Recife para a Europa”, ressalta. Operação financeira A operação financeira celebrada na B3, de acordo com Malheiros, amplia a capacidade do grupo de aproximar projetos de novas fontes de capital. “A emissão é um marco na trajetória da companhia e os recursos fortalecem nossa capacidade de investir em novos projetos e expandir as operações”, pontua. Para Flavia Mouta, diretora de Listagem e Relacionamento da B3, o Regime Fácil cria uma alternativa para empresas em processo de expansão acessarem o mercado de capitais. “A emissão de títulos de dívida corporativa por meio do Regime Fácil se destaca como uma alternativa ágil e estratégica para empresas que buscam financiamento no mercado de capitais”, comenta. Já Gabriela Denadai, diretora do Itaú Empresas, destaca que a preparação para a entrada no mercado de capitais envolve, além da captação, processos de governança e alinhamento da operação à estratégia de crescimento da companhia. A B3 disponibilizou, ainda, um guia sobre o Regime Fácil, com informações sobre as regras, modalidades de oferta e etapas para a listagem das empresas.
CVM marca julgamento de processo que envolve Banco Master e Daniel Vorcaro
São Paulo A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) marcou para o dia 8 de setembro o julgamento do processo que apura supostas fraudes relacionadas ao mercado de capitais envolvendo o Banco Master, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e outros integrantes de sua família envolvidos no processo. Segundo ata divulgada pela Comissão, a sessão acontecerá às 15h, no Rio de Janeiro. O diretor da autarquia, João Accioly, será o relator do julgamento. De acordo com a CVM, o julgamento vai analisar problemas ocorridos na terceira emissão de cotas do fundo imobiliário Brazil Realty FII, e as suspeitas incluem operação fraudulenta no mercado de capitais, violação de deveres fiduciários e informacionais e prática de embaraço à fiscalização. O ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, discursa sentado segurando um microfone durante o Seminário Brasil Hoje - Rubens Cavallari/- 11.mar.24/ Folhapress Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez em novembro de 2025 pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero. O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central no mesmo dia. O ex-banqueiro é apontado pelas investigações por integrar um esquema de fraude financeira, corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução das investigações envolvendo operações com carteiras de crédito falsas. No final do mesmo mês, porém, Vorcaro foi solto mediante o uso de tornozeleira eletrônica. Em março deste ano, Vorcaro foi preso novamente, sob suspeita de manter milícia privada para coagir e ameaçar seus desafetos. A defesa de Vorcaro afirmou na ocasião que o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início, e jamais tentou obstruir o trabalho das autoridades ou da Justiça. A defesa negou as alegações atribuídas ao dono do Master e disse confiar que o esclarecimento completo dos fatos demonstrará a regularidade de sua conduta. Além de Daniel Vorcaro, outros familiares do ex-banqueiro também serão julgados, como Henrique Moura Vorcaro, pai do ex-banqueiro apontado como participante ativo da rede de movimentações financeiras do banco, que foi preso pela PF em maio deste ano. Ele integrava empresas que, segundo as investigações, teriam sido usadas para ocultar patrimônio do esquema. A defesa de Henrique afirmou na ocasião da prisão que a decisão "se baseia em fatos cuja comprovação da respectiva licitude e o lastro de racionalidade econômica ainda não estão no processo". Ele diz que a defesa provará essa licitude. Outro familiar que será julgado pela CVM é Felipe Cançado Vorcaro, primo do banqueiro, que também foi preso em maio e, segundo investigação, estaria envolvido em operações envolvendo a venda de ações do Banco Master. A defesa de Felipe Vorcaro afirmou na ocasião refutar a afirmação de que seria operador financeiro do Banco Master, de Daniel Vorcaro ou de outras pessoas ligadas à instituição financeira. Segundo a CVM, os acusados e seus advogados poderão participar da sessão para sustentação oral de forma presencial ou por videoconferência.
Perguntas Frequentes sobre FAMB11
Qual é a cotação de FAMB11 hoje na B3?
Quanto a FAMB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de FAMB11?
O que significa o P/L e o P/VP de FAMB11?
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