DPRO11 – Cotação Devant Properties Fundo de Investimento Imobiliario
Fundos ImobiliáriosDevant Properties Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 42922127000108
Resumo Fundamentalista de DPRO11
O ativo DPRO11 (Devant Properties Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 4,99, acumulando uma variação de -5.49% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 4,84 e a máxima de R$ 7,12. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores de Valuation
Sobre a DPRO11
O DEVANT PROPERTIES FII (DPRO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.
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Efeito Casas Bahia: Fundo imobiliário despenca e Allos (ALOS3) entra no radar após RJ; veja a avaliação dos analistas – Money Times
(Imagem: Casas Bahia/Divulgação) O pedido de recuperação judicial da Casas Bahia (BHIA3) adicionou uma nova camada de preocupação para investidores do mercado imobiliário. Embora os holofotes estejam voltados para credores, fornecedores e acionistas da varejista, alguns fundos imobiliários também aparecem no radar devido à exposição à companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre os casos mais emblemáticos está o HSI Logística (HSLG11). Segundo relatório recente da Empiricus Research, a Casas Bahia responde por cerca de 30,9% da receita contratada do fundo, tornando-se o principal locatário e o maior risco de crédito da carteira. Apesar de o fundo seguir com vacância física zerada, inadimplência líquida de 0% e distribuição mensal de R$ 0,75 por cota, a concentração na varejista levou a Empiricus a adotar uma postura cautelosa em relação ao ativo. “O principal ponto de atenção está na concentração de receita no Grupo Casas Bahia, responsável por aproximadamente 31% da receita do FII”, destacam os analistas Caio Araujo e João Henrique Gambier no relatório. Na avaliação da casa, o risco existe, mas não necessariamente significa uma deterioração estrutural da operação. Isso porque os imóveis ocupados pela Casas Bahia estão localizados próximos a grandes centros consumidores e inseridos em regiões com demanda logística consolidada, fator que pode facilitar uma eventual substituição da locatária ou a absorção dos espaços por novos inquilinos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE A própria gestão do fundo trabalha para reduzir essa dependência. Segundo a Empiricus, novas sublocações em imóveis localizados em Contagem (MG) e São José dos Pinhais (PR) poderiam reduzir a participação da Casas Bahia na receita do fundo de cerca de 31% para próximo de 19%. Ainda assim, o cenário foi suficiente para que a casa mantivesse uma recomendação conservadora para o ativo. “Apesar de enxergarmos o fundo como descontado, a elevada exposição da receita ao Grupo Casas Bahia reduz a atratividade da tese neste momento”, afirmam os analistas. Nesta segunda-feira (17), após a notícia do pedido de RJ, o FII chegou a recuar mais de 5% no bolsa brasileira. No pregão de hoje, a queda continua e já chega a quase 10%. E os shoppings? Se nos fundos logísticos a preocupação está relacionada à dependência de receita, nos shopping centers o mercado vê um risco bem mais limitado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em relatório divulgado após a notícia da recuperação judicial, o Citi afirmou que a exposição das empresas listadas do setor à Casas Bahia é relativamente pequena. Utilizando sua base proprietária de dados sobre locatários, o banco identificou lojas da varejista em 19 shoppings da Allos (ALOS3), tornando a companhia a mais exposta entre as administradoras cobertas pelo banco. Já Iguatemi (IGTI11) e Multiplan (MULT3) aparecem com apenas uma unidade da Casas Bahia cada, localizadas no Shopping Esplanada e no ParkJacarepaguá, respectivamente. Apesar disso, a avaliação dos analistas é que o impacto para o setor deve ser marginal. “Embora a Allos tenha uma exposição um pouco maior devido à sua ampla presença regional, vemos risco desprezível para Iguatemi e Multiplan. Portanto, a recuperação judicial da Casas Bahia deve ter apenas um impacto marginal nos níveis de ocupação e na receita de aluguel do setor”, escreveu o Citi. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em nota enviada ao Money Times, a Allos afirmou que a exposição atual à varejista já é menor do que parte do mercado imagina. “A Allos esclarece que 16 lojas foram fechadas pelo Grupo Casas Bahia, mas outras 14 permanecem funcionando normalmente. Em momentos como esse, a companhia tem a oportunidade de trazer outras parcerias e novidades para os consumidores, reforçando seu compromisso em oferecer o melhor mix de lojas, serviços e entretenimento”, disse a companhia. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
FII HSLG11 despenca 9% e aprofunda tombo após recuperação judicial da Casas Bahia
Publicidade O fundo imobiliário HSLG11 (HSI Logística) volta a cair forte nesta terça-feira (18), ainda sob pressão das preocupações do mercado com os possíveis impactos da recuperação judicial da Casas Bahia sobre os fundos imobiliários expostos à varejista. Por volta das 11h30, a cota recuava 9,14%, a R$ 72,51. A queda ocorre um dia depois de o fundo já ter recuado 4,69%, encerrando a sessão de segunda-feira (17) a R$ 79,52. Em 20 de julho, a cota do fundo chegou a ser negociada a R$ 91,84, segundo dados da Status Invest. Considerando o preço de R$ 72,51 observado nesta terça, o HSLG11 acumula uma desvalorização de aproximadamente 21% desde aquele patamar — uma diferença de mais de R$ 19 por cota. A principal preocupação dos investidores está relacionada à concentração da receita do HSLG11 em contratos ligados à Casas Bahia. Dados apresentados pelo próprio fundo mostram que a companhia responde diretamente por 27,6% da receita contratada, enquanto sublocações relacionadas à varejista representam outros 3,3%, levando a exposição total a aproximadamente 30,9%. Procurada pelo InfoMoney, a HSI, gestora do HSLG11, não retornou aos questionamentos sobre a situação. O espaço permanece aberto para manifestação da gestora. Leia Mais: O que Cyrela e empresas de shopping revelam sobre a “nova carteira” do FII TRXF11? Exposição à Casas Bahia coloca HSLG11 no centro das atenções A concentração faz do HSLG11 um dos fundos logísticos mais diretamente afetados pela discussão sobre a situação financeira da Casas Bahia. O impacto, contudo, não necessariamente significa perda imediata dessa receita, já que a dinâmica depende da manutenção dos contratos, dos pagamentos dos aluguéis e da eventual capacidade de substituição dos locatários. Continua depois da publicidade Otmar Schneider, analista de valores mobiliários da Nord Investimentos, explica que, em uma recuperação judicial, é importante separar os aluguéis já vencidos daqueles que ainda serão pagos no futuro. Eventuais valores em atraso podem entrar no processo de recuperação, enquanto os contratos de locação que permanecem vigentes seguem outra dinâmica. “Os fundos imobiliários são muito menos impactados do que a própria empresa. Então o acionista da empresa acaba muito exposto a um pedido de recuperação judicial. No caso do fundo imobiliário, esse pedido de recuperação judicial ocorre de duas formas. Os créditos, ou seja, se aquela empresa atrasou aluguéis, então isso vai entrar como um crédito concursal, o fundo imobiliário vai ter que pleitear isso na Justiça dentro da recuperação judicial, então é mais complexo de receber”, diz o analista. O histórico recente do mercado também mostra que uma recuperação ou renegociação financeira não necessariamente significa interrupção imediata dos pagamentos de aluguel. Schneider cita o caso do GPA, que passou por um processo de recuperação extrajudicial e também tinha exposição relevante em fundos imobiliários. Continua depois da publicidade Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender
FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo no “prédio do Google”, na Faria Lima -
FII recebe proposta de R$ 475 milhões por ativo no “prédio do Google”, na Faria Lima Marcelo Monteiro 17/08/2026 às 16:00 5 minutos de leitura Atualizado em: 17/08/2026 às 16:00 O fundo imobiliário BLCA11 (Catuaí VBI Triple A) recebeu uma proposta vinculante de R$ 474,99 milhões do TRXF11 (TRX Real Estate) para a venda dos conjuntos comerciais que ainda possui no Condomínio Pátio Victor Malzoni, na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Caso seja concluída, a transação representará a alienação da totalidade dos ativos imobiliários que permanecem na carteira do fundo e poderá resultar em sua posterior liquidação. A proposta foi comunicada ao mercado em fato relevante de 14 de agosto. O negócio envolve aproximadamente 7.422 m² de área bruta locável (ABL) na Torre A do empreendimento Condomínio Pátio Victor Malzoni, localizado no Itaim Bibi. O preço oferecido corresponde a aproximadamente R$ 64 mil por metro quadrado. Apesar do valor apresentado, a venda ainda não está concluída. O próprio BLCA11 ressalta que o recebimento da proposta não assegura a realização da operação, que dependerá do cumprimento ou da eventual renúncia, quando admissível, de condições precedentes, além das aprovações necessárias. Cotistas terão de aprovar operação Entre as etapas previstas está a aprovação da alienação pelos cotistas em assembleia. O detalhamento das condições de pagamento, das condições precedentes e das demais informações sobre a operação será disponibilizado na Consulta Formal que tratará da transação. O fato relevante também informa que serão adotadas medidas para identificar e mitigar potenciais conflitos de interesses relacionados à estruturação e à implementação da operação. Portanto, até que as condições previstas sejam cumpridas, os R$ 474,99 milhões devem ser tratados como o preço de uma proposta vinculante recebida pelo fundo, e não como uma venda já concretizada. A proposta do TRXF11 alcança todos os ativos imobiliários restantes na carteira do BLCA11. Dessa forma, não se trata da alienação de apenas uma parcela dos imóveis atualmente detidos pelo fundo. O fato relevante afirma expressamente que, por contemplar a totalidade dos ativos integrantes da carteira, a implementação da operação poderá resultar na posterior liquidação do BLCA11, observados os procedimentos previstos no regulamento e na regulamentação aplicável. Fundo já vendeu parte do Pátio Victor Malzoni A proposta chega poucos meses depois de o BLCA11 realizar uma primeira alienação no mesmo empreendimento. Segundo o relatório gerencial de junho, o fundo vendeu anteriormente o conjunto nº 183 do Pátio Victor Malzoni, com 411,26 m² de ABL, por R$ 26,7 milhões à vista, equivalentes a R$ 65 mil por metro quadrado. Esse preço ficou 10,3% acima do laudo de avaliação de 2025, de acordo com a gestão. A transação gerou lucro em regime de caixa de R$ 4,6 milhões, ou R$ 2,86 por cota. Do montante recebido, aproximadamente R$ 17,6 milhões seriam destinados à amortização antecipada e parcial do CRI utilizado na estrutura de financiamento do fundo. Há, portanto, uma referência recente para comparação: enquanto aquele conjunto foi negociado por R$ 65 mil/m², a nova proposta considera aproximadamente R$ 64 mil/m² para os cerca de 7,4 mil m² remanescentes. Os números, contudo, correspondem a operações com características e dimensões distintas e, no caso da oferta mais recente, a transação ainda depende das condições e aprovações previstas no fato relevante. O relatório de junho também informava que novas vendas estavam no radar. Na ocasião, a gestão afirmou que continuava buscando oportunidades para alienar o restante do ativo dentro do prazo remanescente do fundo. Área do BLCA11 no condomínio está 100% locada Antes da nova proposta, o portfólio do BLCA11 apresentava vacância física e financeira de 0%. O relatório gerencial apontava dois locatários e prazo médio remanescente dos contratos, o chamado WALE, de 4,5 anos. Google e Casa dos Ventos respondiam, respectivamente, por 79% e 21% da receita contratada potencial. Todos os vencimentos dos contratos estavam concentrados a partir de 2030. O documento também mostra que a aquisição original do ativo ocorreu por aproximadamente R$ 39 mil/m². A estrutura utilizada para financiar o investimento incluiu captação total de R$ 408 milhões, dos quais R$ 138 milhões vieram de oferta pública de cotas e R$ 270 milhões de uma operação de securitização com custo de IPCA mais 5,9% ao ano. Na referência apresentada pela gestão no relatório de junho, com data-base de 29 de maio, o patrimônio líquido do fundo era de R$ 201,7 milhões, equivalente a R$ 126,06 por cota. O valor de mercado somava R$ 159,4 milhões, com cota de fechamento de R$ 99,63 e relação preço sobre valor patrimonial (P/VP) de 0,79 vez. O documento também indicava LTV de 63%, indicador que relaciona o saldo remanescente do CRI ao valor do ativo. O que acontece agora com o BLCA11 Os detalhes das condições precedentes, das condições de pagamento e das demais informações sobre a operação serão disponibilizados aos cotistas na Consulta Formal que tratará da transação. A alienação também dependerá das aprovações necessárias, inclusive dos cotistas em assembleia, além do cumprimento ou da eventual renúncia, quando admissível, das condições precedentes estabelecidas nos documentos definitivos. Somente após o cumprimento das condições aplicáveis será possível confirmar a efetiva alienação dos imóveis. Até lá, a operação permanece como uma proposta vinculante recebida pelo BLCA11. A eventual liquidação também não é automática com o recebimento da proposta. O fato relevante informa que, como a operação contempla todos os ativos integrantes da carteira, sua implementação poderá resultar posteriormente na liquidação do fundo. Assim, os cotistas do BLCA11 deverão acompanhar a deliberação necessária para a alienação dos imóveis objeto da proposta de quase R$ 475 milhões. Se implementada, a operação encerrará a exposição imobiliária do fundo aos ativos que ainda possui no Pátio Victor Malzoni e poderá resultar na posterior liquidação do FII.
Perguntas Frequentes sobre DPRO11
Qual é a cotação de DPRO11 hoje na B3?
Quanto a DPRO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de DPRO11?
O que significa o P/L e o P/VP de DPRO11?
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