DIGY11 OBTC DIG YLDCI – Cotação Hoje
OBTC DIG YLDCI
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 10 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de DIGY11
O ativo DIGY11 (OBTC DIG YLDCI) está sendo negociado hoje a R$ 10,09, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 10,03 e a máxima de R$ 10,10. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a DIGY11
Dividendos
Nenhum dividendo
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Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
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Investimentos dos brasileiros chegam a R$ 9,1 trilhões e ampliam patrimônio financeiro
O volume de investimentos das pessoas físicas no Brasil atingiu R$ 9,1 trilhões no primeiro semestre de 2026, crescimento de 6,4% em relação ao final do ano passado. Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) no início de setembro, mostram não apenas um aumento do patrimônio financeiro dos brasileiros, mas também um movimento de diversificação das carteiras. Entre os investidores de alta renda, o crescimento foi ainda maior. O segmento alcançou R$ 3,4 trilhões em investimentos, avanço de 7,8% no semestre. Já o segmento private chegou a aproximadamente R$ 2,8 trilhões. Os fundos de investimento também avançaram 9,6% no período, chegando a R$ 2,2 trilhões, com crescimento de categorias como fundos imobiliários e Fundos de Investimento em Participações, os FIPs. Para José Roberto Salazar, especialista em proteção e crescimento patrimonial e sócio da PR Private Partners, os números ajudam a revelar uma mudança no comportamento de quem já acumulou patrimônio e agora busca formas diferentes de protegê-lo e fazê-lo crescer. - Advertisement - “Quando o patrimônio aumenta, a discussão deixa de ser simplesmente sobre qual aplicação rende mais. O investidor começa a olhar para diversificação, proteção patrimonial e para a origem do retorno de cada investimento. É nesse momento que ativos privados e investimentos ligados à economia real passam a fazer mais sentido dentro da estratégia”, explica. Durante muitos anos, o investidor brasileiro concentrou grande parte de seus recursos em produtos bancários, renda fixa, fundos tradicionais e Bolsa. Esse cenário continua predominante, especialmente diante dos juros elevados, mas uma parcela dos investidores começa a buscar alternativas que não estejam diretamente expostas aos mesmos fatores de mercado. É nesse contexto que aparecem os chamados investimentos privados ou alternativos. São operações que podem envolver participações em empresas, projetos de energia e infraestrutura, crédito estruturado, precatórios, Sociedades de Propósito Específico (SPEs), Sociedades em Conta de Participação (SCPs) e outros ativos ligados diretamente à economia real. “Diversificar não significa simplesmente ter dez investimentos diferentes. Se todos eles respondem praticamente aos mesmos movimentos de juros, inflação ou mercado, existe uma concentração de risco que muitas vezes passa despercebida”, afirma Salazar. Uma das diferenças do mercado privado está justamente na estrutura das operações. Em vez de comprar apenas um produto disponível em uma instituição financeira, o investidor pode direcionar recursos diretamente para empresas, projetos ou operações específicas. Segundo Salazar, isso exige uma mudança também na forma de analisar o investimento. “Quando falamos de uma operação privada, é fundamental entender quem está recebendo o recurso, onde esse dinheiro será aplicado, qual é a capacidade de geração de caixa, quais são as garantias, a estrutura jurídica e os riscos envolvidos. Não é possível tomar uma decisão olhando apenas para a rentabilidade prometida”, afirma. O processo de análise, conhecido como due diligence, pode envolver avaliação financeira, societária, jurídica e reputacional das empresas e responsáveis pela operação. Na avaliação do especialista, essa etapa torna-se ainda mais importante à medida que cresce a oferta de investimentos alternativos no Brasil. “Quanto maior o número de oportunidades, maior precisa ser o filtro. O investidor deve olhar menos para a promessa de retorno e mais para a qualidade da estrutura que sustenta aquele investimento”, destaca. Mercado privado Outros números recentes também mostram esse movimento. Em julho, enquanto a indústria brasileira de fundos registrou resgates líquidos de R$ 25,3 bilhões, apenas três categorias encerraram o mês com entrada positiva de recursos: ETFs, Fiagros e FIPs, justamente os fundos voltados à participação em empresas. Para Salazar, o avanço não significa que os investimentos tradicionais estejam perdendo importância. “A renda fixa, a Bolsa e os fundos tradicionais continuam tendo funções fundamentais dentro de uma carteira. O mercado privado entra como mais uma camada de diversificação. A ideia não é substituir uma classe pela outra, mas construir um patrimônio menos dependente de um único cenário econômico”, explica. O próprio mercado de capitais brasileiro vive um momento de expansão. De janeiro a julho de 2026, as empresas levantaram R$ 429,8 bilhões por meio de ofertas no mercado de capitais, crescimento de 8,8% na comparação com o mesmo período de 2025. Apenas em julho foram R$ 67,9 bilhões. Esse aumento das formas de financiamento também abre espaço para uma aproximação maior entre empresas que buscam capital e investidores interessados em acessar diretamente projetos da economia real. “Existe um amadurecimento dos dois lados. Empresas estão descobrindo novas formas de financiar crescimento e investidores começam a compreender que existem oportunidades além das aplicações tradicionais. O desafio agora é fazer esse movimento com análise, governança e gestão de risco”, afirma Salazar. Para ele, o crescimento do patrimônio dos brasileiros tende a tornar essa discussão cada vez mais relevante. “Quanto maior o patrimônio, mais importante passa a ser entender como ele está distribuído, quais riscos estão concentrados e de onde vem cada fonte de retorno. A diversificação deixa de ser apenas uma busca por rentabilidade e passa a ser uma estratégia de preservação patrimonial”, conclui.
TRXF11 compra dois imóveis em SP por R$ 340,25 milhões
Fundo imobiliário amplia exposição ao mercado de escritórios com aquisições do Thera Corporate, na Berrini, e do Edifício Morumbi O fundo imobiliário TRXF11 firmou acordos para ampliar sua presença no mercado de escritórios de São Paulo. A operação prevê a aquisição de participações em dois empreendimentos corporativos, o Thera Corporate, na região da Berrini, e o Edifício Morumbi, localizado na Avenida Morumbi. Somados, os negócios representam um investimento de R$ 340,25 milhões e acrescentam aproximadamente 20,4 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) ao portfólio do fundo. Thera Corporate concentra maior parte do investimento A maior parcela dos recursos será destinada ao Thera Corporate. O TRXF11 pretende adquirir dez unidades autônomas localizadas nos 3º, 4º, 16º, 17º e 18º andares do empreendimento. Publicidade Publicidade O valor negociado para essa aquisição é de R$ 249,34 milhões. Do montante, R$ 95,33 milhões deverão ser pagos no encerramento da 13ª emissão de cotas do fundo. Esse valor poderá ser compensado, total ou parcialmente, por meio da subscrição de novas cotas pelo HAAA11, atual vendedor do ativo. O restante, de R$ 154,01 milhões, poderá ser quitado até 12 de junho de 2030. Sobre o saldo incidirão correção pela variação positiva do IPCA e juros de 9,20% ao ano. O Thera Corporate possui cerca de 10,6 mil m² de ABL. O empreendimento foi inaugurado em 2014, é classificado como AAA e conta com certificação LEED Gold. Entre as empresas que ocupam o edifício estão Sony, CEVA, Ri Happy, ERM Brasil e Generali. Edifício Morumbi terá aquisição da propriedade e do usufruto A segunda operação envolve o Edifício Morumbi e foi estruturada de forma diferente. Para obter a propriedade plena do imóvel, o TRXF11 acertou a compra tanto das quotas da empresa responsável pela nua propriedade quanto do usufruto. A aquisição das quotas foi estabelecida em R$ 60,61 milhões. Desse total, R$ 35,30 milhões serão pagos inicialmente, enquanto os R$ 25,31 milhões restantes terão prazo até junho de 2030, com atualização pelo IPCA e juros de 9,20% ao ano. O usufruto do imóvel será adquirido por R$ 30,30 milhões. Com a conclusão das duas etapas, o fundo passará a deter a propriedade plena do empreendimento. O Edifício Morumbi possui aproximadamente 9,8 mil m² de ABL e foi inaugurado em 2002. O prédio é classificado como classe A e tem entre seus ocupantes empresas como Air Liquide, Avenida, Genesis e Einstein. A negociação também prevê a realização de um retrofit no sistema de ar-condicionado do empreendimento, cuja responsabilidade financeira ficará com o HOFC11. Vendedores assumem proteção de receita Além da estrutura de pagamento, os contratos estabelecem um mecanismo de proteção para a receita dos imóveis nos primeiros 24 meses após a transferência da posse. Caso a receita líquida dos empreendimentos fique abaixo dos valores de referência estabelecidos nos contratos, os vendedores deverão realizar um complemento, por meio de indenização calculada de acordo com as condições previstas na operação. A estratégia do TRXF11 é aumentar a exposição ao mercado de escritórios em áreas consideradas estratégicas da capital paulista, especialmente nos eixos Berrini, Vila Olímpia e Chucri Zaidan. Operação ainda depende de aprovações Apesar dos acordos já terem sido firmados, a conclusão das compras depende de algumas condições. Os cotistas de HAAA11 e HOFC11 ainda precisarão aprovar as respectivas operações em consultas formais, com previsão de encerramento em 21 de setembro de 2026. No caso do Thera Corporate, também será necessária a anuência dos titulares dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) que utilizam os imóveis como garantia. Os contratos ainda permitem que o TRXF11 indique um veículo imobiliário administrado e gerido pela Hedge para assumir sua posição nas operações. Nesse cenário, o fundo ficaria com a totalidade das cotas desse veículo, mantendo a exposição econômica aos imóveis. Se todas as condições forem cumpridas, a carteira do TRXF11 passará de 118 para 120 propriedades. A ABL total do fundo também deverá avançar, de aproximadamente 1,56 milhão para 1,58 milhão de metros quadrados.
Master: Condenação é caso isolado e FIIs mantêm alta
São Paulo Apesar da condenação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) ao Banco Master, Daniel Vorcaro e a outros 14 acusados, especialistas ouvidos pela coluna não veem um problema estrutural ou de fiscalização nos FIIs (Fundos de Investimentos Imobiliários). Advogados, analistas e entidades que tratam do tema veem a fraude do Master como um episódio isolado e restrito a um grupo específico. Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, em seminário realizado em São Paulo - Rubens Cavallari-22.abr.24/Folhapress A CVM os condenou no último dia 8 por irregularidades na terceira emissão de cotas do Brazil Realty Fundo de Investimento Imobiliário. Eles foram multados em R$ 201,5 milhões. Vorcaro recebeu multa de R$ 20 milhões, enquanto o Banco Master foi penalizado em R$ 12,5 milhões. A comissão disse que o caso envolveu operações fraudulentas relacionadas à formação do patrimônio e à negociação de ativos do fundo. Professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), o economista Alberto Ajzental lembra que fundos de gestoras consolidadas continuam captando recursos normalmente. "Esse caso reforça a importância de olhar para quem realiza a gestão do veículo, não para o veículo em si. A gestora, administradora, seu histórico, sua reputação, porque o fundo sozinho não erra nem acerta. Quem pode errar é quem o administra", afirma. A visão está apoiada nos números da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), entidade que representa instituições do mercado financeiro. As ofertas encerradas de FII no primeiro semestre somaram R$ 39,5 bilhões. É o melhor resultado da série histórica da entidade e representa alta de 103,9% em relação ao mesmo período de 2025. Para Fabio Noronha, gestor da Asarock Asset Management, o caso não inaugurou um paradigma de underwriting, como é chamada a atividade de estruturar, coordenar e distribuir uma emissão de valores mobiliários, entre as principais gestoras. "A mudança mais visível ocorreu na atenção ao enforcement [aplicação das regras e punições]: investidores passaram a testar como esses controles funcionam na prática, e a CVM reforçou a supervisão por dados e rastreabilidade", afirma. Ele lembra que o volume diário médio subiu de R$ 339 milhões para R$ 501 milhões e a base de investidores passou de 2,9 milhões para 3,3 milhões. O advogado José Paulo Marzagão, do Dias Carneiro Advogados, afirma não ver, até o momento, mudança relevante na percepção de risco pelos investidores ou pelos players da indústria. Para ele, o efeito mais provável recai sobre o nível de diligência na avaliação de ativos, já que a regulação em vigor já contém mecanismos para lidar com avaliação, deveres fiduciários e conflitos de interesse — o que pode mudar é a intensidade da fiscalização.
Perguntas Frequentes sobre DIGY11
Qual é a cotação de DIGY11 hoje na B3?
Quanto a DIGY11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de DIGY11?
O que significa o P/L e o P/VP de DIGY11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
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