CPOF11 Capitania Office FII Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Capitania Office FII Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 48916699000160
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 7 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de CPOF11
O ativo CPOF11 (Capitania Office FII Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 115,00, acumulando uma variação de +0.00% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 93,51 e a máxima de R$ 115,00. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 2.56% e indicador P/VP de 0.91x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a CPOF11
O CAPITÂNIA OFFICE FII (COPP11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Outros, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Relatório da PF sobre fundo que recebeu dinheiro de Vorcaro nos EUA desmonta versão de Flávio Bolsonaro
A descoberta de que o Havengate, o fundo que recebeu dinheiro de Daniel Vorcaro para supostamente financiar o filme Dark Horse, permaneceu “inoperante” por quatro anos, desmonta a versão apresentada por Flávio Bolsonaro para explicar sua utilização, quando vieram à tona mensagens trocadas por ele com o dono do Master a respeito da cinebiografia de Jair Bolsonaro. É uma situação bem diferente da descrita pelo senador e candidato à presidente pelo PL em entrevista à Globonews, em maio passado. Na ocasião, ele disse que o Havengate era um fundo exclusivo criado para a realização do filme, e justificou não poder apresentar a íntegra do contrato com dono do Master pelo fato de o fundo ser uma estrutura jurídica nos Estados Unidos. “É importante falar que esse fundo é fiscalizado pela SEC, que é a tipo a CVM (Comissão de Valores Imobiliários) dos Estados Unidos, que é um órgão sério, é um órgão que faz a auditoria, o fundo presta contas para esse órgão de fiscalização do governo americano. É um órgão muito sério", disse ele na entrevista. A SEC é a autarquia que supervisiona o mercado de capitais norte-americano e, além das companhias abertas, também fiscaliza fundos que emitem cotas e títulos para investidores. Mas não há no site da SEC registros do Havengate como uma das companhias de seu acervo e nem informações sobre investidores além de Vorcaro que tenham aplicado dinheiro nele. “O fundo permaneceu juridicamente ativo, mas operacionalmente inerte por quase quatro anos, sem qualquer atividade pública registrada — até receber, em 13/02/2025, a primeira remessa de US$ 2.000.000,00 proveniente da ENTRE INVESTIMENTOS para financiamento do filme”, aponta o relatório da PF. “A reativação de um fundo originalmente criado para fins imobiliários, dormente por anos, sem lastro em qualquer operação imobiliária ativa, como veículo de remessas internacionais vinculadas a uma produção cinematográfica, constitui circunstância objetiva que reforça a necessidade de apuração da compatibilidade entre o perfil do veículo financeiro utilizado e a destinação declarada dos recursos”, diz relatório. Uma das linhas de investigação da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR) é verificar se os recursos também foram usados para financiar o autoexílio de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Na mesma entrevista à GloboNews em maio, Flávio também declarou que escolheu o fundo de Paulo Calixto para gerir os recursos de “Dark Horse” porque o advogado era da “confiança” de Eduardo Bolsonaro, sem que a verba pudesse beneficiar o irmão nos Estados Unidos, onde ele está em autoexílio. Dentre os arquivos que constam nos autos tornados públicos nesta sexta-feira, no entanto, há uma manifestação da PGR que afirma que Eduardo orientou a gestão dos recursos para o exterior. O documento se baseia em mensagens trocadas entre o ex-deputado e o publicitário Thiago Miranda, responsável por intermediar o contato dele com Vorcaro. “O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático”, diz a PGR, com base em investigações da PF. Operador de Vorcaro fechou delação Conforme revelado pelo blog nesta semana, o operador do mercado financeiro Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, confirmou à Procuradoria-Geral da República (PGR) em seu acordo de colaboração premiada ter realizado ao longo do ano passado sete transferências bancárias para o fundo Havengate que totalizam US$ 12,3 milhões (cerca de R$ 69 milhões no câmbio da época) a pedido do banqueiro Daniel Vorcaro. Na tarde de terça-feira (8), a defesa de Mineiro teve uma audiência de aproximadamente 20 minutos com um juiz auxiliar do gabinete do relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, para confirmar aspectos do seu acordo de colaboração, como a voluntariedade, a regularidade e a legalidade da negociação. É uma etapa prevista na lei e que antecede a decisão do ministro de homologar o acordo. Além das transferências bancárias para o Havengate, Mineiro relatou aos investigadores ter efetuado uma série de entregas em dinheiro vivo, inclusive em malas, para terceiros indicados por Vorcaro. Mas o delator alegou que não sabia para que finalidade seriam os repasses. As transferências bancárias ao Havengate, em tese, seriam destinadas à produção de “Dark Horse”, mas uma das linhas de investigação da PF e da PGR é verificar se os repasses também não serviram para financiar o autoexílio de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
RBRP11 se destaca no IFIX, mas URPR11 cai
Conforme destacado em FIIs.com.br, o IFIX fechou o pregão em 3.748,63 pontos, registrando uma leve queda de 0,56% na semana. Este desempenho reflete um ambiente desafiador para os fundos imobiliários, que enfrentam volatilidade no mercado. Desempenho dos Fundos Imobiliários n IFIX Entre os ativos, o RBRP11 se destacou positivamente, apresentando uma valorização de 5,39%. Por outro lado, o URPR11 apresentou uma desvalorização de 1,74%, fechando a R$ 19,23. O TOPP11 também teve um desempenho negativo, caindo 1,67% e encerrando a R$ 64,89. Volume de Negócios O MXRF11 liderou as negociações, com um volume expressivo de R$ 2,36 milhões. Essa liquidez indica o interesse dos investidores e pode ser um sinal de confiança no ativo, mesmo em um cenário de correção no IFIX. Contexto do IFIX Atualmente, o IFIX encontra-se cerca de 5% abaixo de sua máxima histórica de 3.944,38 pontos. Essa situação reflete as incertezas no mercado imobiliário e a necessidade de monitorar as tendências econômicas que podem impactar a performance dos fundos. Monitorando Oportunidades As movimentações recentes no IFIX e nos fundos imobiliários indicam a importância de uma análise cuidadosa. Para investidores que buscam oportunidades, é essencial acompanhar as recomendações do consenso do mercado. O Clube Acionista oferece ferramentas avançadas para rastrear essas oportunidades, possibilitando um panorama mais claro das tendências e recomendações. Publicidade As 10 empresas que mais pagaram por ação no 2T26 Quero receber a lista Fontes Texto elaborado com base na fonte e com uso de inteligência artificial – a Lya do Clube Acionista.
FII MAGM11 avança 0,91% em pregão e volta aos R$ 9,97
FII MAGM11 avança 0,91% em pregão e volta aos R$ 9,97 Vinícius Alves 12/09/2026 às 10:00 4 minutos de leitura Atualizado em: 12/09/2026 às 10:00 O fundo imobiliário MAGM11 registrou alta de 0,91% nesta sexta-feira (11/09), negociado a R$ 9,97, segundo os dados da B3. O fundo apresentou volume financeiro de aproximadamente R$ 1,71 milhão e tinha como mínima do dia também o patamar de R$ 9,97. Com o avanço, o MAGM11 figurou entre os fundos imobiliários em alta no pregão, enquanto o IFIX apresentava valorização mais moderada, de 0,04%. MAGM11 pagará dividendos em setembro com yield de 1,20%; veja valor O MAGM11 anunciou a distribuição de R$ 0,12 por cota em dividendos aos investidores. Terão direito aos proventos os cotistas posicionados no fundo até 10 de setembro de 2026, enquanto o pagamento será realizado em 17 de setembro. Considerando o fechamento da cota em R$ 10,00 em agosto, o rendimento corresponde a um dividend yield de 1,20% no período. Para pessoas físicas, os rendimentos distribuídos pelo fundo são isentos de Imposto de Renda, desde que atendidas as condições previstas na legislação. Selic em 14% desafia FII, mas gestor do MAGM11 vê oportunidade na volatilidade O mercado de fundos imobiliários atravessa um período de elevada volatilidade, pressionado pela combinação entre juros ainda altos, incertezas fiscais e o ambiente eleitoral. Para Tomas Gouvêa, gestor do MAGM11, a taxa de juros continua sendo o principal fator por trás da reprecificação das cotas, embora o cenário também esteja criando oportunidades para investidores com horizonte de longo prazo. A Selic está atualmente em 14%, enquanto os juros reais dos títulos públicos indexados à inflação permanecem em níveis elevados. Na avaliação do gestor, esse ambiente mantém a renda fixa como uma alternativa competitiva e exige um prêmio maior dos ativos imobiliários negociados em Bolsa. “Quando a gente olha essa NTNB com alguns picos que a gente teve, acima de 8,5%, isso influencia muito diretamente essa reprecificação dos fundos imobiliários. Naturalmente, quando a gente teve outros momentos, há cinco ou seis anos, de grande fechamento dessas NTNBs, da redução da taxa Selic e, naturalmente, da redução do juro real, a gente viu um movimento oposto, uma reprecificação para cima dos fundos imobiliários”, afirmou Gouvêa. Segundo ele, o desconto das cotas já incorpora parte desse cenário de juros elevados. A volatilidade mais recente, porém, tem sido ampliada por fatores adicionais, como inflação, conflitos internacionais e a frustração com as expectativas de cortes de juros que existiam no início do ano. No começo de 2026, havia expectativa de que a Selic pudesse terminar o ano próxima de 12%, segundo as projeções acompanhadas pela equipe econômica da MAG Investimentos. O cenário, entretanto, mudou ao longo dos meses, levando a uma nova precificação dos ativos. “Quando a gente olha o macro, a gente tem esses dois grandes fatores que acabam influenciando, nesse momento, dado a volatilidade e dado o alto patamar de taxa de juros, negativamente as cotas dos fundos imobiliários. Isso é um fator macro que influencia diretamente toda a indústria”, disse. MAGM11 aposta em gestão multiestratégia para atravessar ciclo de juros O fundo tem atualmente cerca de R$ 125 milhões. Para Gouvea, o tamanho ainda relativamente pequeno é uma vantagem para a estratégia de crédito, já que permite pulverizar os investimentos em diferentes operações e ativos. A proposta, entretanto, não é permanecer indefinidamente concentrada em crédito. Conforme o cenário de juros mudar, a gestão pretende utilizar a flexibilidade do fundo para aumentar a exposição a outras classes de ativos imobiliários. “Conforme essa carteira crescer, num cenário que a gente veja também um fechamento maior de juros, a gente pode ter uma posição maior em ativos prefixados, em ativos IPCA+, que também vão ter um benefício no fechamento de juros e, claro, começar a nossa exposição em imóveis, seja diretamente, seja através de outros fundos imobiliários, num cenário que a gente veja um risco-retorno mais favorável a essa classe de ativos”, explicou. A gestão também destaca como diferencial do MAGM11 uma análise baseada em fundamentos, especialmente em crédito. Antes de investir em um CRI, a equipe avalia não apenas o título, mas o devedor, a empresa, as garantias, a estrutura da operação e a capacidade de pagamento. “Quando a gente olha uma operação de crédito, a gente nunca está comprando um CRI. A gente está comprando o que está por trás dessa operação. Quem é o devedor? Quem é essa empresa? Qual é o management que está tocando essa empresa? Qual é a estratégia dela?”, afirmou Gouvea. Outro pilar da estratégia é a originação própria. A equipe busca acessar operações diretamente com empresas e proprietários, além de atuar no mercado secundário e primár
Perguntas Frequentes sobre CPOF11
Qual é a cotação de CPOF11 hoje na B3?
Quanto a CPOF11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de CPOF11?
O que significa o P/L e o P/VP de CPOF11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.