BB

BBFO11 – Cotação BB Fundos de Fundos Fundo de Investimento Imobiliario

Fundos Imobiliários

BB Fundos de Fundos Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 37180091000102

Preço Atual
R$ 66,89
-0.16%

Resumo Fundamentalista de BBFO11

O ativo BBFO11 (BB Fundos de Fundos Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 66,89, acumulando uma variação de -0.16% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 60,05 e a máxima de R$ 74,46. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Multicategoria. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 67,20
Fec. Ant: R$ 66,89
Variação Dia
Min: R$ 66,50
Max: R$ 67,35
52 Semanas
Mín: R$ 60,05
Máx: R$ 74,46
Volume
2.072
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.95
R$ 70,27
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a BBFO11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Multicategoria
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O BB FUNDO DE FUNDOS - FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO (BBFO11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Multicategoria, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BB GESTAO DE RECURSOS DTVM S.A.
CNPJ
30822936000169
Telefone
021-3808-7500
Endereço
Avenida República do Chile, 330 - 7º e 8º andares Torre Oeste, Centro — Rio de Janeiro/RJ - CEP 20031170

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,9500
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,9500
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,9500
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,9400
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,9100
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,8900
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,8700
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,7100
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,7000
Pagamento: 14/11/2025

Notícias relacionadas

Fundo imobiliário fecha contrato com Mercado Livre e avalia impacto na cota; Ifix recua – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

Fundo imobiliário fecha contrato com Mercado Livre e avalia impacto na cota; Ifix recua – Money Times

(Imagem: Divulgação/Mercado Livre) O Bresco Logística (BRCO11) fechou um contrato de locação com o Mercado Livre para ocupar 100% da área bruta locável (ABL) do imóvel Bresco Resende, no Rio de Janeiro. O contrato contempla uma área de 25.487,73 metros quadrados e terá prazo de cinco anos, com início na data de assinatura. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Com a nova locação, o imóvel passa a operar com vacância física zero, enquanto a vacância física do portfólio do fundo cai para 1,6%. O ativo representa 4,3% da ABL total do BRCO11. Segundo o fato relevante, após o encerramento do período de descontos previsto no contrato, o aluguel corresponderá a R$ 0,034 por cota do fundo ao mês, valor 25% superior ao aluguel do contrato anterior para o imóvel. O acordo também prevê regras para uma eventual rescisão antecipada. Nesse caso, o Mercado Livre deverá comunicar a devolução do imóvel com pelo menos cinco meses de antecedência e pagar uma indenização equivalente a três vezes o aluguel vigente, proporcional ao prazo restante do contrato e corrigida pelo IPCA. Caso a rescisão ocorra até o 36º mês, a locatária também deverá devolver integralmente os descontos concedidos, corrigidos pelo índice de inflação. A partir do 37º mês, essa restituição será proporcional ao prazo remanescente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Para o fundo, a entrada do Mercado Livre reforça a ocupação do portfólio e melhora a receita potencial do ativo, além de reduzir a exposição à vacância. Ifix recua mais uma vez O IFIX, principal índice da indústria na bolsa de valores brasileira (B3), encerrou a segunda-feira (18) aos 3.654,70 pontos, com queda de 0,86%, no sexto pregão consecutivo de baixa. Com isso, desde o início de agosto, o indicador acumula desvalorização de 4,33%, enquanto, desde janeiro, recua 3,22%. Entre as maiores altas dos FIIs, o destaque ficou com o Kilima Volcano Recebíveis (KIVO11), que avançou 1,98%, a R$ 53,69. Na sequência, o Itaú Crédito Imobiliário IPCA (ICRI11) subiu 1,79%, para R$ 88,86, enquanto o WHG Real Estate (WHGR11) teve alta de 1,69%, a R$ 8,44. Ticker Variação Último KIVO11 +1,98% R$ 53,69 ICRI11 +1,79% R$ 88,86 WHGR11 +1,69% R$ 8,44 CACR11 +0,86% R$ 14,12 HFOF11 +0,82% R$ 6,12 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Entre as maiores quedas, o BB Premium Malls (BBPO11) liderou as perdas, recuando 4,72%, a R$ 4,64. Na sequência, o HSI Logística (HSLG11) caiu 4,35%, para R$ 79,80, enquanto o HSI Ativos Financeiros (HSAF11) registrou baixa de 3,57%, a R$ 72,08. Ticker Variação Último BBPO11 -4,72% R$ 4,64 HSLG11 -4,35% R$ 79,80 HSAF11 -3,57% R$ 72,08 ZAVT11 -2,99% R$ 9,09 VGHF11 -2,98% R$ 4,88 CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Estratégia de Renda: As ações que pagam mais de 14% e superam a barreira da Selic
Selic 18/08/2026

Estratégia de Renda: As ações que pagam mais de 14% e superam a barreira da Selic

Da redaçãoi Da redação https://istoedinheiro.com.br/autor/da-redacao 18/08/2026 - 8:32 Para compartilhar: Copie a URL: Copiar Com a taxa básica de juros nas alturas, levantamento exclusivo aponta quais empresas entregam proventos gordos de forma consistente e ensina como fugir das armadilhas do “dividend yield” ilusório no curto prazo. O que aconteceu Competição de Peso: Com a taxa Selic estacionada em 14% ao ano, o mercado de renda variável exige um prêmio de risco maior, forçando os investidores a buscarem ações com distribuição de lucros superior à taxa básica para justificarem a alocação. O Valor da Consistência: Um estudo da Rico Investimentos isolou o ruído do mercado e listou os ativos da B3 que mantiveram um retorno em dividendos ( dividend yield ) médio acima de 14% no período histórico entre 2023 e 2025. As Seis Campeãs: Apenas as empresas Grendene, Vulcabras, Petrobras, Metal Leve e Bradespar conseguiram comprovar essa solidez de longo prazo, escapando da volatilidade de pagamentos pontuais e mantendo retornos reais atraentes. O Alerta Vermelho: O mercado alerta que o investidor não deve basear suas compras apenas nos proventos distribuídos nos últimos 12 meses, sob o grave risco de adquirir fatias de empresas desvalorizadas e estruturalmente endividadas em meio ao crédito caro. No atual cenário macroeconômico brasileiro de agosto de 2026, a taxa Selic mantida no patamar restritivo de 14% ao ano atua como um verdadeiro aspirador de liquidez da Bolsa de Valores. O custo de oportunidade para o investidor pessoa física é altíssimo: por que arriscar capital no mercado acionário se a renda fixa conservadora garante uma rentabilidade robusta de dois dígitos sem solavancos? A resposta está em uma palavra de ordem cobiçada entre os acionistas da B3: os dividendos. A busca por uma remuneração extra tem levado milhares de investidores a caçarem ativos que prometam lucros polpudos capazes de não apenas empatar, mas superar a linha de corte definida pelo Banco Central. No entanto, em um ambiente de juros altos que pune implacavelmente as companhias alavancadas em CDI e sufoca os modelos de negócios dependentes de crédito barato, o canto da sereia do dividend yield (taxa que mede a relação entre os dividendos pagos e o preço atual da ação) pode camuflar abismos financeiros profundos. As Campeãs da Consistência: O Triênio 2023–2025 Em levantamento focado e minucioso conduzido por Maria Giulia Figueiredo, analista de Research da Rico Investimentos, ficou comprovado que o verdadeiro diferencial de uma carteira voltada para a renda não é o pico ocasional de uma temporada de balanços, mas sim a previsibilidade da máquina de gerar lucro. Ao analisar as empresas componentes do Índice Bovespa (Ibovespa), do Índice de Dividendos (IDIV) e do IBRX-100, a metodologia foi além da fotografia estática do último ano, calculando o peso médio das distribuições entre 2023, 2024 e 2025. O rigor do filtro revelou um grupo extremamente restrito. Apenas seis ativos mantiveram, em sua média histórica de três anos, um provento superior à marca exigente de 14% ao ano: Grendene (GRND3): A gigante do setor calçadista lidera o ranking com um expressivo retorno médio de 21,68% ao ano na janela analisada. Vulcabras (VULC3): Validando a força do setor de vestuário e calçados, ocupa a segunda posição entregando robustos 17,38% no período. Petrobras PN (PETR4): As ações preferenciais da estatal de economia mista garantiram a medalha de bronze, cravando 17,29% de média. Petrobras ON (PETR3): As ações ordinárias com direito a voto acompanharam o ritmo e distribuíram 16,22%. Metal Leve (LEVE3): A tradicional fabricante de autopeças consolidou a marca de 15,64%, escorada em um mercado consumidor cativo. Bradespar PN (BRAP4): A holding com forte presença no setor de mineração fechou o pelotão de elite com rentabilidade média de 14,02%. O saldo do estudo é cristalino: companhias com geração de caixa livre estável, balanços pouco endividados e modelos menos suscetíveis às retração dos ciclos econômicos conseguem sustentar, sem comprometer suas margens, distribuições volumosas mesmo em anos onde a economia pisa no freio. O maior vilão para a alocação de capital em épocas de “dinheiro caro” é a miopia financeira. Quando o mesmo levantamento trocou as lentes históricas por um recorte imediatista — focando apenas nos últimos 12 meses encerrados em agosto de 2026 —, a lista se inflou vertiginosamente com números quase surreais. Neste curto prazo de análise, o estudo apurou retornos estratosféricos como o da SYN Prop Tech, apontando para quase 65% de yield. Outros papéis listados — como Log Commercial Properties, Lavvi Empreendimentos, Marcopolo, Even, BB Seguridade e até a recém-criada gigante varejista Azzas 2154 (fruto da fusão entre Arezzo&Co e Grupo Soma) — despontaram ostentando proventos que variavam na larga faixa de 14,5% a quase 30%. Ao cruzar os balanços, percebe-se o colapso: entre os grandes nomes, apenas a dupla calçadista Grendene e Vulcabras figurou em ambas as listagens (na rentável janela de 3 anos e no retrovisor recente de 12 meses). Papéis como Petrobras e Bradespar, embora ostentem excelentes faturamentos históricos consolidados, chegaram a registrar menos distribuições nesse último ano imediato se comparados à própria curva de longo prazo. A grande maioria dos demais super-pagadores de curto prazo repassou dividendos que, essencialmente, não se originam da eficiência operacional sustentável, mas de injeções excepcionais e não repetíveis. O perigo da métrica puramente anual baseia-se na mais elementar distorção matemática de Wall Street. O investidor deve lembrar que a Selic alta penaliza o apetite a risco, forçando o preço das ações para baixo na tela de negociação. Como o dividend yield é uma simples fração (Dividendo Pago em R$ / Preço Atual da Ação em R$), uma queda abrupta no valor da cotação faz o percentual de rentabilidade disparar no sistema da corretora. O dividendo parece atrativo, mas o acionista está se associando a um papel completamente desvalorizado ou a uma companhia em franca deterioração orgânica. As Três Perguntas de Ouro do Analista Partindo da premissa de que o retorno numérico superior à Selic é apenas uma isca para olhar o papel de perto, não uma recomendação automática de compra, as casas de análise sugerem cautela extremada. O investidor precisa submeter as empresas candidatas a um verdadeiro interrogatório corporativo: A Origem do Dinheiro: Esse volume de lucros que pingou na conta da corretora provém de faturamento recorrente diário ou a empresa precisou liquidar filiais, repassar fatias do negócio ou queimar um acúmulo anormal de Juros sobre Capital Próprio (JCP) para produzir esse número? O Motivo da Queda na Tela: A ação perdeu valor apenas porque os fundos institucionais reajustaram o portfólio de risco em função da inflação e dos juros (ajuste de mercado temporário), ou o negócio está perdendo sistematicamente market share, clientes e margens de lucro (problema estrutural crônico)? O Fardo do CDI: Em um ambiente de crédito tóxico orbitando os 14%, a empresa está cometendo a loucura de esvaziar o caixa com os acionistas enquanto deveria estar abatendo suas próprias dívidas de curto e médio prazo? Guia do Investidor Se você planeja montar uma máquina de renda consistente ou realocar seu capital neste cenário austero de 2026, adote rigorosamente os seguintes critérios práticos: Evite o Filtro Cego de Curtíssimo Prazo: Exclua das suas buscas por empresas ações classificadas unicamente pelo DY dos últimos 12 meses. Configure seu sistema para exigir médias consolidadas de pelo menos três a cinco anos ininterruptos de pagamento. Examine o Payout (Taxa de Distribuição): Avalie qual é o repasse percentual de lucro da empresa. Pagamentos que excedem de forma contínua o lucro líquido gerado (payout acima de 100%) representam uma queima letal das reservas operacionais para agradar investidor no presente, sacrificando inovações futuras. Passe um Pente Fino no Endividamento: Empresas excessivamente alavancadas em taxas pré e CDI são engolidas por juros como a Selic de 14%. Priorize corporações “desalavancadas”, como as listadas pelos analistas na matéria de hoje. Balanceamento Baseado em ‘Utilities’: Considere ancorar sua carteira em setores menos maleáveis ao pânico financeiro. Energia (geração/transmissão), saneamento e bancos de grande escala possuem proteção natural de contratos longos, conseguindo escoar seus fluxos de caixa aos sócios sem depender do otimismo macroeconômico. Leia mais Quina sorteia R$ 7,6 milhões hoje (18); veja o guia de apostas e rendimento Mega-Sena hoje (18) com prêmio de 45 milhões: veja como jogar online e o valor do rendimento mensal do prêmio Lotofácil acumulou R$ 5 milhões e sorteia hoje (18); confira regras, custos e probabilidades IBC-Br cai 0,6% e mercado aposta em cortes da Selic Novo imposto sobre imóveis: entenda as regras, alíquotas e deduções de IBS e CBS Fila do INSS: mutirão com 10 mil vagas acelera concessão do BPC e auxílio-doença Simples Híbrido na Reforma Tributária: MPEs têm até setembro para escolher modelo de impostos para 2027 Os tentáculos da Chery: conheça os alvos das novas marcas chinesas de carro que vêm ao Brasil Para compartilhar:

O Que Está por trás da Oferta Bilionária do TRXF11, Que Pode Se Tornar o Maior Fundo Imobiliário da Bolsa de Valores
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

O Que Está por trás da Oferta Bilionária do TRXF11, Que Pode Se Tornar o Maior Fundo Imobiliário da Bolsa de Valores

O fundo imobiliário TRX Real Estate, o TRXF11, vive um processo de agigantamento dentro da indústria, na esteira de uma oferta de R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões e uma série de aquisições substanciais, que vão de lajes corporativas e shoppings da rede Iguatemi a um ativo de luxo ligado à indústria hoteleira no litoral carioca. A oferta é a maior já feita por um fundo de tijolo. Para efeitos de comparação, o valor teto é superior ao valor de mercado da Hapvida e da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) somadas. Ao final da operação, o fundo pode se tornar o maior FII da bolsa de valores. A oferta do TRXF11, no entanto, vai contramão de uma máxima que impera no mercado de fundos imobiliários: de que a oferta deve ser feita em linha com o valor patrimonial (VP) do fundo. Esse movimento gera diluição dos cotistas atuais e tende a ser visto como menos atrativo por investidores pessoa física. A gestão se mantém confiante, e parte do sell-side não considera esse descompasso entre o preço da oferta e o preço de tela um problema — ao menos não um problema relevante o suficiente para uma reavaliação negativa do TRXF11 nos relatórios e pareceres. “Sabemos que é algo que o mercado não gosta muito. A nossa visão aqui do banco é que depende do quão abaixo do valor patrimonial é, e quais ativos a gestão está comprando. Se você está comprando ativos de muita qualidade com potencial de valorização, talvez um desconto ali de poucos pontos percentuais de diferença do valor patrimonial talvez não seja tão relevante”, diz André Oliveira, Analista de FIIs do BB-BI, braço de investimentos do Banco do Brasil. Leia Também VILG11 Acerta Compra de Galpão Logístico às Margens do Aeroporto de Viracopos por R$ 140 Milhões LOG (LOGG3) Vende Galpão em Recife por R$ 210 Milhões para TRXF11 Cyrela (CYRE3) Negocia Venda de até R$ 2,24 Bilhões em Ativos para Fundo da TRX e Avança na Reciclagem de Portfólio GARE11 Desembolsa R$ 119 Milhões por Galpão Logístico Locado Pelo Carrefour BTG Pactual Passa a Recomendar HGLG11 de Olho em Desconto Acima de 10% e Dividendos BRCO11 Amplia Locação com M. Dias Branco e Reduz Vacância para 5,9% Marcos Baroni, Head de Fundos Imobiliários da Suno, um dos maiores especialistas sobre a indústria no Brasil, frisa que as aquisições “têm melhorado muito a qualidade do fundo”, mas chama atenção para o fato de que a questão dos preços, do VP e da comunicação da emissão em si gerou ruídos e foi um ponto negativo da oferta bilionária do TRXF11. Newsletter Forbes Daily As principais notícias do mercado financeiro De segunda a sexta-feira no seu email Assinar Ao se cadastrar, você concorda com nossa Política de Privacidade e com o uso de seus dados para fins de comunicação. “Eu acho que TRX talvez tenha deixado de ter um cuidado com algumas comunicações, sobretudo em relação ao valor patrimonial do fundo atualizado. Temos todo o mapeamento, e quando olhamos o VP do fundo, ele teve algumas quedas um pouco mais consistentes nestes últimos meses, desde a última oferta, e não houve uma comunicação ostensiva por parte da TRX com relação a esse tema. Essa comunicação é relevante porque traz luz ao valor da oferta”, observa. BTG Pactual Cotas do TRXF11 passaram a ser negociadas abaixo dos R$ 80 neste mês de agosto O especialista considera que, por prudência, a gestão deveria ter feito uma reavaliação patrimonial antes da oferta, proporcionando um retrato “mais atualizado e fidedigno” em relação ao fundo, que cresceu expressivamente nos últimos meses. “O TRXF11 tem uma dinâmica em que o VP do fundo começa alto e vai caindo com os meses, porque ele tem uma alavancagem, e essa alavancagem tem como se fossem juros, da dívida do fundo, que vão aumentando o passivo, e consequentemente o patrimônio líquido e o valor patrimonial. É uma tecnicidade, mas é algo importante para o mercado”, defende. “A percepção do mercado tem sido de que as ofertas têm reduzido o valor patrimonial do fundo de maneira forte, agressiva, e isso trouxe uma volatilidade grande, e por isso que temos visto correção de preços. O mercado passou a colocar um prêmio de risco sobre a capacidade da gestão entregar um VP no mínimo mais consistente”, adiciona. Com negociações consideradas atrativas, a gestão, assim, avança para reverter a correção na casa dos dois dígitos percentuais em uma janela recente, e reduzir o ceticismo do mercado sobre o aumento de tamanho do fundo. Em pouco mais de 30 dias, as cotas do fundo caem cerca de 15%, sendo negociadas na casa dos R$ 78 atualmente, ao passo que os preços superavam R$ 90 no mês de julho. “Esses R$ 5 bilhões foram ancorados em transações de imóveis que estamos comprando, em que o grande percentual do pagamento do preço é feito com cotas do próprio TRXF11”, diz Gabriel Barbosa, Sócio e Diretor de Gestão da TRX. A emissão de cotas do TRXF11 segue os mesmos moldes da última, finda em dezembro de 2025, com a integralização e subscrição de ativos em detrimento de uma captação em dinheiro. Assim, a oferta serve à expansão a passos largos do fundo, que tem comunicado uma sucessão de aquisições. Oliveira, do BB-BI, considera que o balanço dos movimentos tem compensado, e as vendas de ativos do fundo — que tem mais de 130 imóveis no portfólio — têm sido atrativas. “Tivemos a venda em uma tranche de ativos alugados para Carrefour, Grupo Mateus e Sendas, a um cap rate de cerca de 7%, depois tivemos venda para o GPA e várias agências bancárias, e por outro lado o FII tem comprado um cap acima dessas vendas, que é, na nossa opinião, excelente”, analisa. “A gestão está vendendo com um cap rate mais comprimido, ou seja, ele está vendendo mais caro, e ao mesmo tempo tem comprado com um cap rate um pouco mais dilatado. Em outras, eles estão comprando ativos a preços mais baratos e vendendo a preços mais caros. É o melhor dos dois mundos”, completa. Status Invest Dividendos do TRXF11 Os aportes bilionários em galpões logísticos Dentre os vários movimentos recentes do fundo, alguns bilhões se concentraram em aquisições de ativos logísticos, que passaram a representar mais de 40% do portfólio no momento atual. No início de junho, a gestão fechou a compra de sociedades detentoras de oito galpões logísticos pela cifra de R$ 145 milhões. No final de julho, foram R$ 1,4 bilhão alocados em um complexo de três galpões logísticos em Guarulhos (SP), dos quais dois estão locados para o Mercado Livre. Foi a maior aquisição do fundo até então. Neste mês de agosto foram R$ 210 milhões para a compra de um galpão da LOG Commercial Propertie em Recife (PE) e, mais tarde, a notícia de que a TRX está negociando outra transação bilionária. A Cyrela (CYRE3) assinou um memorando de entendimentos com o fundo para a venda de um portfólio avaliado em R$ 2,14 bilhões — com ativos que vão de lajes corporativas na Oscar Freire a estruturas de investimento que controlam quatro galpões logísticos. Vale destacar que essa não é uma compra, mas uma operação que deverá criar dois novos fundos imobiliários a serem administrados pela Cy.Capital que terão o TRXF11 como investidor-âncora para adquirir os ativos. “Gostamos bastante da tese de galpões logísticos. É um setor que representava menos de 30% da carteira do TRXF11 no início do ano e, atualmente, com essa última aquisição, passamos a ter uma exposição acima de 45%, sendo a nossa maior concentração”, diz Barbosa, em entrevista à Forbes. Vale destacar que a TRX tem o setor logístico no seu DNA, visto que a gestora atua desde meados de 2007 com ativos do ramo. Por um tempo, o TRXF11 ficou sem ativos logísticos no portfólio, com um foco maior em varejo e renda urbana, mas desde 2025 a gestão tem dado passos largos para aumentar a concentração desses ativos. “Acreditamos que o segmento está em um momento bem positivo, principalmente para os ativos que já existem, os que foram entregues recentemente ou que foram locados antes desse período dos últimos 12 meses. São ativos com um aluguel defasado em relação ao que é praticado hoje, porque o aluguel subiu muito rápido nos últimos 12 meses”, defende Barbosa. “Acreditamos que estamos entrando em um bom preço de aquisição e que, mais do que isso, estamos entrando com uma margem positiva visto que o aluguel está crescendo e temos essa defasagem, digamos assim, pelas locações anteriores”, completa. A toada é relativamente bem vista pelo mercado, especialmente por conta do rali de fundos do segmento e dos números de mercado que mostram ampla compressão da vacância. Conforme reportado pela Forbes no último mês, os galpões logísticos de alto padrão encerraram o primeiro semestre de 2026 no menor patamar de vacância desde o início da série histórica, a 5,5%, segundo dados da JLL. Nos primeiros seis meses deste ano a absorção bruta do segmento chegou a 2,8 milhões de metros quadrados, e a absorção líquida bateu 2,1 milhões de metros quadrados — 60% e 68%, respectivamente, do total registrado em 2025, que havia sido o melhor ano histórico. JLL Marcos Baroni, da Suno, considera que as aquisições como a dos galpões locados ao Mercado Livre são boas oportunidades e estão em linha com a estratégia de aumento de qualidade do fundo, e chama atenção para o fato de que a exposição cada vez mais próxima dos 50% pode ser revertida a depender dos próximos movimentos na esteira da emissão de cotas. “O fundo ainda tem muita coisa para anunciar. Ele anunciou uma aquisição grande de shopping centers recentemente [do Iguatemi]. Então, assim, esse logístico que está entre 40% e 45%, pode ser que no fim da oferta volte para perto de 30%.” Oliveira, do BB-BI, também vê com bons olhos os movimentos recentes da gestão no segmento. “É um segmento que tem sido bastante resiliente. Se olharmos a evolução de preço por metro quadrado, e de ocupação, principalmente Raio 15 e Raio 30 de São Paulo [raios de 15 e 30 quilômetros da capital paulista], são ativos que têm conseguido suportar bem até nesse momento de juros elevados”, analisa. “Gostamos desse movimento e o TRX não é o único que tem feito isso. Outros fundos que também tinham uma posição mais focada em renda urbana, agora fazem esse movimento de aumentar a exposição a ativos logísticos”, completa. JLL O último retrato do TRXF11 antes da oferta O último relatório gerencial antes da oferta bilionária mostra que o TRXF11 encerrou o mês de julho com quase 350 mil investidores em sua base e um valor patrimonial da ordem de R$ 6,05 bilhões distribuído em 120 imóveis e 384 inquilinos, espalhados por 17 estados e 59 cidades. O valor médio de locação por metro quadrado variava por segmento. No varejo, fica em R$ 33,18, ante R$ 104,28 no hospitalar, R$ 140,20 na saúde, R$ 30,34 no logístico e R$ 25,65 em shopping. No educacional, são R$ 41,76, ao passo que o segmento de hotelaria tem o maior preço médio, de R$ 350,53 por metro quadrado. Raio-X do FII ao fim de julho de 2026 Valor de mercado: R$ 5,58 bilhões, com cota a R$ 91,10 Dividend yield mensal de 1,02% e anualizado de 12,25%, com distribuição de R$ 0,93 por cota 344.862 cotistas, alta de 3,9% frente ao mês anterior 120 imóveis e 384 inquilinos, em 17 estados e 59 cidades Vacância física de 0,5% e vacância financeira de 0,3% Prazo médio dos contratos (WALE) de 13,41 anos Alavancagem líquida de 20,14%, com relação securitizações/ativo de 29,05% O TRXF11 tinha 62,4 milhões de cotas emitidas ao fim de julho. A liquidez média diária do mês foi de R$ 15,23 milhões. Eram 1.466.574,31 m² de área bruta locável. Do total da receita, 74,25% vinha de contratos atípicos e 25,75% de contratos típicos. Cerca de 76% da receita é reajustada pelo IPCA, 5,14% pelo IGP-M e 5,89% pela média entre IGP-M e IPC. O prazo médio dos contratos era de 13,41 anos, e a vacância é de 0,5% na métrica física e 0,3% na métrica financeira.

Perguntas Frequentes sobre BBFO11

Qual é a cotação de BBFO11 hoje na B3?
A cotação de BBFO11 hoje está em R$ 66,89. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 66,50 e máxima de R$ 67,35.
Quanto a BBFO11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de BBFO11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de BBFO11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de BBFO11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.