BBFO11 BB Fundos de Fundos Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
BB Fundos de Fundos Fundo de Investimento Imobiliario
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 1 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do BBFO11.
Resumo Fundamentalista de BBFO11
O ativo BBFO11 (BB Fundos de Fundos Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 66,79, acumulando uma variação de +0.06% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 61,11 e a máxima de R$ 74,46. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 0,00% e indicador P/VP de 1,00x.
Histórico de Cotação: BBFO11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a BBFO11
Dividendos
Nenhum dividendo
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O ESG saiu da moda? Para a Régia Capital, ele ficou ainda mais fundamental na análise de crédito
Durante a pandemia, o mundo só falava em ESG. Ações voltadas ao meio ambiente, questões sociais e de governança eram descritas como o caminho para o planeta não viver uma tragédia como aquela novamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dinheiro fluiu como nunca para fundos especializados, empresas anunciavam ações e mudanças em suas diretrizes. Passados poucos anos, o tema perdeu espaço. O noticiário já não fala sobre o assunto, empresas reduziram a intensidade do discurso (quando não revogaram as políticas anteriores) e parte do mercado passou a questionar a agenda. Um dos exemplos foi quando, em maio de 2026, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu tornar voluntária a adoção dos novos relatórios de sustentabilidade. Com a Resolução 244, a CVM mudou o cronograma anterior, que previa a adoção obrigatória dos padrões internacionais a partir de janeiro de 2027. Mas para a Régia Capital, uma gestora que nasceu da parceria do BB Asset com a JGP, as métricas ESG nunca foram tão importantes quanto agora. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Na visão da gestora especializada em investimentos sustentáveis, o ESG deixou de ser um tema da “moda” para se tornar ações concretas e relevantes na avaliação de risco de uma empresa. Leia Também Casos recentes do mercado brasileiro ilustram o que seriam esses possíveis riscos. Na Braskem, o afundamento do solo em Maceió gerou perdas bilionárias e aumentou a pressão financeira sobre a companhia. Na Ambipar, questionamentos ligados à governança contribuíram para a deterioração da percepção de risco dos investidores. E tem as Casas Bahia, com um passivo trabalhista bilionário que piorou a situação do caixa e do endividamento. Em nenhum caso as questões ambientais, sociais e de governança foram o foco da crise, mas em todos foram fatores agravantes que não vieram à luz antecipadamente. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE ESG não é ideologia, é análise de risco Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fernando Tinoco, sócio e gestor de crédito da Régia Capital, afirma que ações voltadas aos fatores ESG já podem ser medidas em números hoje em dia. O endereçamento dessas métricas se mostra nos resultados financeiros, nos menores custos regulatórios, no acesso a financiamentos mais baratos e até em novas fontes de receita. "Não cobramos a agenda ESG por marketing, crença ou ideologia. Fazemos isso por uma questão de mitigação de risco", afirmou Tinoco. A Régia Capital trata a agenda como uma camada adicional de análise de risco, ao lado dos indicadores financeiros tradicionais. Para um credor, Tinoco afirma que faz diferença. Uma multa ambiental, a interrupção de uma operação por acidente de trabalho, a necessidade de investimentos não previstos diante de fatores climáticos ou mesmo danos reputacionais podem reduzir a geração de caixa e comprometer a capacidade de pagamento da empresa. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Tomar atitudes para que nada disso aconteça é preservar o negócio, na visão da Régia. "Você quer estar próximo de empresas que vão se beneficiar dessa agenda ou que vão ser prejudicadas por ela?" questiona Tinoco. Lucro faz parte do objetivo A principal resistência de parte dos gestores e dos investidores em relação ao ESG nos últimos anos é a ideia de que investimentos sustentáveis exigem sacrificar o lucro e a rentabilidade da empresa. Para a gestora, essa lógica não faz sentido. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE "Agir em linha com fatores ESG não é abrir mão da rentabilidade financeira. Um projeto sustentável que não para em pé financeiramente não fez bem nenhum para a sociedade", disse o gestor. Segundo ele, a evolução da agenda ambiental vem mostrando justamente o contrário. Empresas mais preparadas para atender exigências regulatórias, acessar incentivos públicos e reduzir passivos ambientais tendem a enfrentar menos riscos e ter menos custos inesperados do que as companhias que não atuam nesse sentido. Para Tinoco, a premissa é o oposto: “lucro e ESG andam lado a lado”. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE E essa afirmação encontra base na realidade. Dados da Anbima mostram que metade dos fundos classificados como IS, para investimento sustentável, superaram o CDI no período de maio de 2025 a abril deste ano. Os ativos com melhor desempenho registraram retornos entre 15,5% e 17,6% em 12 meses, superando o CDI de 14,8% por até 2,8 pontos percentuais. Para efeito comparativo, no mesmo período, os fundos de renda fixa (11,9%) e os multimercados (13,7%) entregaram menos. O ESG continua nas agendas Para o gestor de crédito da Régia Capital, a prova de que o ESG continua na agenda são as medidas institucionais recentes que reforçam a continuidade do tema nos bastidores. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Em setembro, a Previc, autarquia federal que orienta os fundos de pensão, passou a exigir que fundações e entidades de previdência incorporem fatores ESG nos seus processos de investimento e monitoramento. Em 2024, o governo federal alterou a lei que regulamenta as debêntures incentivadas, que têm isenção tributária para pessoas físicas, retirando a permissão do benefício para projetos do setor de óleo e gás. E tem também o programa Eco Invest, do governo federal, que concede financiamento misto com a iniciativa privada para projetos de inovação verde, transição energética e novas tecnologias. Neste ano, o programa concedeu R$ 55 bilhões. Desde o lançamento, em 2024, já soma R$ 200 bilhões. “As empresas que estiverem preparadas vão se beneficiar desses programas e avançar com seus negócios. Do outro lado, para quem não se preparar, a tendência é sentir mais pressão daqui para frente”, diz. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Mas o que tudo isso significa para quem investe? Tinoco argumenta que empresas que não derem atenção as ações de mitigação de risco ESG cada vez mais vão enfrentar custos maiores de financiamento, perdas por gastos não mapeados e restrições regulatórias. Para o investidor pessoa física, isso não significa necessariamente buscar rótulos ESG nas empresas ou nos fundos, mas entender como esse assunto é endereçado e se faz parte da análise de risco. O objetivo deve ser entender como essas questões podem afetar a capacidade de uma empresa gerar caixa e honrar suas dívidas ao longo do tempo. 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Ações, FIIs ou renda fixa: qual o seu melhor aliado para se aposentar começando aos 35, 40 e 50 anos?
Depender de previdência pública para a aposentadoria não deveria ser a única alternativa para se sustentar na velhice. Segundo a pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), cerca de 60% dos brasileiros esperam viver exclusivamente de renda do INSS ao se aposentarem. No entanto, especialistas apontam que o sistema não será capaz de sustentar todo mundo no futuro. Fatores como o envelhecimento da população, queda da natalidade, aumento da expectativa de vida devem trazer novos desafios para à Previdência Social. Diante disso, os brasileiros devem procurar outras alternativas para garantir o seu sustento no futuro e nos investimentos é possível encontrar boas saídas. O Bora Investir consultou especialistas sobre onde investir na renda fixa e renda variável para garantir a tão sonhada aposentadoria e traz detalhes a seguir. Leia também Selic em 13,75%: especialistas destacam melhores oportunidades de investimento no novo cenário de juros O tempo é um aliado Já diria a máxima: quanto mais cedo você começa é melhor. Mas existe um motivo por trás desta frase, se trata dos juros compostos que podem potencializar os ganhos no futuro, uma espécie de bola de neve. Egbert Chaves, analista de fundos imobiliários da Dica de Hoje Research, explica que muitas vezes esse efeito demora a aparecer. “O efeito exponencial é assim. Vai devagar e, depois de alguns anos, explode”, diz. Já Fábio Sobreira, sócio e analista da Rocha Opções de Investimentos, acredita que o tempo atua como um exponente e não como um multiplicador. Ou seja, o tempo não muda a taxa que um investimento paga por ano, mas altera o tamanho do efeito desta taxa sobre o patrimônio. Segundo os especialistas, o principal ganho em começar cedo é ter mais tempo para aportar, reinvestir e atravessar diferentes ciclos de mercado. “Quem reinveste os rendimentos passa a ganhar juros também sobre os juros já acumulados e esse efeito cresce a cada ano”, destaca Leonardo Barbosa Frisoni, CEO e head de alocação da Convexa Investimentos. A pedido do Bora Investir, os especialistas montaram carteiras hipotéticas para quem começa a investir aos 35, 40 e 50 anos e pretende se aposentar aos 70. Cada simulação usa premissas e metas próprias, por isso os aportes não devem ser comparados entre as classes de ativos. Vale lembrar que as simulações têm caráter educacional e não constituem recomendação de investimento. Como se aposentar com renda fixa? Leonardo Frisoni, da Convexa, mostra o efeito dos juros compostos para quem quer se aposentar aos 70 anos com R$ 1 milhão acumulado a um juro real de 4,5%. Apesar da taxa ser a mesma para os três cenários, o tempo é aliado. Quem começa aos 35 anos deixa os juros fazerem mais da metade do trabalho. “Já quem começa aos 50 precisa aportar mais que o dobro por mês e depende muito mais do próprio salário”, explica Frisoni. Veja na tabela Quanto investir para ter R$ 1 milhão aos 70 anos Começa aos Aporte mensal Total aportado Parcela vinda dos juros % dos juros 35 anos R$ 1.000 R$ 420.000 R$ 580.000 58% 40 anos R$ 1.340 R$ 480.000 R$ 520.000 52% 50 anos R$ 2.600 R$ 625.000 R$ 375.000 38% Fonte: Convexa Investimentos. Valores aproximados em reais de hoje, já descontada a inflação As classes de títulos escolhidos na renda fixa também mudam conforme o prazo de investimento. Para períodos de 20, 30 ou 35 anos, Frisoni coloca os títulos atrelados ao IPCA no centro da estratégia. Ele justifica separando o valor do juro nominal do real. Segundo Frisoni, o juro nominal aparece no extrato, mas o real mostra quando o dinheiro cresceu efetivamente acima da inflação. “Um prefixado de 12% ao ano parece ótimo com a inflação em 5%, porque entrega um ganho real próximo de 6,7%. Se a inflação subir para 9%, os mesmos 12% viram menos de 3% de ganho real”, exemplifica. Para o especialista da Convexa, o que importa na aposentadoria é o que o seu dinheiro vai conseguir comprar lá na frente. “O título IPCA+ resolve isso, porque paga a inflação do período mais uma taxa fixa combinada na compra. Quem leva o título até o vencimento conhece, desde o momento da compra, a taxa real contratada, independentemente da inflação que ocorrer ao longo do período”, afirma Frisoni. Carteira hipotética na renda fixa para se aposentar 35 anos 40 anos 50 anos Aporte mensal estimado R$ 1.000 R$ 1.340 R$ 2.600 Tesouro IPCA+ / RendA+ 70% 65% 50% Crédito privado IPCA+ (opcional) 10% 10% 10% Prefixado 10% 10% 10% Pós-fixado (Tesouro Selic, CDB, LCI/LCA) 10% 15% 30% Fonte: Convexa Investimentos Na simulação, Frisoni dá preferência a títulos como o Tesouro IPCA+ ou o Tesouro RendA+, que conseguem dar o benefício dos juros reais, com um risco de crédito baixo, como o do governo. O head de alocação da Convexa explica que o Tesouro RendA+ já foi desenhado especificamente para quem quer se aposentar, porque o investidor acumula recursos durante a fase de aportes e a partir da data de conversão, recebe 240 parcelas mensais corrigidas pela inflação. O equivalente a 20 anos de renda. Frisoni aconselha escolher o vencimento mais próximo dos 70 anos. Desta forma, o ideal seria: RendA+ 2060 para quem tem 35, 2055 para quem tem 40 e 2045 para quem tem 50. Já em relação ao Tesouro IPCA+, a dica é escolher um ativo sem juros semestrais, para complementar a parcela de renda no vencimento. “Para quem começa aos 50 anos, o ideal é preferir vencimentos um pouco mais curtos deste título, que tendem a oscilar menos de preço”, aconselha. Para complementar a carteira de renda fixa, o especialista indica outras classes de ativos, como crédito privado, principalmente debêntures incentivadas, que financiam projetos de infraestrutura e são isentas de imposto de renda. “Elas podem melhorar o retorno líquido da carteira, mas trazem riscos que o título público não tem, como risco de crédito da empresa emissora e liquidez menor no mercado secundário”, alerta Frisoni. Já em relação aos ativos prefixados, a dica do CEO da Convexa e ter uma parcela de 10% da carteira, porque no longo prazo o risco de a inflação surpreender pode jogar contra estes títulos. E em relação aos pós-fixados, que seguem o desempenho da Selic ou CDI, Frisoni destaca a função de proporcionar liquidez e estabilidade para a carteira. “É a única classe de ativos que cresce com a idade, tem pouco peso na carteira aos 35, mas deve aumentar aos 50, quando a aposentadoria está perto”, destaca ele. Frisoni também reforça que uma carteira de renda fixa para a aposentadoria não deve ficar congelada nos mesmos ativos até os 70 anos. O ideal é que conforme a data de se aposentar chega, o investidor reduza os títulos mais longos e aumente os de maior liquidez. Já se a aposentadoria está longe, a dica do especialista é travar bons juros reais. Como se aposentar com ações? Para Fábio Sobreira, da Rocha Opções de Investimentos, as ações que pagam dividendos também são uma ótima alternativa para quem busca se aposentar. A dica do analista é escolher ações de empresas maduras, consolidadas e presentes em setores essenciais da economia, tais como energia elétrica, transmissão de energia, saneamento, seguros, bancos e telecomunicações. Ele destaca que este tipo de companhia gera lucros previsíveis e distribui proventos recorrentes acima da inflação. Com base nestas premissas, Sobreira montou uma carteira hipotética com o objetivo de o investidor receber R$ 5 mil em dividendos por mês aos 70 anos. Para isso, o patrimônio acumulado por ele deveria ser de R$ 513.589, considerando uma carteira com 8 empresas consolidadas, de baixa alavancagem, forte geração de caixa livre, priorizando setores essenciais da economia e com presença em exportação ou dólar. Sobreira dividiu a carteira em pesos iguais para as ações, de 12,5% por ação. A média de dividend yield (retorno em dividendos) destas ações nos últimos cinco anos foi de 11,68%. Setor Ação DY 12 meses DY médio 5 anos Petróleo Petrobras (PETR4) 7,43% 28,02% Energia elétrica Cemig (CMIG4) 12,46% 12,31% Mineração Vale (VALE3) 8,06% 11,12% Transmissão de energia Taesa (TAEE11) 7,48% 10,48% Energia elétrica CPFL (CPFE3) 8,50% 9,00% Bancos / holding Itaúsa (ITSA4) 8,08% 8,04% Seguros BB Seguridade (BBSE3) 11,81% 7,95% Telecomunicações TIM (TIMS3) 7,97% 6,54% Média 8,97% 11,68% Média 5 anos sem Petrobras  9,35% Sobreira destaca ainda o fator tempo. Quem começou a investir aos 35 anos, precisou aportar apenas R$ 101,50 por mês. Ao longo de três décadas e meia, o investidor tirou do próprio bolso somente R$ 42.629 (8,3% do patrimônio final). Os 91,7% restantes foram gerados exclusivamente pelo reinvestimento de dividendos. O efeito bola de neve. Já aos 50 anos, com prazo menor de investimento, o aporte mensal subiu para R$ 585,50 por mês (quase 6 vezes mais do que quem começou aos 35). O investidor precisará desembolsar R$ 140.520 do próprio bolso, o que representa 27,4% do patrimônio. Começa aos Aporte mensal Total aportado % aportado Parcela vinda dos dividendos % dividendos 35 anos R$ 101,50 R$ 42.629 8,3% R$ 470.959 91,7% 40 anos R$ 179,18 R$ 64.505 12,6% R$ 449.084 87,4% 50 anos R$ 585,50 R$ 140.520 27,4% R$ 373.069 72,6% Para Sobreira a conclusão é gritante “Começar cedo é muito mais barato do que tentar correr atrás do tempo perdido mais tarde”, pontua. Como se aposentar com fundos imobiliários? Jonata Tribioli, especialista em operações imobiliárias e diretor da IBR Capital, destaca que nos fundos imobiliários há segmentos resilientes para quem busca se aposentar. Ele destaca que o investidor não deve olhar apenas quem está pagando um dividend yield elevado hoje e sim focar em diversificar as fontes de renda, ativos e riscos. Para isso ele tem preferência por FIIs de logística, pela exposição a galpões e centros de distribuição. Renda Urbana, que ajuda a diversificar a origem dos alugueis por meio de imóveis destinados ao varejo, educação e serviços. FIIs de shoppings porque acrescentam a carteira exposição ao consumo e atividade econômica. E FIIs de escritórios, que a depender da localização e qualidade dos edifícios podem fazer diferença no portfólio. Além dos FIIs de tijolo, Tribioli aconselha uma exposição a fundos de papel, como recebíveis ligados ao CDI, que aumentam a exposição ao crédito imobiliário pós-fixado. E os recebíveis ligados ao IPCA, que são indexados à inflação e vão permitir diversificar os indexadores de uma carteira. Veja abaixo carteira hipotética do especialista Segmento Peso DY 12 meses O que observar Logística 30% 9,16% Localização, ocupação, locatários e contratos Renda urbana 25% 11,36% Qualidade e concentração dos locatários Shopping centers 15% 10,67% Vendas dos lojistas e inadimplência Escritórios 10% 10,54% Vacância e carências concedidas Recebíveis CDI 10% 12,79% Devedor, garantias e concentração Recebíveis IPCA 10% 12,79% Devedor, garantias e prazos DY ponderado 100% 10,80% Fonte: IBR Capital Tribioli estabeleceu como meta ilustrativa, o investidor conquistar R$ 1,2 milhão aos 70 anos. Para isso, ele partiu de um patrimônio inicial zero, realizando aportes ao final de cada mês e reinvestimento integralmente todos os dividendos recebidos. Considerando que o dividend yield se mantivesse em 10,80% ao longo do tempo, o resultado seria o seguinte: Começa aos Aporte mensal (meta nominal de R$ 1,2 milhão) 35 anos R$ 292 40 anos R$ 498 50 anos R$ 1.520 Quem começou aos 35 anos e teve 35 anos de acumulação de patrimônio, precisou aportar mensalmente R$ 292. Já aos 40 anos, o aporte sobe para R$ 498 e aos R$ 50 é muito maior, de R$ 1520. “É aqui que conseguimos visualizar matematicamente o peso que o tempo e o reinvestimento podem ter no processo de acumulação”, destaca Tribioli. Egbert Chaves, da Dica de Hoje Research, acredita que FIIs com mais estabilidade nos dividendos para garantir a sonhada aposentadoria estão nos segmentos de shoppings, logística, renda urbana e recebíveis, este último com oscilação maior. Ele alerta para muitos investidores evitarem o erro de escolher fundos imobiliários pelos rankings dos que mais pagam proventos. “Muitas vezes a cota cai antes dos rendimentos, deixando o dividend yield mais alto, mas isso é apenas ilusão”, pontua. Quer analisar todos os seus investimentos em um só lugar, em uma plataforma intuitiva? Baixe o APP B3
Carteiras de FIIs de outubro do BB repete os 16 fundos
Banco segue com as duas estratégias, Renda e Ganho, sem trocas e prefere fundos de menor risco de crédito ou tijolo diversificado O BB Investimentos manteve sem alterações suas duas carteiras de fundos imobiliários (FIIs) para outubro. A Carteira Renda e a Carteira Ganho de Capital seguem com oito fundos cada, e juntas formam a carteira consolidada de 16 FIIs com pesos iguais. A decisão vem depois de mais um mês negativo para o Índice de Fundos Imobiliários (IFIX), que caiu 0,20% em setembro. Foi o quinto mês seguido de queda, sequência que só se repetiu uma vez desde a criação do indicador, em 2011. Juros em queda não bastaram para o IFIX O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano, por unanimidade. A curva de juros recuou em praticamente todos os vencimentos, o que ajudou boa parte dos fundos de tijolo, aqueles que investem em imóveis físicos, a fechar o mês no azul. Publicidade Publicidade Os fundos de recebíveis, contudo, puxaram o índice para baixo. O mesmo ocorreu com os multiestratégia expostos a CRIs (certificados de recebíveis imobiliários) e com os híbridos, ainda afetados pela fase negativa do TRXF11. No ano, o IFIX acumula queda de 0,54%, mas sobe 4,61% em 12 meses. A inflação ajuda a explicar a fraqueza do papel. Depois do pico de 4,72% em 12 meses em maio, o IPCA teve leituras de 0,16%, 0,07% e -0,32% e fechou agosto com alta acumulada de 4,22%. Como boa parte dos CRIs é corrigida pelo índice, os rendimentos encolhem. Lá fora, o conflito no Oriente Médio voltou a pressionar o petróleo, e o Federal Reserve elevou os juros americanos em 0,25 ponto, para a faixa entre 3,75% e 4%. Por aqui, o boletim Focus projeta IPCA de 4,99% em 2026 e de 4,31% em 2027. “Seguimos cautelosos para o segundo semestre, com preferência por fundos considerados top players que combinam menor risco de crédito ou portfólio de tijolo bem diversificado e com contratos bem amarrados”, afirmam os analistas André Oliveira e Victor Penna, do BB Investimentos. A cautela convive com uma leitura de preço favorável. O IFIX negocia abaixo de um desvio padrão da média de cinco anos na relação entre preço e valor patrimonial (P/VP), o que os analistas veem como uma possível janela de oportunidade. Carteira Renda resiste à queda do índice A Carteira Renda variou 0,01% em setembro, 0,21 ponto percentual acima do IFIX. No ano, sobe 1,28%, e em 12 meses, 6,09%, à frente do índice nos dois recortes. O dividend yield (rendimento em dividendos) anualizado ficou em 12,61%, ante 12,53% do IFIX. O XPCI11, fundo de recebíveis da XP, liderou com alta de 1,68%. A carteira de CRIs é high grade, de menor risco de crédito, e a cota negociava com desconto de 10% no fim de agosto, maior que a média de 6% do segmento. Os dividendos também oscilam menos que os de pares. O Kinea Hedge Fund (KNHF11) subiu 1,04% e recuperou a queda de agosto, que havia sido mais forte que a dos concorrentes. O GARE11 avançou apoiado em imóveis estratégicos alugados por prazos longos a empresas consolidadas, enquanto o HGCR11 reforçou a previsão de dividendos de R$ 1 por cota no trimestre. Na outra ponta, o Kinea Índices de Preços (KNIP11) caiu 1,59% e foi o pior da carteira. O fundo negociava acima dos principais pares e, com a inflação mais fraca reduzindo dividendos no curto prazo, parte dos investidores realizou lucros. Hoje a cota está a 0,97 vez o valor patrimonial. “Seguimos confiantes na estratégia do fundo de alocar em ativos mais qualificados, ainda que remunerem um pouco menos o cotista no curto prazo”, dizem Oliveira e Penna. O KNIP11 é restrito a investidores qualificados. Para quem não pode comprá-lo, o banco sugere distribuir o valor entre os demais fundos de crédito da carteira. Ganho de Capital fica atrás do IFIX A Carteira Ganho de Capital, formada majoritariamente por fundos de tijolo com maior desconto sobre o valor patrimonial, recuou 0,74% em setembro, 0,54 ponto percentual abaixo do IFIX. Em 12 meses, no entanto, acumula 5,48%, contra 4,61% do índice. O Capitânia Shoppings (CPSH11) subiu 3,15% e foi o destaque. O fundo projeta dividendos lineares até o fim de 2027 e tem feito aquisições que elevam o cap rate implícito, a relação entre a renda dos imóveis e o valor pago. Com isso, depende menos da venda de ativos. O Pátria Securities (PSEC11) avançou 0,52% e chamou atenção por outro motivo. O portfólio passa por reestruturação para se alinhar ao RBRX11, multiestratégia também gerido pelo Pátria, etapa anterior à futura fusão dos dois. Enquanto a união não sai, o PSEC11 negocia a 0,73 vez o valor patrimonial, um dos maiores descontos entre os multiestratégia do IFIX, e elevou os dividendos recentemente. As maiores quedas vieram do Riza Arctium (RZAT11), com recuo de 3,32%, e do REC Recebíveis (RECR11), com baixa de 4,63%. Assim como o KNIP11, os dois têm desempenho bastante ligado às leituras do IPCA. O RECR11 tem cerca de 100 CRIs, um dos portfólios mais diversificados do segmento, e negocia com desconto elevado. Os analistas também projetam normalização da inflação no quarto trimestre de 2026. “Consideramos que está bem posicionado para entregar bons dividendos e ainda alguma valorização de cota”, avaliam os analistas. No ano, a Ganho de Capital ainda cai 2,58%, ante queda de 0,54% do IFIX. É o preço de uma estratégia mais volátil: a oscilação da carteira em 12 meses foi de 7,73%, contra 5,40% do índice.
Perguntas Frequentes sobre BBFO11
Qual é a cotação de BBFO11 hoje na B3?
Quanto a BBFO11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de BBFO11?
O que significa o P/L e o P/VP de BBFO11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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