AZ

AZPL11

Fundos Imobiliários

AZ Quest Panorama Logistica Fundo De Investimento Imobiliario Renda

CNPJ: 51890054000100

Preço Atual
R$ 7,40
-0.67%
Abertura
R$ 7,40
Fec. Ant: R$ 7,25
Variação Dia
Min: R$ 7,21
Max: R$ 7,42
52 Semanas
Mín: R$ 7,21
Máx: R$ 8,15
Volume
623.179
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
11.00%
P/VP
0.86
VPA
R$ 8,58
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a AZPL11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Logística
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O AZ QUEST PANORAMA LOGISTICA FII RESP LIM (AZPL11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
.BANCO DAYCOVAL S/A
CNPJ
62232889000190
Telefone
0300 111 0500
Endereço
Avenida Paulista, 1793 - 2º Andar, Bela Vista — São Paulo/SP - CEP 01311200

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,0850
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,0800
Pagamento: 15/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 15/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 13/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 13/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 15/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 12/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 14/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,0750
Pagamento: 14/10/2025

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Fundos Imobiliários derretem até 40% após corte de dividendo e desesperam investidor
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/08/2026

Fundos Imobiliários derretem até 40% após corte de dividendo e desesperam investidor

Os fundos de investimento imobiliário (FIIs) registraram um dia de forte turbulência na Bolsa brasileira nesta segunda-feira (3). A redução ou suspensão do pagamento de dividendos por diferentes fundos desencadeou uma onda desesperada de vendas, levando algumas cotas a acumularem perdas de até 40% em um único pregão. O movimento evidencia o peso que a distribuição de rendimentos exerce sobre a precificação desses ativos, tradicionalmente procurados por investidores em busca de renda passiva. O caso mais emblemático foi o do Mérito Desenvolvimento Imobiliário (MFII11), que liderou as perdas do mercado após comunicar uma redução temporária nos dividendos e revisar suas projeções de geração de caixa para os próximos anos. As cotas chegaram a cair cerca de 40%, refletindo a frustração dos investidores diante da expectativa de menores retornos no curto prazo. Além do MFII11, outros fundos também sofreram forte pressão vendedora. O Valora Hedge Fund (VGHF11) recuou mais de 9%, seguido pelo Cartesia Recebíveis (CACR11), que caiu 7,05%. Na sequência apareceram o Life Capital (LIFE11), com retração de 5,91%, o BB Premium Malls (BBIG11), que perdeu 5,82%, e o RBR Premium Recebíveis (RPRI11), com desvalorização de 5,03%. Embora cada fundo tenha motivações específicas para revisar sua política de distribuição, o denominador comum foi a deterioração das perspectivas de geração de caixa. Como consequência, o mercado promoveu uma reavaliação do potencial de retorno desses ativos, pressionando as cotações no mercado secundário. No caso do MFII11, a gestora informou que distribuirá R$ 0,30 por cota nos meses de julho, agosto e setembro, um valor significativamente inferior ao pago anteriormente. Paralelamente, revisou suas estimativas financeiras e passou a projetar uma geração de caixa de R$ 9,2 milhões em 2026 e de R$ 46,5 milhões em 2027. A revisão decorre principalmente de atrasos burocráticos envolvendo o Consórcio Cortel SP junto à Prefeitura de São Paulo. A demora no andamento dos processos administrativos postergou receitas que eram esperadas para este ano. Além disso, o desempenho comercial abaixo do previsto em alguns empreendimentos também contribuiu para a revisão das projeções. O VGHF11 também decepcionou parte dos investidores ao anunciar a redução do dividendo mensal de R$ 0,07 para R$ 0,06 por cota. Embora a diferença nominal seja pequena, o anúncio interrompe um período de estabilidade na distribuição de rendimentos, fator que costuma ser valorizado pelos cotistas desse tipo de investimento. Já o CACR11 manteve suspenso o pagamento de dividendos em razão de dificuldades relacionadas ao desempenho de projetos imobiliários que integram sua carteira. A continuidade dos atrasos comprometeu a geração de caixa necessária para remunerar os investidores. O BBIG11, por sua vez, informou distribuição de R$ 0,03 por cota. Apesar de o valor representar uma melhora em relação ao mês anterior, ele permanece significativamente abaixo dos patamares registrados no início do ano, o que também contribuiu para a reação negativa do mercado. O movimento observado nesta segunda-feira reforça uma característica histórica do mercado de FIIs: a elevada correlação entre o pagamento de dividendos e o comportamento das cotas. Como a maior parte dos investidores adquire esses ativos justamente para obter renda recorrente, qualquer alteração nas distribuições costuma provocar ajustes rápidos nos preços. Embora a queda das cotas possa parecer excessiva em alguns casos, ela representa uma adaptação do mercado às novas expectativas de fluxo de caixa futuro. Em outras palavras, quando o potencial de distribuição diminui, o valor presente do ativo também tende a ser revisado para baixo. O episódio também chama atenção para a importância de analisar os fundamentos dos fundos imobiliários além do dividend yield. Fatores como qualidade dos ativos, nível de alavancagem, capacidade de geração de caixa, riscos dos projetos e estratégia da gestão podem influenciar significativamente a sustentabilidade dos rendimentos ao longo do tempo. Para os investidores, a sessão desta segunda-feira serviu como um lembrete de que, apesar da reputação de previsibilidade dos FIIs, os rendimentos não são garantidos e podem variar conforme o desempenho operacional dos empreendimentos, o ambiente econômico e a capacidade de execução dos projetos. A forte reação do mercado demonstra que mudanças nas perspectivas de distribuição continuam sendo um dos principais fatores capazes de provocar oscilações expressivas nas cotas dos fundos imobiliários.

Mercadinho famoso de Ipanema estaria na mira do mercado imobiliário
Fundos Imobiliários Brasileiros 04/08/2026

Mercadinho famoso de Ipanema estaria na mira do mercado imobiliário

Quem acompanha o mercado imobiliário da Zona Sul sabe que, hoje, em Ipanema, qualquer placa de venda, mudança de comércio ou movimentação em um daqueles predinhos antigos do bairro rapidamente vira assunto. E não é por acaso. Embalada pelos incentivos urbanísticos do programa Reviver Centro, que permite a incorporadoras obter potencial construtivo na Zona Sul em troca da recuperação de construções no Centro do Rio, a região vive uma nova fase de transformação. Antigos edifícios de poucos andares ou com baixa ocupação passaram a ser alvo de incorporadoras, que enxergam ali a oportunidade de erguer projetos maiores, muitos voltados ao mercado de alto padrão e ao aluguel por temporada. Não demorou para que essa onda de especulações alcançasse outro endereço tradicional do bairro. Depois de o Salão Care deixar seu imóvel após a venda do prédio para uma incorporadora, foi a vez do mercadinho Kicarnes entrar na roda de fofoca. O rumor, inclusive, ganhou força após reportagem publicada pelo Jornal do Brasil afirmar que uma das unidades da rede estaria na mira de fundos imobiliários em aquisições que vem sendo feito na região. O DIÁRIO DO RIO foi apurar. A origem da história estaria na filial da Rua Visconde de Pirajá, 224, entre as ruas Vinicius de Moraes e Farme de Amoedo. Segundo a reportagem do JB, fundos imobiliários teriam interesse no conjunto do imóvel para desenvolver um novo empreendimento, o que poderia levar ao fechamento temporário da loja durante o período de obras. Ainda de acordo com a publicação, um fundo imobiliário já teria adquirido algumas unidades do edifício residencial e negociava com a família proprietária do Kicarnes – dona da loja no térreo e de apartamentos no prédio – a compra dos imóveis restantes para viabilizar a demolição do edifício. Como parte da negociação, além do pagamento em dinheiro, estaria sendo oferecida uma futura loja no térreo do novo empreendimento, com área pelo menos 50% maior que a atual. Boom imobiliário em Ipanema Levantamento do Sinduscon-Rio em parceria com a Brain Inteligência Estratégica mostra que os lançamentos residenciais em Ipanema cresceram 294% entre os períodos de 2019-2021 e 2022-2024. A média anual saltou de 63 para 214 unidades, impulsionada pelos incentivos do Reviver Centro, pelo novo Plano Diretor e pelos programas Mais Valia e Mais Valerá. Os números ajudam a explicar o apetite do mercado. Ipanema lidera a absorção de imóveis novos no Rio, com 65,9% das unidades comercializadas, e registra um preço médio de R$ 42 mil por metro quadrado, atrás apenas do Leblon.

Copom inicia reunião para definir novo rumo da taxa Selic
Selic 03/08/2026

Copom inicia reunião para definir novo rumo da taxa Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia nesta terça-feira (4) mais uma reunião para definir o futuro da taxa Selic, principal instrumento utilizado para controlar a inflação no Brasil. A decisão, que será divulgada na quarta-feira (5), é uma das mais aguardadas pelo mercado financeiro, pois poderá indicar o início de um novo ciclo de flexibilização da política monetária após um período prolongado de juros elevados. A expectativa ganhou força nas últimas semanas diante da melhora de alguns indicadores econômicos. A inflação vem apresentando sinais de desaceleração, enquanto o mercado financeiro passou a revisar para baixo as projeções para a Selic em 2026. Esse ambiente alimenta a expectativa de que o Banco Central possa iniciar um movimento gradual de redução da taxa básica de juros, embora a autoridade monetária mantenha um discurso de cautela diante das incertezas no cenário econômico. A reunião também ocorre em um momento de atenção ao ambiente internacional. As decisões do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, o comportamento da economia global e as tensões geopolíticas continuam influenciando os mercados e fazem parte das variáveis analisadas pelo Copom antes da definição da política monetária brasileira. O que está em jogo na reunião O Copom é responsável por estabelecer o nível da Selic, taxa que serve de referência para os juros cobrados em financiamentos, empréstimos e diversas aplicações financeiras. Quando a inflação está elevada, o Banco Central costuma manter ou elevar os juros para reduzir o consumo e conter o aumento dos preços. Já em períodos de inflação mais controlada, há espaço para reduzir a taxa, estimulando a atividade econômica. Segundo o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira (3), o mercado passou a projetar uma Selic de 13,75% ao final de 2026, abaixo da estimativa anterior de 14%. Foi a primeira revisão para baixo desde março, reforçando a percepção de que as condições econômicas podem permitir uma flexibilização gradual da política monetária. Apesar desse cenário, economistas avaliam que qualquer decisão dependerá da leitura do Banco Central sobre o comportamento da inflação e das expectativas para os próximos meses. Inflação segue no centro das decisões A principal missão do Banco Central continua sendo garantir que a inflação permaneça próxima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Embora os índices recentes tenham mostrado desaceleração, a inflação ainda exige acompanhamento constante. Além dos preços ao consumidor, o Copom observa indicadores como o mercado de trabalho, a evolução dos salários, o desempenho da atividade econômica, o comportamento do câmbio e o cenário fiscal. Todos esses fatores podem influenciar a trajetória da inflação e, consequentemente, a necessidade de manter os juros em níveis elevados por mais tempo. Outro ponto de atenção é o ambiente externo. Mudanças na política monetária dos Estados Unidos ou oscilações no mercado internacional podem afetar o fluxo de investimentos para países emergentes, como o Brasil, influenciando o câmbio e os preços internos. Decisão afeta empresas, consumidores e investidores A definição da Selic produz efeitos diretos sobre praticamente toda a economia. Para empresas, juros menores tendem a reduzir o custo do crédito e incentivar investimentos em expansão, inovação e contratação de funcionários. Para os consumidores, uma eventual queda da taxa básica pode tornar financiamentos imobiliários, empréstimos e crédito para veículos mais acessíveis, embora essa redução normalmente ocorra de forma gradual. No mercado financeiro, a decisão influencia o rendimento de aplicações de renda fixa, como Tesouro Direto, CDBs e fundos referenciados em juros, além de impactar a bolsa de valores e a cotação do dólar. Por isso, investidores acompanham atentamente tanto o resultado da reunião quanto o comunicado divulgado pelo Banco Central, que costuma indicar os próximos passos da política monetária. Mercado busca sinais sobre os próximos meses Mais do que a decisão sobre a Selic, analistas estarão atentos ao tom adotado pelo Copom em seu comunicado oficial. O documento costuma oferecer pistas sobre como o Banco Central avalia a economia e quais fatores poderão influenciar as próximas reuniões. Caso a autoridade monetária indique confiança na continuidade da desaceleração da inflação, o mercado poderá reforçar as expectativas de novas reduções nos juros ao longo dos próximos meses. Por outro lado, se o comunicado destacar riscos relevantes para o controle dos preços, a tendência é que prevaleça uma postura mais cautelosa. Essa comunicação é considerada fundamental para orientar investidores, empresas e agentes econômicos, ajudando a reduzir incertezas sobre a condução da política monetária.