AU

AURB11

Fundos Imobiliários

Alianza Urban Hub Renda Fundo de Investimento Imobiliario

CNPJ: 41076823000188

Preço Atual
R$ 83,00
+2.22%
Abertura
R$ 83,00
Fec. Ant: R$ 83,00
Variação Dia
Min: R$ 83,00
Max: R$ 83,00
52 Semanas
Mín: R$ 72,40
Máx: R$ 83,00
Volume
180.000
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Indicadores de Valuation

Dividend Yield
7.00%
P/VP
0.96
VPA
R$ 84,29
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi
Valor de Mercado
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Endividamento

Dívida Líquida
R$ 0,00 Mi

Indicadores de Eficiência

Indicadores de Rentabilidade

Indicadores de Crescimento

Sobre a AURB11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Logística
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O ALIANZA URBAN FII RL (AURB11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S/A DTVM
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1800
Pagamento: 23/07/2026
RENDIMENTO R$ 1,1100
Pagamento: 20/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,5000
Pagamento: 19/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,5000
Pagamento: 21/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,5000
Pagamento: 22/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,4469
Pagamento: 19/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,4000
Pagamento: 23/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,4500
Pagamento: 21/01/2026
RENDIMENTO R$ 0,4000
Pagamento: 18/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,4000
Pagamento: 21/11/2025

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FII de renda urbana quer reduzir peso de inquilinos sem abrir mão dos dividendos
Fundos Imobiliários Brasileiros 29/07/2026

FII de renda urbana quer reduzir peso de inquilinos sem abrir mão dos dividendos

A gestão do RBVBA11 segue confiante na manutenção dos dividendos por meio da estratégia de reciclagem de portfólio Publicidade O fundo imobiliário RBVA11 (Rio Bravo Renda Varejo) deve atravessar um segundo semestre de menor geração recorrente de caixa, mas a expectativa da gestão é manter a distribuição de R$ 0,09 por cota aos investidores, segundo Alexandre Rodrigues, gestor do fundo na Rio Bravo, durante entrevista ao programa Liga de FIIs. Segundo o executivo, o rendimento recorrente deve sofrer impacto das devoluções de imóveis registradas recentemente, uma vez que os novos contratos ainda passam por períodos de carência e descontos antes de contribuírem integralmente para o resultado do fundo. “No primeiro semestre, nosso recorrente ficou na casa de R$ 0,072 ou R$ 0,073 por cota, enquanto distribuímos R$ 0,09. Essa diferença veio do resultado não recorrente que conseguimos gerar ao longo do semestre”, pontuou. Para os próximos meses, a expectativa é de um rendimento recorrente menor. “Esse deve ser o semestre com o menor rendimento recorrente, que deve ficar próximo de R$ 0,062 por cota. As locações precisam de um tempo para maturar, porque muitas começam com carência e descontos”, acrescentou Rodrigues. Apesar desse cenário, Rodrigues afirmou que a gestão segue confiante na manutenção dos dividendos por meio da estratégia de reciclagem de portfólio. “A gente vem vendendo imóveis semestre após semestre e está muito confiante na possibilidade de manter os R$ 0,09 por cota. Já temos muita coisa contratada que deve melhorar nosso recorrente nos próximos meses.” Leia Mais: FIIs de renda urbana ainda têm muito espaço para crescer, diz gestor do RBVA11 Gestor espera maior diversificação do portfólio Segundo Rodrigues, o objetivo é que, à medida que o fundo avance em novas aquisições e vendas de ativos, a concentração em grandes locatários diminua gradualmente. Hoje, a Cogna é o principal inquilino do RBVA11, respondendo por cerca de 18% da receita imobiliária. Para o gestor, esse percentual ainda está acima do desejado. “Quando olhamos para os REITs lá fora, muitos têm o maior inquilino representando apenas 2% da carteira. No Brasil, isso ainda é difícil, mas gostaríamos de chegar a algo entre 5% e 7% da receita. Seria um nível de diversificação excelente”, diz o gestor. Continua depois da publicidade Rodrigues afirmou que esse processo poderá ocorrer tanto pela venda de imóveis atualmente ocupados por grandes locatários quanto pelo crescimento do patrimônio do fundo. “Buscamos ganhar diversificação por duas frentes: podemos vender parte desse portfólio e também crescer comprando novos ativos. As duas estratégias ajudam a reduzir a concentração.” Leia Mais: FIIs menores terão espaço no mercado? Gestores apontam desafios e vantagens Alavancagem segue baixa e dívida continua abaixo do custo de capital O executivo também falou sobre o nível de endividamento do RBVA11. Segundo Rodrigues, a estratégia da Rio Bravo continua sendo manter uma postura conservadora em relação à alavancagem. Continua depois da publicidade “A nossa alavancagem está em torno de 11% do patrimônio. Não é uma alavancagem alta e hoje temos caixa suficiente para cumprir boa parte das nossas obrigações por bastante tempo.” O gestor ressaltou que as dívidas contratadas possuem custo considerado atrativo, com operações entre IPCA + 5,3% e IPCA + 6%, além de uma emissão a IPCA + 4,5%. “São dívidas abaixo do nosso custo de capital. Não faria sentido pré-pagá-las, porque é um dinheiro barato que captamos. Faz sentido mantê-las provavelmente até o vencimento”, concluiu Rodrigues. Confira o episódio completo na edição desta semana do Liga de FIIs. O programa vai ao ar todas as quartas-feiras, às 18h, no canal do InfoMoney no Youtube. Você também pode rever todas as edições passadas.

ALZR11 conclui compra de galpão logístico ocupado pela Shopee
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ALZR11 conclui compra de galpão logístico ocupado pela Shopee

Aquisição reforça o portfólio do fundo com contrato atípico de 10 anos e garantias para a operação O fundo imobiliário ALZR11 concluiu a aquisição do galpão logístico BTS ocupado pela Shopee, oficializando a transferência da propriedade após a lavratura da escritura pública de compra e venda. A conclusão da operação marca o encerramento do processo de aquisição anunciado pela gestora em março deste ano. O imóvel foi comprado por R$ 125 milhões. A quitação ocorreu por meio da compensação financeira de créditos entre o fundo e o vendedor, no âmbito da oferta pública da 8ª emissão de cotas do ALZR11. O contrato também prevê a possibilidade de um pagamento adicional de até R$ 20 milhões, na modalidade de earn-out. O desembolso poderá ocorrer em até 12 meses após o fechamento da transação, desde que sejam cumpridas as condições estabelecidas nos documentos da operação, incluindo obrigações assumidas pelo vendedor e pela locatária. Contrato de longo prazo e garantias reforçam a operação O empreendimento permanece totalmente ocupado pela Shopee, que firmou um contrato de locação atípico com prazo inicial de 10 anos. O aluguel mensal é de aproximadamente R$ 1,035 milhão. Pelas condições do contrato, os valores serão reajustados pelo INCC até o início da locação e, posteriormente, pelo IPCA. Além disso, o acordo estabelece mecanismos de proteção para o ALZR11 em caso de rescisão antecipada. Publicidade Publicidade Entre as cláusulas previstas está o pagamento de multa equivalente ao saldo dos aluguéis vincendos durante o prazo inicial do contrato, além da renúncia da locatária ao direito de revisar o valor da locação nesse período. Como garantia adicional, a Shopee apresentou uma carta de fiança bancária correspondente a 12 meses de aluguel e encargos, ampliando a segurança da operação para o fundo e seus investidores.

FII tem proposta milionária para vender escritórios na Berrini
Fundos Imobiliários Brasileiros 29/07/2026

FII tem proposta milionária para vender escritórios na Berrini

FII tem proposta milionária para vender escritórios na Berrini; veja valor O fundo imobiliário HAAA11 (Hedge AAA Fundo de Investimento Imobiliário) comunicou ao mercado que recebeu proposta para vender um conjunto de escritórios no Thera Corporate, na Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, em São Paulo, por R$ 242,935 milhões. O informe foi feito por meio de fato relevante e, nesta etapa, trata-se apenas de uma intenção de compra, sem conclusão da operação. O ativo em negociação abrange 10 conjuntos comerciais distribuídos pelos 3º, 4º, 16º, 17º e 18º andares da Torre 3 do complexo Thera Corporate. De acordo com o comunicado, o pagamento seria dividido em duas parcelas: R$ 116,45 milhões no fechamento e R$ 126,485 milhões até 30 dias após a quitação da primeira parcela. Segundo o fato relevante, a proposta ainda está sujeita à aprovação pelos órgãos internos de governança do fundo. Apenas após essa avaliação poderá ocorrer a eventual assinatura dos documentos definitivos. Não há garantia de que a venda será efetivada, nem prazo divulgado para uma decisão final. Venda do fundo imobiliário prevê compensação com cotas Além do desembolso em dinheiro, a proposta inclui mecanismos financeiros para a liquidação da transação. A primeira parcela pode ser paga, total ou parcialmente, por compensação com cotas de outro fundo imobiliário de elevada liquidez, administrado e gerido por instituições sem vínculo com a administradora do Hedge AAA. A segunda parcela pode ser estruturada via securitização dos recebíveis da venda, por meio da emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). Nesse formato, os créditos seriam cedidos de forma definitiva à securitizadora, sem obrigação futura de pagamento pelo fundo, conforme os termos apresentados. O documento também prevê uma indenização de performance nos 24 meses subsequentes à transferência do imóvel. Se a receita bruta do ativo, após a dedução das despesas ordinárias de condomínio e do IPTU das unidades desocupadas, ficar abaixo do valor de referência de R$ 1,747 milhão por mês, o vendedor deverá indenizar o comprador pela diferença. A proposta determina ainda que o fundo será responsável pelo pagamento do ITBI, das despesas cartorárias e dos custos iniciais e de estruturação de eventual operação de securitização. Mesmo considerando esses desembolsos, o valor econômico informado permanece em linha com o laudo de avaliação do imóvel, equivalente a aproximadamente R$ 19,8 mil por metro quadrado. Thera Corporate integra portfólio do Hedge AAA O Thera Corporate compõe um dos dois ativos imobiliários atualmente detidos pelo Hedge AAA. Conforme o relatório gerencial de junho, o fundo tem foco em lajes corporativas e encerrou o semestre com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 223,2 milhões, valor de mercado próximo de R$ 196 milhões, cerca de 22,3 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL) e 228 cotistas. O relatório indica que o objetivo do veículo é buscar valorização patrimonial e geração de renda por meio de investimentos predominantemente em escritórios corporativos. Além do Thera Corporate, o portfólio inclui participação no WT Morumbi, ambos localizados na cidade de São Paulo. No fechamento de junho, as cotas eram negociadas abaixo do valor patrimonial. O valor patrimonial por cota estava em R$ 64,60, enquanto a cotação de mercado reportada no relatório gerencial era de R$ 56,80. A eventual concretização da venda pode alterar a composição patrimonial do fundo. O fato relevante, porém, não detalha a destinação dos recursos caso a operação avance, nem apresenta estimativas de possíveis impactos nos rendimentos futuros dos cotistas. A administradora informou que novas comunicações serão feitas se houver evolução do processo.