AURB11 Alianza Urban Hub Renda Fundo de Investimento Imobiliario – Cotação Hoje
Alianza Urban Hub Renda Fundo de Investimento Imobiliario
CNPJ: 41076823000188
Selo de Investimento:
🏢 Renda SólidaAtende a 8 de 10 critérios fundamentais de consistência e solidez para renda imobiliária.
Checklist Fundamentalista de 10 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Resumo Fundamentalista de AURB11
O ativo AURB11 (Alianza Urban Hub Renda Fundo de Investimento Imobiliario) está sendo negociado hoje a R$ 88,88, acumulando uma variação de +7.08% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 72,40 e a máxima de R$ 88,88. O fundo atua no segmento de Tijolo - Logística, registrando um Dividend Yield (12M) de 6.79% e indicador P/VP de 1.07x.
Oscilação dos Últimos 12 Meses
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a AURB11
O ALIANZA URBAN FII RL (AURB11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Logística, com gestão Ativa.
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SNEL11 apresenta forte liquidez, movimentando R$ 10,3 mi
SNEL11 apresenta forte liquidez, movimentando R$ 10,3 milhões em pregão Vinícius Alves 12/09/2026 às 8:40 3 minutos de leitura Atualizado em: 12/09/2026 às 8:40 O fundo imobiliário SNEL11 terminou a sessão desta sexta-feira (11/09) estável, cotado a R$ 7,90, mas chamou atenção pelo elevado volume financeiro negociado. Ao longo do pregão, o fundo movimentou aproximadamente R$ 10,3 milhões, um dos maiores volumes entre os ativos acompanhados. A mínima registrada no dia foi de R$ 7,86. O desempenho ocorreu em um dia de leve alta para o mercado de fundos imobiliários, com o IFIX avançando 0,04%, aos 3.748,63 pontos. FII vem ganhando escala e cotistas O fundo imobiliário SNEL11 vem ganhando escala e liquidez após concluir sua quinta emissão de cotas, que movimentou R$ 1,01 bilhão. O movimento também veio acompanhado de uma forte expansão da base de investidores. O fundo alcançou aproximadamente 127 mil cotistas, contra 37.520 registrados um ano antes. Isso representa um crescimento superior a três vezes no período e coloca o SNEL11 em uma nova escala dentro do segmento de energia renovável. Vale ressaltar que a quinta emissão também trouxe uma participação relevante de investidores institucionais: dos 424 subscritores, fundos de investimento responderam por cerca de 52,7 milhões das novas cotas. O dado mostra que a captação não ficou restrita ao investidor pes SNEL11: capital novo acelera estratégia de expansão Com o novo capital, a estratégia do SNEL11 passa a mirar principalmente usinas solares já operacionais, em vez de concentrar os recursos na construção de projetos do zero. A preferência por ativos em funcionamento permite avaliar empreendimentos que já possuem histórico de geração e, em alguns casos, contratos de comercialização ou locação estabelecidos. A gestão pretende utilizar a nova capacidade financeira para ampliar a potência instalada do fundo. O portfólio, que gira em torno de 150 MWp considerando os ativos atuais, poderá chegar a aproximadamente 400 MWp caso o plano de expansão seja executado integralmente. Na prática, o R$ 1 bilhão levantado representa mais do que um aumento de patrimônio. O capital cria poder de negociação para a gestão, que passa a ter condições de analisar oportunidades maiores e buscar uma carteira com escala suficiente para diluir custos e diversificar sua exposição entre diferentes usinas e contratos. Resultado e valorização dos ativos entram no radar Enquanto amplia sua estrutura, o SNEL11 também apresentou resultados operacionais relevantes. Em julho, o fundo registrou R$ 13,36 milhões em resultado distribuível, enquanto parte dos ativos adquiridos em emissões anteriores passou por reavaliação positiva. O valor justo desse conjunto de imóveis avançou 11,2% entre dezembro de 2025 e julho de 2026, passando de aproximadamente R$ 279,3 milhões para R$ 310,5 milhões. A valorização não foi uniforme: São Bento, Liberdade e Catena apresentaram as maiores altas, enquanto Pains e Pirassununga tiveram pequenas revisões negativas. O desempenho mostra que a expansão do fundo ocorre em duas frentes. De um lado, há o crescimento por meio de novas captações e aquisição de empreendimentos; de outro, os ativos que já integram a carteira podem apresentar valorização conforme suas características operacionais e as condições de mercado. A ocupação das usinas também vem sendo trabalhada pela gestão. Em Várzea 2 e 3, foram contratados 2,65 MWp de capacidade pela Setta Energia, enquanto Matozinhos 1 passou por uma troca de locatário, com a entrada da Ultra Energia.
FII MAGM11 avança 0,91% em pregão e volta aos R$ 9,97
FII MAGM11 avança 0,91% em pregão e volta aos R$ 9,97 Vinícius Alves 12/09/2026 às 10:00 4 minutos de leitura Atualizado em: 12/09/2026 às 10:00 O fundo imobiliário MAGM11 registrou alta de 0,91% nesta sexta-feira (11/09), negociado a R$ 9,97, segundo os dados da B3. O fundo apresentou volume financeiro de aproximadamente R$ 1,71 milhão e tinha como mínima do dia também o patamar de R$ 9,97. Com o avanço, o MAGM11 figurou entre os fundos imobiliários em alta no pregão, enquanto o IFIX apresentava valorização mais moderada, de 0,04%. MAGM11 pagará dividendos em setembro com yield de 1,20%; veja valor O MAGM11 anunciou a distribuição de R$ 0,12 por cota em dividendos aos investidores. Terão direito aos proventos os cotistas posicionados no fundo até 10 de setembro de 2026, enquanto o pagamento será realizado em 17 de setembro. Considerando o fechamento da cota em R$ 10,00 em agosto, o rendimento corresponde a um dividend yield de 1,20% no período. Para pessoas físicas, os rendimentos distribuídos pelo fundo são isentos de Imposto de Renda, desde que atendidas as condições previstas na legislação. Selic em 14% desafia FII, mas gestor do MAGM11 vê oportunidade na volatilidade O mercado de fundos imobiliários atravessa um período de elevada volatilidade, pressionado pela combinação entre juros ainda altos, incertezas fiscais e o ambiente eleitoral. Para Tomas Gouvêa, gestor do MAGM11, a taxa de juros continua sendo o principal fator por trás da reprecificação das cotas, embora o cenário também esteja criando oportunidades para investidores com horizonte de longo prazo. A Selic está atualmente em 14%, enquanto os juros reais dos títulos públicos indexados à inflação permanecem em níveis elevados. Na avaliação do gestor, esse ambiente mantém a renda fixa como uma alternativa competitiva e exige um prêmio maior dos ativos imobiliários negociados em Bolsa. “Quando a gente olha essa NTNB com alguns picos que a gente teve, acima de 8,5%, isso influencia muito diretamente essa reprecificação dos fundos imobiliários. Naturalmente, quando a gente teve outros momentos, há cinco ou seis anos, de grande fechamento dessas NTNBs, da redução da taxa Selic e, naturalmente, da redução do juro real, a gente viu um movimento oposto, uma reprecificação para cima dos fundos imobiliários”, afirmou Gouvêa. Segundo ele, o desconto das cotas já incorpora parte desse cenário de juros elevados. A volatilidade mais recente, porém, tem sido ampliada por fatores adicionais, como inflação, conflitos internacionais e a frustração com as expectativas de cortes de juros que existiam no início do ano. No começo de 2026, havia expectativa de que a Selic pudesse terminar o ano próxima de 12%, segundo as projeções acompanhadas pela equipe econômica da MAG Investimentos. O cenário, entretanto, mudou ao longo dos meses, levando a uma nova precificação dos ativos. “Quando a gente olha o macro, a gente tem esses dois grandes fatores que acabam influenciando, nesse momento, dado a volatilidade e dado o alto patamar de taxa de juros, negativamente as cotas dos fundos imobiliários. Isso é um fator macro que influencia diretamente toda a indústria”, disse. MAGM11 aposta em gestão multiestratégia para atravessar ciclo de juros O fundo tem atualmente cerca de R$ 125 milhões. Para Gouvea, o tamanho ainda relativamente pequeno é uma vantagem para a estratégia de crédito, já que permite pulverizar os investimentos em diferentes operações e ativos. A proposta, entretanto, não é permanecer indefinidamente concentrada em crédito. Conforme o cenário de juros mudar, a gestão pretende utilizar a flexibilidade do fundo para aumentar a exposição a outras classes de ativos imobiliários. “Conforme essa carteira crescer, num cenário que a gente veja também um fechamento maior de juros, a gente pode ter uma posição maior em ativos prefixados, em ativos IPCA+, que também vão ter um benefício no fechamento de juros e, claro, começar a nossa exposição em imóveis, seja diretamente, seja através de outros fundos imobiliários, num cenário que a gente veja um risco-retorno mais favorável a essa classe de ativos”, explicou. A gestão também destaca como diferencial do MAGM11 uma análise baseada em fundamentos, especialmente em crédito. Antes de investir em um CRI, a equipe avalia não apenas o título, mas o devedor, a empresa, as garantias, a estrutura da operação e a capacidade de pagamento. “Quando a gente olha uma operação de crédito, a gente nunca está comprando um CRI. A gente está comprando o que está por trás dessa operação. Quem é o devedor? Quem é essa empresa? Qual é o management que está tocando essa empresa? Qual é a estratégia dela?”, afirmou Gouvea. Outro pilar da estratégia é a originação própria. A equipe busca acessar operações diretamente com empresas e proprietários, além de atuar no mercado secundário e primár
SNID11 disparou 1,48% e se destaca entre fundos da Suno
SNID11 disparou 1,48% e se destaca entre fundos da Suno Vinícius Alves 12/09/2026 às 8:50 2 minutos de leitura Atualizado em: 12/09/2026 às 8:50 O fundo imobiliário SNID11 disparou 1,48% na sessão desta sexta-feira (11/09), cotado a R$ 10,30, de acordo com os dados registrados de mercado. Com a valorização, o fundo se destacou entre os FIIs da Suno acompanhados no pregão. O volume financeiro negociado foi de aproximadamente R$ 48,8 mil, enquanto a mínima registrada ficou em R$ 10,20. No mesmo dia, o IFIX, principal índice de fundos imobiliários da B3, avançou 0,04%, aos 3.748,63 pontos. Últimos dividendos do SNID11 O FI-Infra SNID11 anunciou a distribuição de R$ 0,11 por cota em rendimentos aos investidores. O pagamento feito no dia 25 de agosto de 2026, enquanto a data-base foi definida para 14 de agosto. Considerando a cotação de fechamento de R$ 10,48, o provento representa um dividend yield de aproximadamente 1,05% sobre o valor de mercado da cota. Tiveram direito ao rendimento os investidores que mantiveram posição no fundo até a data-base estabelecida. O SNID11 vem mantendo uma política de distribuição recorrente: o fundo também pagou R$ 0,11 por cota em julho, enquanto nos meses anteriores os valores chegaram a R$ 0,12 e R$ 0,13 por cota. Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%. Tese do FI-Infra O SNID11 é um FI-Infra, com carteira voltada principalmente a títulos de crédito ligados a projetos de infraestrutura. Segundo informações divulgadas anteriormente pela gestora, a carteira é majoritariamente composta por debêntures incentivadas. Os rendimentos distribuídos pelo SNID11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação tributária. FI-Infra atinge máxima histórica de retorno total Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%, enquanto o IFIX apresentou variação negativa no mesmo pregão, segundo comunicação da gestora. Pelos dados da gestão, o retorno total acumulado desde o início das operações já supera 73%, patamar que consolida desempenho acima dos principais índices de renda fixa e infraestrutura acompanhados pelo mercado. A comparação considera a métrica que agrega a variação das cotas e todos os proventos distribuídos no período, oferecendo uma leitura abrangente da evolução do investimento. O uso de total return é prática difundida para mensurar o resultado efetivo de fundos com distribuição recorrente. A metodologia incorpora o efeito dos rendimentos pagos ao longo do tempo, o que permite capturar com maior precisão a geração de valor do ativo, especialmente em estratégias que priorizam fluxo de caixa periódico.
Perguntas Frequentes sobre AURB11
Qual é a cotação de AURB11 hoje na B3?
Quanto a AURB11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de AURB11?
O que significa o P/L e o P/VP de AURB11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
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