ARTE11 Artemis Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada – Cotação Hoje
Artemis Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada
CNPJ: 53193237000100
Selo de Investimento:
⚠️ AtençãoAtende a 6 de 11 critérios. Alguns múltiplos de valuation, histórico ou liquidez exigem atenção.
Checklist Fundamentalista de 11 Critérios
Critérios de consistência e valuation auditadosRetorno em dividendos nos últimos 12 meses superior a 6% ao ano
Pagamento regular de rendimentos em pelo menos 10 dos últimos 12 meses
Cota negociada sem ágio exagerado sobre o valor patrimonial
Ausência de desconto extremo que possa sinalizar vacância crônica ou risco de crédito
Sem quedas abruptas (superiores a 30%) no valor médio distribuído recentemente
Fundo de porte relevante com maior capacidade de diversificação e resiliência
Volume diário adequado para negociação ágil e spreads reduzidos no book
Atuação em setor com histórico maduro de geração de renda imobiliária
Histórico operacional comprovado em diferentes ciclos econômicos
Rendimentos saudáveis sem sinais de amortizações ou distribuições extraordinárias
Nível de ocupação saudável dos imóveis para garantir a receita de aluguéis (Ignorado para fundos de papel)
Método Barsi (Preço Teto 6% a.a.)
Estratégia focada em renda imobiliária com cálculo do preço máximo da cota para obter no mínimo 6% ao ano em proventos com base nos rendimentos dos últimos 12 meses.
Composição da Carteira & Ativos do Fundo
📊 Alocação por Classe de Ativo
Principais Títulos & CRIs em Carteira
Consulte o Raio-X completo de ativos, passivos, alavancagem, cotistas e histórico de 12 meses do ARTE11.
Resumo Fundamentalista de ARTE11
O ativo ARTE11 (Artemis Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 6,95, acumulando uma variação de +6.27% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 6,20 e a máxima de R$ 10,34. O fundo atua no segmento de Fundo Imobiliário (FII), registrando um Dividend Yield (12M) de 16.94% e indicador P/VP de 0.64x.
Histórico de Cotação: ARTE11
Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência
Indicadores do Fundo Imobiliário (FII)
Sobre a ARTE11
O ARTEMIS FII (ARTE11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.
Outros FIIs do Segmento Fundo Imobiliário (FII)
Ver Todos os FIIsNotícias relacionadas
Passar muito tempo no espaço pode fazer mal para ossos de astronautas
Estudo analisou dados de astronautas após o retorno à Terra e identificou aumento nas fraturas após missões espaciais prolongadas Viagens espaciais têm se tornado mais comuns. A tecnologia espacial tem evoluído de maneira muito rápida e com ela também as missões tripuladas. Astronautas têm se acostumado a viajar e ficar longos períodos em órbita – e isso pode se tornar um problema. Continua após a publicidade Pesquisadora da NASA Johnson Space Center, nos Estados Unidos, e outros cientistas publicaram um estudo sobre as consequências que longos períodos no espaço podem ter sobre os corpos de astronautas. Os resultados apontaram que problemas no quadril são mais comuns quando as missões passam de 90 dias. Para quem tem pressa: Estudo da NASA encontrou uma maior taxa de fraturas no quadril entre astronautas que passaram mais de 90 dias em missões espaciais; A pesquisa aponta que avaliar apenas a densidade mineral dos ossos, um dos procedimentos atuais, pode não ser suficiente para entender os efeitos da microgravidade sobre a estrutura óssea; Os autores ainda defendem a ampliação do monitoramento com exames mais detalhados e buscar estratégias para prevenir ou reduzir os danos causados por longos períodos no espaço. Missões cada vez mais longas Megafoguete Starship, da SpaceX, levou quatro astronautas da NASA para a ISS – Imagem: SpaceX A NASA enviou quatro astronautas para a Estação Internacional Espacial (ISS), na missão Crew-13, na quarta-feira (01). Ela durará aproximadamente 180 dias. Ao chegar a ISS, a equipe encontrou outro grupo que ficou o mesmo período na estação. Essas missões buscam avançar nas pesquisas sobre a Lua e Marte. As focadas no satélite natural terrestre, inclusive, visam acumular mais informações que podem auxiliar no avanço das missões Artemis, que buscam desenvolver uma base lunar humana até 2032. Com essas novas tendências, uma outra ala de pesquisa investiga como o corpo humano responderá ao prolongado período no ambiente de microgravidade. A perda muscular e fragilização óssea devida a menor carga exercida sobre o corpo dos astronautas já são conhecidas, mas análises mais profundas sobre o possível impacto ainda seguem em desenvolvimento. Partindo dessa ideia, o estudo em questão reuniu dados acumulados pela NASA e analisou a incidência de fraturas em diferentes períodos. A comparação foi feita entre os astronautas e levou em consideração fatores como as durações de acompanhamento e a idade média. Os resultados mostraram uma maior taxa de fraturas no quadril entre astronautas que passaram mais de 90 dias no espaço. As ocorrências também foram registradas em idades consideradas mais jovens do que as esperadas em comparação com a população em geral. Leia mais: Estudo ainda é limitado Astronautas da missão Artemis 3 – Imagem: NASA Os pesquisadores expuseram que a pesquisa tem pouca amostragem e poucos dados a serem coletados, pelo ainda recente avanço das viagens tripuladas e pequenos grupos que vão ao espaço. Ainda assim, o estudo defende a ampliação de procedimentos e análises profundas em relação à saúde corporal dos astronautas. Atualmente, o monitoramento ósseo da NASA utiliza principalmente a DXA, um exame de imagem para avaliar a densidade mineral dos ossos. Continua após a publicidade De forma simples, o equipamento utiliza dois níveis de energia de raios X para estimar a quantidade de minerais, principalmente cálcio, presente nos ossos. É um dos métodos usados para avaliar a resistência óssea e identificar perda de massa óssea. A questão defendida pelo grupo de pesquisa, é que medir apenas a densidade mineral não mostra toda a condição do osso. Um astronauta pode apresentar determinada densidade óssea, mas isso não necessariamente revela como estão a estrutura interna e a microarquitetura do tecido ósseo. Mais recentemente, a NASA também começou a solicitar tomografias dos ossos antes e depois dos voos espaciais. O exame permite obter informações mais detalhadas sobre diferentes regiões e características dos ossos. Mesmo com a atualização, os pesquisadores defendem que o acompanhamento seja ampliado e complementado para obter uma avaliação mais completa dos efeitos dos voos espaciais. Sendo possível ampliar e desenvolver exercícios, medicamentos e outros procedimentos que previnam ou mitiguem os danos na saúde óssea dos astronautas.
Cinturão de Van Allen – uma barreira às viagens espaciais?
O Cinturão de Van Allen é uma barreira intransponível no espaço? Descubra como a ciência permitiu a passagem segura dos astronautas A 150 milhões de quilômetros de distância, o Sol é uma enorme usina de fusão nuclear, produzindo cerca de 384 trilhões de trilhões de Watts. Toda essa energia é lançada no espaço na forma de luz, calor e partículas carregadas, que seriam letais para a vida na Terra, não fosse a presença de um enorme escudo protetor que envolve nosso planeta. Continua após a publicidade O campo magnético da Terra nos protege de boa parte das partículas carregadas que chegam do Sol, mas ao mesmo tempo, cria uma região no espaço conhecida como Cinturão de Van Allen, onde a radiação dessas partículas é concentrada. A sua existência só foi descoberta quando começamos a explorar o espaço e rapidamente levou a uma pergunta importante: quão perigoso seria atravessar essas regiões de radiação? A resposta ajudaria a definir os limites e as possibilidades das primeiras viagens humanas para além da órbita terrestre. Entre 1911 e 1912, o físico austro-americano Victor Franz Hess realizou uma série de voos de balão medindo a radiação em diversas altitudes, concluindo que ela aumentava com a altitude e que essa radiação vinha do espaço. Hess havia descoberto os raios cósmicos, partículas energéticas vindas do Sol, de explosões de supernovas na nossa galáxia e de outras fontes extragalácticas extremas, e que interagem com nossa atmosfera. Tal descoberta rendeu a Hess o Prêmio Nobel de Física em 1936. Victor Franz Hess (à frente no cesto) preparando-se para uma ascensão de balão em Viena, no ano de 1911, em uma viagem que posteriormente o ajudaria a descobrir os raios cósmicos e renderia o Prêmio Nobel de Física em 1936. – Créditos: American Physical Society Esse experimento seria aprimorado no início de 1958, quando os Estados Unidos colocaram em órbita o Explorer 1, seu primeiro satélite artificial. Entre seus instrumentos havia um contador Geiger destinado a medir os raios cósmicos em altitudes bem mais elevadas que as alcançadas pelos balões de Hess. Só que os dados começaram a apresentar um comportamento estranho: em determinadas altitudes, o instrumento registrava uma quantidade de radiação tão grande que parecia ficar saturado. O astrofísico James Van Allen, da Universidade de Iowa, chegou a imaginar que os instrumentos estavam ‘bugados’. Mas as medições do Explorer 3, lançado no mesmo ano, não deixaram dúvidas. Aquilo não era uma falha, era uma nova e surpreendente descoberta: a Terra estava cercada por um cinturão de partículas energéticas aprisionadas pelo campo magnético do planeta. James Van Allen no Museu Smithsonian em 1977. – Créditos: NASA Mais tarde, outras missões mais profundas, como o Pioneer 3 e o Explorer 4, mostraram a existência de uma segunda região, mais externa. Essas estruturas acabaram recebendo o nome de Cinturões de Van Allen, em homenagem ao cientista que liderou sua descoberta. Mas afinal, o que são esses cinturões? Se você já viu aquele experimento com um ímã e limalha de ferro, sabe que o campo magnético cria uma estrutura invisível ao redor dele, que acaba orientando o “pozinho” de ferro. No caso da Terra, essa estrutura é muito maior e interage com partículas eletricamente carregadas que chegam principalmente do Sol. Algumas acabam ficando presas pelo campo magnético, formando regiões em forma de enormes rosquinhas. Continua após a publicidade Só que, ao contrário da limalha de ferro, as partículas energéticas dos cinturões de Van Allen não ficam simplesmente paradas no espaço. O cinturão interno é relativamente estável e formado principalmente por prótons de alta energia, um pouco mais comportados, como o time de masters da firma. Já o cinturão externo, composto predominantemente por elétrons, é um ambiente extremamente dinâmico, como uma festinha de aniversário de criança, com partículas correndo para todos os lados e algumas a velocidades próximas à da luz. O tempo todo, novas partículas podem ser capturadas e outras, escapar para o espaço. Por isso, a intensidade e a extensão dessas regiões mudam com a atividade solar. Durante tempestades geomagnéticas, por exemplo, os cinturões podem sofrer alterações importantes, como foi percebido a partir das sondas Van Allen lançadas em 2012. Seus dados revelaram que, em determinadas condições, pode surgir uma terceira região de radiação entre as duas principais. Ela não é permanente: apareceu em meio a uma intensa atividade solar e desapareceu depois de algumas semanas. Continua após a publicidade Geometria dos cinturões de Van Allen. – Créditos: Booyabazooka em Wikimedia Mas então, toda essa radiação não faria do Cinturão de Van Allen uma barreira intransponível para as viagens tripuladas ao espaço? Felizmente, não. Mas essa é uma preocupação válida diante do risco que ela representa para nossa saúde e para o funcionamento dos nossos equipamentos. Partículas energéticas, quando atingem componentes eletrônicos, podem provocar falhas. Em uma memória de computador, por exemplo, elas podem alterar o valor lógico de um bit, modificando os dados de uma pesquisa, ou talvez, a programação de voo da espaçonave. Em seres humanos, o efeito é semelhante. A radiação pode alterar os “bits” do nosso DNA, gerando células defeituosas, que podem provocar um mau funcionamento do organismo ou evoluir para um câncer. Mas a boa notícia é que nosso organismo é capaz de suportar certa dose de radiação sem risco significativo para nossa saúde. É essa tolerância que nos permite fazer um raio-X, de vez em quando, e que possibilitou que Hess voltasse vivo de seus experimentos com balão. Tudo depende da intensidade da radiação e do tempo em que ficamos expostos a ela. Continua após a publicidade Essa compreensão é importante para entender como foi possível para os astronautas das Missões Apollo, e agora, da Artemis, atravessar o Cinturão de Van Allen sem problemas. Os cinturões realmente existem e representam um ambiente de radiação hostil para o ser humano. Mas se as espaçonaves oferecem alguma proteção e atravessam rapidamente essa região, a dose de radiação que os astronautas recebem é baixa e relativamente segura. Durante as nove missões tripuladas do Programa Apollo, as trajetórias foram otimizadas para reduzir a exposição à radiação. A NASA mediu as doses recebidas pelos astronautas e as médias variaram de 0,16 a 1,14 rad, sendo boa parte dessa exposição vinda da passagem pelos cinturões. Nenhuma dessas doses ultrapassou os limites anuais então recomendados para trabalhadores regularmente expostos à radiação. Trajetória da Apollo 11 otimizada para atravessar o Cinturão de Van Allen com a menor exposição possível. – Reprodução: Youtube / Aprimoramento: Gemini Continua após a publicidade Isso não significa que a radiação espacial seja inofensiva. Fora da proteção do campo magnético terrestre, os astronautas também ficam expostos aos raios cósmicos e às partículas energéticas emitidas pelo Sol. Uma grande tempestade solar durante uma missão lunar ou interplanetária poderia representar um risco muito mais sério, e esse é um dos grandes desafios para futuras viagens de longa duração. Por isso é tão importante estudar o ambiente espacial, identificando os riscos e os melhores caminhos para nossa jornada pelo Cosmos. E os cinturões de Van Allen não são uma barreira intransponível, mas se parecem mais com uma onda que quebra na praia. Uma onda que precisamos atravessar rapidamente para seguirmos nossas aventuras pelo grande oceano cósmico. Aviso importante Marcelo Zurita é colunista do nosso site e as opiniões do artigo não representam, necessariamente, a opinião do Olhar Digital.
IA do McDonald’s faz preço do Big Mac mudar na mesma cidade
McDonald’s usa inteligência artificial para orientar preços e pode cobrar valores diferentes pelo mesmo produto em lojas próximas O McDonald’s está ampliando o uso de inteligência artificial para orientar preços em restaurantes dos Estados Unidos e de outros mercados. O sistema analisa milhões de transações e estima quanto os clientes de cada região estão dispostos a pagar. Continua após a publicidade Com isso, o mesmo produto pode receber preços diferentes em restaurantes próximos. A prática aumenta a pressão sobre franqueados e também levanta questões sobre o uso de algoritmos na definição de preços e sobre as regras de concorrência. Um Big Mac custava US$ 5,69 em uma unidade de Fresno e US$ 6,89 em outra, a poucos quilômetros de distância. – Imagem: Live heavenly/Shutterstock Big Mac mais caro a poucos quilômetros Desenvolvida em parceria com a Tiger Analytics, a plataforma usa aprendizado de máquina para analisar milhões de transações diárias nas quase 14 mil unidades da rede. A partir desses dados, o sistema gera o que o McDonald’s chama de “preço ideal” para cada item em cada restaurante. Um dos fatores considerados é a disposição dos consumidores a pagar em determinada região. O sistema também consulta preços publicados nos cardápios online de concorrentes próximos, como Wendy’s e Burger King. Uma checagem da Reuters em setembro encontrou um Big Mac por US$ 5,69 (cerca de R$ 29,53) em um restaurante da própria empresa em Fresno, na Califórnia. A aproximadamente três quilômetros dali, outra unidade cobrava US$ 6,89 (cerca de R$ 35,76) pelo mesmo sanduíche. A diferença era de 21%, mas não foi possível confirmar se resultou das recomendações da ferramenta ou de outros fatores. Pressão sobre os franqueados O McDonald’s afirma que os proprietários continuam livres para estabelecer os preços e apresenta a plataforma como uma ferramenta de apoio à decisão. Relatos de cinco franqueados, porém, apontam pressão para adotar os valores sugeridos. Documentos internos mostram que a companhia registra os casos em que os proprietários se afastam das recomendações. Em janeiro, uma comunicação enviada aos franqueados passou a exigir um envolvimento “construtivo” com os consultores e ferramentas de preços aprovados pelo McDonald’s. A questão também envolve interesses financeiros diferentes. A sede recebe uma porcentagem da receita dos restaurantes, enquanto os franqueados precisam lidar diretamente com despesas como salários e aluguel, que aumentaram nos últimos anos. Entre os parâmetros usados para orientar as recomendações estão: priorizar aumentos em itens que não tiveram reajuste há pelo menos dois anos; considerar aumentos apenas em produtos que já tiveram reajustes recentes em pelo menos 30% das lojas; excluir sorvetes e bebidas de aumentos durante os meses de verão; levar em conta metas corporativas, como atrair clientes ou aumentar o lucro; considerar preços abaixo de US$ 3 (cerca de R$ 15,63) para determinados produtos. A relação entre a rede e seus operadores ganhou outro ponto de tensão quando o CEO Chris Kempczinski afirmou que o descumprimento das orientações de preços pode fazer parte das conversas durante avaliações de franqueados. Continua após a publicidade A ferramenta considera quanto os consumidores de cada região estão dispostos a pagar pelos produtos do McDonald’s. Imagem: Artem Stepanov/Shutterstock Uso da IA levanta questão antitruste A própria plataforma traz uma ressalva jurídica. Seus termos alertam que os franqueados podem ser considerados concorrentes entre si e destacam a necessidade de cumprir as leis antitruste. Leia mais: O tema ganhou relevância em meio ao escrutínio de tribunais e reguladores americanos sobre práticas de preços baseadas em algoritmos e o risco de coordenação entre concorrentes. Especialistas ouvidos pela Reuters divergem sobre o tamanho desse risco para o McDonald’s. A empresa afirma levar a sério o cumprimento das leis de concorrência e diz que os avisos presentes na plataforma não representam evidência de comportamento anticompetitivo. Continua após a publicidade O episódio expõe uma mudança mais ampla na maneira como grandes redes podem usar dados para definir preços. No caso do McDonald’s, a tecnologia passou a influenciar decisões que afetam simultaneamente a estratégia da companhia, os custos dos franqueados e o valor pago pelo consumidor.
Perguntas Frequentes sobre ARTE11
Qual é a cotação de ARTE11 hoje na B3?
Quanto a ARTE11 paga de dividendos?
Como calcular o Preço Teto de ARTE11?
O que significa o P/L e o P/VP de ARTE11?
Fonte de Dados Oficiais & Transparência
Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.
Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.