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ARTE11 – Cotação Artemis Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

Fundos Imobiliários

Artemis Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada

CNPJ: 53193237000100

Preço Atual
R$ 7,36
+3.66%

Resumo Fundamentalista de ARTE11

O ativo ARTE11 (Artemis Fundo de Investimento Imobiliario Responsabilidade Limitada) está sendo negociado hoje a R$ 7,36, acumulando uma variação de +3.66% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 6,51 e a máxima de R$ 10,34. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Residencial. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 6,95
Fec. Ant: R$ 7,36
Variação Dia
Min: R$ 6,95
Max: R$ 7,37
52 Semanas
Mín: R$ 6,51
Máx: R$ 10,34
Volume
1.422
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.70
R$ 10,14
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a ARTE11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Residencial
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O ARTEMIS FII (ARTE11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Residencial, com gestão Ativa.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040

Dividendos

RENDIMENTO R$ 0,1100
Pagamento: 17/08/2026
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 15/07/2026
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 16/06/2026
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 18/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,1200
Pagamento: 16/04/2026
RENDIMENTO R$ 0,0908
Pagamento: 16/03/2026
RENDIMENTO R$ 0,0958
Pagamento: 18/02/2026
RENDIMENTO R$ 0,0889
Pagamento: 15/12/2025
RENDIMENTO R$ 0,1163
Pagamento: 17/11/2025
RENDIMENTO R$ 0,0857
Pagamento: 15/10/2025

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Materiais Avançados Cristal do tempo fotônico molda a luz em ultravelocidade Redação do Site Inovação Tecnológica - 18/08/2026 Uma onda de luz na frequência de THz induz modulações temporais fortes e rápidas, criando um cristal de luz que se desdobra no tempo. [Imagem: B. Schröder/HZDR] Cristal do tempo de luz Uma equipe de físicos da Alemanha e da França conseguiu algo inusitado no ainda estranho, mas entusiasmante, campo dos cristais do tempo, estruturas que se repetem não no espaço, mas no tempo - eles são dinâmicos e estão sempre se refazendo, e assim continuarão até o fim dos tempos. Tingwen Guo e seus colegas conseguiram criar experimentalmente o primeiro cristal fotônico temporal totalmente de luz, um "material" cujas propriedades ópticas podem ser periodicamente moduladas no tempo. E, por ser totalmente de luz, ele faz essa modulação em escalas ultrarrápidas, na frequência dos terahertz (THz). Este feito experimental aponta para múltiplas aplicações futuras, incluindo a computação óptica ultrarrápida, novos sistemas de telecomunicações e novos tipos de lasers. "A faixa dos THz representa a fronteira entre as tecnologias eletrônicas e fotônicas," explica o professor Yannis Laplace, da Escola Politécnica da França. "É uma faixa repleta de oportunidades tanto para a ciência quanto para a sociedade, mas ainda está subdesenvolvida tecnologicamente em comparação com suas contrapartes elétricas e fotônicas. A criação de cristais fotônicos pode abrir caminho para o fechamento dessa lacuna." O cristal do tempo fotônico alcança uma modulação simultaneamente muito forte (como forçar um objeto a emitir uma cor completamente diferente) e muito rápida (na escala de picossegundos). [Imagem: Tingwen Guo et al. - 10.1038/s41586-026-10825-9] Do controle espacial ao controle temporal Os cristais fotônicos tradicionais - aqueles que são espaciais, e não temporais - são materiais nanoestruturados com um padrão óptico periódico, como uma rede cristalina, que controla o fluxo de fótons. Ajustando com precisão o índice de refração e os formatos dos diferentes materiais usados em sua construção, eles podem bloquear, guiar ou intensificar comprimentos de onda específicos, de forma semelhante a como os semicondutores controlam os elétrons. Até agora, esse controle, feito por meio de alterações de temperatura ou de campos magnéticos, tem sido estritamente espacial, ou estático no tempo. O que a equipe conseguiu agora foi criar os primeiros cristais fotônicos temporais, nos quais as propriedades ópticas do material - refletividade e frequência de ressonância - são moduladas dinamicamente em escalas de tempo de picossegundos, comparáveis ao próprio ciclo de oscilação da luz. "Ao estender os cristais fotônicos do espaço para o tempo, abrimos uma nova dimensão para o controle da luz - e um novo caminho para a amplificação e a emissão laser. Isso pode revolucionar as tecnologias ópticas em frequências de terahertz e além," disse Guo. [Imagem: Hanqing Zhao et al. - 10.1038/s41563-025-02344-1] Um cristal do tempo visível só foi criado no ano passado. Metamaterial plasmônico Para abrir a possibilidade de alterar as propriedades dos fótons ao longo do tempo, a equipe precisou construir um dispositivo inovador, um tipo especial de cristal fotônico que eles chamam de metamaterial plasmônico. Os meta-átomos do metamaterial são estruturas de ouro em escala micrométrica, entalhadas com formato de dentes de serra sobre uma camada dupla, a primeira isolante e a segunda feita de uma liga semicondutora de índio e antimônio. Essas microestruturas funcionam como cavidades que aprisionam os fótons entre a camada de ouro e a camada semicondutora, gerando ondas conhecidas como plásmons de superfície, nas quais os elétrons se comportam como uma espécie de onda coletiva capaz de capturar a luz e sustentar suas oscilações - elas são a base de um modo inovador de computação conhecido como plasmônica. Quando pulsos de laser na frequência dos THz atingem o metamaterial, suas propriedades ópticas, particularmente a capacidade de refletir a luz, são moduladas de forma muito intensa nessas escalas de tempo muito curtas, algo muito difícil de se conseguir. É por isto que a equipe acredita que seu cristal do tempo fotônico pode "transformar a forma como usamos a luz na tecnologia, particularmente na faixa de terahertz". Bibliografia: Artigo: Plasmonic metamaterial time crystal Autores: Tingwen Guo, Jules Sueiro, Gian Marcello Andolina, Artem Levchuk, Stefano Ponzoni, Romain Grasset, Donald Monthe, Ian Aupiais, Dmitri Daineka, Javier Briatico, Thales VAG de Oliveira, Alexey Ponomaryov, Atiqa Arshad, Arjun Karimbana-Kandy, Gulloo Lal Prajapati, Igor Ilyakov, Jan-Christoph Deinert, Sebastian F. Maehrlein, Luca Perfetti, Marco Schirò, Yannis Laplace Revista: Nature DOI: 10.1038/s41586-026-10825-9 Outras notícias sobre: Mais tópicos

Alexis Guérin, o trepador «simples» que chegou ao topo da Volta a Portugal
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Alexis Guérin, o trepador «simples» que chegou ao topo da Volta a Portugal

Ciclista francês, de 34 anos, dominou a competição com regularidade e forte desempenho nas montanhas. Descreve-se como «uma pessoa simples» e diz que vai comer «dois quilos de chocolate» Aos 34 anos, a vitória na Volta a Portugal é a maior conquista de carreira de Alexis Guerin (Nuno Veiga/Lusa) Aos 34 anos, a vitória na Volta a Portugal é a maior conquista de carreira de Alexis Guerin (Nuno Veiga/Lusa) Aos 34 anos, a vitória na Volta a Portugal é a maior conquista de carreira de Alexis Guerin (Nuno Veiga/Lusa) Aos 34 anos, a vitória na Volta a Portugal é a maior conquista de carreira de Alexis Guerin (Nuno Veiga/Lusa) Alexis Guérin é o vencedor da 87.ª Volta a Portugal, depois de uma corrida dominadora ao serviço da Anicolor-Campicarn, equipa que o francês, de 34 anos, fez questão de colocar no centro da conquista. A vitória foi construída com regularidade, disciplina e uma forte exibição nas montanhas. Depois de conquistar a camisola amarela na Torre, Guérin segurou-a de vez na Senhora da Graça, onde correu de camisola negra, em memória de Finlay Tarling, corredor britânico que morreu durante a oitava etapa, num acontecimento inédito na história da Volta a Portugal. Guérin atribui, contudo, a vitória ao trabalho coletivo da Anicolor-Campicarn. O francês enalteceu o papel de Artem Nych, de Rúben Pereira, diretor desportivo, do trepador francês Louis Ferreira, que considera «o melhor trepador no ciclismo em Portugal», e dos restantes corredores e elementos do staff, que trabalharam «a 200%». Um ano depois de ter sido segundo classificado na estreia na Volta, a 1.15 minutos do colega de equipa Artem Nych, vencedor das edições de 2024 e 2025, Guérin inverteu os papéis e terminou a prova com 1.02 minutos de vantagem sobre o russo, de 31 anos. «Muitas pessoas julgavam que o Artem [Nych] ia correr para ele, mas o Artem também correu por mim. Os corredores e o staff trabalharam muito para mim. Não podemos ganhar quando uma equipa não trabalha como uma equipa. Não ganhei a Volta. A Anicolor-Campicarn ganhou a Volta», disse Alexis Guérin. Antes de cada etapa, seguiu à risca um princípio simples: «comer bem e dormir bem». Nota negativa que identifica no desempenho individual aconteceu na etapa de Peso da Régua, onde perdeu tempo devido a um posicionamento atrasado: «o único erro» que cometeu, reconhece. Do futebol ao ciclismo «Sou uma pessoa simples. Gosto de passar tempo com a minha mulher, de comer bem, de me encontrar com amigos», apresentou-se o corredor que agora inscreve o nome na história da Volta a Portugal, citado pela Lusa. Nascido em 6 de junho de 1992, em Libourne, a cerca de 35 quilómetros de Bordéus, Guérin sabe que aprendeu a andar de bicicleta entre os dois e os três anos, mas a porta de entrada para o ciclismo profissional só se abriu muitos anos depois, aos 17. Até então, o futebol tinha sido o desporto que ocupava grande parte do tempo no clube da cidade natal. Como médio defensivo, distinguia-se pela resistência física, mas tinha a noção de que as capacidades lhe permitiriam, no máximo, disputar a quarta divisão francesa. Uma lesão numa perna afastou-o temporariamente da bola e levou-o a utilizar a bicicleta como meio de recuperação. O contacto frequente com um amigo de infância que praticava ciclismo acabou por encaminhá-lo para uma modalidade na qual poderia explorar a resistência física. Seis meses depois de começar a praticar ciclismo a sério, Guérin integrou a seleção francesa de juniores. Mais tarde, foi sub-23 na FDJ e na Etixx, formação que, em 2014, desenvolvia os jovens da Omega Pharma-Quick Step. Chamada de Portugal Sem conseguir vingar no WorldTour, conquistou a Volta à Alta Áustria, ao serviço da austríaca Vorarlberg, em 2021, e uma etapa na Semana Coppi e Bartali, em 2023, numa prestação em que impressionou. Foi depois de uma conversa telefónica com Rúben Pereira que Guérin decidiu rumar a Portugal. Encontrou no país «muito boas pessoas» e «um ambiente latino» de que gosta. Guérin reside há nove anos em Pau, cidade francesa no sopé dos Pirenéus. Está habituado a treinar cerca de 20 horas por semana, mas faz questão de levar o filho à escola numa bicicleta equipada para dois lugares e aprecia especialmente o tempo passado com o filho e a filha, e a mulher, de nacionalidade portuguesa. A escolha do ciclismo, explica, acabou por corresponder às características pessoais e desportivas: «O ciclismo era uma boa opção para as minhas características e para a minha cabeça. Tenho muito presente o sentido de equipa, mas também de trabalhar individualmente. O ciclismo precisa de uma equipa para ganhar, mas se não trabalhares e não estiveres forte não podes ganhar. Precisas de talento, mas também de uma equipa para poder ganhar». Chocolate, vinho e descanso Depois de uma Volta a Portugal em que terminou no topo, o plano imediato do francês passa pouco por bicicletas e muito por descanso, família e alguns prazeres que a competição normalmente limita. «Vou comer dois quilos de chocolate. Quero beber um bom vinho. Depois, espero descansar um pouco. Estarei com o meu filho e voltarei a Portugal na semana seguinte».

Alexis Guérin, o trepador «simples» que chegou ao topo da Volta a Portugal
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Se consideras que o áudio não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade! Esta voz foi gerada com recurso a inteligência artificial, a partir do resumo do artigo original. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros. Se consideras que o resumo não está claro ou não reflete bem o conteúdo, envia o teu feedback . A tua opinião é importante para ajudar a melhorar esta funcionalidade! Este resumo foi criado com recurso a inteligência artificial. Embora esta tecnologia tenha sido concebida para ser útil e precisa, pode conter erros ou não captar todas as nuances importantes do artigo. Alexis Guérin é o vencedor da 87.ª Volta a Portugal, depois de uma corrida dominadora ao serviço da Anicolor-Campicarn, equipa que o francês, de 34 anos, fez questão de colocar no centro da conquista. A vitória foi construída com regularidade, disciplina e uma forte exibição nas montanhas. Depois de conquistar a camisola amarela na Torre, Guérin segurou-a de vez na Senhora da Graça, onde correu de camisola negra, em memória de Finlay Tarling, corredor britânico que morreu durante a oitava etapa, num acontecimento inédito na história da Volta a Portugal. Guérin atribui, contudo, a vitória ao trabalho coletivo da Anicolor-Campicarn. O francês enalteceu o papel de Artem Nych, de Rúben Pereira, diretor desportivo, do trepador francês Louis Ferreira, que considera «o melhor trepador no ciclismo em Portugal», e dos restantes corredores e elementos do staff, que trabalharam «a 200%». Um ano depois de ter sido segundo classificado na estreia na Volta, a 1.15 minutos do colega de equipa Artem Nych, vencedor das edições de 2024 e 2025, Guérin inverteu os papéis e terminou a prova com 1.02 minutos de vantagem sobre o russo, de 31 anos. «Muitas pessoas julgavam que o Artem [Nych] ia correr para ele, mas o Artem também correu por mim. Os corredores e o staff trabalharam muito para mim. Não podemos ganhar quando uma equipa não trabalha como uma equipa. Não ganhei a Volta. A Anicolor-Campicarn ganhou a Volta», disse Alexis Guérin. Antes de cada etapa, seguiu à risca um princípio simples: «comer bem e dormir bem». Nota negativa que identifica no desempenho individual aconteceu na etapa de Peso da Régua, onde perdeu tempo devido a um posicionamento atrasado: «o único erro» que cometeu, reconhece. Do futebol ao ciclismo «Sou uma pessoa simples. Gosto de passar tempo com a minha mulher, de comer bem, de me encontrar com amigos», apresentou-se o corredor que agora inscreve o nome na história da Volta a Portugal, citado pela Lusa. Nascido em 6 de junho de 1992, em Libourne, a cerca de 35 quilómetros de Bordéus, Guérin sabe que aprendeu a andar de bicicleta entre os dois e os três anos, mas a porta de entrada para o ciclismo profissional só se abriu muitos anos depois, aos 17. Até então, o futebol tinha sido o desporto que ocupava grande parte do tempo no clube da cidade natal. Como médio defensivo, distinguia-se pela resistência física, mas tinha a noção de que as capacidades lhe permitiriam, no máximo, disputar a quarta divisão francesa. Uma lesão numa perna afastou-o temporariamente da bola e levou-o a utilizar a bicicleta como meio de recuperação. O contacto frequente com um amigo de infância que praticava ciclismo acabou por encaminhá-lo para uma modalidade na qual poderia explorar a resistência física. Seis meses depois de começar a praticar ciclismo a sério, Guérin integrou a seleção francesa de juniores. Mais tarde, foi sub-23 na FDJ e na Etixx, formação que, em 2014, desenvolvia os jovens da Omega Pharma-Quick Step. Chamada de Portugal Sem conseguir vingar no WorldTour, conquistou a Volta à Alta Áustria, ao serviço da austríaca Vorarlberg, em 2021, e uma etapa na Semana Coppi e Bartali, em 2023, numa prestação em que impressionou. Foi depois de uma conversa telefónica com Rúben Pereira que Guérin decidiu rumar a Portugal. Encontrou no país «muito boas pessoas» e «um ambiente latino» de que gosta. Guérin reside há nove anos em Pau, cidade francesa no sopé dos Pirenéus. Está habituado a treinar cerca de 20 horas por semana, mas faz questão de levar o filho à escola numa bicicleta equipada para dois lugares e aprecia especialmente o tempo passado com o filho e a filha, e a mulher, de nacionalidade portuguesa. A escolha do ciclismo, explica, acabou por corresponder às características pessoais e desportivas: «O ciclismo era uma boa opção para as minhas características e para a minha cabeça. Tenho muito presente o sentido de equipa, mas também de trabalhar individualmente. O ciclismo precisa de uma equipa para ganhar, mas se não trabalhares e não estiveres forte não podes ganhar. Precisas de talento, mas também de uma equipa para poder ganhar». Chocolate, vinho e descanso Depois de uma Volta a Portugal em que terminou no topo, o plano imediato do francês passa pouco por bicicletas e muito por descanso, família e alguns prazeres que a competição normalmente limita. «Vou comer dois quilos de chocolate. Quero beber um bom vinho. Depois, espero descansar um pouco. Estarei com o meu filho e voltarei a Portugal na semana seguinte». Questionado sobre se pretende continuar na Anicolor-Campicarn em 2027, responde sem rodeios: «Tem de falar com o Rúben [Pereira, diretor desportivo]».

Perguntas Frequentes sobre ARTE11

Qual é a cotação de ARTE11 hoje na B3?
A cotação de ARTE11 hoje está em R$ 7,36. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 6,95 e máxima de R$ 7,37.
Quanto a ARTE11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de ARTE11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ARTE11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ARTE11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

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