AL

ALMI11 Fundo de Investimento Imobiliario Torre Almirante Cotas – Cotação Hoje

Fundos Imobiliários 📈 Ação B3

Fundo de Investimento Imobiliario Torre Almirante Cotas

CNPJ: 07122725000100

Preço Atual
R$ 600,00
+2.56%

Resumo Fundamentalista de ALMI11

O ativo ALMI11 (Fundo de Investimento Imobiliario Torre Almirante Cotas) está sendo negociado hoje a R$ 600,00, acumulando uma variação de +2.56% no pregão. Nos últimos 12 meses, a cotação oscilou entre a mínima de R$ 549,99 e a máxima de R$ 700,00. A companhia está inserida no setor de Fundos Imobiliários, atuando no segmento de Escritórios. O ativo possui histórico de distribuição de proventos aos investidores, permitindo calcular o dividendo médio e a margem de segurança para estratégias de renda passiva.

Abertura
R$ 599,98
Fec. Ant: R$ 600,00
Variação Dia
Min: R$ 599,98
Max: R$ 600,00
52 Semanas
Mín: R$ 549,99
Máx: R$ 700,00
Volume
11
Moeda: BRL

Oscilação dos Últimos 12 Meses

Carregando gráfico...

Indicadores de Valuation

0.28
R$ 2.089,74
Enterprise Value
R$ 0,00 Mi

Sobre a ALMI11

Setor
Fundos Imobiliários
Indústria
Escritórios
Market Cap
N/A
Descrição do Negócio

O TORRE ALMIRANTE FII (ALMI11) é um fundo de investimento imobiliário listado na B3. O fundo possui mandato de não informado e atua no segmento de Escritórios, com gestão Definida.

Administrador do Fundo
Nome
BTG PACTUAL SERVICOS FINANCEIROS S.A. DISTRIBUIDOR
CNPJ
59281253000123
Telefone
55 11 3383-3102
Endereço
Praia de Botafogo, 501 - 6º Andar, Botafogo — Rio de Janeiro/RJ - CEP 22.250-040

Dividendos

RENDIMENTO R$ 2,2936
Pagamento: 14/08/2026
RENDIMENTO R$ 2,6984
Pagamento: 14/07/2026
RENDIMENTO R$ 2,5185
Pagamento: 12/06/2026
RENDIMENTO R$ 2,5185
Pagamento: 14/05/2026
RENDIMENTO R$ 0,2963
Pagamento: 15/04/2026
RENDIMENTO R$ 2,5500
Pagamento: 06/03/2026
RENDIMENTO R$ 4,5300
Pagamento: 06/02/2026
RENDIMENTO R$ 4,8000
Pagamento: 08/01/2026
RENDIMENTO R$ 4,8151
Pagamento: 05/12/2025
RENDIMENTO R$ 3,0358
Pagamento: 07/11/2025

Notícias relacionadas

MCRE11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; confira valor
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

MCRE11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; confira valor

MCRE11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; confira valor Redação FIIs 18/08/2026 às 8:40 2 minutos de leitura Atualizado em: 18/08/2026 às 8:40 Os cotistas do fundo imobiliário MCRE11 vão receber R$ 0,10 por cota em dividendos referentes a julho de 2026, com pagamento em 24 de agosto. Para entrar na distribuição, era preciso ter as cotas ao fim do pregão de 17 de agosto de 2026, data de corte definida para o provento. O valor equivale a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,16%, calculado sobre a cotação de R$ 8,65 em que o papel fechou julho. Os dividendos do MCRE11 são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física dentro das condições da legislação. Onde o MCRE11 está investido Ao fim de junho de 2026, o fundo imobiliário MCRE11 tinha 95% dos recursos em ativos-alvo, conforme o relatório mais recente. A carteira reunia 11 CRIs, um imóvel, cinco fundos estruturados e 15 fundos imobiliários listados. A maior fatia era dos CRIs, com 45% do portfólio, seguidos pelos FIIs estruturados (28%), pelos imóveis (16%), pelos FIIs líquidos (6%) e pelo caixa (5%). No book de crédito e ativos estruturados, 93% das posições estavam atreladas ao IPCA e 7% ao CDI. Fiel ao perfil multiestratégia, o FII MCRE11 combina crédito imobiliário, ativos estruturados, imóveis e posições em fundos listados. Entre os CRIs e estruturados, o residencial lidera com 33% da exposição, à frente do comercial (27%), do logístico (23%), do shopping (16%) e dos loteamentos (1%). São Paulo concentra 71% das garantias dessa parcela. As movimentações recentes do MCRE11 Em junho, o fundo integralizou mais R$ 2 milhões no CRI MSB Axis, papel ligado ao financiamento de um empreendimento residencial no Campo Belo, em São Paulo, contratado a IPCA + 11% ao ano. O fundo MCRE11 também informou que todos os CRIs da carteira seguiam adimplentes, com as parcelas de vencimento em julho já quitadas até a publicação do relatório. Na parcela de FIIs líquidos, a gestão manteve a diversificação entre segmentos, inclusive com alocações em ofertas destinadas a investidores profissionais do MCRE11.

Análise: O mercado de capitais brasileiro finalmente percebeu o protagonismo dos FIDCs? – Money Times
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

Análise: O mercado de capitais brasileiro finalmente percebeu o protagonismo dos FIDCs? – Money Times

(Imagem: iStock/Rmcarvalho) Durante muitos anos, os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) ocuparam uma posição discreta no mercado de capitais brasileiro. Enquanto debêntures, fundos imobiliários e ofertas de ações concentravam a atenção de investidores, analistas e da imprensa especializada, os FIDCs avançavam de forma constante, ampliando patrimônio, número de operações e relevância econômica. A questão que se impõe agora é simples: o mercado já percebeu a dimensão que essa indústria já alcançou e o quanto deverá crescer nos próximos anos? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os números indicam que ela deixou de ser um segmento complementar. Os FIDCs encerraram o primeiro semestre de 2026 com patrimônio líquido de R$ 770,3 bilhões. No mesmo período, as emissões somaram R$ 53,1 bilhões distribuídos em 559 operações. Apenas em julho, as ofertas alcançaram R$ 6,7 bilhões, crescimento de 16,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Mais do que volumes expressivos, esses dados revelam uma mudança estrutural na forma como o crédito e o financiamento vêm sendo organizados no país. O mercado de capitais brasileiro atingiu recorde de captação em 2026, superando R$ 361 bilhões no primeiro semestre e R$ 429 bilhões entre janeiro e julho. Nesse contexto, os FIDCs passaram a ocupar uma posição que vai muito além da securitização tradicional de recebíveis. O aspecto mais relevante talvez não esteja apenas no crescimento do segmento, mas na diversidade que ele representa. Enquanto parte dos instrumentos do mercado opera por meio de estruturas mais padronizadas, os FIDCs se expandem por meio de centenas de operações voltadas para diferentes formas de originação de crédito e financiamento nos mais diferentes segmentos econômicos. Essa característica permite que empresas e setores encontrem soluções mais aderentes às suas necessidades. O avanço dos FIDCs também está inserido em uma transformação mais ampla do sistema financeiro brasileiro. O país vive um processo gradual de migração de um modelo historicamente concentrado na intermediação bancária para uma estrutura em que o mercado de capitais assume participação crescente na distribuição de crédito. Esse movimento é acompanhado pela expansão das gestoras independentes, pelo desenvolvimento de novos veículos de investimento e pelo amadurecimento da indústria de crédito estruturado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O dado mais emblemático dessa evolução talvez seja justamente o número de operações. Foram 559 emissões de FIDCs apenas no primeiro semestre. Trata-se de um mercado cada vez mais pulverizado, com múltiplos originadores, diferentes perfis de risco e modelos de negócio específicos. Essa dinâmica amplia a capacidade do sistema financeiro de direcionar recursos para a economia real sem depender exclusivamente dos canais tradicionais de crédito. Outro ponto que merece atenção é o fato dessa expansão ocorrer em um ambiente de juros elevados, incertezas fiscais e crescimento econômico moderado. Em tese, esse cenário tenderia a restringir a atividade financeira. O desempenho da indústria sugere, entretanto, que existe demanda crescente por instrumentos capazes de conectar investidores e tomadores de recursos de forma mais eficiente e segmentada. Isso não significa que os FIDCs substituirão outros instrumentos do mercado de capitais. Debêntures, fundos imobiliários, ações e certificados de recebíveis continuam cumprindo funções distintas e relevantes. O que os números mostram é algo diferente: os FIDCs já fazem parte do núcleo do sistema de financiamento privado brasileiro. Quando uma indústria reúne patrimônio superior a R$ 770 bilhões, movimenta dezenas de bilhões de reais em novas emissões e realiza centenas de operações em poucos meses, dificilmente pode ser considerada um segmento secundário. O protagonismo já aparece nos indicadores. O reconhecimento dessa realidade, porém, ainda caminha em velocidade inferior à do próprio mercado. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Os FIDCs deixaram de ser uma aposta para o futuro. Tornaram-se uma das principais engrenagens do mercado de capitais brasileiro. A pergunta, portanto, não é se ganharam relevância. A pergunta é: por que uma indústria desse porte ainda recebe menos atenção do que efetivamente representa para o financiamento da economia nacional? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

FIIs nas eleições de 2026: o que o histórico indica para o investidor?
Fundos Imobiliários Brasileiros 18/08/2026

FIIs nas eleições de 2026: o que o histórico indica para o investidor?

Levantamento da XP com as eleições de 2014, 2018 e 2022 mostra como os fundos imobiliários reagiram antes e depois do primeiro turno Publicidade Com a aproximação das eleições de 2026, os investidores voltam a acompanhar os possíveis efeitos do cenário político sobre os ativos brasileiros. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e, historicamente, períodos eleitorais costumam ser acompanhados por maior volatilidade nos mercados. Para avaliar como os fundos imobiliários (FIIs) se comportam nesse ambiente, Marx Gonçalves, head de Fundos Listados da XP, Eduardo Bacelar, analista de Fundos Listados, e Antonio Mello, estrategista quantitativo, analisaram o desempenho do IFIX e das três principais classes de fundos que compõem o índice nos 12 meses anteriores e posteriores ao primeiro turno das eleições de 2014, 2018 e 2022. O estudo considerou principalmente retorno e volatilidade anualizados. A análise histórica aponta que, embora os mercados financeiros brasileiros tendam a ficar mais sensíveis à aproximação das eleições, os fundos imobiliários apresentaram comportamento menos diretamente relacionado ao calendário eleitoral. IFIX nas eleições Volatilidade baseada em retornos diários em janelas de 60 dias (IFIX vs. Ibovespa). Foto: XP. Segundo os analistas, o IFIX não mostrou um padrão consistente de desempenho antes das eleições nos três ciclos avaliados. Nos anos em que houve segundo turno, a volatilidade do índice chegou a diminuir entre as duas votações, voltando posteriormente para níveis próximos aos registrados antes do processo eleitoral. Esse comportamento sugere que os FIIs podem apresentar um caráter relativamente mais defensivo diante do risco eleitoral, especialmente quando comparados ao mercado acionário brasileiro, representado pelo Ibovespa. Leia Mais: Liga de FIIs completa 5 anos: o que o investidor aprendeu – e ainda precisa aprender Volatilidade atual chama atenção antes das eleições O cenário de 2026, contudo, apresenta uma diferença em relação aos ciclos anteriores. Desde maio, a volatilidade do IFIX está acima da média observada nos períodos eleitorais analisados, aproximando-se dos níveis registrados em 2018. Para os autores do estudo, o movimento não está necessariamente relacionado apenas às eleições. A principal influência estaria na abertura dos vértices intermediários e longos da curva de juros, em meio às preocupações com a situação fiscal brasileira, a trajetória da inflação e fatores externos. Ainda assim, o componente eleitoral pode ter influência indireta. Isso ocorre porque o prêmio de risco fiscal também está relacionado às expectativas do mercado sobre as agendas fiscais que poderão prevalecer após a eleição presidencial. Continua depois da publicidade Nesse contexto, uma eventual mudança na percepção dos investidores sobre a trajetória fiscal pode alterar as expectativas para juros e, consequentemente, afetar a precificação dos fundos imobiliários. Retorno dos FIIs também teve comportamento particular onsiderando a média dos três ciclos eleitorais, o IFIX teve seu melhor desempenho anualizado no período de três meses anterior ao primeiro turno, dinâmica semelhante à observada no Ibovespa. Retorno acumulado anualizado do IFIX e Ibovespa antes e após as eleições. Foto: XP. Depois do segundo turno, os fundos imobiliários apresentaram uma recuperação gradual, com retornos crescentes nos horizontes seguintes, chegando ao período de 12 meses após a definição eleitoral. Continua depois da publicidade Pela mediana, o IFIX apresentou desempenho mais robusto nos horizontes de seis e três meses anteriores ao primeiro turno. Após o segundo turno, entretanto, o índice acumulou queda de 9,6% nos três meses seguintes, antes de recuperar parte das perdas. O comportamento foi diferente do observado no Ibovespa, que apresentou uma dinâmica inversa nesse intervalo. A diferença reforça, segundo os pesquisadores, que os FIIs possuem características próprias e não necessariamente reproduzem o comportamento do mercado acionário durante períodos de maior incerteza política. Continua depois da publicidade Os números, porém, precisam ser interpretados com cautela. A composição do IFIX mudou significativamente entre 2014 e 2022, enquanto as principais categorias do índice — fundos de tijolo, fundos de recebíveis e FOFs/multiestratégia — possuem exposições distintas a juros, inflação, crédito e atividade econômica. Leia Mais: HSLG11 despenca 9% e aprofunda tombo após recuperação judicial da Casas Bahia

Perguntas Frequentes sobre ALMI11

Qual é a cotação de ALMI11 hoje na B3?
A cotação de ALMI11 hoje está em R$ 600,00. Durante o pregão, registrou mínima de R$ 599,98 e máxima de R$ 600,00.
Quanto a ALMI11 paga de dividendos?
A empresa distribui proventos periodicamente na forma de dividendos e JCP (Juros sobre Capital Próprio). Você pode conferir a tabela completa com as últimas datas de corte (Data Com) e pagamento na seção de Dividendos acima.
Como calcular o Preço Teto de ALMI11?
O Preço Teto (Método Barsi e Décio Bazin) estabelece o preço máximo a pagar para obter um retorno mínimo em proventos (ex: 6% ao ano). Utilize nossa Calculadora de Preço Teto de ALMI11 para calcular automaticamente a margem de segurança e o Preço Justo de Graham.
O que significa o P/L e o P/VP de ALMI11?
O P/L (Preço sobre Lucro) indica quantos anos levaria para reaver o capital investido através dos lucros da empresa. Já o P/VP (Preço sobre Valor Patrimonial) indica se o papel está sendo negociado acima ou abaixo de seu patrimônio líquido contábil.

Fonte de Dados Oficiais & Transparência

Informações de cotações e demonstrações financeiras sincronizadas com dados públicos da B3 e CVM.

Aviso Legal: Os dados e ferramentas disponibilizados pelo Cotações Hoje têm propósito exclusivamente informativo e educacional, não constituindo recomendação de investimento.