UN

UNI

Criptomoeda

Uniswap

Atualizado: 16/09/2026

Preço Atual
US$ 6,52
+1.57%
Cotação de Criptoativo em tempo real

Resumo de Uniswap (UNI)

O criptoativo Uniswap (UNI) está sendo negociado a US$ 6,52 nesta data, acumulando uma variação de +1.57% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de US$ 6,00 e a máxima de US$ 6,55.

Variação (US$)
US$ 0,10
Cotação: USD
Variação Dia
Mín: US$ 6,00
Máx: US$ 6,55
Volume Diário
58.598.271
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

🪙 Cripto Sólida

O criptoativo UNI atende a 6 de 7 critérios estruturais (85.7%), demonstrando maturidade de rede, alta liquidez global, consenso seguro e política monetária controlada.

Pontuação dos Critérios 6/7 (85.7%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Aprovado

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 293.0 milhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Rede em operação desde 2020 (6 anos de histórico)

Segurança de Consenso Comprovada

Não atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Mecanismo: Token de Governança DeFi (Ethereum L1)

Utilidade & Infraestrutura Real

Atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor: Finanças Descentralizadas (DeFi)

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado estimado: ~U$ 5.0 bilhões

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política: Hard Cap de 1 Bilhão de UNI com inflação residual perpétua de 2%

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: +1.57% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
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Oscilação dos Últimos 12 Meses

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Como um hacker transformou US$ 0,25 em US$ 46 bilhões em Bitcoin falso

Falha em ponte DeFi permitiu criar US$ 46 bilhões em tokens de Bitcoin sem lastro, mas o prejuízo real foi bem abaixo abaixo desse valor Um hacker conseguiu transformar um depósito de apenas 330 satoshis — cerca de US$ 0,25 — em aproximadamente US$ 46,1 bilhões em tokens falsos ligados ao Bitcoin ao explorar duas falhas no protocolo DeFi Symbiosis. Apesar do valor gigantesco criado artificialmente, o prejuízo real foi muito menor: a plataforma estima preliminarmente perdas de 9,97 BTC, cerca de US$ 770 mil. O ataque ocorreu em 11 de setembro e atingiu o Bitcoin Bridge da Symbiosis, serviço usado para movimentar valor entre a rede do Bitcoin e outras blockchains. O invasor fez 12 depósitos falsos em cerca de quatro minutos, envolvendo BNB Chain, Ethereum e Rootstock, e conseguiu emitir aproximadamente 46,1 bilhões de syBTC. O syBTC é um token criado pela Symbiosis para representar Bitcoin em outras redes. Em condições normais, cada unidade emitida precisa estar vinculada a BTC efetivamente depositado na infraestrutura da ponte. No ataque, porém, os novos tokens foram criados sem qualquer Bitcoin correspondente como lastro. Para colocar a dimensão do erro em perspectiva, os 46,1 bilhões de syBTC equivalem a mais de 2.000 vezes o limite máximo de 21 milhões de bitcoins que poderão existir. Isso não significa, porém, que novos bitcoins tenham sido criados ou que a própria rede do Bitcoin tenha sido comprometida. A falha ocorreu exclusivamente na infraestrutura da Symbiosis. Duas falhas permitiram criar tokens do nada Segundo o relatório pós-incidente divulgado pela Symbiosis e analisado pelo CoinDesk, o ataque dependeu da combinação de dois erros de software. O primeiro fazia com que a ponte verificasse a parte errada de uma transação de Bitcoin ao determinar quem havia enviado os recursos. Com isso, o invasor conseguiu convencer o sistema de que era ao mesmo tempo um depositante autorizado e o administrador da ponte. Com esse privilégio, o hacker conseguiu definir a taxa mínima cobrada pelo protocolo como um número negativo. A segunda falha apareceu justamente na forma como o contrato fazia essa conta: ao subtrair uma taxa negativa do valor depositado, o programa acabava somando o número. Na prática, o atacante podia informar números enormes e fazer com que um depósito minúsculo fosse interpretado como uma quantidade gigantesca de BTC. Foi assim que 330 satoshis serviram como ponto de partida para a emissão dos bilhões de syBTC sem lastro. Antes do ataque, existiam apenas 13,91 syBTC, segundo a Symbiosis. Desse total, 11,26 estavam em pools de liquidez combinados com ativos como WBTC, cbBTC, BTCB e RBTC. Essa baixa liquidez acabou limitando o tamanho do roubo. Criar US$ 46 bilhões em tokens falsos não significa conseguir transformá-los em US$ 46 bilhões reais. Para extrair dinheiro, o hacker precisava encontrar compradores ou pools com ativos verdadeiros disponíveis para trocar pelos syBTC sem lastro. Relatos iniciais da empresa de segurança Blockaid indicaram que o invasor conseguiu converter cerca de 4,39 WBTC, equivalentes a aproximadamente US$ 336 mil, pela Uniswap. O cálculo posterior da Symbiosis elevou a estimativa preliminar total de perdas de usuários e provedores de liquidez para 9,97 BTC, ou aproximadamente US$ 770 mil. Ponte segue fora do ar Após identificar o ataque, a Symbiosis interrompeu sua ponte nativa de Bitcoin. O serviço continua fora do ar enquanto a empresa reescreve o software ligado ao Bitcoin e contrata uma auditoria independente, além de uma revisão mais ampla de sua infraestrutura. As demais rotas do protocolo não foram afetadas, segundo a equipe. A companhia também afirmou anteriormente ter recuperado cerca de 15 BTC, que foram transferidos para uma carteira multisig controlada pela equipe. A Symbiosis chegou a oferecer ao invasor uma recompensa de 20% em troca da devolução dos recursos. A plataforma diz que pretende usar parte dos bitcoins retirados de segurança durante o incidente e um programa separado de compensação para ressarcir os provedores de liquidez afetados. Antes do ataque, a Symbiosis tinha aproximadamente US$ 8 milhões em valor total bloqueado (TVL) e havia processado cerca de US$ 146 milhões em volume pelas pontes nos 30 dias anteriores. O caso chama atenção porque reforça um dos principais pontos de fragilidade do mercado DeFi: pontes entre blockchains precisam garantir que um ativo representado em uma rede realmente tenha o equivalente bloqueado do outro lado. A própria Symbiosis ainda chamou atenção para um novo componente do risco. 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Brasil Bitcoin lança BRLe, stablecoin do real para transações em blockchain
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Brasil Bitcoin lança BRLe, stablecoin do real para transações em blockchain

A Brasil Bitcoin lançou a BRLe, stablecoin brasileira lastreada em reais que coloca a moeda nacional dentro da infraestrutura de blockchain. Com paridade de 1 BRLe = R$ 1, a nova moeda digital foi desenvolvida para combinar a estabilidade do real com as características das redes públicas: transações 24 horas por dia, sete dias por semana, velocidade, baixo custo, programação e circulação global. Na prática, a proposta é semelhante à função exercida por stablecoins como USDT e USDC, mas com o real como ativo de referência. Em vez de representar um dólar na blockchain, a BRLe representa um real e pode ser movimentada digitalmente entre carteiras e aplicações conectadas à rede. Emitida na Polygon, a BRLe utiliza uma blockchain pública, permitindo que as transações sejam verificadas e registradas na rede. A moeda já está disponível para negociação na Brasil Bitcoin e também pode ser adquirida e movimentada diretamente pela Uniswap, na rede Polygon. - Advertisement - O lançamento ocorre em um momento de expansão acelerada das stablecoins. O mercado global já supera US$ 300 bilhões em 2026, enquanto empresas, instituições financeiras e provedores de pagamento ampliam o uso dessas moedas em transferências internacionais, tesouraria e liquidação de operações. A lógica por trás desse movimento é transformar a blockchain em uma camada de infraestrutura para movimentação de dinheiro. Ao contrário dos sistemas tradicionais, uma stablecoin pode circular entre diferentes países sem depender exclusivamente de horários bancários, intermediários ou estruturas específicas de cada mercado. É justamente esse modelo que a BRLe pretende trazer para o real. Sem fronteiras A BRLe foi criada para que o real possa ser utilizado nativamente em um ambiente digital global. Um usuário ou empresa pode manter BRLe em uma carteira, transferi-la para outra pessoa ou instituição, utilizar o ativo em aplicações descentralizadas ou fazer a conversão para outros ativos digitais. O potencial de aplicação inclui pagamentos internacionais, remessas, liquidação de operações, tesouraria, comércio exterior, tokenização de ativos e serviços financeiros digitais. A tecnologia também permite que empresas desenvolvam produtos e serviços utilizando o real como unidade de valor dentro de suas próprias aplicações, sem precisar construir uma infraestrutura blockchain do zero. “No lançamento da BRLe está o nosso compromisso com a inovação e com o futuro do sistema financeiro brasileiro. As stablecoins deixaram de ser promessa e já movimentam o mundo, de empresas a governos, e a gente quer que o real esteja pronto para esse novo momento. Com a BRLe, levamos a moeda brasileira para a blockchain com estabilidade, transparência e portas abertas para instituições”, afirma Jorge de Almeida, CEO da Brasil Bitcoin. Outro diferencial é a possibilidade de funcionamento contínuo. Como a BRLe está em uma rede pública, sua transferência não está limitada ao horário de funcionamento de bancos ou sistemas tradicionais de pagamento. Isso cria uma alternativa para operações que precisam acontecer em tempo real, inclusive entre participantes localizados em diferentes países. A BRLe é lastreada em reais na proporção de 1 para 1. A Brasil Bitcoin disponibiliza uma página de transparência em que é possível acompanhar a quantidade de BRLe em circulação e o montante correspondente em reservas, com informações atualizadas em tempo real. A proposta é permitir que usuários, empresas e instituições acompanhem a relação entre os tokens emitidos e os recursos que sustentam sua paridade. Além da utilização por investidores e usuários de criptoativos, a BRLe busca criar uma infraestrutura que possa ser incorporada ao mercado institucional. Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais (PSAVs) e instituições financeiras reguladas poderão atuar como minters de BRLe, emitindo a stablecoin e integrando o real digital às próprias operações, produtos e serviços. A possibilidade amplia o número de participantes que podem utilizar a moeda e cria espaço para aplicações financeiras construídas sobre uma mesma infraestrutura. Para a Brasil Bitcoin, o movimento acompanha uma mudança no papel das stablecoins. O ativo deixou de ser utilizado exclusivamente como instrumento de negociação no mercado cripto e passou a ser explorado como uma camada de movimentação de valor. Essa transformação ganha relevância à medida que pagamentos internacionais, ativos tokenizados e serviços financeiros digitais passam a utilizar blockchain como infraestrutura. A evolução também abre espaço para novas aplicações, incluindo agentes de inteligência artificial capazes de executar transações de forma autônoma. Nesse cenário, a BRLe busca posicionar o real dentro de uma infraestrutura global, programável e aberta. “A ideia é que o real possa ter na blockchain as mesmas possibilidades que o dinheiro digital já começa a ter em outros mercados. Não estamos criando um novo real, mas uma representação digital do real capaz de circular em uma infraestrutura global”, afirma Almeida. Com a BRLe, a Brasil Bitcoin pretende ampliar as possibilidades de utilização da moeda brasileira no ambiente digital, conectando o real à infraestrutura de blockchain e às novas formas de pagamento, transferência e liquidação que estão surgindo no sistema financeiro global.

Depois de emitir 46 bilhões de Bitcoins sintéticos em falha, protocolo DeFi recupera BTC mas fica desligado
Crypto - DeFi & Finanças Descentralizadas

Depois de emitir 46 bilhões de Bitcoins sintéticos em falha, protocolo DeFi recupera BTC mas fica desligado

Symbiosis recuperou cerca de 15 BTC após exploit na ponte de Bitcoin Contrato na BNB Chain emitiu 46,1 bilhões de syBTC sem lastro Atacante converteu apenas 4,39 WBTC, gerando US$ 336 mil O protocolo de liquidez cross-chain Symbiosis recuperou aproximadamente 15 BTC depois do ataque que atingiu sua ponte de Bitcoin em 11 de setembro. Os fundos foram transferidos para uma carteira multisig sob controle da equipe. O incidente começou por volta das 04h28 (UTC), quando o atacante explorou uma vulnerabilidade no Bitcoin Bridge. Segundo o time, apenas esse componente foi comprometido — rotas envolvendo redes EVM, TRON e TON seguiram operando, assim como o produto Octopools e a rede de relayers. CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE Ainda não há número final de prejuízo. A contabilidade segue em aberto enquanto o protocolo contata os provedores de liquidez atingidos. Leia também: IBGE vai medir criptomoedas nas contas nacionais do Brasil Bounty de 20% vence em 13 de setembro Symbiosis ofereceu ao invasor uma recompensa white-hat equivalente a 20% dos fundos, condicionada à devolução do restante até 13 de setembro. Passado o prazo, o mesmo percentual passa a valer para qualquer pessoa que forneça informações capazes de levar à recuperação dos ativos. É o roteiro padrão do setor. Funciona às vezes — e às vezes vira negociação pública constrangedora, como no caso recente da Liquid Network. Enquanto a ponte própria permanece isolada, os swaps de Bitcoin voltaram a funcionar via integrações de terceiros com Chainflip e THORChain. Usuários mantêm acesso à rota, mas por infraestrutura externa. A empresa de segurança Blockaid identificou o tamanho real da emissão. Uma chamada ao contrato BridgeV2 na BNB Chain resultou na criação de aproximadamente 46,1 bilhões de syBTC, enviados para um endereço recém-criado. O número supera em mais de 2.000 vezes o supply máximo do Bitcoin, fixado em 21 milhões de unidades. Vale a distinção técnica: são tokens sintéticos gerados pelo contrato da ponte, não BTC novo na rede original. A escassez do protocolo de Satoshi permanece intacta. O contraste entre emissão e ganho real é o dado mais relevante. Conforme a publicação da Blockaid no X, o endereço beneficiário conseguiu vender apenas cerca de 4,39 WBTC na Uniswap v4, em Ethereum, realizando aproximadamente US$ 336 mil — algo em torno de R$ 1,72 milhão pela cotação atual do dólar, em R$ 5,11. A DefiLlama classificou o episódio como “mint cross-chain sem lastro” e registrou perda no mesmo patamar. Com o BTC negociado a US$ 77.709 (R$ 397.155), os 15 BTC recuperados valem cerca de US$ 1,16 milhão — múltiplas vezes o valor efetivamente extraído pelo atacante. Liquidez fina limita ganho em ataques a pontes O padrão se repete. Criar tokens sem lastro é relativamente simples quando há falha de controle de acesso; convertê-los em ativos líquidos é o gargalo. Pools rasas, slippage e monitoramento on-chain em tempo real transformam bilhões teóricos em centenas de milhares de dólares reais. Dias antes, na Liquid Network da Blockstream, um invasor criou cerca de 4.000 L-BTC sem lastro e resgatou o equivalente em Bitcoin da rede. Depois da correção dos nós afetados, 3.400 BTC foram devolvidos e 598,5 BTC seguiram em aberto — a Blockstream rejeitou o pedido do atacante para ficar com parte como recompensa. Em abril, a gateway cross-chain da Hyperbridge emitiu cerca de 1 bilhão de tokens equivalentes a DOT via mensagem forjada. Resultado extraído: aproximadamente US$ 237 mil. Em agosto, uma falha em ponte do The Sandbox permitiu SAND não autorizado em Base e BNB Smart Chain, com vendas somando algo perto de US$ 675 mil. O protocolo afirma que está contatando individualmente cada provedor de liquidez afetado e que prepara um framework de compensação, com critérios de elegibilidade a serem publicados em separado. Não foi informado como os 15 BTC recuperados serão distribuídos, nem se todos os LPs terão direito a reembolso. Desde o lançamento, há cerca de cinco anos, o Symbiosis processou mais de US$ 10 bilhões em transações. Dados da DefiLlama citados após o incidente apontavam TVL próximo de US$ 7 milhões e volume acumulado em pontes de aproximadamente US$ 3,19 bilhões.

Perguntas Frequentes sobre Uniswap (UNI)

Qual é o preço de Uniswap (UNI) hoje em USD?
A cotação de Uniswap (UNI) hoje está em US$ 6.52, com variação de +1.57% nas últimas 24 horas.
Qual a máxima e mínima de UNI nas últimas 24 horas?
Nas últimas 24 horas, Uniswap registrou a mínima de US$ 6.00 e a máxima de US$ 6.55.
Como alternar entre cotação em Real (BRL) e Dólar (USD)?
No topo desta página no Cotações Hoje, utilize os botões BRL e USD para alternar instantaneamente a moeda de cotação e gráficos históricos de UNI.
Onde ver notícias e análise técnica de UNI?
Acompanhe nesta página o gráfico interativo com médias móveis (SMA/EMA), Bandas de Bollinger, RSI (IFR), MACD e as últimas notícias do mercado cripto atualizadas em tempo real.
Aviso Legal e Educacional sobre Criptoativos: As informações, cotações e análises exibidas nesta página possuem caráter estritamente informativo e educacional. Criptomoedas são ativos digitais de alta volatilidade. Rentabilidade passada não representa garantia de retorno futuro. O Cotações Hoje não realiza recomendações de investimento.