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Quant

Atualizado: 08/11/2026

Preço Atual
R$ 1.134,65
+1.53%
Cotação de Criptoativo em tempo real

Resumo de Quant (QNT)

O criptoativo Quant (QNT) está sendo negociado a R$ 1.134,65 nesta data, acumulando uma variação de +1.53% nas últimas 24 horas. O intervalo de negociação no período oscilou entre a mínima de R$ 1.088,27 e a máxima de R$ 1.146,31.

Variação (R$)
R$ 17,06
Cotação: BRL
Variação Dia
Mín: R$ 1.088,27
Máx: R$ 1.146,31
Volume Diário
27.789.906
Transações em 24h
🪙

Selo de Investimento: Cripto Sólida

⚠️ Atenção

O criptoativo QNT atingiu 4 de 7 critérios (57.1%), ficando abaixo do mínimo de 5/7 exigido para o Selo Cripto Sólida. Exige cautela reforçada devido a risco de volatilidade, menor liquidez ou tokenomics frágil.

Pontuação dos Critérios 4/7 (57.1%)
Mínimo Cripto Sólida: 5/7 Status: Atenção

Checklist de Robustez & Tokenomics (7 Critérios Essenciais)

Alta Liquidez Global (Volume > R$ 200M/dia)

Não atende

Capacidade de negociação institucional com alta profundidade no book e baixo slippage

📌 Volume diário 24h: R$ 27.8 milhões

Maturidade da Rede (> 4 anos)

Atende

Histórico comprovado atravessando múltiplos ciclos de mercado e halvings

📌 Rede em operação desde 2018 (8 anos de histórico)

Segurança de Consenso Comprovada

Não atende

Arquitetura de rede com algoritmo de consenso descentralizado e auditado

📌 Mecanismo: Overledger DLT Operating System

Utilidade & Infraestrutura Real

Atende

Atuação em setores produtivos do ecossistema cripto (exclui memecoins e tokens especulativos)

📌 Setor: Interoperabilidade & Multi-Chain

Grande Porte (Large Cap > U$ 3 Bi)

Não atende

Capitalização robusta com aceitação institucional e dominância de mercado

📌 Valor de mercado estimado: ~U$ 1.2 bilhões

Política Monetária Rígida / Deflacionária

Atende

Proteção contra hiperinflação de tokens através de teto de emissão ou queima de taxas

📌 Política: Hard Cap rígido de 14.6 Milhões de tokens QNT

Resiliência de Preço & Estabilidade 24h

Atende

Comportamento de preços sem quedas abruptas atípicas superiores a 30% em 24 horas

📌 Variação 24h: +1.53% (Sem colapso imediato de liquidez)
🛡️ Análise quantitativa e estrutural baseada em dados públicos de rede e mercado. Não constitui recomendação direta de investimento.
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Histórico de Cotação: Quant (QNT)

Evolução do preço diário oficial e indicadores de tendência

Mínima no Período --
Máxima no Período --
Variação no Período --
Tendência Técnica --
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A chilena obrigada a esperar que sua filha morresse no ventre: 'Você se sente como se fosse um carrasco'
BBC Brasil •

A chilena obrigada a esperar que sua filha morresse no ventre: 'Você se sente como se fosse um carrasco'

A chilena obrigada a esperar que sua filha morresse no ventre: 'Você se sente como se fosse um carrasco' Crédito, Catalina Pizarro Author, Isabel Caro Role, BBC News Mundo Published Há 16 minutos Tempo de leitura: 12 min Carregando Carregando "Você se sente como se fosse um carrasco." A frase é da professora de música Catalina Pizarro, de 39 anos. Ela acusou seu médico de ter obstruído seu direito ao aborto no Chile. Pizarro tenta explicar uma sensação que ela ainda não consegue superar, quase oito anos depois que sua filha Clara morreu no seu ventre. "Você se sente suja, culpada. Você nunca mais volta a habitar seu corpo da mesma forma", conta ela à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC. O coração da sua filha deixou de bater com 20 semanas de gestação, no dia 5 de dezembro de 2018. Mas, várias semanas antes, Pizarro havia pedido à sua equipe médica que praticasse o aborto por inviabilidade fetal, uma das três causas legalizadas no Chile. No último dia 3 de setembro, o Quarto Juizado Civil da capital chilena, Santiago, acolheu parcialmente a ação apresentada por ela contra o ginecologista e obstetra Eduardo Carstens Ulloa, chefe da maternidade da então chamada Clínica Tabancura. A Justiça determinou que o médico não cumpriu com suas obrigações contratuais e profissionais, o que criou obstáculos ao direito de Pizarro a fazer uso da lei de aborto do país. Por isso, foi ordenado o pagamento de uma indenização no valor de 100,275 milhões de pesos chilenos (cerca de US$ 100 mil, ou R$ 548 mil). O médico recorreu da decisão tomada em primeira instância. Mas, se ela for confirmada, poderá estabelecer um precedente histórico no Chile. Para Francisca Millán, advogada de Pizarro, seria a primeira sentença favorável desta natureza no país. Já Carstens espera que a decisão seja revertida. Sua defesa afirma que sua atuação seguiu a legislação, a boa prática médica e que o quadro de Pizarro não configurava as condições necessárias para o aborto. 'Eu tinha confiança de que iriam cuidar de mim' Pule Promoção app e continue lendo Temos um novo app! Veja notícias do Brasil e do mundo no BBC World Service Baixe aqui Fim da Promoção app Catalina Pizarro e seu marido vinham tentando conceber há um ano e meio. E, no início de agosto de 2018, chegou a boa notícia: ela estava grávida. Ela começou o pré-natal na então chamada Clínica Tabancura, um serviço de saúde privado localizado em uma região abastada de Santiago. Hoje, ela se chama Clínica RedSalud Vitacura. Seu tio por parte de pai era chefe de neonatologia na clínica. Por isso, a decisão de procurar o local, para ela, foi natural. "Eu tinha confiança de que iriam cuidar de mim", afirma ela. Seus primeiros exames de controle foram realizados pela ginecologista Rosana Faúndez. Todos tiveram resultado normal até a 11ª semana, quando a ecografia mostrou aos médicos que algo não estava indo bem. "O médico começa a demorar muito tempo, muito tempo", recorda Pizarro. "Ele me diz: 'Vou trazer um colega.' Ele traz o colega e eles olham." "Ele então me conta que Clara tinha um higroma cístico bilateral com hidropsia generalizada." Crédito, Getty Images Segundo a Sociedade Internacional de Ultrassom em Ginecologia e Obstetrícia (ISUOG, na sigla em inglês), higroma cístico é uma anomalia do desenvolvimento do sistema linfático que provoca acúmulo de líquido, geralmente no pescoço do feto. "Esta descoberta aumenta o risco de anomalias cromossômicas, malformações cardíacas e não cardíacas, bem como a probabilidade de morte fetal", descreve o ISUOG. O quadro é frequentemente acompanhado de hidropsia generalizada (ou hidropsia fetal), como ocorreu no caso de Clara. Basicamente, trata-se de um acúmulo anormal de líquido em diferentes partes do corpo, incluindo a pele. Mau prognóstico Pizarro afirma que, desde o primeiro momento, os médicos lhe disseram que este diagnóstico impediria que a gravidez chegasse ao seu final. Segundo seu relato à Justiça chilena, depois desta ecografia, ela pediu uma consulta com sua ginecologista e discutiu com Faúndez, pela primeira vez, a possibilidade de abortar por inviabilidade fetal. A lei que regulamenta o aborto no Chile está em vigor desde 2017. Ela permite a interrupção da gravidez por este motivo. As outras causas autorizadas são estupro e risco de morte para a mãe. A inviabilidade se configura, segundo a lei, quando o feto ou embrião padece de "uma patologia congênita adquirida ou genética, incompatível com a vida extrauterina independente, em todos os casos, de caráter letal". Para atestar esta doença, a lei exige "dois diagnósticos idênticos de médicos especialistas". "Minha ginecologista me disse que não via problemas e precisaria conversar com o comitê de ética da clínica, mas me ligaria naquela mesma tarde", recorda Pizarro. Nos primeiros dias, foi pedido a ela que fizesse um exame genético, para verificar se haveria alguma causa em nível cromossômico que explicasse o quadro da sua filha. O exame teve resultados normais, mas não representava necessariamente um melhor prognóstico. Pizarro já havia tomado a decisão de interromper sua gravidez. Ela não queria esperar que sua filha morresse no seu ventre, em uma etapa mais avançada da gestação. Ela procurou outras opiniões e chegou ao consultório do médico Waldo Sepúlveda, que a examinou no dia 26 de outubro. Segundo a decisão judicial, o médico detectou deterioração considerável da condição do feto e concluiu em relatório que, devido à hidropsia fetal por motivo não tratável, o caso poderia ser enquadrado como causa de inviabilidade, conforme contemplado na lei chilena que regulamenta o aborto. Crédito, Getty Images Legenda da foto, O aborto é legalizado no Chile desde 2017, apenas em caso de inviabilidade fetal, risco de morte da mãe e estupro Novos exames Com seu diagnóstico, Pizarro só precisava obter um segundo parecer favorável similar. Ela enviou uma mensagem para sua ginecologista, pedindo novamente a autorização do aborto, com o parecer de Sepúlveda anexo. Mas Faúndez entrou em contato com ela, informando que o comitê de ética da clínica havia analisado seu caso e solicitado novos exames antes de tomar a decisão final. Eles pediram uma ecocardiografia fetal e disseram que seu caso, agora, estava a cargo do médico Eduardo Carstens Ulloa. Pizarro realizou novas ecografias e um médico de outra clínica suspeitou que Clara pudesse sofrer de uma doença cardíaca complexa. No dia 5 de novembro, outro especialista detectou sinais que poderiam indicar desenvolvimento insuficiente do seu ventrículo esquerdo. Ele recomendou repetir os exames quando a gravidez estivesse mais avançada, após a 20ª semana. Mas Pizarro não queria continuar esperando. Ela estava cansada do que chama de "peregrinação" de exames e consultas médicas, que não levavam a nada. Enquanto isso, sua filha Clara continuava crescendo em seu ventre. Crédito, Getty Images Legenda da foto, A inviabilidade fetal é a causa de aborto mais comum no Chile desde a entrada em vigor da lei de regulamentação, em 2017, com 3.245 casos (foto de banco de imagens) Pizarro relatou à Justiça que, depois das últimas ecografias, Carstens a chamou para uma reunião no dia 12 de novembro. Ela afirma que o médico disse ter conversado com os médicos que ela havia consultado e que todos estavam de acordo no mesmo ponto: o seu caso não atendia às condições necessárias para um aborto por inviabilidade fetal. Carsten também argumentou, segundo Pizarro, que a condição de Clara não figurava na relação de patologias contempladas no regulamento de aplicação da lei. Mas a norma especifica que aquela lista não é taxativa, ou seja, não deve ser interpretada como um catálogo fechado de patologias. Como alternativa, o médico ofereceu o controle regular da sua gravidez. "Ele me ofereceu que eu fosse todas as segundas-feiras", afirma Pizarro. "Ele me fazia um encaixe nas suas consultas e não me cobrava a ecografia, para ver se o coração continuava batendo. Ele disse que isso iria ocorrer a qualquer momento." Em três semanas, Clara morreu. 'É uma tortura muito forte' Pizarro relembra que aqueles dias pareciam eternos. Ela estava de licença médica, sem poder sair de casa, onde morava com seu então parceiro e seu filho de 11 anos. Ela se sentia em um turbilhão e não conseguia deixar de pensar naquilo. "É como estar à beira da loucura, pois, na verdade, você acaba questionando tudo...", lamenta ela. "Criar afeição, por exemplo. Você fala e depois diz 'não, você não pode enganar a si mesma, não pode gerar laços porque isso não irá durar'." "E, depois, se sente culpada por isso, é um loop, um loop horrível. É uma tortura muito forte, muito forte", segundo ela. Ouvir o coração da sua filha regularmente não ajudava, nem ir à consulta e ver outras mulheres grávidas sem complicações. "Isso ampliou um pouco mais o que já era traumático", afirma Pizarro. "Era um lugar muito obscuro para viver." Crédito, Getty Images Legenda da foto, Clara morreu com 20 semanas de gestação (foto de banco de imagens) Clara morreu no dia 5 de dezembro de 2018. Na ecografia de rotina, Carstens confirmou a Pizarro que seu coração havia deixado de bater. Naquele momento, segundo ela, o médico teria dito: "Preferi que fosse assim porque é mais natural. Assim, você não terá peso na consciência." "Ali, entendi tudo", afirma Pizarro. Em sua defesa, Carsten declarou que as decisões tomadas sobre a gravidez respeitavam critérios médicos e legais. No seu recurso, a defesa do médico defende que o quadro de Clara não configurava uma patologia necessariamente incompatível com a vida extrauterina. E, portanto, era necessário procurar suas causas e verificar se era possível tratá-la, antes de concluir que aquele era um caso de inviabilidade fetal. A BBC News Mundo entrou em contato com a Clínica RedSalud Vitacura e com Carstens para aprofundar sua versão dos fatos, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem. A chegada de Clara Quando o coração de Clara parou de bater, Pizarro passou por uma cesariana de urgência. Ela conta que não quis ser totalmente anestesiada, pois desejava ficar consciente para poder ver a sua filha. "Pedi a peridural para poder ter uma cesariana normal, no sentido de poder abraçá-la", ela conta. "Mas, no minuto em que estavam tirando Clara de mim, seu corpo se rompeu." "Pedi que a envolvessem em um lençol, em alguma coisa. Com isso, eles a passaram para mim e pude ficar com ela." Ela precisou esperar que o Serviço Médico Legal examinasse o corpo da sua filha para confirmar que não se tratava de um aborto ilegal. "Era preciso esperar alguns trâmites para poder fazer o funeral", recorda. Pizarro conta que este é mais um passo traumático que as mulheres cujos filhos morrem no ventre precisam enfrentar. "Todo o sistema é muito violento", lamenta ela. O pós-parto Catalina Pizarro conta que o pós-parto foi o momento mais difícil para ela. Com as cinzas de sua filha em casa, ela afundou no que descreve como "o buraco mais profundo". Nos primeiros dias, ela não conseguia se levantar da cama. Pizarro recorda que seu filho de 11 anos se tornou seu principal cuidador. "Ele me acordava para me dar comida", relembra ela. "Cheguei a pesar 47 kg, não conseguia falar direito." Ela conta que repetia várias vezes na cabeça a frase que Carstens teria dito no dia da morte da filha. "Acredito que foi puro paternalismo", segundo ela. "Não quero acreditar que tenha sido por mal, não quero pensar que tenha sido porque ele colocou sua religião em primeiro lugar." "Acredito que seja o paternalismo existente em muitos aspectos da vida, como o pai que diz 'isso é o melhor para você'. Mas eles não sabem o que é melhor para alguém, porque não calçam seus sapatos, não viveram sua vida, não sabem o que é estar grávida." Para ela, "estas decisões são difíceis, mas, quando decidimos, aceitamos as consequências e podemos processá-las em paz, podemos entender o porquê e o objetivo desta decisão". "Mas algo que é imposto não ajuda no processo", segundo ela. Com ajuda de sua irmã, Pizarro conseguiu pagar pela terapia psicológica e psiquiátrica. E, depois de um certo tempo, ela decidiu apresentar uma ação civil contra Carstens. "Não é contra os meus médicos, não é contra ninguém", explica ela. Pizarro afirma que sempre quis que seu caso servisse para expor as dificuldades enfrentadas pelas mulheres chilenas para que tenham acesso ao aborto. E ela conta que, depois que sua denúncia veio a público, dezenas de mulheres com experiências similares entraram em contato com ela. 'Os obstáculos nem sempre são um 'não'' A ex-ministra da Mulher e da Igualdade de Gênero do governo do ex-presidente chileno Gabriel Boric (2022-2026), Antonia Orellana, afirma que, durante seu período no governo, foram detectados diversos obstáculos enfrentados pelas mulheres para exercer seu direito ao aborto no país. Esta constatação motivou alterações da regulamentação do direito de objeção de consciência dos profissionais de medicina para não interromper a gravidez e da norma técnica de aplicação da normativa. "O caso de Catalina mostra que, no direito ao aborto, os obstáculos nem sempre são um 'não'", explica a ex-ministra à BBC. "Eles se disfarçam na forma de atrasos, mais um exame, outra consulta, uma segunda opinião que nunca chega." Crédito, Getty Images Legenda da foto, A ex-ministra da Mulher e Igualdade de Gênero do Chile, Antonia Orellana, alerta sobre as dificuldades enfrentadas pelas mulheres chilenas para exercer seu direito ao aborto "Quando existe uma discrepância clínica, é necessário solucioná-la com diligência, não deixar que a gravidez avance até que a discussão se torne irrelevante", defende a ex-ministra. "Isso é paternalismo, é exatamente o que a lei veio eliminar. A decisão é da mulher e o papel da equipe médica é acompanhá-la e informá-la." O Chile mantém registro do número de casos que atendem às exigências legais para interromper a gravidez por inviabilidade fetal e quantas interrupções foram realizadas, mas as estatísticas não permitem determinar quantas mulheres pediram o procedimento sem sucesso. Após nove anos de vigência da legislação, foram registrados 7.566 casos de comprovação de uma das três causas legais. A inviabilidade fetal é a mais frequente, com 3.245 casos, segundo os números do Ministério da Saúde do Chile, atualizados até julho de 2026. Orellana afirma que "tomamos conhecimento, durante a nossa gestão, de casos relatados de mulheres, sobretudo meninas, que precisaram ser transferidas para outro centro, até para outra região, porque não havia disponibilidade de profissionais não objetores. Por isso, era tão importante alterar a regulamentação da objeção de consciência para garantir a prestação do serviço." "A objeção é legítima quando exercida segundo as regulamentações legais, declarada por escrito e com a obrigação de encaminhamento oportuno. O problema ocorre quando alguém que não se declarou como objetor opera como obstrutor." "Eles pedem exames desnecessários ou postergam a segunda opinião. Isso não é objeção de consciência, é obstrução direta", destaca a ex-ministra. A reconstrução Catalina Pizarro sabe que ainda falta tempo para a conclusão da sua batalha judicial. E, com o recurso de Carstens, o processo poderá se estender ainda mais. "Adoraria que ele pudesse gerar um precedente para outras mulheres", destaca ela. Mas, por enquanto, só o que resta é esperar. Ela conta que sabe que não é mais a mesma pessoa e que o luto irá acompanhá-la para sempre. Mas também quer retomar sua vida e voltou a tocar baixo em uma banda de música tropical. Crédito, Acervo pessoal "Nem tudo é tão obscuro", segundo ela. "Nós aprendemos a valorizar as coisas da vida, a simplicidade, aprendemos a definir prioridades." "Não sei, saber que, de repente, nem tudo é trabalho, que a família vem primeiro, que a vida pode mudar de um dia para o outro e, por isso, é preciso aproveitá-la", reflete ela. Quando sair a sentença final, ela poderá fazer algo que deseja há muito tempo.

Bitcoin (BTC) a US$ 76 mil: O que a vitória dos democratas nas midterms dos EUA significa para as criptomoedas?
Bitcoin •

Bitcoin (BTC) a US$ 76 mil: O que a vitória dos democratas nas midterms dos EUA significa para as criptomoedas?

Os últimos dias foram dominados pela política, e esta semana não foi diferente. Os americanos foram às urnas nas eleições de meio de mandato, as chamadas midterms, e devolveram aos democratas o controle da Câmara e do Senado. Na última quarta-feira (4), o mercado recebeu o resultado com alívio. A perspectiva de um fim para a guerra no Oriente Médio derrubou o petróleo, e o Bitcoin voltou a fechar acima dos US$ 80 mil. Na quinta-feira (5), porém, a queda foi tão aguda quanto a alta da véspera: tudo que vai, volta. O Bitcoin devolveu o ganho em um único dia, puxado por uma forte correção das ações de tecnologia. Nesta edição, explicamos como funcionam as midterms e por que o Congresso importa tanto, mostramos por que o mercado passou do alívio à aversão a risco em 24 horas e avaliamos o que o novo Congresso significa para a regulação cripto. Midterms: eleições de meio de mandato As midterms acontecem na metade do mandato presidencial. O presidente não está em jogo, mas o Congresso está: todas as 435 cadeiras da Câmara, cujos mandatos duram dois anos, e cerca de um terço do Senado, onde os mandatos são de seis anos. O peso dessa eleição está no desenho do poder americano. O presidente propõe a agenda, mas são a Câmara e o Senado que votam leis, impostos e gastos. Quando a oposição tem a maioria, ela consegue barrar propostas e ganha o poder de fiscalizar o governo, com audiências, investigações e pedidos de documentos. Em outras palavras, as midterms decidem quanto espaço o presidente terá para governar nos dois anos seguintes. Fonte: Empiricus Crypto O resultado foi expressivo. Os democratas devem chegar a cerca de 253 das 435 cadeiras da Câmara e a 54 das 100 do Senado, onde viraram sete vagas antes republicanas, inclusive em estados tradicionalmente conservadores, como Texas, Ohio e Kansas. A nova composição toma posse em 3 de janeiro de 2027. Fonte: Empiricus Crypto Na prática, Donald Trump segue presidente e mantém o poder de veto, ou seja, pode barrar o que o Congresso aprovar. Mas passa a depender de votos democratas para aprovar qualquer proposta. O cenário mais provável é de mais negociação, mais investigação e um cabo de guerra que tende a travar boa parte da agenda em Washington. Dois lados de uma mesma moeda A primeira reação do mercado veio pelo petróleo. Boa parte da derrota republicana foi atribuída à guerra no Oriente Médio: o conflito elevou o preço do barril, que pressionou combustíveis e expectativas de inflação e, com elas, a popularidade do governo. O próprio vice-presidente, JD Vance, escreveu que “a razão de termos perdido é a guerra”, e os democratas prometem pressionar pelo fim do conflito. Com isso, o mercado passou a apostar em um desfecho definitivo da guerra. O petróleo, que chegou a US$ 118 por barril, recuou para a casa dos US$ 100 — só na quarta-feira, a queda passou de 8%. Preço do petróleo mais baixo significa menos pressão inflacionária e, por consequência, menos motivo para o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, voltar a subir juros. Esse alívio levou o Bitcoin a fechar a quarta-feira em US$ 80.504, porém durou pouco… Na quinta-feira, o mercado viu o outro lado da moeda, o partido tende a ser bem mais restritivo com a expansão da infraestrutura de inteligência artificial, que avançava em ritmo acelerado sob o governo Trump, com novos centros de dados, consumo de energia e investimentos bilionários. Isso importa porque o investimento em IA virou um dos motores da economia americana. Segundo estimativas do Fed de St. Louis, os setores ligados à inteligência artificial responderam por cerca de 1 ponto percentual do crescimento do PIB dos Estados Unidos nos três primeiros trimestres de 2025 — algo próximo de 40% de toda a expansão do período. Se esse motor desacelera, cresce o risco para a economia como um todo. A reação foi uma correção generalizada, mais forte justamente onde o investimento em IA é mais relevante. Só na quinta-feira, o índice de semicondutores caiu 11,2%, e a Nasdaq, 5,5%. Desde o início da temporada de balanços, em 13 de outubro, os semicondutores acumulam queda de quase 24%. O Bitcoin acompanhou o movimento, recuou 5,5% e devolveu os US$ 76 mil. Os ETFs de Bitcoin registraram saídas de US$ 430 milhões no dia e de quase US$ 870 milhões na semana até quinta. Amarrando as pontas, tudo isso culminou na deterioração acelerada do momentum do BTC, reforçando ainda mais a postura de cautela que já vínhamos adotando nas últimas edições. Mais uma vez, reforçamos que nossa leitura é de que o momento é mais favorável a um portfólio de ativos digitais com menos volatilidade, afastado de posições concentradas em altcoins e favorecendo BTC e caixa. Essa postura já vem sendo adotada há algum tempo na Crypto Momentum e tem ajudado a mitigar parte relevante das perdas provocadas pelos eventos de cauda recentes. Nossa carteira de criptomoedas com investimento automatizado no BTG Pactual amplia ou reduz a exposição aos criptoativos conforme a tendência, com rebalanceamentos mensais executados automaticamente. Se você quer investir nesse mercado, mas não tem tempo para acompanhar os sinais e ajustar suas posições, essa é uma maneira simples e rápida. Fonte: Empiricus Crypto. Retornos passados não garantia de ganhos futuros. Investimentos têm riscos. Eventualmente essa correção nos levará a uma oportunidade de recompra dos ativos a um preço descontado, mas com os indicadores ainda negativos, esse evento parece (ainda) não ter chegado. O ponto a acompanhar agora é a região dos US$ 75 mil, que funciona como nosso principal suporte atual. Acompanhar a performance relativa do BTC x S&P500 e proxies (mineradoras e DATs) x BTC devem nos dar uma ideia de quando o apetite pelo setor estiver voltando, bem como expectativa de inflação para baixo e economia ainda estável. Dos males, o menor Para o mercado cripto em particular, o resultado das midterms não é bom. Diferentemente dos republicanos, os democratas costumam adotar uma postura bem mais restritiva em relação ao setor, o que tende a dificultar a captação de recursos e a operação e expansão de negócios cripto nos Estados Unidos. A mudança aparece onde mais importa: nos comitês que regulam o setor. No Senado, o Comitê Bancário deve passar a ser comandado por democratas céticos, como Elizabeth Warren, cunhada como a “carrasca de cripto”. Na Câmara, o Comitê de Serviços Financeiros deve ficar com Maxine Waters. O setor também saiu derrotado nas urnas: gastou mais de US$ 170 milhões em campanhas e perdeu aliados importantes, como o deputado que presidia a subcomissão de ativos digitais. Fonte: Stand With Crypto Ainda assim, o resultado foi ruim, mas menos ruim do que se esperava. O Stand With Crypto, grupo de defesa do setor que atribui a cada político uma nota de 0 a 100 conforme seu apoio a cripto, mostra que a maioria do novo Congresso segue favorável ao setor: na Câmara eleita, são 235 deputados pró-cripto contra 106 contrários; no Senado, 50 contra 33. O que muda é o partido, não a maioria. Cripto já é uma pauta bipartidária — em 2025, 78 democratas votaram a favor do Clarity Act. Por isso, nossa leitura é que a regulação deve avançar, mas de forma mais lenta e provavelmente mais restritiva do que no desenho republicano. Conclusão para o Bitcoin: no médio prazo, tendência é positiva A semana deixou dois lados. De um, o petróleo em queda e a perspectiva de fim da guerra aliviam a inflação e reduzem a pressão sobre os juros. De outro, a ameaça ao investimento em IA pesa sobre o crescimento americano, e o novo Congresso torna o caminho regulatório de cripto mais lento e incerto. Para o Bitcoin, o curto prazo voltou ao negativo. A região dos US$ 75 mil é a primeira referência; se for perdida, o próximo suporte relevante fica na casa dos US$ 70 mil. Ao ampliar o horizonte, o quadro é mais construtivo. Enquanto o Bitcoin sustentar a região dos US$ 75 mil, segue formando fundos mais altos no gráfico semanal — ou seja, a tendência de médio prazo permanece positiva. Contudo, só voltaremos a aumentar a exposição a risco de fato quando o curto prazo também virar para o positivo.

Quantos milhões já ganhou o Benfica na UEFA Europa League?
Europa •

Quantos milhões já ganhou o Benfica na UEFA Europa League?

Futebol Quantos milhões já ganhou o Benfica na UEFA Europa League? A campanha na UEFA Europa League 2026/27 já valeu ao Benfica alguns milhões em prémios monetários. Vê aqui quanto é que as águias já amealharam com a campanha na Europa! Quantos milhões já ganhou o Benfica na UEFA Europa League 2026/27? Recorda o Milan 0x2 Benfica, da Europa League À entrada para a 4.ª jornada da fase de liga da UEFA Europa League, o Benfica já embolsou aproximadamente 14,9 milhões de euros nesta edição da prova. Esse montante divide-se da seguinte forma (em milhões de euros): Valor base pela entrada na fase de liga: 4,3M Valor base do volume de mercado do país e do coeficiente do clube: 8,78M Quatro vitórias na fase de liga: 1,8M (450 mil euros cada) Quais são os prémios monetários da UEFA Europa League 2026/27? Recorda o Benfica 4x1 Celtic, da Europa League Estes são os prémios em cada fase da Europa League: Qualificação para a fase de liga: 4 310 000 € Vitória na fase de liga: 450 000 € Empate na fase de liga: 150 000 € 1.º ao 8.º lugar na fase de liga: 600 000 € 9.º ao 16.º lugar na fase de liga: 300 000 € Play-offs: 300 000 € Oitavos de final: 1 750 000 € Quartos de final: 2 500 000 € Meias-finais: 4 200 000 € Final: 7 000 000 € Campeão: 6 000 000 € O clube vencedor da UEFA Europa League pode ultrapassar os 30 milhões de euros amealhados.

Perguntas Frequentes sobre Quant (QNT)

Qual é o preço de Quant (QNT) hoje em BRL?
A cotação de Quant (QNT) hoje está em R$ 1134.65, com variação de +1.53% nas últimas 24 horas.
Qual a máxima e mínima de QNT nas últimas 24 horas?
Nas últimas 24 horas, Quant registrou a mínima de R$ 1088.27 e a máxima de R$ 1146.31.
Como alternar entre cotação em Real (BRL) e Dólar (USD)?
No topo desta página no Cotações Hoje, utilize os botões BRL e USD para alternar instantaneamente a moeda de cotação e gráficos históricos de QNT.
Onde ver notícias e análise técnica de QNT?
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